Clube Português Motociclismo
GERAL => Quando tudo é novidade... As Primeiras Dicas! => Tópico iniciado por: zinko_pt em Outubro 06, 2023, 13:41:42, 13:41
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Olá a todos,
Aos 50 anos decidi dar corpo ao desejo e necessidade de ter uma mota. Nova, que as boas usadas desvalorizam pouco. Como poderão verificar fiz alguma pesquisa, que aproveito para partilhar.
Vou tentar resumir o cenarário:
Experiência mota - fora alugueres de 125cc e NC750x, só aulas de condução. Obtive a licença A à 1 mês.
Experiência condução - 30 anos categoria B, zero acidentes (misto unhas e sorte) :enlatado:
Fisionomia - 1,91m altura e 99Kg
Percursos - 80% do tempo em circuito urbano (Lisboa), 10% circuito intra-urbano (voltas de fds) e 10% tiradas mais longas (dentro e fora do país, quando tiver mais experiência). Estrada e raramente uma terra batida
Orçamento - 10k com documentação, 11k e trocos se for algo extraordinário (duvido)
Critérios por ordem de importância:
1 - Ergonomia - por questões óbvias, prefiro posições de condução direitas, com alguma altura ao solo e proteção aerodinâmica, para maior conforto.
2 - Custo total de propriedade - Aqui risco logo as chinesas com intervalos de manutenção de 6k e os motores acima de 750cc (IUC, seguro, manutenções...)
3 - Capacidade de carga - idealmente à volta dos 200kg. Eu gasto logo metade e os 100kg que sobram são à justa para um trio de malas, pendura e equipamento, numa utilização mais extrema.
4 - Fiabilidade - eu sei, é uma questão de sorte, mas confesso que sou inclinado para as japonesas
Tenho 2 modelos logo à cabeça, que já fiz test drive, a NC750x e a TT Sport 660.
Honda NC750x - campeã dos consumos e fiabilidade, não é excitante nem linda de morrer. Mas não falha em nada. Aluguei por 1 dia = 300km
Gostei da condução fácil, relaxada e dos consumos. É a escolha racional.
Mas teria que fazer alguns ajustres e comprar acessórios:
- Subir a mota (links traseiros mais curtos e uns risers para o garfo dianteiro). Isto talvez dê para subir o banco para os 840mm?
- Um PUIG Touring porque levo com muito vento no peito acima dos 80-90km/k ou um defletor GIVI ou mesmo um M.E.M. da PUIG que permite ajustar o vidro manulamente, mas ainda não o vi à venda cá.
- Top case (mais para a frente as laterais) SHAD Terra 55 (o meu capacete não cabe na frunk), alarme, proteção de mãos, crash bars GIVI (não gosto da de origem), tomada USB (original na frunk) e umas peseiras mais baixas.
Triumph Tiger Sport 660 - Motor excitante, não é a mais económica, a manutenção 16k (para mim seria anual) não é das mais baratas. Adorei conduzir e de olhar para ela. A oferta de acessórios de terceiras marcas é mais reduzido É a escolha emocional.
Ajustres na Ergonomia
- Um vidro mais alto, não sei qual. E não sei se dá para fazer alguma coisa em relação ao ar quente que se leva na perna direita do motor. Tricilíndrico aquece mais...?
- Malas laterais de oferta (a usar só em tiradas mais longas), comprar uma top case para o dia-a-dia, alarme, proteções de punhos, crash bars e tomada USB (origem, debaixo do banco...pfff)
Não estou a incluir a Tracer7 (cara?), nem a Versys 650 (a precisar de uma atualização?), nem a CB500x (leva pouco peso e teria alguma falta de binário). Não acho que sejam tão práticas, fiáveis e baratas de manter como a NC750x, nem tão premium e excitantes como a Triumph. Ficam algures ali no meio.
Também temos a EICMA aí à porta e pode ser que haja alguma novidade a estar disponível até final do ano. O que acham?
Obrigado pela paciência de ler este "testamento"!
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Faz um test drive na F750GS BMW.....ela é bem interessante.
Enviado de meu SM-A736B usando o Tapatalk
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Faz um test drive na F750GS BMW.....ela é bem interessante.
Enviado de meu SM-A736B usando o Tapatalk
Eu vi essa, mas falha no critério de até 750cc. E depois é o custo da manutenção, extras... a BMW não tem nada entre os 310cc e os 850c.
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Realmente, apesar do nome, ela tem 853cc....🫢
Enviado de meu SM-A736B usando o Tapatalk
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A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Em relação à Versys 650, levou recentemente um upgrade em que ficou full led, ganhou acelerador eletrónico, traction control, punhos aquecidos e mais umas coisas.
Dá uma custa de olhos.
No entanto, estando comprador desse segmento iria para a Tracer 700.
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A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Obrigado pelo aviso. Já tenho motos Triumph há vários anos e ainda não tinha dado por nada.
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A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Obrigado pelo aviso. Já tenho motos Triumph há vários anos e ainda não tinha dado por nada.
Não tens de quê!
Aconselha o user a ir para a triumph e, se ele considerar caro, estou certo que lhe comparticipes a diferença até os valores de outras marcas mencionadas.
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A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Obrigado pelo aviso. Já tenho motos Triumph há vários anos e ainda não tinha dado por nada.
Não tens de quê!
Aconselha o user a ir para a triumph e, se ele considerar caro, estou certo que lhe comparticipes a diferença até os valores de outras marcas mencionadas.
Eu já ouvi comentários opostos de proprietários. Uns a dizer que o ajuste de vávulas de uma TTS660 vai para os 500/600€, outro a dizer que uma TT600 fica com as revisões sempre abaixo dos 180€.
Quanto à qualidade da assistência e cobertura da garantia não tenho ouvido nada de mau recentemente. O que havia a corrigir parece que que já foi feito.
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A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Em relação à Versys 650, levou recentemente um upgrade em que ficou full led, ganhou acelerador eletrónico, traction control, punhos aquecidos e mais umas coisas.
Dá uma custa de olhos.
No entanto, estando comprador desse segmento iria para a Tracer 700.
A capacidade de carga da Tracer 7 é de 174kg, o que a elimina logo como possível escolha. O preço está ao nível da Triumph e eu até gosto mais da Triumph.
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Por muito que goste de triumph... a nova transalp 750 pode ser a escolha acertada...
Easy to ride. Barata para o que é e oferece em comparação com concorrência. (porque tudo é caro nos dias de hoje ahahah)
Fica a minha sugestão.
A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Em relação à Versys 650, levou recentemente um upgrade em que ficou full led, ganhou acelerador eletrónico, traction control, punhos aquecidos e mais umas coisas.
Dá uma custa de olhos.
No entanto, estando comprador desse segmento iria para a Tracer 700.
Nos dias de hoje, todas as marcas têm manutenção cara porque o preço de mão de obra na oficina não é nada simpática, seja em que marca for.
A triumph tem uma vantagem nestes novos modelos, em que apresenta intervalos de manutenção muito superiores à concorrência, 16.000km em 16.000km face aos normais 6.000km em 6.000km.
Mas acredito que na prática o que se gaste ao final de 16.000km na triumph não será muito diferente do que se gaste ao final de 18.000km nas outras marcas...
A não ser que se tenha jeito para a coisa e se se consiga fazer uma manutenção da moto em casa... mas novamente a poupança será com qualquer moto/marca/modelo...
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Por muito que goste de triumph... a nova transalp 750 pode ser a escolha acertada...
Easy to ride. Barata para o que é e oferece em comparação com concorrência. (porque tudo é caro nos dias de hoje ahahah)
Fica a minha sugestão.
A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Em relação à Versys 650, levou recentemente um upgrade em que ficou full led, ganhou acelerador eletrónico, traction control, punhos aquecidos e mais umas coisas.
Dá uma custa de olhos.
No entanto, estando comprador desse segmento iria para a Tracer 700.
Nos dias de hoje, todas as marcas têm manutenção cara porque o preço de mão de obra na oficina não é nada simpática, seja em que marca for.
A triumph tem uma vantagem nestes novos modelos, em que apresenta intervalos de manutenção muito superiores à concorrência, 16.000km em 16.000km face aos normais 6.000km em 6.000km.
Mas acredito que na prática o que se gaste ao final de 16.000km na triumph não será muito diferente do que se gaste ao final de 18.000km nas outras marcas...
A não ser que se tenha jeito para a coisa e se se consiga fazer uma manutenção da moto em casa... mas novamente a poupança será com qualquer moto/marca/modelo...
O normal na concorrência da tiger não é revisões de 6 em 6000km, é 12 em 12000km... E pela realidade portuguesa, muito poucos são os proprietários que fazem as manutenções por km e não por tempo (anual).
A Triumph tem monopólio de oficinas, enquanto que noutras marcas há o factor concorrência.
Tenho o meu próprio exemplo, que uma revisão normal (motul 7100, filtro, reapertos, diagnóstico eletrónico e verificações gerais) da minha custa 140€ na oficina oficial onde vou, mas poderia custar 170€ numa outra oficinas oficial aqui da zona.
Procurando bem, certamente conseguiria arranjar alguma oficina ainda mais barata que os 140, e oficina mais cara que os 170... Mas na triumph não há hipótese, vais e pagas o que a oficina manda, que é efetivamente mais caro do que o que a minha oficina faz por exemplo.
O mesmo acontece com a HD e Ducati por exemplo.
Quanto a fazer manutenções em casa, implica perda de garantia portanto não será algo atrativo para motas novas.
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Algumas notas sobre este tópico.
1. A Tiger Sport 660 é a melhor moto do seu segmento. Tem as melhores suspensões, travões e chassis mais eficaz. Há quem possa achar o CP2 da Tracer7 superior. Para mim jamais um dois cilindros bate um 3 cilindros em emoção e prazer de condução.
2. Comprar uma Triumph nova em Portugal não faz sentido pelas seguintes razões:
Em geral os portugueses não gostam da marca pelo que são motos que desvalorizam mais do que as marcas japonesas.
O cliente típico da Triumph em Portugal é mais velho e tem maior disponibilidade financeira pelo que, regra geral, são motos mais bem cuidadas e mantidas do que as japonesas.
3. As Triumph são motos muito racionais com uma manutenção que não difere muito de uma moto japonesa. Não têm a especificidade de uma Ducati por exemplo. Qualquer bom mecânico habituado a motos japonesas faz a manutenção de uma Triumph.
4. Quem considera o valor do IUC ou consumos ou manutenção para decidir por esta ou aquela moto não devia comprar moto em primeiro lugar. As motos são brinquedos caros de comprar e depois de manter. Têm consumíveis caros de desgaste rápido (pneus, corrente, pastilhas etc) e os impoderáveis das quedas que podem custar muito dinheiro a reparar mesmo se for a baixa velocidade. Manter uma moto com um orçamento apertado não é boa ideia.
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Por muito que goste de triumph... a nova transalp 750 pode ser a escolha acertada...
Easy to ride. Barata para o que é e oferece em comparação com concorrência. (porque tudo é caro nos dias de hoje ahahah)
Fica a minha sugestão.
A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Em relação à Versys 650, levou recentemente um upgrade em que ficou full led, ganhou acelerador eletrónico, traction control, punhos aquecidos e mais umas coisas.
Dá uma custa de olhos.
No entanto, estando comprador desse segmento iria para a Tracer 700.
Nos dias de hoje, todas as marcas têm manutenção cara porque o preço de mão de obra na oficina não é nada simpática, seja em que marca for.
A triumph tem uma vantagem nestes novos modelos, em que apresenta intervalos de manutenção muito superiores à concorrência, 16.000km em 16.000km face aos normais 6.000km em 6.000km.
Mas acredito que na prática o que se gaste ao final de 16.000km na triumph não será muito diferente do que se gaste ao final de 18.000km nas outras marcas...
A não ser que se tenha jeito para a coisa e se se consiga fazer uma manutenção da moto em casa... mas novamente a poupança será com qualquer moto/marca/modelo...
O normal na concorrência da tiger não é revisões de 6 em 6000km, é 12 em 12000km... E pela realidade portuguesa, muito poucos são os proprietários que fazem as manutenções por km e não por tempo (anual).
A Triumph tem monopólio de oficinas, enquanto que noutras marcas há o factor concorrência.
