Variable Valve Timing...
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As novas tecnologias estão sempre a aparecer em diversos sectores de actividade e todas as marcas pretendem ser elas mesmas a ditar as tendências.
No caso dos motociclos esta verdade é de alguma forma incontornável, pelo que ter lido num conhecido website britânico que o sistema Variable Valve Timing poderia estar a caminho de forma generalizada para os motociclos, ganhou de imediato a minha atenção.
Esta tecnologia já existe há imensos anos no sector automóvel (eu p.ex. tenho este sistema no carro), mas por alguma razão foi algo em que as marcas que produzem motociclos...nunca apostaram de forma a abarcar vários géneros de motos.
Sobre o VVT e segundo pude ler, tem-se assim apenas a GSX-RR de MotoGP, a moto de estrada GSX-R 1000 e depois algo semelhante já desenvolvido por parte da Ducati e Kawasaki. Ou seja, uma tecnologia arredada da esmagadora maioria dos motociclos existentes no mercado.
Os engenheiros e designers mecânicos, na concepção das melhores e mais inovadoras soluções, estão sempre em busca da mais eficiente forma de o fazer, pesando os prós e contras de determinada opção, pelo que o VVT pode ser mais um caminho a seguir.
O desenvolvimento e respectiva adaptação a um motor de um motociclo, pode muito bem ser um salto interessante na tecnologia para os motores que a adoptarem, havendo o desafio de o sistema funcionar bem e em diversos géneros de motos, numa ampla faixa de rotações (potenciando a melhoria nos consumos, nas prestações e emissões) e que tanto pode ser num regime de 2.000Rpm como logo a seguir estar a fazer 5 ou 6 vezes mais.
O link com toda a notícia e onde é explicada inclusivamente a diferença para o VTEC:
https://www.bennetts.co.uk/bikesocial/news-and-views/features/bikes/variable-valve-timing
Veremos se se fica apenas pelas desportivas, ou se abarca outros géneros de motos.