Nem de propósito...
A cyclenews publicou ontem um artigo sobre o crescimento, modelo de negócio, investimento e uma visita às fabricas da Tailândia.
http://www.cyclenews.com/2017/09/article/triumph-thailand-factory-visit/
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Sabia que tinham fábricas em solo asiático, mas desconhecia que fosse uma produção tão esmagadora comparativamente àquilo que é produzido em solo Britânico.
Claro que o controlo de qualidade será apertado, mas por este andar a Europa vê-se despojada de mão-de-obra....
A Honda e a BMW podem aguentar as crises.
Mas repara que nunca competem.
Contra os monstros S1000RR, S1000XR não têm nada que se veja.
A Triumph tem uma excelente Tiger Explorer mas não se vê. A T120 é brilhante mas os números...
A T120 é brilhante mas os números...
A T120 é brilhante mas os números...
A neoclássicas Triumph são raínhas do seu segmento.
Neste segmento é a bmw que com a nineT anda atrás das migalhas.
Marcas premium, por norma apostam mais em nichos e não em mercado massificado como as marcas intermédias e low cost.
(....)Á semelhança da BMW conciliam produtos premium (neoclássicas, Speed e cruisers) com produtos standard (Tigers, street, daytonas ) e em breve o low-cost já que assinaram um acordo com a Bajbaj para produzirem baixas cilindradas.
A que "baixas cilindradas" te referes?? :)
Até aqui no cpmoto onde a Triumph provoca enorme cepticismo se fala delas.
(....)
Houvesse uma maior rede de concessionários e unidades na estrada e de certeza que algumas ideias acabariam por "cair por terra".
Suspeito que, em certos negócios, uma marca como a BMW pode ganhar bastante mais (em margem, gross ou net) em acessórios/periféricos da moto, capacetes, blusão, luvas e botas, do que na própria moto em si.
(....)
Em tempos chegou a ter 3 como a Harleys... essa sim, o pináculo da qualidade aqui cpmoto!
Seria este tópico uma real premonição do que viria a acontecer...falhando somente no "pequeno detalhe" do tipo de actividade da "Triumph"?
http://www.tvi24.iol.pt/economia/empresa/tribunal-decreta-insolvencia-da-antiga-triumph
Deve ser um grande sufoco, ate porque a quase totalidade daquele pessoal ja esta na 2ª idade e vai ter dificuldades em ingressar no mercado de trabalho com sucesso pois onde devem precisar de costureiras agora deve ser no Bangladesh ou na China que é de onde vem a roupa que compramos.
Sao os rostos que sao sacrificados com o "low cost", com os shopping que nos vendem roupa que lhes custou 1€ ou 2€ por 15 ou 20 :toma:
O mais dramático disto tudo, é que uns 20 kilometros mais para Sul, dirigentes sindicais parecem estar a fazer todos os esforços para que mais sofrimento venha para uma populacao cuja a sua regiao que ja foi uma das mais pobres perca um dos maiores exportadores Portugueses :pcbloqueado: :pcbloqueado:
Tenho uma aluna de Doutoramento do Bangladesh.
Os Portugueses já não querem trabalhar.
Tenho uma aluna de Doutoramento do Bangladesh.
Os Portugueses já não querem trabalhar.
A questão muitas vezes é a adequação da remuneração às expectativas e produtividade, quando se quer pagar pouco temos duas soluções: países pobres ou mecatrónica
Pensava que falavas dos operários das fábricas :pensador:
É a mesma coisa. Ninguém quer trabalhar. Eu até 2003 estive nessa posição (Bolseiro).
Agora ninguém quer.Pensava que falavas dos operários das fábricas :pensador:
É a mesma coisa. Ninguém quer trabalhar. Eu até 2003 estive nessa posição (Bolseiro).
Agora ninguém quer.Pensava que falavas dos operários das fábricas :pensador:
Tens razão mas eu não sugeria a mecatrónica para um doutoramento. Quando muito como tema parte tal ;)
Sendo o doutoramento muito ligado ao ensino superior e investigação admito que possam faltar candidatos porque são setores com poucas saídas. Se não for para estas saídas o doutoramento é mais para o ego ;)