Tenho o meu próprio exemplo, que uma revisão normal (motul 7100, filtro, reapertos, diagnóstico eletrónico e verificações gerais) da minha custa 140€ na oficina oficial onde vou, mas poderia custar 170€ numa outra oficinas oficial aqui da zona.
Procurando bem, certamente conseguiria arranjar alguma oficina ainda mais barata que os 140, e oficina mais cara que os 170... Mas na triumph não há hipótese, vais e pagas o que a oficina manda, que é efetivamente mais caro do que o que a minha oficina faz por exemplo.
O mesmo acontece com a HD e Ducati por exemplo.
Quanto a fazer manutenções em casa, implica perda de garantia portanto não será algo atrativo para motas novas.
A Versys650/Z650 tem manutenção de 6.000km em 6.000km.
Pensava que a Versys1000 também assim fosse.
A MT07/Tracer7/Tenere700 tem manutenção de 10.000km em 10.000km (tal como já era com a XJ6)
A V-strom650 tem manutenção a cada 6.000km
As mais recentes Honda de facto tem revisões de 12.000km em 12.000km.
Gostei propriamente de descobrir que a motorway/linhaway tem tabela preços "fixa" (preços indicativos) disponivel para consulta: https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises (https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises)
Algumas notas sobre este tópico.
1. A Tiger Sport 660 é a melhor moto do seu segmento. Tem as melhores suspensões, travões e chassis mais eficaz. Há quem possa achar o CP2 da Tracer7 superior. Para mim jamais um dois cilindros bate um 3 cilindros em emoção e prazer de condução.
2. Comprar uma Triumph nova em Portugal não faz sentido pelas seguintes razões:
Em geral os portugueses não gostam da marca pelo que são motos que desvalorizam mais do que as marcas japonesas.
O cliente típico da Triumph em Portugal é mais velho e tem maior disponibilidade financeira pelo que, regra geral, são motos mais bem cuidadas e mantidas do que as japonesas.
3. As Triumph são motos muito racionais com uma manutenção que não difere muito de uma moto japonesa. Não têm a especificidade de uma Ducati por exemplo. Qualquer bom mecânico habituado a motos japonesas faz a manutenção de uma Triumph.
4. Quem considera o valor do IUC ou consumos ou manutenção para decidir por esta ou aquela moto não devia comprar moto em primeiro lugar. As motos são brinquedos caros de comprar e depois de manter. Têm consumíveis caros de desgaste rápido (pneus, corrente, pastilhas etc) e os impoderáveis das quedas que podem custar muito dinheiro a reparar mesmo se for a baixa velocidade. Manter uma moto com um orçamento apertado não é boa ideia.
Entre Triumph e Kawasaki...
Materiais são bons mas na Kawasaki os metais aguentam melhor as intempéries
Japoneses ganham com proprietários que negligenciam as motos, porque depois de 6meses parada uma kawasaki pega apesar de fumarada enquanto a triumph é melhor levar ao mecânico primeiro, não vá estragar algo pelo meio...
Duas marcas que sofreram sempre em portugal pelo estigma do Hondista/Suzukista/Yamahazista: "ah e tal mas não há peças e as que há são caras, etc" - nunca tive dificuldade em arranjar uma peça e o mais complicado foi arranjar em menor tempo possível dois espelhos para a Kawasaki, demorou menos 15 dias a vir via Espanha (o anterior representante Kawasaki estava falido e era uma nulidade...e as peças ora vinham ora não vinham...via Holanda)
Triumph só houve um período incerto aquando o Brexit, já resolvido.
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A Versys650/Z650 tem manutenção de 6.000km em 6.000km.
Pensava que a Versys1000 também assim fosse.
A MT07/Tracer7/Tenere700 tem manutenção de 10.000km em 10.000km (tal como já era com a XJ6)
A V-strom650 tem manutenção a cada 6.000km
As mais recentes Honda de facto tem revisões de 12.000km em 12.000km.
Gostei propriamente de descobrir que a motorway/linhaway tem tabela preços "fixa" (preços indicativos) disponivel para consulta: https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises (https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises)
E porque será? Consegues dizer?
É que até já dás a resposta à questão.
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A Versys650/Z650 tem manutenção de 6.000km em 6.000km.
Pensava que a Versys1000 também assim fosse.
A MT07/Tracer7/Tenere700 tem manutenção de 10.000km em 10.000km (tal como já era com a XJ6)
A V-strom650 tem manutenção a cada 6.000km
As mais recentes Honda de facto tem revisões de 12.000km em 12.000km.
Gostei propriamente de descobrir que a motorway/linhaway tem tabela preços "fixa" (preços indicativos) disponivel para consulta: https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises (https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises)
E porque será? Consegues dizer?
É que até já dás a resposta à questão.
A tendência é as marcas em prolongarem as revisões mas não é generalizado que seja 12.000km.
O Porquê?! melhores materiais e melhores tecnologias de metais e o mais importante, de lubrificantes mais evoluídos! Será?!
Até à pouco tempo o normal era 6.000km e podia-se ver em quase todas as motos do mercado.
As primeiras chinesas era 2.000km em 2.000km... ainda assim achava demais! Porque pelo meio já teria ido à oficina umas duas vezes... :lolol:
Em todo o caso, os "engenheiros da Kawasaki" são um caso à parte, acabam muitas das vezes de não ir atrás da maré... julgo eu de que...
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A Versys650/Z650 tem manutenção de 6.000km em 6.000km.
Pensava que a Versys1000 também assim fosse.
A MT07/Tracer7/Tenere700 tem manutenção de 10.000km em 10.000km (tal como já era com a XJ6)
A V-strom650 tem manutenção a cada 6.000km
As mais recentes Honda de facto tem revisões de 12.000km em 12.000km.
Gostei propriamente de descobrir que a motorway/linhaway tem tabela preços "fixa" (preços indicativos) disponivel para consulta: https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises (https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises)
E porque será? Consegues dizer?
É que até já dás a resposta à questão.
A tendência é as marcas em prolongarem as revisões mas não é generalizado que seja 12.000km.
O Porquê?! melhores materiais e melhores tecnologias de metais e o mais importante, de lubrificantes mais evoluídos! Será?!
Até à pouco tempo o normal era 6.000km e podia-se ver em quase todas as motos do mercado.
As primeiras chinesas era 2.000km em 2.000km... ainda assim achava demais! Porque pelo meio já teria ido à oficina umas duas vezes... :lolol:
Em todo o caso, os "engenheiros da Kawasaki" são um caso à parte, acabam muitas das vezes de não ir atrás da maré... julgo eu de que...
O motor da Versys nasceu nos anos 90, talvez mesmo nos anos 80 na GPZ500 não conheço os detalhes. É tecnologia com 40 anos.
O motor da V-Strom é o da SV650, um motor nascido nos anos 90.
São tecnologias mais antigas.
O CP2 nasceu em 2013 e por isso é efectivamente um motor já com 10 anos.
A Tiger tem o antigo 675 completamente revisto. E a Transalp tem um motor criado de raíz para ela.
Isto é, os intervalos de manutenção são tanto mais apertados quanto a tecnologia dos seus motores é antiga.
Ainda assim será que eu faria revisões numa V-Strom 650 a cada 6.000km? evidentemente que não, os óleos de hoje são muito melhores do que aqueles que existiam quando esses intervalos foram implementados.
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Por muito que goste de triumph... a nova transalp 750 pode ser a escolha acertada...
Easy to ride. Barata para o que é e oferece em comparação com concorrência. (porque tudo é caro nos dias de hoje ahahah)
Fica a minha sugestão.
A Triumph tem a manutenção bastante cara, cuidado com isso.
Em relação à Versys 650, levou recentemente um upgrade em que ficou full led, ganhou acelerador eletrónico, traction control, punhos aquecidos e mais umas coisas.
Dá uma custa de olhos.
No entanto, estando comprador desse segmento iria para a Tracer 700.
Nos dias de hoje, todas as marcas têm manutenção cara porque o preço de mão de obra na oficina não é nada simpática, seja em que marca for.
A triumph tem uma vantagem nestes novos modelos, em que apresenta intervalos de manutenção muito superiores à concorrência, 16.000km em 16.000km face aos normais 6.000km em 6.000km.
Mas acredito que na prática o que se gaste ao final de 16.000km na triumph não será muito diferente do que se gaste ao final de 18.000km nas outras marcas...
A não ser que se tenha jeito para a coisa e se se consiga fazer uma manutenção da moto em casa... mas novamente a poupança será com qualquer moto/marca/modelo...
O normal na concorrência da tiger não é revisões de 6 em 6000km, é 12 em 12000km... E pela realidade portuguesa, muito poucos são os proprietários que fazem as manutenções por km e não por tempo (anual).
A Triumph tem monopólio de oficinas, enquanto que noutras marcas há o factor concorrência.
Tenho o meu próprio exemplo, que uma revisão normal (motul 7100, filtro, reapertos, diagnóstico eletrónico e verificações gerais) da minha custa 140€ na oficina oficial onde vou, mas poderia custar 170€ numa outra oficinas oficial aqui da zona.
Procurando bem, certamente conseguiria arranjar alguma oficina ainda mais barata que os 140, e oficina mais cara que os 170... Mas na triumph não há hipótese, vais e pagas o que a oficina manda, que é efetivamente mais caro do que o que a minha oficina faz por exemplo.
O mesmo acontece com a HD e Ducati por exemplo.
Quanto a fazer manutenções em casa, implica perda de garantia portanto não será algo atrativo para motas novas.
A Versys650/Z650 tem manutenção de 6.000km em 6.000km.
Pensava que a Versys1000 também assim fosse.
A MT07/Tracer7/Tenere700 tem manutenção de 10.000km em 10.000km (tal como já era com a XJ6)
A V-strom650 tem manutenção a cada 6.000km
As mais recentes Honda de facto tem revisões de 12.000km em 12.000km.
Gostei propriamente de descobrir que a motorway/linhaway tem tabela preços "fixa" (preços indicativos) disponivel para consulta: https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises (https://motorway.pt/82-div-stylebackground-color-red-color-white-padding-2-marcar-revises-div/314-precos-de-revises)
Algumas notas sobre este tópico.
1. A Tiger Sport 660 é a melhor moto do seu segmento. Tem as melhores suspensões, travões e chassis mais eficaz. Há quem possa achar o CP2 da Tracer7 superior. Para mim jamais um dois cilindros bate um 3 cilindros em emoção e prazer de condução.
2. Comprar uma Triumph nova em Portugal não faz sentido pelas seguintes razões:
Em geral os portugueses não gostam da marca pelo que são motos que desvalorizam mais do que as marcas japonesas.
O cliente típico da Triumph em Portugal é mais velho e tem maior disponibilidade financeira pelo que, regra geral, são motos mais bem cuidadas e mantidas do que as japonesas.
3. As Triumph são motos muito racionais com uma manutenção que não difere muito de uma moto japonesa. Não têm a especificidade de uma Ducati por exemplo. Qualquer bom mecânico habituado a motos japonesas faz a manutenção de uma Triumph.
4. Quem considera o valor do IUC ou consumos ou manutenção para decidir por esta ou aquela moto não devia comprar moto em primeiro lugar. As motos são brinquedos caros de comprar e depois de manter. Têm consumíveis caros de desgaste rápido (pneus, corrente, pastilhas etc) e os impoderáveis das quedas que podem custar muito dinheiro a reparar mesmo se for a baixa velocidade. Manter uma moto com um orçamento apertado não é boa ideia.
Entre Triumph e Kawasaki...
Materiais são bons mas na Kawasaki os metais aguentam melhor as intempéries
Japoneses ganham com proprietários que negligenciam as motos, porque depois de 6meses parada uma kawasaki pega apesar de fumarada enquanto a triumph é melhor levar ao mecânico primeiro, não vá estragar algo pelo meio...
Duas marcas que sofreram sempre em portugal pelo estigma do Hondista/Suzukista/Yamahazista: "ah e tal mas não há peças e as que há são caras, etc" - nunca tive dificuldade em arranjar uma peça e o mais complicado foi arranjar em menor tempo possível dois espelhos para a Kawasaki, demorou menos 15 dias a vir via Espanha (o anterior representante Kawasaki estava falido e era uma nulidade...e as peças ora vinham ora não vinham...via Holanda)
Triumph só houve um período incerto aquando o Brexit, já resolvido.
