Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: TMXR em Janeiro 12, 2018, 11:14:38, 11:14
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Com tanta noticia na comunicacao social depois de termos um 2017 em que a sinistralidade baixou apesar do aumento de circulacao ter aumentado muito, so podia só podia ser o prenuncio de mais noticias de me....
http://www.tvi24.iol.pt/economia/inspecoes/andar-de-mota-125-sem-ter-de-tirar-a-carta-tem-os-dias-contados
Quem tem carta de ligeiros (categoria B) e 25 anos ou mais pode conduzir motas 125 cm3 sem ter de tirar a carta desta categoria. É o que acontece atualmente, mas o Governo quer tornar obrigatória a habilitação legal, mesmo que o condutor em causa já tenha carta de automóvel. Pretende, também, repensar os mecanismos de inspeção das motas.
O ministro da Administração Interna explicou em entrevista à Antena 1, que será transmitida na íntegra no sábado, o que está em causa.
Temos de repensar aquilo que foi uma decisão que nos suscitou as maiores dúvidas, que foi a dispensa de qualquer formação para quem, tendo uma carta de ligeiros, possa comprar uma mota até 125 cm3 e imediatamente sair para a estrada”.
Eduardo Cabrita adianta que não será exigível uma total revisão do código, mas sublinha que “as condições de condução de motociclo são claramente diferentes daquelas que temos num veículo automóvel ligeiro”.
Atropelamentos
Para o ministro, é “absolutamente inaceitável” o elevado número de atropelamentos, sobretudo nas zonas urbanas. Daí que admite generalizar, nestas áreas, os limites de velocidade de 30km/h, que já existem em alguns bairros.
A Prevenção Rodoviária Portuguesa indicou, há poucos dias, que o aumento da sinistralidade rodoviária grave em 2017 - mais de 500 pessoas morreram nas estradas portuguesas - está “exclusivamente concentrado” nos motociclos.
O Governo pretende introduzir medidas como aquelas já enunciadas para travar as mortes nas estradas, que aumentaram 12,5% no ano passado em relação a 2016.
A segunda zona de risco, em que houve um crescimento preocupante, tem que ver com os motociclos e temos de repensar duas coisas: a dispensa de inspeção que hoje os motociclos têm, os nossos veículos automóveis têm inspeção e as motas não tem e terão de ter mecanismos de inspeção”.
Inspeções
Por lei, a inspeção periódica dos motociclos, triciclos e quadriciclos com cilindrada superior a 250 cm3 está prevista no Decreto-Lei n.º133/2012, de 11 de julho.
Esta lei veio obrigar os centros de inspeção a adaptarem-se para fazerem inspeção a motas, mas continua por sair a regulamentação.
A Comissão Interministerial para a Segurança Rodoviária reúne-se hoje pela primeira vez, depois de ter sido criada em 2017 no âmbito do Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária (PENSE 2020), documento que inclui 108 medidas com o objetivo de reduzir em mais de metade o número de mortos nas estradas portuguesas até 2020.
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Bom, a impropriamente chamada "lei das 125" corresponde a uma transposição de directiva comunitária. Nessa medida, será sempre muito complicado, apenas em Portugal, voltar a implementar um regime que exija carta, ou até formação específica para habilitar a condução para esta cilindrada. Até porque isso contraria toda a melhor prática europeia neste tema.
Sei que o ministro está especialmente preocupado é com os atropelamentos em área urbana e, se depender dele, aí vamos ter mexidas (por ex. na velocidade, que é o mais fácil).
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Bom, a impropriamente chamada "lei das 125" corresponde a uma transposição de directiva comunitária. Nessa medida, será sempre muito complicado, apenas em Portugal, voltar a implementar um regime que exija carta, ou até formação específica para habilitar a condução para esta cilindrada. Até porque isso contraria toda a melhor prática europeia neste tema.
A Directiva nada refere em relação a formação adicional. Tanto que em França isso já acontece, e o acesso ás 125cc por encartados B não é feito de modo directo, como acontece nos restantes Estados Membro.