Estás enganado, a Versys 650 faz manutenção a cada 12000km.
(https://i.ibb.co/55KqBkD/Screenshot-20231008-182844.png)
Nem pensei na V-Strom porque acho que quem quer uma Tiger estradista não olha para a Strom.
Quanto à Tracer tens razão, não me lembrei que era de 10 em 10.
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Algumas notas sobre este tópico.
1. A Tiger Sport 660 é a melhor moto do seu segmento. Tem as melhores suspensões, travões e chassis mais eficaz. Há quem possa achar o CP2 da Tracer7 superior. Para mim jamais um dois cilindros bate um 3 cilindros em emoção e prazer de condução.
2. Comprar uma Triumph nova em Portugal não faz sentido pelas seguintes razões:
Em geral os portugueses não gostam da marca pelo que são motos que desvalorizam mais do que as marcas japonesas.
O cliente típico da Triumph em Portugal é mais velho e tem maior disponibilidade financeira pelo que, regra geral, são motos mais bem cuidadas e mantidas do que as japonesas.
3. As Triumph são motos muito racionais com uma manutenção que não difere muito de uma moto japonesa. Não têm a especificidade de uma Ducati por exemplo. Qualquer bom mecânico habituado a motos japonesas faz a manutenção de uma Triumph.
4. Quem considera o valor do IUC ou consumos ou manutenção para decidir por esta ou aquela moto não devia comprar moto em primeiro lugar. As motos são brinquedos caros de comprar e depois de manter. Têm consumíveis caros de desgaste rápido (pneus, corrente, pastilhas etc) e os impoderáveis das quedas que podem custar muito dinheiro a reparar mesmo se for a baixa velocidade. Manter uma moto com um orçamento apertado não é boa ideia.
Obrigado pelo teu input!
A minha opinão quanto a alguns pontos:
1 - Não sei se é a melhor, mas é viciante. Tem uns apontamentos de menor qualidade (não há milagres na economia), mas nada que belisque seriamente o seu valor.
2 - Não sei, não tenho acesso à distribuição ABC dos cliente deste modelo. Acho que só a marca sabe. Se souber.
3 - É bom saber, mais um ponto a favor.
4 - Eu considero os custos totais de propriedade para qualquer veículo. Por isso é que não quero uma certa mota que obriga largar a nota na oficina da marca a cada 6.000km, durante 6 anos.
Mas cada um decide como entender e gasta o seu €€€ onde entender. O que resulta na existência de ofertas comerciais tão diferentes: servem necessidades muito diversas.
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Olá zinko_pt
Permite-me a minha opinião:
Penso que já escolheste: a NC, pois os teus critérios assentam no uso diário, citadino, com um controlo de custos referente a consumos e revisões e referindo-me unicamente aos dois modelos que referes.
Uso diariamente as duas rodas para me deslocar em Lisboa e duas preocupações que sempre tive na troca de motas foram os: custos de manutenção e impostos (IUC), que se incluíam na lista do que pretendia de uma mota: agilidade no trânsito, capacidade de transporte para dois, consumos e velocidade.
Ao longo dos anos fui alterando as minhas preferências, de acordo com as necessidades diárias de deslocação e prazer de conduzir, tendo passado de uma 300cc, para uma 650cc e atualmente uma 125cc, porque considero que as minhas necessidades atuais são mais de mobilidade do que andar a conduzir ao fim-de-semana. Fazia revisões de 12 mil em 12 mil em oficina do construtor (a 650cc substituiu um kit de transmissão fora do representante).
Agora com a 125cc sei que será diferente 6000 em 6000, mas foi algo que considerei.
Pelo que li necessitas de algo que te garanta deslocações diárias sem as preocupações de qualidade ou outras questões. Acho que os modelos que preferes têm filosofias diferentes: a NC mais "citadina" e a Tiger para um "turismo" mais comodo.
Não me parece que 10 mil euros cheguem para qualquer dos modelos que referes novos, mas pode ser que encontres algum bom desconto.
Ambos os construtores têm representações em Lisboa pelo que não terás problemas nesses aspeto. Quanto a valores, nada como pedires um plano de custos em ambos dos representantes para teres uma ideia, pois os kms irão chegar depressa. Vê se os pneus são iguais ou se têm medidas diferentes, o custo pode ser diferente. Um kit de transmissão: que valores estão associados, etc. etc.
A nível de IUC pagarás mais com a NC do que com a Tiger.
Boas escolhas pois acho que ficas bem servido com ambas, apesar das suas diferenças.
Se eu tivesse comprador de uma NC, seria sempre a que tem DCT.
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Mais algumas notas sobre estre tópico:
1. Uma NC750 custa €10.000 :o? Mas o que é que essa utilitária faz que uma moto chinesa de €5.000 não faça? (Isto não é provocação é curiosidade genuína).
2. Quem tem ideia de ir a oficinas de marca para montar consumíveis com logo da marca naturalmente vai-se queixar dos custos de manutenção. Mas isso não é boa manutenção de uma moto. Boa manutenção de uma moto é respeitar os intervalos de troca de fluídos e filtros, é estar atento ao que se passa na moto, fazer inspecções visuais regulares, certificar-se de que tudo o que é necessário fazer nas revisões é feito. Não é andar a pagar branding e bling bling!
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Mais algumas notas sobre estre tópico:
1. Uma NC750 custa €10.000 :o? Mas o que é que essa utilitária faz que uma moto chinesa de €5.000 não faça? (Isto não é provocação é curiosidade genuína).
2. Quem tem ideia de ir a oficinas de marca para montar consumíveis com logo da marca naturalmente vai-se queixar dos custos de manutenção. Mas isso não é boa manutenção de uma moto. Boa manutenção de uma moto é respeitar os intervalos de troca de fluídos e filtros, é estar atento ao que se passa na moto, fazer inspecções visuais regulares, certificar-se de que tudo o que é necessário fazer nas revisões é feito. Não é andar a pagar branding e bling bling!
Mas isso significa que se fica na garagem com uma mota nova de mais de 10.000€ e que não tem garantia... Para isso mais vale comprar uma bem usada em bom estado, poupar uns valentes trocos e aí sim fazer a manutenção fora da marca.
Comprar novo e invalidar a garantia considero um erro.
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A DL650 prevê igualmente um intervalo de manutenções de 12K.
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A DL650 prevê igualmente um intervalo de manutenções de 12K.
Exactamente!!
A geração pós 2017 tem revisões de 12k
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Olá zinko_pt
Permite-me a minha opinião:
Penso que já escolheste: a NC, pois os teus critérios assentam no uso diário, citadino, com um controlo de custos referente a consumos e revisões e referindo-me unicamente aos dois modelos que referes.
Obrigado pela resposta elaborada, a sério!
Acho que concordo contigo. Estou mais inclinado para a NC, mas tenho receio de faltar-lhe o tempero que a TTS660 tem. E não se pode ter tudo...
Uso diariamente as duas rodas para me deslocar em Lisboa e duas preocupações que sempre tive na troca de motas foram os: custos de manutenção e impostos (IUC), que se incluíam na lista do que pretendia de uma mota: agilidade no trânsito, capacidade de transporte para dois, consumos e velocidade.
Ao longo dos anos fui alterando as minhas preferências, de acordo com as necessidades diárias de deslocação e prazer de conduzir, tendo passado de uma 300cc, para uma 650cc e atualmente uma 125cc, porque considero que as minhas necessidades atuais são mais de mobilidade do que andar a conduzir ao fim-de-semana. Fazia revisões de 12 mil em 12 mil em oficina do construtor (a 650cc substituiu um kit de transmissão fora do representante).
Agora com a 125cc sei que será diferente 6000 em 6000, mas foi algo que considerei.
Pelo que li necessitas de algo que te garanta deslocações diárias sem as preocupações de qualidade ou outras questões. Acho que os modelos que preferes têm filosofias diferentes: a NC mais "citadina" e a Tiger para um "turismo" mais comodo.
Tens uma utilização semelhante à que eu quero dar em 80%. Mas eu quero esticar a utilidade da mota para justificar-me a sua compra, daí a necessidade da mota não me limitar nos passeios extra-urbanos.
Não me parece que 10 mil euros cheguem para qualquer dos modelos que referes novos, mas pode ser que encontres algum bom desconto.
Só a Triumph fica acima dos 10k com documentos. A NC manual fica abaixo. A DCT não sei. Talvez faça mais sentido a DCT no trânsito, mas são 1.000€ a mais e esse valor já compra uns acessórios. É caso ainda para considerar.
Ambos os construtores têm representações em Lisboa pelo que não terás problemas nesses aspeto. Quanto a valores, nada como pedires um plano de custos em ambos dos representantes para teres uma ideia, pois os kms irão chegar depressa. Vê se os pneus são iguais ou se têm medidas diferentes, o custo pode ser diferente. Um kit de transmissão: que valores estão associados, etc. etc.
A nível de IUC pagarás mais com a NC do que com a Tiger.
Ao nível da manutenção já investiguei e não há grande diferença nos custos. Talvez fique à espera de mais uma semana num caso raro de uma peça na Triumph. De resto parece-me equivalente. E o IUC é o mesmo 61,83€. Presumo que o seguro também deve estar alinhado.
Boas escolhas pois acho que ficas bem servido com ambas, apesar das suas diferenças.
Se eu tivesse comprador de uma NC, seria sempre a que tem DCT.
Eu concordo. Mas para primeira mota, não sei se começar logo com DCT é a melhor forma de ganhar experiência.
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Mais algumas notas sobre estre tópico:
1. Uma NC750 custa €10.000 :o? Mas o que é que essa utilitária faz que uma moto chinesa de €5.000 não faça? (Isto não é provocação é curiosidade genuína).
2. Quem tem ideia de ir a oficinas de marca para montar consumíveis com logo da marca naturalmente vai-se queixar dos custos de manutenção. Mas isso não é boa manutenção de uma moto. Boa manutenção de uma moto é respeitar os intervalos de troca de fluídos e filtros, é estar atento ao que se passa na moto, fazer inspecções visuais regulares, certificar-se de que tudo o que é necessário fazer nas revisões é feito. Não é andar a pagar branding e bling bling!
Obigado pela tua reflexão! Concordo em parte contigo:
1 - Nova com documentos talvez fique pelos 9k. A versão manual.
E tu tocaste num ponto que é realmente importante: na verdade não só a chinesa pode fazer, como pode fazer melhor. Exemplo: os 2 bancos da Benelli TRK502x são bem mais confortáveis que a NC e tem melhor proteção aerodinâmica, na minha opinião. E eu estive mesmo para largar a nota na nova TRK702x. Acho a mota linda e far-me-ia olhar para trás depois de a estacionar. E tem algumas coisas melhores, para mim, que a NC, como o quadrante com BT e navegação, altura do banco, estética, travões da frente...
Mas é nos detalhes que reside a diferença. revisões a cada 6k, o motor novo de raiz (fiabilidade incógnita), pneus com câmera, zero eletrónica de condução para além do ABS, consumos maiores, peças, assistência e acessórios aftermarket mais reduzidos...
Para muita gente que a comprou nada disto é problemático. Ou se é, é pouco, daí terem-na comprado. E para mim, cada um destes contras isoladamente não fariam grande diferença, mas juntos já me fazem alguma comichão.
2 - Também concordo contigo. É igual nos carros. Há maçaricos nas oficinas das marcas e bons mecânicos independentes. É uma questão de encontrar um e manter.
Eu tenciono tratar a mota como sempre tratei dos carros que tive: com cuidado, sem ter que andar a puxar o brilho nos fds :D
Não sei tudo do sector automóvel (é igual nas motas), mais ainda sei algumas coisas. Daí eu não tencionar comprar acesssórios da marca, nem montá-los lá, a não ser seja de borla.
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Mais algumas notas sobre estre tópico:
1. Uma NC750 custa €10.000 :o? Mas o que é que essa utilitária faz que uma moto chinesa de €5.000 não faça? (Isto não é provocação é curiosidade genuína).
2. Quem tem ideia de ir a oficinas de marca para montar consumíveis com logo da marca naturalmente vai-se queixar dos custos de manutenção. Mas isso não é boa manutenção de uma moto. Boa manutenção de uma moto é respeitar os intervalos de troca de fluídos e filtros, é estar atento ao que se passa na moto, fazer inspecções visuais regulares, certificar-se de que tudo o que é necessário fazer nas revisões é feito. Não é andar a pagar branding e bling bling!
Mas isso significa que se fica na garagem com uma mota nova de mais de 10.000€ e que não tem garantia... Para isso mais vale comprar uma bem usada em bom estado, poupar uns valentes trocos e aí sim fazer a manutenção fora da marca.
Comprar novo e invalidar a garantia considero um erro.
É igual nos automóveis e nas motas. As marcas que retêm mais o seu valor são sempre as com menor custo de manutenção e/ou mais fiáveis. E que por consequência os seus proprietários mantêm por mais tempo. Claro que toda a gente manda o seu barro à parede para ver se alguém cai. Cada um é livre de pedir o que quiser por uma mota usada e haverá sempre exceções.
Quanto a manutenção e garantia, é exatamente isso que me faz fugir de uma marca que oferece 6 anos de garantia e reviões a cada 6k. O modelo de negócio parece-me óbvio: margem reduzida na venda mas recuperam nas manutenções mais frequentes e durante mais tempo. E como as pessoas querem manter a garantia e a rede de oficinais é mais restrita do que nas outras marcas, a receita está mais ou menos garantida.
Atenção que esta é só a minha leitura do cenário e posso estar redondamente enganado. Mas jogo pelo seguro.
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Posso dar os meus 5cts?
A preocupação com os custos de manutenção, a frequencia dessa manutenção, IUC, ponderar a compra de acessórios e etc são legitimos e acho bem que se pense nisso uma vez que demonstra racionalidade. Mas... com 1,91 de altura vai ser necessário gastar dinheiro para adaptar a mota para esse tamanho todo pq vais acabar por andar dobrado pq o guiador está baixo, as pernas meio "apertadas" pq a distância do banco às peseiras é curta (para o tamanho das tuas pernas).
Foi isso que senti nas vezes que me sentei numa NC700/750X e eu tenho menos 7cm de altura, além de achar a mota muito "fininha".
Com o entusiasmo da compra a pessoa pode achar que o estar ligeiramente dobrado pq o guiador está "lá em baixo" e as pernas mais encolhidas não faz diferença naqueles minutos em que a pessoa se senta na mota ou vai dar uma voltinha ao quarteirão para experimentar a mota onde nem 20Kms se deve fazer. O problema começa quando se fazem os tais "passeios de fim de semana" onde, rapidamente, se começam a fazer tiradas de 200kms... ao fim de 1H a andar em cima da mota esses "minor problems" começam a ser amplificados e passam a ser "a real pain in the ass" e o desconforto instala-se e aquilo que deveria ser um momento de prazer, para arejar e desanuviar a cabeça, passa a ser um suplício.
Compreendo que se queira comprar uma mota nova mas, com 10K€ de orçamento, iria procurar outras opções (novas ou usadas) que se adaptassem melhor à fisionomia do condutor. Dar 10K€ por uma mota nova para depois ao fim de 5/6 meses a pessoa perceber que aquilo não é confortável para viagens maiores é "chato", pq vender a mota para comprar outra significa uma perda de dinheiro significativa, ou olhar para mota quando apetece dar um passeio maior e se vai no carro pq é mais confortável para os Kms que se vai fazer.
Resumindo, e pegando no título deste tópico, a NC750X pode ser uma boa 1ª mota mas não para gente grande.
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Tinha ideia que o IUC da Tiger era mais baixo, mas a tabela começa nos 501cc e não nos 650cc como eu pensava. Passei informação errada.
Fica o link da tabela:
https://impostosobreveiculos.info/iuc/imposto-unico-circulacao-iuc-2023/#Motos
Tens razão zinko_pt
Não se pode ter tudo. Tens de ter um compromisso.
O que adianta ter uma 1000cc para o fim-de-semana e depois andar a semana toda com um navio entre o trânsito de Lisboa? Há e tal... e coiso... ao fim-de-semana dá uma pica maior e podemos ir a muito lado... sim... e depois durante a semana? Se calhar vou levar o carro hoje não me apetece andar a "puxar" pela mota ou cair para o lado com ela... está muito trânsito... olha vou melhor...
Inevitavelmente e porque irás usar a mota diariamente tens de encontrar um ponto de equilíbrio para aquilo que pretendes da mota para aquilo que queres gastar.
A ideia de 2ª mão não é de toda descabida. Existirão modelos em 2ª mão à venda, em stands do construtor e com garantia igualmente.
Se fosse uma mota para uma utilização mais "abrangente" em que a maior parte do tempo irás passar na estrada, em passeios, etc. etc. certamente outros modelos começavam a fazer sentido.
Tive uma scooter 300cc e fartou-se de viajar pelo país. Mais devagar é certo, com menos conforto a dois? Sim claro, mas viajou apesar de andar todos os dias no trânsito de Lisboa.
Tive uma naked 650cc que usei diariamente mas também fiz as viagens mais emocionantes da minha vida em mota. O motor, a estrada... as curvas... a velocidade... menos confortável a dois ou sozinho, mas nada como maiores paragens pelo caminho para esticar as pernas.
A 125cc chegou numa ideia de economia nas deslocações e mais tarde virá outra a juntar-se a esta para viagens maiores. Em principio nunca me irei desfazer desta 125cc... A cidade está cada vez mais complicada em termos de trânsito... os combustíveis não irão baixar. Nunca mais. É preciso repensar as nossas deslocações citadinas. Daí estarem a surgir cada vez mais motas de cilindradas mais pequenas, com mais comodidades pois cada vez mais a utilização de um meio de transporte individual citadino é cada vez mais um privilégio... privilégio esse que nos irá custar ainda mais no IUC de 2024.
É preciso repensar tudo isso. Na minha opinião naturalmente.
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Eu sinceramente, com a tua altura, preferia dar mais um bocado e ir para uma Teneré.
A altura do banco irá dar-te conforto e isso também têm valor.
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zinko_pt tu ainda não sabes, mas queres uma V-strom 650!
Não tens os consumos da nc, nem tens o met in, mas de resto tens tudo que a NC não tem!
Eu tive uma NC, atenção de 2012 onde fiz 82k em 5 anos, para a cidade, só uma scooter será melhor!
Se puderes experimentar uma v-strom, acho que devias ter essa montada em conta!
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Posso dar os meus 5cts?
A preocupação com os custos de manutenção, a frequencia dessa manutenção, IUC, ponderar a compra de acessórios e etc são legitimos e acho bem que se pense nisso uma vez que demonstra racionalidade. Mas... com 1,91 de altura vai ser necessário gastar dinheiro para adaptar a mota para esse tamanho todo pq vais acabar por andar dobrado pq o guiador está baixo, as pernas meio "apertadas" pq a distância do banco às peseiras é curta (para o tamanho das tuas pernas).
Foi isso que senti nas vezes que me sentei numa NC700/750X e eu tenho menos 7cm de altura, além de achar a mota muito "fininha".
Com o entusiasmo da compra a pessoa pode achar que o estar ligeiramente dobrado pq o guiador está "lá em baixo" e as pernas mais encolhidas não faz diferença naqueles minutos em que a pessoa se senta na mota ou vai dar uma voltinha ao quarteirão para experimentar a mota onde nem 20Kms se deve fazer. O problema começa quando se fazem os tais "passeios de fim de semana" onde, rapidamente, se começam a fazer tiradas de 200kms... ao fim de 1H a andar em cima da mota esses "minor problems" começam a ser amplificados e passam a ser "a real pain in the ass" e o desconforto instala-se e aquilo que deveria ser um momento de prazer, para arejar e desanuviar a cabeça, passa a ser um suplício.
Compreendo que se queira comprar uma mota nova mas, com 10K€ de orçamento, iria procurar outras opções (novas ou usadas) que se adaptassem melhor à fisionomia do condutor. Dar 10K€ por uma mota nova para depois ao fim de 5/6 meses a pessoa perceber que aquilo não é confortável para viagens maiores é "chato", pq vender a mota para comprar outra significa uma perda de dinheiro significativa, ou olhar para mota quando apetece dar um passeio maior e se vai no carro pq é mais confortável para os Kms que se vai fazer.
Resumindo, e pegando no título deste tópico, a NC750X pode ser uma boa 1ª mota mas não para gente grande.
Obrigado!
Eu por acaso achei a Triumph mais fina, mas mais ergonómica para mim. Acho que por culpa da altura do assento em relação às peseiras. Eu fiz 300km (percursos mistos) em 24h numa NC750x e só achei o banco duro, um pouco inclinado para frente e o ecran baixo.
E sim, eu vou ter o problema da ergonomia sempre em qualquer mota que posso tentar resolver logo no primeiro ou segundo mês :
NC750x - Ecran Touring Puig, links (dogbones) traseiros para subir 4~5cm e talvez uns spacers no topo do garfo dianteiro para subir os mesmos 4~5cm, peseiras rebaixadas. Mais tarde colocar gel em todo o banco (aproveito para subir uns cms).
Triumph e Benelli - Ecran maior, colocar gel em todo o banco (2 na Benelli).
Mas eu acho que a NC750x tem uma base mais sólida que as outras opções, é a menos bonita e a que "requer" (não é indispensável) mais adaptações.
Eu não quero ir para cilindradas superiores. Eu sei que uma Triumph 800, GS-800, CF-Moto 800, Teneré e afins serão potencialmente mais ergonómicas. Mas passam do meu orçamento e não encaixam bem nos 80% da minha utilização, que é o circuito urbano.
Não está fácil...
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Não se pode ter tudo. Tens de ter um compromisso.
O que adianta ter uma 1000cc para o fim-de-semana e depois andar a semana toda com um navio entre o trânsito de Lisboa? Há e tal... e coiso... ao fim-de-semana dá uma pica maior e podemos ir a muito lado... sim... e depois durante a semana? Se calhar vou levar o carro hoje não me apetece andar a "puxar" pela mota ou cair para o lado com ela... está muito trânsito... olha vou melhor...
Inevitavelmente e porque irás usar a mota diariamente tens de encontrar um ponto de equilíbrio para aquilo que pretendes da mota para aquilo que queres gastar.
A ideia de 2ª mão não é de toda descabida. Existirão modelos em 2ª mão à venda, em stands do construtor e com garantia igualmente.
Se fosse uma mota para uma utilização mais "abrangente" em que a maior parte do tempo irás passar na estrada, em passeios, etc. etc. certamente outros modelos começavam a fazer sentido.
Tive uma scooter 300cc e fartou-se de viajar pelo país. Mais devagar é certo, com menos conforto a dois? Sim claro, mas viajou apesar de andar todos os dias no trânsito de Lisboa.
Tive uma naked 650cc que usei diariamente mas também fiz as viagens mais emocionantes da minha vida em mota. O motor, a estrada... as curvas... a velocidade... menos confortável a dois ou sozinho, mas nada como maiores paragens pelo caminho para esticar as pernas.
A 125cc chegou numa ideia de economia nas deslocações e mais tarde virá outra a juntar-se a esta para viagens maiores. Em principio nunca me irei desfazer desta 125cc... A cidade está cada vez mais complicada em termos de trânsito... os combustíveis não irão baixar. Nunca mais. É preciso repensar as nossas deslocações citadinas. Daí estarem a surgir cada vez mais motas de cilindradas mais pequenas, com mais comodidades pois cada vez mais a utilização de um meio de transporte individual citadino é cada vez mais um privilégio... privilégio esse que nos irá custar ainda mais no IUC de 2024.
É preciso repensar tudo isso. Na minha opinião naturalmente.
É, no fundo algo entre as 650 e as 750 que se porte bem na cidade como fora dela, com custos de utilização baixos, não é fácil. A BMW não tem nada entre os 310cc e os 800cc. A Teneré e Transalp (motor 755cc para a nossa fiscalidade é mau) não são tão práticas e sobem de escalão de IUC e seguro, para não falar do preço.
Talvez tenhas chegado à conclusão mais cedo do que eu que não há mota que faça cidade e viagens bem: as que são boas num lado, perdem no outro.
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Eu sinceramente, com a tua altura, preferia dar mais um bocado e ir para uma Teneré.
A altura do banco irá dar-te conforto e isso também têm valor.
Obrigado!
Concordo contigo, mas 10.950€ sem docs é demais para mim. Depois ainda com uns acessórios... mas é bonita, equipada, fiável e não bebe muito. Tenho dúvidas quanto ao conforto em cidade no meio do trânsito.
E não sou fã de comprar usado. Nunca o fiz na vida. Acho que prefiro sacrificar umas escolhas que ficam fora do orçamento.
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zinko_pt tu ainda não sabes, mas queres uma V-strom 650!
Não tens os consumos da nc, nem tens o met in, mas de resto tens tudo que a NC não tem!
Eu tive uma NC, atenção de 2012 onde fiz 82k em 5 anos, para a cidade, só uma scooter será melhor!
Se puderes experimentar uma v-strom, acho que devias ter essa montada em conta!
Obrigado! Eu já a vi ao vivo e achei "velha" em tecnologia e estética. Talvez venha um update na feira de Milão em Novembro. E o bloco também já tem uns anos. Reviões em cada 12k é atrativo.
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A velhice dela em tecnologia e estetica é que fazem dela uma mota fiavel e bem mais acessivel!
Quanto ao bloco de 2018 nada tem a ver com o bloco anterior, mesmo nada!
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A velhice dela em tecnologia e estetica é que fazem dela uma mota fiavel e bem mais acessivel!
Quanto ao bloco de 2018 nada tem a ver com o bloco anterior, mesmo nada!
Concordo. Eu sou fã da abordagem japonesa de jogar pelo seguro e não fazer revoluções radicais. Mas sabes como é a história da galinha da vizinha.. e neste caso, para mim é sobretudo o painel (quadrante) e as luzes.
Acho que é o mesmo bloco da SV. É feito para durar e isso é uma grande vantagem.
Já o preço acessível é discutível... está ao nível da Triumph Tiger Sport 660 e mais cara que a NC750x manual...
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https://www.suzukimoto.pt/pt/models/v-strom-650a---euro5.html
Não sei o preço da tiger 660 nem da nx agora, mas se as jantes de raios não são uma "obrigação" tens a dl650A por 7999€ mais documentos!
E sim, este preço é porque vai sair a nova v-strom 650 no proximo ano!
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https://www.suzukimoto.pt/pt/models/v-strom-650a---euro5.html
Não sei o preço da tiger 660 nem da nx agora, mas se as jantes de raios não são uma "obrigação" tens a dl650A por 7999€ mais documentos!
E sim, este preço é porque vai sair a nova v-strom 650 no proximo ano!
Pelo que tenho lido as alterações à DL650 serão apenas ao nível de cor / grafismos. Vem sim a nova 800 mais estradista (sem ser a DE). Quanto à 650, podiam aproximá-la mais ao estilo da 1000 como fizeram em 2017.
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https://www.suzukimoto.pt/pt/models/v-strom-650a---euro5.html
Não sei o preço da tiger 660 nem da nx agora, mas se as jantes de raios não são uma "obrigação" tens a dl650A por 7999€ mais documentos!
E sim, este preço é porque vai sair a nova v-strom 650 no proximo ano!
Pelo que tenho lido as alterações à DL650 serão apenas ao nível de cor / grafismos. Vem sim a nova 800 mais estradista (sem ser a DE). Quanto à 650, podiam aproximá-la mais ao estilo da 1000 como fizeram em 2017.
Espero que a 800 traga Cruise Control, que na minha opinião numa 800 mais "estradista" será "obrigatorio"
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https://www.suzukimoto.pt/pt/models/v-strom-650a---euro5.html
Não sei o preço da tiger 660 nem da nx agora, mas se as jantes de raios não são uma "obrigação" tens a dl650A por 7999€ mais documentos!
E sim, este preço é porque vai sair a nova v-strom 650 no proximo ano!
Contando uns 650€ para despesas, a Triumph fica nos 10.350€, a NC750x 9000€ (maior probabilidade de obter desconto no PVP).e a TRK nos 8540€.
Fiz um exercício que é me surpreendeu muito. Eu pontuei pelos meus critérios e não deixando nenhuma de fora, mesmo a TRK com todos os seus defeitos.
Ergonomia: TRK702x (5), TTS660 (4) e NC750x (2)
Preço compra (inclui equipamento): TRK702x (5), NC750x (3), TTS660 (1)
Capacidade de carga (200kg mínimo e fator eliminatório): TTS660 (5), TRK702x (4) e NC750x (4)
Custos manutenção (não tenho a certeza) e consumos: NC750x (5), TTS660 (3), TRK702x (1)
Fiabilidade (especulando): NC750x (5), TTS660 (5), TRK702x (3)
Estética: TRK702x (5), TTS660 (4), NC750x (1)
Gozo de condução (nunca conduzi a TRK): TTS660 (5), TRK702x (3), NC750x (2)
TTS660 com 27, TRK702x com 26 e NC750x com 22. Posso fazer variar um ou dois pontos a favor da NC750x mas mesmo assim não a faz sair da última posição.
Se eu incluir outros critérios "secundários", como
Desvalorização: TTS660 (5), NC750x (5), TRK702x (2)
Rede de assistência (a 15km max) e disponibilidade de peças: NC750x (5), TRK702x (4), TTS660 (2)
Mesmo assim a TTS660 não sai do primeiro lugar mas a NC750x pode passar para segundo.
A minha conclusão é que mesmo sendo a NC750x a escolha racional, uma abordagem metódica não o confirma. Ou talvez eu esteja errado e escolher uma mota é exatamente o contrário do racional e do metódico.
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Algumas notas sobre este tópico.
1. A Tiger Sport 660 é a melhor moto do seu segmento. Tem as melhores suspensões, travões e chassis mais eficaz. Há quem possa achar o CP2 da Tracer7 superior. Para mim jamais um dois cilindros bate um 3 cilindros em emoção e prazer de condução.
2. Comprar uma Triumph nova em Portugal não faz sentido pelas seguintes razões:
Em geral os portugueses não gostam da marca pelo que são motos que desvalorizam mais do que as marcas japonesas.
O cliente típico da Triumph em Portugal é mais velho e tem maior disponibilidade financeira pelo que, regra geral, são motos mais bem cuidadas e mantidas do que as japonesas.
3. As Triumph são motos muito racionais com uma manutenção que não difere muito de uma moto japonesa. Não têm a especificidade de uma Ducati por exemplo. Qualquer bom mecânico habituado a motos japonesas faz a manutenção de uma Triumph.
4. Quem considera o valor do IUC ou consumos ou manutenção para decidir por esta ou aquela moto não devia comprar moto em primeiro lugar. As motos são brinquedos caros de comprar e depois de manter. Têm consumíveis caros de desgaste rápido (pneus, corrente, pastilhas etc) e os impoderáveis das quedas que podem custar muito dinheiro a reparar mesmo se for a baixa velocidade. Manter uma moto com um orçamento apertado não é boa ideia.
Desculpa, deixa-me voltar a trás para dar a minha opinião e agradecer o teu input.
1 - quer parecer que sim. Até os Michelin Road5 fazem diferença.
2 - nunca comprei nada em 2a mão e podendo não o fazer, prefiro. Nem que tenha que esperar para juntar mais dinheiro.
3- também me parece que a manutenção é apenas ligeiramente mais cara que a Honda, mas o monopólio da marca em Portugal não abona a favor do consumidor. Pelo menos assusta.
4- Na minha cabeça, a mota não pode ser 100% brinquedo, por isso a decisão tem que ter alguns limites e a sua posse/utilização tem que ter algumas vantagens face ao meu carro. E do ponto de vista financeiro o limite serve também para diminuir o meu sentimento de "culpa"., apesar de a comprar sem recorrer ao crédito. Se o aspecto financeiro fosse mesmo o mais importante nem considerava a Triumph.
Presumo que nunca tenhas tido uma TTS660, mas há alguma coisa que aches relevante que possas partilhar sobre a marca, para além do que já referiste?
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Na minha cabeça, a mota não pode ser 100% brinquedo, por isso a decisão tem que ter alguns limites e a sua posse/utilização tem que ter algumas vantagens face ao meu carro.
Na minha cabeça a moto não tem nenhuma vantagem racional sobre um carro.
Se estamos a falar de andar na cidade então na minha cabeça isso não é motociclismo mas commuting. Motociclismo é algo que se faz nas horas livres, por prazer. Commuting é algo que se faz porque não se tem alternativa. É uma necessidade, não uma opção.
Na minha cabeça, para commuting uma scooter é imbatível.
Presumo que nunca tenhas tido uma TTS660, mas há alguma coisa que aches relevante que possas partilhar sobre a marca, para além do que já referiste?
Nunca tive TTS660 nem nunca teria. É uma moto que para mim não faz sentido. A Street triple R não é muito mais cara e é uma moto muito superior.
Se não pudesse comprar a Street triple R, no catálogo Triumph comprava a Trident 660 que é uma Tiger Sport 660 sem plásticos. Ora, eu não preciso de plásticos numa moto, preferia poupar o dinheiro.
Que posso dizer mais sobre a Triumph:
1. Sempre considerei o motor tricilíndrico a melhor configuração para moto e acontece que a Triumph é a marca que mais aposta nesse tipo de motor. Sou um Triumph fan boy assumido e grande parte dessa paixão vem desta aposta.
2. Já tive motos de quase todas as marcas europeias. A única moto japonesa que tive foi uma Kawasaki. Essa Kawasaki foi a moto mais robusta que tive. As únicas motos europeias que me deram a sensação de robustez da Kawasaki foram as Triumph. Dito isto, não posso dizer que alguma das minhas motos não tenha sido fiável.
3. Costumo dizer que a Triumph é a Honda europeia. Faz motos racionais, práticas, fáceis de usar e fiáveis. Mas ao contrário da Honda, as Triumph são motos que apaixonam.
4. Das marcas europeias, e em qualidade de construção, Ducati e Triumph estão acima do resto.
5. Nunca conduzi uma Triumph que não tivesse um excelente comportamento dinâmico. A dinâmica é a coisa que mais prezo numa moto. Talvez por isso (e pelo motor de 3 cilindros) gosto tanto da Triumph.
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Na minha cabeça, a mota não pode ser 100% brinquedo, por isso a decisão tem que ter alguns limites e a sua posse/utilização tem que ter algumas vantagens face ao meu carro.
Na minha cabeça a moto não tem nenhuma vantagem racional sobre um carro.
Se estamos a falar de andar na cidade então na minha cabeça isso não é motociclismo mas commuting. Motociclismo é algo que se faz nas horas livres, por prazer. Commuting é algo que se faz porque não se tem alternativa. É uma necessidade, não uma opção.
Na minha cabeça, para commuting uma scooter é imbatível.
Presumo que nunca tenhas tido uma TTS660, mas há alguma coisa que aches relevante que possas partilhar sobre a marca, para além do que já referiste?
Nunca tive TTS660 nem nunca teria. É uma moto que para mim não faz sentido. A Street triple R não é muito mais cara e é uma moto muito superior.
Se não pudesse comprar a Street triple R, no catálogo Triumph comprava a Trident 660 que é uma Tiger Sport 660 sem plásticos. Ora, eu não preciso de plásticos numa moto, preferia poupar o dinheiro.
Que posso dizer mais sobre a Triumph:
1. Sempre considerei o motor tricilíndrico a melhor configuração para moto e acontece que a Triumph é a marca que mais aposta nesse tipo de motor. Sou um Triumph fan boy assumido e grande parte dessa paixão vem desta aposta.
2. Já tive motos de quase todas as marcas europeias. A única moto japonesa que tive foi uma Kawasaki. Essa Kawasaki foi a moto mais robusta que tive. As únicas motos europeias que me deram a sensação de robustez da Kawasaki foram as Triumph. Dito isto, não posso dizer que alguma das minhas motos não tenha sido fiável.
3. Costumo dizer que a Triumph é a Honda europeia. Faz motos racionais, práticas, fáceis de usar e fiáveis. Mas ao contrário da Honda, as Triumph são motos que apaixonam.
4. Das marcas europeias, e em qualidade de construção, Ducati e Triumph estão acima do resto.
5. Nunca conduzi uma Triumph que não tivesse um excelente comportamento dinâmico. A dinâmica é a coisa que mais prezo numa moto. Talvez por isso (e pelo motor de 3 cilindros) gosto tanto da Triumph.
Mais uma vez obrigado!
Consigo dizer com mais precisão que quero fazer commuting e touring. Consigo fazer os dois com o meu carro (japonês), mas não quero. Aliás até consigo fazer de transportes públicos. De forma que tudo isto depende da perspectiva de cada um. Pior é para quem não tem escolha.
Concordo que a scooter é imbatível na cidade, mas falta o resto, o fora da cidade. E entre outras questões, o meu dilema era se escolhia algo bom na cidade que fosse decente fora dela, ou o contrário. Já encontrei a resposta.
Vou escolher entre a Versys 650 e a TTS650. Acho que têm os ingredientes todos para dar prazer com zero de arrependimento. É só conseguir um test drive da Kawa para saber quem leva o meu dinheiro.
Acho que percebo um bocadinho do que dizes da Triumph. Embora só tenha conduzido a tTS660 e pouco, deu para perceber. E é precisamente por ser viciante que eu queria fugir dela. Mas não consigo. Qual canto da sereia, a melodia do tricilindrico anda na minha cabeça desde então.
Mesmo que escolha a Kawa (pareceu-me mais confortável), tenho a certeza que a TTS vai ficar na minha cabeça.
As boas notícias é que o processo de compra está a progredir e a ficar mais claro.
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Só para fechar o tema, comprei a Triumph T660S. Não consegui fugir da emoção e tentação do tricilíndrico ;D
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Muitos parabéns pela nova moto!
Agora é desfrutar!
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Só para fechar o tema, comprei a Triumph T660S. Não consegui fugir da emoção e tentação do tricilíndrico ;D
Parabéns pela máquina! :confetti:
Também ando a ver se daqui a 2 anos compro uma ou a naked, Trident 660
Depois conta como tem sido andar nessa máquina. :nice:
Tudo de bom e bons kms :cool:
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Ui boas noticias... Muitos parabéns.
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Muito bom! Parabéns!
Agora o que a malta gosta... FOTOS!! :D :D
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Parabéns pela maquina!
Venham as fotos!
:convivio:
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Obrigado a todos.
Para já é rodagem e andar até 80km/h, o que é uma seca nas autoestradas ou vias rápidas :stuck_out_tongue_winking_eye:
Quando for dar uma volta maior pelas secundárias tiro umas fotos.
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Porquê os 80Km/h? Uma rodagem bem feita deve ser progressiva a todos os regimes e velocidade 👍
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Porquê os 80Km/h? Uma rodagem bem feita deve ser progressiva a todos os regimes e velocidade 👍
Sim, mas a IC19 e foi uma seca a 80 e todos a passarem por mim. Ainda só fiz 99km 😂
Ainda não fiz verdadeiramente a uma volta grande por estradas secundárias, que é o melhor para a rodagem.
Acho que só lá para os 200km é que o conta-rotações começa a piscar às 5000rpm ou 6000rom. Agora pisca quando estou a chegar às 4000rpm.
Depois tem mais uma mudança de faixa de rotações lá para os 300 ou 400km. E finalmente a revisão dos 1000km.
Até lá deixar aquecer motor e tudo suave.
Confirmas?
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Companheiro, isso é para motores produzidos a 30 anos atrás. Só não tens que andar nos limites dos regimes do motor para deixar acamar os componentes uns com os outros sem problemas, não tem nada a ver com velocidades ou tipos de estrada etc...
Aliás hoje em dia com as tolerâncias praticadas, a rodagem é mais para verificar que não existe um defeito de fabrico, que está tudo bem montado que esses mitos de durar mais etc.
Boas curvas e aproveita a paisagem e não stresses com estas coisas.
Sent from my SM-S918B using Tapatalk
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Companheiro, isso é para motores produzidos a 30 anos atrás. Só não tens que andar nos limites dos regimes do motor para deixar acamar os componentes uns com os outros sem problemas, não tem nada a ver com velocidades ou tipos de estrada etc...
Aliás hoje em dia com as tolerâncias praticadas, a rodagem é mais para verificar que não existe um defeito de fabrico, que está tudo bem montado que esses mitos de durar mais etc.
Boas curvas e aproveita a paisagem e não stresses com estas coisas.
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Obrigado, para já é tudo novidade. Mas estou a adorar. A ver se posto umas pics este fim de semana.
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Parabéns e Boas Curvas :palmas: :cool:
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Após uma longa espera, eis um par de fotos...
(https://i.ibb.co/tsbgK2Q/PXL-20231208-111440713-PORTRAIT.jpg) (https://ibb.co/tsbgK2Q) (https://i.ibb.co/z7vG7J7/PXL-20231208-111348288-PORTRAIT.jpg) (https://ibb.co/z7vG7J7)
Está à espera da primeira revisão!
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Bem bonita.
Felicidades. :palmas:
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Muitos parabéns e bem vindo ao cantinho Triumph!
Venham de lá muitos quilómetros cheios de boas memórias!
:cool: :palmas: :convivio:
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Obrigado pelas ajudas.
Acabei por ir dar uma volta ao Pombal para fazer a 1a revisão. Tinha que esperar mais 1 semana para fazer em Lisboa e acabei por fazer um passeio e almoço fantásticos.
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Algumas notas sobre este tópico.
1. A Tiger Sport 660 é a melhor moto do seu segmento. Tem as melhores suspensões, travões e chassis mais eficaz. Há quem possa achar o CP2 da Tracer7 superior. Para mim jamais um dois cilindros bate um 3 cilindros em emoção e prazer de condução.
2. Comprar uma Triumph nova em Portugal não faz sentido pelas seguintes razões:
Em geral os portugueses não gostam da marca pelo que são motos que desvalorizam mais do que as marcas japonesas.
O cliente típico da Triumph em Portugal é mais velho e tem maior disponibilidade financeira pelo que, regra geral, são motos mais bem cuidadas e mantidas do que as japonesas.
3. As Triumph são motos muito racionais com uma manutenção que não difere muito de uma moto japonesa. Não têm a especificidade de uma Ducati por exemplo. Qualquer bom mecânico habituado a motos japonesas faz a manutenção de uma Triumph.
4. Quem considera o valor do IUC ou consumos ou manutenção para decidir por esta ou aquela moto não devia comprar moto em primeiro lugar. As motos são brinquedos caros de comprar e depois de manter. Têm consumíveis caros de desgaste rápido (pneus, corrente, pastilhas etc) e os impoderáveis das quedas que podem custar muito dinheiro a reparar mesmo se for a baixa velocidade. Manter uma moto com um orçamento apertado não é boa ideia.
Subscrevo em absoluto o ponto 4.
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
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Com 1.91mt de altura, vá direto pra imã R1250GS Premium e seus problemas acabam no instante.....
Enviado de meu SM-A736B usando o Tapatalk
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Com 1.91mt de altura, vá direto pra imã R1250GS Premium e seus problemas acabam no instante.....
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Eu percebo a ideia. Uma tiger 900 GT Pro na casa dos 16k € e era só acrescentar malas.
Uma Cfmoto 800MT Explore fica um pouco mais de 12k.
Mas a casa dos 10k é a minha barreira mental. Nem sei quanto me vão dar pela Triumph com os extras...
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O ruido nos ouvidos vai sempre existir a não ser que compres uma mota mais turística. Pode até nem resolver.... mas vai sempre existir o barulho do vento.
Podes minimizar com um capacete melhor mas atenção quando mais leve maior a probabilidade de ruido pois menor "espaço" entre as tuas orelhas e o exterior/deslocação do vento.
Para mim, os tampões para os ouvidos, devem ser sempre utilizados a velocidades acima dos 90 kms, quanto mais a velocidades superiores.
Existem diferentes valores de db (decibeis) até onde os tampões protegem. Verifica os valor dos teus.
Pendura: um banco "confort" é quase sempre uma opção de compra para esse tipo de mota. A Triumph não é exceção. É caro ma spode ser uma alternativa.
Considera colocar/reforçar o banco da pendura antes de perderes dinheiro com a venda da mota.
Verifica se o incómodo é apenas com o banco ou se a posição de "pendura" lhe agrada, uma vez que essa mota é uma "sports tourer"
Fazer mais pausas pelo caminho, para um café ou uma foto pode ser uma boa desculpa para esticar as pernas e melhorar o conforto da viagem. Pendura contente é pendura para milhares de kms. Vais ver que vai tudo com a experiência.
Suspensão: considera umas suspensões "aftermarket" com o dinheiro que perdes na desvalorização da mota, pode ser que compense.
Recordo que uma das queixas da Tracer era a sua suspensão e a evolução do modelo demorou algumas gerações até estar na máquina que é.
Ou então
Vende o mais rapidamente possível pela sua desvalorização e considera outras opções. Experimenta. Experimenta. Testa.Testa.
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
Ser-se gande, às vezes, é uma chatice ;)
Relativamente ao vidro... mais vale levar-se com o vento no corpo e capacete, mas é um vento "limpo" do que levar o vento todo "despejado" directamente no capacete por causa do vidro o que faz ainda mais barulho. Na minha mota tenho esse problema (levo com o vento directamente no capacete por causa do vidro) e notei alguma melhoria quando passei de um Scorpion para o HJC RPHA90s, mas não há milagres.
Quanto à suspensão... a pré-carga não é para regular a "olhometro". Há por aqui uns posts sobre esse assunto.
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O ruido nos ouvidos vai sempre existir a não ser que compres uma mota mais turística. Pode até nem resolver.... mas vai sempre existir o barulho do vento.
Eu experimentei a baixar-me um bocado até o vento passar por cima do capacete e a diferença de ruído é brutal. É da noite para o dia. Mas vou desconfortavelmente curvado. Precisava de um vidro mais alto e nesta mota não dá.
Os tampões são muito bons. Vêm uns touring e uns sport. Os touring chegam bem. Mas não gosto mesmo nada de por os tampões sempre, porque posso andar acima dia 90km/h, ou não. Numa viagem longa de autoestrada, tudo bem, já sei. Mas se saio do centro de Lisboa e tenho que fazer uma deslocação inesperada pela A5 ou IC19, não tenho tampões postos... Talvez alguém esteja a ler isto e pense que é idiota. Para mim, tendo andado toda a minha vida de carro, é um fator que não me encaixa. Adoro um bom som de escape, mas sem desconforto..
Não há bancos Confort, a não ser que eu mande fazer um. E isso não resolve o problema das suspensões. A bifa fica com dores nas costas quando o piso é mau. Mesmo fazendo força nas pegas para amortecer um pouco o impacto.
Amortecedor foi algo que eu pensei. Mas tal como o vidro, não oferece resultados garantidos e resolve apenas uma parte da equação.
Tenho muita pena mesmo, mas estou inclinado para testar a dois a nova Transalp. A ver se resolvia questão este mês.
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Ser-se gande, às vezes, é uma chatice ;)
Relativamente ao vidro... mais vale levar-se com o vento no corpo e capacete, mas é um vento "limpo" do que levar o vento todo "despejado" directamente no capacete por causa do vidro o que faz ainda mais barulho. Na minha mota tenho esse problema (levo com o vento directamente no capacete por causa do vidro) e notei alguma melhoria quando passei de um Scorpion para o HJC RPHA90s, mas não há milagres.
Quanto à suspensão... a pré-carga não é para regular a "olhometro". Há por aqui uns posts sobre esse assunto.
O recomendado no manual são 30 clicks para andar a 2 ou carga máxima. Já testei com, 30, 25 e 20. Não resulta bem. E curiosamente os faróis ficam altos. Já levei sinais de luzes várias vezes.
Quando tinha o vidro de origem também não gostava e levava o vento no peito. O ruído era igual.
Isto de ser alto só dá jeito para a apanha da fruta!
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O manual assume que um peso "standard" para as pessoas que vão em cima da mota. Isso deve ser regulado para o peso certo e faz-se facilmente com recurso a uma fita métrica.
Afinar a suspensão de uma mota (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=6199.0)
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O ruido nos ouvidos vai sempre existir a não ser que compres uma mota mais turística. Pode até nem resolver.... mas vai sempre existir o barulho do vento.
Eu experimentei a baixar-me um bocado até o vento passar por cima do capacete e a diferença de ruído é brutal. É da noite para o dia. Mas vou desconfortavelmente curvado. Precisava de um vidro mais alto e nesta mota não dá.
Os tampões são muito bons. Vêm uns touring e uns sport. Os touring chegam bem. Mas não gosto mesmo nada de por os tampões sempre, porque posso andar acima dia 90km/h, ou não. Numa viagem longa de autoestrada, tudo bem, já sei. Mas se saio do centro de Lisboa e tenho que fazer uma deslocação inesperada pela A5 ou IC19, não tenho tampões postos... Talvez alguém esteja a ler isto e pense que é idiota. Para mim, tendo andado toda a minha vida de carro, é um fator que não me encaixa. Adoro um bom som de escape, mas sem desconforto..
Não há bancos Confort, a não ser que eu mande fazer um. E isso não resolve o problema das suspensões. A bifa fica com dores nas costas quando o piso é mau. Mesmo fazendo força nas pegas para amortecer um pouco o impacto.
Amortecedor foi algo que eu pensei. Mas tal como o vidro, não oferece resultados garantidos e resolve apenas uma parte da equação.
Tenho muita pena mesmo, mas estou inclinado para testar a dois a nova Transalp. A ver se resolvia questão este mês.
Viva Zinko,
Os tampões é uma questão de hábito, também tenho uns da Alpine, e não consigo passar sem eles (até para distâncias mais curtas), os tampões nunca irão abafar o ruido na totalidade, a função deles é cortar aquela frequência que provoca a surdez do motociclista, eles permitem-te ouvir o intercomunicador, o motor, o escape, até os outros carros circundantes, nunca ficarás numa bolha, nem que tenhas um capacete de Astronauta! :)
Em relação ao vidro, ia-te recomendar um defletor, eu tenho um da Puig, mas já vi que ñ ponderas essa opção, assim sendo, como és alto, fica difícil resolver esse problema!
Sobre o trocar de mota, e já que tens alguns modelos em mente, e um deles é da mesma marca que tens, experimenta a 900GT que mencionas (desta vez com pendura) ::P:, e vê qual a avaliação que eles te fazem da tua mota, (dado que é praticamente nova), e vês se fazes um bom negócio, até pode ser que haja uma de serviço quase nova que te encha as medidas, e sempre pode atenuar um pouco o valor que tenhas de pagar!
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O manual assume que um peso "standard" para as pessoas que vão em cima da mota. Isso deve ser regulado para o peso certo e faz-se facilmente com recurso a uma fita métrica.
Afinar a suspensão de uma mota (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=6199.0)
Desconhecia. Obrigado!
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O ruido nos ouvidos vai sempre existir a não ser que compres uma mota mais turística. Pode até nem resolver.... mas vai sempre existir o barulho do vento.
Eu experimentei a baixar-me um bocado até o vento passar por cima do capacete e a diferença de ruído é brutal. É da noite para o dia. Mas vou desconfortavelmente curvado. Precisava de um vidro mais alto e nesta mota não dá.
Os tampões são muito bons. Vêm uns touring e uns sport. Os touring chegam bem. Mas não gosto mesmo nada de por os tampões sempre, porque posso andar acima dia 90km/h, ou não. Numa viagem longa de autoestrada, tudo bem, já sei. Mas se saio do centro de Lisboa e tenho que fazer uma deslocação inesperada pela A5 ou IC19, não tenho tampões postos... Talvez alguém esteja a ler isto e pense que é idiota. Para mim, tendo andado toda a minha vida de carro, é um fator que não me encaixa. Adoro um bom som de escape, mas sem desconforto..
Não há bancos Confort, a não ser que eu mande fazer um. E isso não resolve o problema das suspensões. A bifa fica com dores nas costas quando o piso é mau. Mesmo fazendo força nas pegas para amortecer um pouco o impacto.
Amortecedor foi algo que eu pensei. Mas tal como o vidro, não oferece resultados garantidos e resolve apenas uma parte da equação.
Tenho muita pena mesmo, mas estou inclinado para testar a dois a nova Transalp. A ver se resolvia questão este mês.
Viva Zinko,
Os tampões é uma questão de hábito, também tenho uns da Alpine, e não consigo passar sem eles (até para distâncias mais curtas), os tampões nunca irão abafar o ruido na totalidade, a função deles é cortar aquela frequência que provoca a surdez do motociclista, eles permitem-te ouvir o intercomunicador, o motor, o escape, até os outros carros circundantes, nunca ficarás numa bolha, nem que tenhas um capacete de Astronauta! :)
Em relação ao vidro, ia-te recomendar um defletor, eu tenho um da Puig, mas já vi que ñ ponderas essa opção, assim sendo, como és alto, fica difícil resolver esse problema!
Sobre o trocar de mota, e já que tens alguns modelos em mente, e um deles é da mesma marca que tens, experimenta a 900GT que mencionas (desta vez com pendura) ::P:, e vê qual a avaliação que eles te fazem da tua mota, (dado que é praticamente nova), e vês se fazes um bom negócio, até pode ser que haja uma de serviço quase nova que te encha as medidas, e sempre pode atenuar um pouco o valor que tenhas de pagar!
Mais vidro do que tem não dá.
A 900GT já se manda para os 14k. A Transalp fica nos 10k. Bem sei que são bichos complçetamente diferentes, mas não creio que a Triumph me vá valorizar a Tiger 660 Sport em mais do que os 4k de diferença.
Mas o que eu quero mais é minimizar a dor e o estrago financeiro.
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
Ruido - além dos tampões alpine, o que funciona para mim é:
com Sena integrado no máximo com os alpine fica com o volume perfeito (não se consegue ouvir um podcast, mas musica é na boa) https://www.motocard.com/pt/capacetes/schuberth-c4_pro_fragment_white.aspx
Se conseguires chegar ao C5 ou ainda melhor ao E5, para abafar não existe melhor (são numeros de dB, não é opinião) conforto é top, mas igual a outra opções do mercado
a aerodinamica do vidro é fundamental e o spoiler ajuda muito a desviar o vento. experimentei vidro mais alto e o MRA com spoiler e, para mim funciona melhor o da MRA
https://www.motocard.com/pt/vidros-frontais-2/mra-cupula_4025066163205.aspx?country=PT¤cy=EUR&mtc_source=google&mtc_medium=cpc&mtc_campaign=pmax&mtc_country=PT&gad_source=1&gclid=CjwKCAiAlJKuBhAdEiwAnZb7lS0WPIyy7dkU1cLcfE0BrvyEsk_9jCTWhbilI8piiPXzF4ZK8x7VkBoCLakQAvD_BwE
Banco:
https://www.jn-seatcovers.com/
Mota mais alta por cilindrada:
Yamaha T7
Honda AT ou BMW F900GS
KTM 1290 SAR
Sou tendencioso, a unica mota que gosto da triumph é a bobber (não sou um gajo de cruisers, até porque tenho uma ADV, mas gosto do design)
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Nunca conduzi nenhuma crossover/adventure que não fosse extremamente desconfortável por causa dos ruídos aerodinâmicos.
A pior até hoje foi a Yamaha Tracer 9.
Acredito que a Tiger 900 também seja má neste aspecto mas nunca conduzi.
Eu recomendei não comprar uma moto nova como primeira moto e ainda menos comprar uma Triumph nova como primeira moto. Infelizmente é um erro que vai sair caro na troca.
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
Ruido - além dos tampões alpine, o que funciona para mim é:
com Sena integrado no máximo com os alpine fica com o volume perfeito (não se consegue ouvir um podcast, mas musica é na boa) https://www.motocard.com/pt/capacetes/schuberth-c4_pro_fragment_white.aspx
Se conseguires chegar ao C5 ou ainda melhor ao E5, para abafar não existe melhor (são numeros de dB, não é opinião) conforto é top, mas igual a outra opções do mercado
a aerodinamica do vidro é fundamental e o spoiler ajuda muito a desviar o vento. experimentei vidro mais alto e o MRA com spoiler e, para mim funciona melhor o da MRA
https://www.motocard.com/pt/vidros-frontais-2/mra-cupula_4025066163205.aspx?country=PT¤cy=EUR&mtc_source=google&mtc_medium=cpc&mtc_campaign=pmax&mtc_country=PT&gad_source=1&gclid=CjwKCAiAlJKuBhAdEiwAnZb7lS0WPIyy7dkU1cLcfE0BrvyEsk_9jCTWhbilI8piiPXzF4ZK8x7VkBoCLakQAvD_BwE
Banco:
https://www.jn-seatcovers.com/
Mota mais alta por cilindrada:
Yamaha T7
Honda AT ou BMW F900GS
KTM 1290 SAR
Sou tendencioso, a unica mota que gosto da triumph é a bobber (não sou um gajo de cruisers, até porque tenho uma ADV, mas gosto do design)
Vou testar a TA750 e ver como fica de banco, suspensões e aerodinâmica.
Calculo que precise de um vidro mais alto e/ou um defletor no topo clip-on.
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Nunca conduzi nenhuma crossover/adventure que não fosse extremamente desconfortável por causa dos ruídos aerodinâmicos.
A pior até hoje foi a Yamaha Tracer 9.
Acredito que a Tiger 900 também seja má neste aspecto mas nunca conduzi.
Eu recomendei não comprar uma moto nova como primeira moto e ainda menos comprar uma Triumph nova como primeira moto. Infelizmente é um erro que vai sair caro na troca.
Vai doer muito.
Mas não vou para a Triumph. São boas e excitantes, mas as maiores não são para o meu bolso.
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Nunca conduzi nenhuma crossover/adventure que não fosse extremamente desconfortável por causa dos ruídos aerodinâmicos.
A pior até hoje foi a Yamaha Tracer 9.
Acredito que a Tiger 900 também seja má neste aspecto mas nunca conduzi.
Eu recomendei não comprar uma moto nova como primeira moto e ainda menos comprar uma Triumph nova como primeira moto. Infelizmente é um erro que vai sair caro na troca.
Vê o comentário que fiz em cima, por causa do ruído. Pode ajudar.
Isso de comprar nova e depois trocar sim, é um erro.
A mim o que me safou e, poderia ter corrido muito mal porque a mota foi para a sucata e eu saí ileso, foi que depois o seguro reembolsou 100% da mota, e deu para comprar a actual.
Agora comprar a 1ª mota nova é um erro mesmo. Por várias razões:
Não sabemos que o que temos em mente é mesmo o que nós queremos
Primeira mota e ainda para mais sendo alta, sem experiência, vai para o chão...sendo nova ainda doi mais de ver.
Simplesmente porque para começar uma 700cc com 3 anos e uns 20k kms chega e sobra.
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
Ruido - além dos tampões alpine, o que funciona para mim é:
com Sena integrado no máximo com os alpine fica com o volume perfeito (não se consegue ouvir um podcast, mas musica é na boa) https://www.motocard.com/pt/capacetes/schuberth-c4_pro_fragment_white.aspx
Se conseguires chegar ao C5 ou ainda melhor ao E5, para abafar não existe melhor (são numeros de dB, não é opinião) conforto é top, mas igual a outra opções do mercado
a aerodinamica do vidro é fundamental e o spoiler ajuda muito a desviar o vento. experimentei vidro mais alto e o MRA com spoiler e, para mim funciona melhor o da MRA
https://www.motocard.com/pt/vidros-frontais-2/mra-cupula_4025066163205.aspx?country=PT¤cy=EUR&mtc_source=google&mtc_medium=cpc&mtc_campaign=pmax&mtc_country=PT&gad_source=1&gclid=CjwKCAiAlJKuBhAdEiwAnZb7lS0WPIyy7dkU1cLcfE0BrvyEsk_9jCTWhbilI8piiPXzF4ZK8x7VkBoCLakQAvD_BwE
Banco:
https://www.jn-seatcovers.com/
Mota mais alta por cilindrada:
Yamaha T7
Honda AT ou BMW F900GS
KTM 1290 SAR
Sou tendencioso, a unica mota que gosto da triumph é a bobber (não sou um gajo de cruisers, até porque tenho uma ADV, mas gosto do design)
Vou testar a TA750 e ver como fica de banco, suspensões e aerodinâmica.
Calculo que precise de um vidro mais alto e/ou um defletor no topo clip-on.
Fazes bem. Tendo em conta que existe a tenere a transalp nunca seria opção, pelo menos para mim
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
Ruido - além dos tampões alpine, o que funciona para mim é:
com Sena integrado no máximo com os alpine fica com o volume perfeito (não se consegue ouvir um podcast, mas musica é na boa) https://www.motocard.com/pt/capacetes/schuberth-c4_pro_fragment_white.aspx
Se conseguires chegar ao C5 ou ainda melhor ao E5, para abafar não existe melhor (são numeros de dB, não é opinião) conforto é top, mas igual a outra opções do mercado
a aerodinamica do vidro é fundamental e o spoiler ajuda muito a desviar o vento. experimentei vidro mais alto e o MRA com spoiler e, para mim funciona melhor o da MRA
https://www.motocard.com/pt/vidros-frontais-2/mra-cupula_4025066163205.aspx?country=PT¤cy=EUR&mtc_source=google&mtc_medium=cpc&mtc_campaign=pmax&mtc_country=PT&gad_source=1&gclid=CjwKCAiAlJKuBhAdEiwAnZb7lS0WPIyy7dkU1cLcfE0BrvyEsk_9jCTWhbilI8piiPXzF4ZK8x7VkBoCLakQAvD_BwE
Banco:
https://www.jn-seatcovers.com/
Mota mais alta por cilindrada:
Yamaha T7
Honda AT ou BMW F900GS
KTM 1290 SAR
Sou tendencioso, a unica mota que gosto da triumph é a bobber (não sou um gajo de cruisers, até porque tenho uma ADV, mas gosto do design)
Vou testar a TA750 e ver como fica de banco, suspensões e aerodinâmica.
Calculo que precise de um vidro mais alto e/ou um defletor no topo clip-on.
Fazes bem. Tendo em conta que existe a tenere a transalp nunca seria opção, pelo menos para mim
Eu não quero algo tão capaz no todo-terreno. Eu diria que a TA é mais indicada pelas suas qualidades estradistas.
Não gostei nada do snap que faz o acelerador da posição de todo fechado para um ligeiro incremento. A mota dá sempre um coice por causa do acelerador. Não é tão notório com o QS, mas por mais gentil que seja rodar o pucho, há sempre um ligeiro coice. Na Triumph é de longe muito mais fácil fazer uma condução suave. E o binário desde as 3K-3.5K rpm é de longe muito maior.
Se houve alguma definição para fazer a entrega de potência mais suave a baixa rotação, vou encomendar.
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A nova AT vem mais preparada para estrada com jante/pneu mais pequeno à frente, julgo que 19" em vez de 21" da AT mais de "enduro"...
Por outro lado a nova F900GS...
Tens uma escolha difícil... tenta ir aos stands e faz test-drive.
Escolhe com o coração, em termos de moto deverás ficar bem servido com qualquer uma delas, mediante o uso especifico de cada uma delas e o teu tipo de condução.
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Cheguei à conclusão que esta mota é muito apaixonante e segura. Acelera, curva ( Michelin GT5 180 atrás) e trava mais do que eu esperava.
Mas...
E há um grande "mas" depois das voltas todas (3200km em dois meses e pouco) que eu já dei a sós e com a bifa atrás.
Não é confortável fora da cidade. Para mim!
Ruído - Já lhe meti um vídeo touring da Puig e levo muito vento no capacete. O ruído acima dos 100km/h é demais para mim. Tampões da Alpine ajudam muito mas parece que tenho a cabeça debaixo de água. O intercom (Cardo) houve-se à justa no máximo. O vidro na posição mais alta abana um bocado no topo e por isso um defletor da Givi está fora de questão.
Podia melhorar investindo num HJC RPHA91, mas vale a pena?
A bifa não sofre do ruído como eu. Pudera, eu deflito o vento todo com 1,91m de altura!
Banco - já lhe meti mais espuma e ficou mais macio. Mas a forma e o tamanho não é o ideal para tiradas maiores, para mim. Não me incomoda a distância da pendura, mas ela não vai bem. Não fiz test-drive com pendura. Erro de maçarico.
Suspensão - espetacular para uma condução mais viva, apesar da frente afundar um bocado. Com pendura a coisa muda de figura. A muito útil regulação remota da pré carga traseira aumenta a rigidez. 20~30 clicks e sente-se todas as imperfeições do pavimento. Não gosto.
A Triumph é espetacular e emocionante. Mas é um fato que não me assenta bem.
E agora? Trocar (perder dinheiro) por uma bicha mais alta e macia?
Ruido - além dos tampões alpine, o que funciona para mim é:
com Sena integrado no máximo com os alpine fica com o volume perfeito (não se consegue ouvir um podcast, mas musica é na boa) https://www.motocard.com/pt/capacetes/schuberth-c4_pro_fragment_white.aspx
Se conseguires chegar ao C5 ou ainda melhor ao E5, para abafar não existe melhor (são numeros de dB, não é opinião) conforto é top, mas igual a outra opções do mercado
a aerodinamica do vidro é fundamental e o spoiler ajuda muito a desviar o vento. experimentei vidro mais alto e o MRA com spoiler e, para mim funciona melhor o da MRA
https://www.motocard.com/pt/vidros-frontais-2/mra-cupula_4025066163205.aspx?country=PT¤cy=EUR&mtc_source=google&mtc_medium=cpc&mtc_campaign=pmax&mtc_country=PT&gad_source=1&gclid=CjwKCAiAlJKuBhAdEiwAnZb7lS0WPIyy7dkU1cLcfE0BrvyEsk_9jCTWhbilI8piiPXzF4ZK8x7VkBoCLakQAvD_BwE
Banco:
https://www.jn-seatcovers.com/
Mota mais alta por cilindrada:
Yamaha T7
Honda AT ou BMW F900GS
KTM 1290 SAR
Sou tendencioso, a unica mota que gosto da triumph é a bobber (não sou um gajo de cruisers, até porque tenho uma ADV, mas gosto do design)
Vou testar a TA750 e ver como fica de banco, suspensões e aerodinâmica.
Calculo que precise de um vidro mais alto e/ou um defletor no topo clip-on.
Zinko, eu tenho 1,87m, resolvi assim o problema semelhante ao teu:
https://www.ebay.es/itm/296216228994?var=0&mkevt=1&mkcid=1&mkrid=1185-53479-19255-0&campid=5338727207&toolid=20006&customid=ES_131090_296216228994.159976926932~2226465238491-g_EAIaIQobChMIsZ26hpHVhAMVokNBAh2ktAOwEAQYAiABEgIcZ_D_BwE (https://www.ebay.es/itm/296216228994?var=0&mkevt=1&mkcid=1&mkrid=1185-53479-19255-0&campid=5338727207&toolid=20006&customid=ES_131090_296216228994.159976926932~2226465238491-g_EAIaIQobChMIsZ26hpHVhAMVokNBAh2ktAOwEAQYAiABEgIcZ_D_BwE)
https://www.ebay.es/itm/296212468545?var=0&mkevt=1&mkcid=1&mkrid=1185-53479-19255-0&campid=5338727207&toolid=20006&customid=ES_131090_296212468545.159976926932~2226465238491-g_EAIaIQobChMIsZ26hpHVhAMVokNBAh2ktAOwEAQYCSABEgLKpPD_BwE (https://www.ebay.es/itm/296212468545?var=0&mkevt=1&mkcid=1&mkrid=1185-53479-19255-0&campid=5338727207&toolid=20006&customid=ES_131090_296212468545.159976926932~2226465238491-g_EAIaIQobChMIsZ26hpHVhAMVokNBAh2ktAOwEAQYCSABEgLKpPD_BwE)
Tens de fazer contas...
Mas o deflector no topo do "vidro" é o truque para gajos mais altos. E tem de se inclinar "todo para a frente", só assim te desvia o ar da cabeça.
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Obrigado a todos pelas dicas.
Eu já tenho a Transalp. Pus o vidro da Puig, que é mais alto que o touring da Honda, mas mais baixo que o da Givi.
Para já noto uma grande diferença no ruído, com o vento apenas a banhar o topo do capacete. Acho que irei comprar o defletor 20764w da Puig para rematar a coisa. Não é bonito mas não gosto de sofrer.
As suspensões não têm nada a ver, muito mais confortáveis mas o banco vai ter que levar com gel. Mas não é mau. Não sei se me apetece fazer uma viagem tão grande ao norte à JN Seats. E duvido que me façam com hora marcada. A ver na grande Lisboa.
Até agora, o que eu acho, independentemente de serem bem diferentes ( sport touring vs adventure):
A Triumph com 660cm2 dá uma coça aos 755cm2 da TA desde as 3000rpm. A TA só deve acordar em regimes mais altos.
A Triumph tem melhores travões, especialmente o de trás. O travão traseiro da TA só enfeita. Algo que vou rever.
A Transalp está a fazer uma media 1 a 2 litros/100km abaixo da Triumph,e ainda só andou 96km.
A Transalp tem melhor painel, eletrónica e integração de navegação. Para chamadas talvez a Triumph seja melhor.
A Transalp é mais confortável de suspensões, ruído aerodinâmico (mesmo com o vidro de origem), ruído motor (escape com uma frequência mais baixa, mais tolerável e agradável).
A Transalp tem melhor iluminação noturna. E mais espaço debaixo do banco.
A Triumph curva melhor e transmite mais segurança.
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A 120km/h o ruído aerodinâmico é praticamente inexistente, com o defletor da Puig. Agora é fácil não dar conta a que velocidade vou.
Ainda não me habituei às passagens de caixa sem o QS. Ainda preciso de melhorar a suavidade.
Para quem tem mais de 1,90m como eu, é a mota ideal para andar na estrada, com conforto.
E com isto fecho esta saga.
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Existirão sempre diferenças entre os modelos e espero que consigas encontrar sempre o equilíbrio necessário entre o que "perdeste" (Triumph) e a que tens agora (Honda).
São filosofias diferentes e que independentemente do modelo que conduzas, é preciso que retires prazer nas tuas viagens.
Boa sorte.
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As suspensões não têm nada a ver, muito mais confortáveis mas o banco vai ter que levar com gel. Mas não é mau. Não sei se me apetece fazer uma viagem tão grande ao norte à JN Seats. E duvido que me façam com hora marcada. A ver na grande Lisboa.
Na Lopes e Lopes em Sintra deixas lá o banco e eles enviam para a JN Seats, sem problema.... vai ter com o Nuno Baptista!
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Existirão sempre diferenças entre os modelos e espero que consigas encontrar sempre o equilíbrio necessário entre o que "perdeste" (Triumph) e a que tens agora (Honda).
São filosofias diferentes e que independentemente do modelo que conduzas, é preciso que retires prazer nas tuas viagens.
Boa sorte.
Obrigado.
Ainda que sinta que nalguns aspetos passei de cavalo para burro, e noutros não, o saldo parece bem positivo a favor da Honda.
De onde se conclui que quando queremos comprar uma mota, devemos experimentar muitas, mesmo aquelas que estarão fora da nossa lista de escolhas.
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As suspensões não têm nada a ver, muito mais confortáveis mas o banco vai ter que levar com gel. Mas não é mau. Não sei se me apetece fazer uma viagem tão grande ao norte à JN Seats. E duvido que me façam com hora marcada. A ver na grande Lisboa.
Na Lopes e Lopes em Sintra deixas lá o banco e eles enviam para a JN Seats, sem problema.... vai ter com o Nuno Baptista!
Obrigado pela dica.
Ou já tinha visto no site da JN que a L&L é revendedor da JN. E liguei-lhes.
O primeiro problema para mim desta solução é ficar sem o banco 6-8 dias úteis. E segundo a L&L eles não têm bancos de sobra para poder emprestar.
E o segundo potencial problema é a distância. Como é uma peça de conforto, se não gostar da transformação por algum motivo, volto a não poder usar a mota por mais não sei quantos dias.
Acho que vou ver outras opções locais.