O que poderia ser um incumprimento grosseiro da Directiva era proibir o acesso às 125 com carta B. Mas não é o caso, e obrigar a uma formação adicional, apenas passa por uma questão condicional, que não compromete de modo algum o estabelecido na dita Directiva.
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[O texto abaixo fez parte de um "post" por mim colocado há pouco, sem me dar conta deste do TMaxer.
Uma vez que tem a ver com o mesmo assunto, apaguei o meu "post" e inseri aqui o texto como comentário]
Motociclistas, os bodes expiatórios da guerra civil nas estradas portuguesas
Arranjar um bode expiatório é a melhor forma de disfarçar um problema quando não se tem coragem de enfrentá-lo e a sua resolução implica desafiar ideias-feitas assumidas pela maioria ou mexer com interesses poderosos. A escolha do bode expiatório obedece a dois princípios: o primeiro, a selecção de um indivíduo ou de uma minoria - uma comunidade estranha com a qual a maioria não se identifica religiosa, politica ou culturamente; segundo, a insistência em dados descontextualizados, manipulando-os para consumo de opiniões públicas que não consomem mais que mensagens simples, do tamanho das gordas de um título alarmista. A pouca familiaridade das massas com raciocínios complexos é um campo fértil para as mensagens taxativas a preto e branco. Tudo isto alimentado por uma comunicação social tornada acéfala pela sua dependência da publicidade. Não, não podemos confiar na Comunicação Social para desfazer as plantações de "notícias" colocadas cientificamente nos "media". O que é que o este texto tem ver com a notícia que reproduzo abaixo? Digam-no vocês.
https://www.publico.pt/2018/01/12/sociedade/noticia/governo-quer-tornar-obrigatoria-carta-para-motos-de-125cm3-e-vai-repensar-inspeccoes-1799079
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Sinto que apontaram os holofotes aos motociclistas como que se a solução passasse por regulamentar o acesso às 125cc.
Mas quando se permitiu o acesso às 125cc pelos condutores de enlatados não se pensou que:
"As condições de condução de motociclo são claramente diferentes daquelas que temos num veículo automóvel ligeiro."
E que:
"A segunda zona de risco, em que houve um crescimento preocupante, tem que ver com os motociclos. Os nossos veículos automóveis têm inspecção e as motos não",
Mas o que é isto?
Então e os enlatados que não nos vêem ou fazem de conta que não nos vêem?
E as tampas de esgoto no meio da via desniveladas?
E as passadeiras no meio de uma curva?
E a estrada cheia de buracos?
E a formação nas escolas de condução preverem um tema formativo sobre sobre as duas rodas para os enlatados?
E mais apoios às forças policias (mais carros ou carros em condições ou mais motas para andarem no meio do trânsito) para patrulharem as estradas em vez de estarem à caça de multas ou sentados na esquadra por não poderem ir a lado nenhum?
E verdadeiras ações de sensibilização rodoviária?
E verdadeiros estudos sobre as causas dos acidentes?
E quem nos representa "a sério"?
Será que devo me tornar sócio da Federação Portuguesa de Motociclismo apenas para fazer o lés-a-lés, ou devo esperar mais desta Federação?
E os stands e fabricantes que têm vendido 125cc estes anos todos? Como ficam? É que se estão à espera que um gaijo com um enlatado em vez de gastar 5000 € em mota (125cc) e equipamento para se iniciar neste mundo, junte dinheiro para dar mais de 10000 € ou mais por uma mota... :nempenses:
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Não creio que isso vá para a frente, num certo "retrocesso" do que foi implementado há uns anos atrás....e agora camuflado numa necessidade de formação prévia.
E p'ra mais, podendo tal "medida governativa", ainda que se baseie tão somente numa formação específica, poder vir a ter sérias implicações em termos de montante acrescido aos cofres, pois antevejo que tal possa reflectir-se no número de vendas de motociclo com essa cilindrada.
Claro que não representa, em termos de ganhos, o mesmo que o sector automóvel, mas tenho algumas dúvidas que isso venha mesmo a concretiza-se.
E se acaso vier mesmo a ser implementada essa medida (...agora até me estou a lembrar do caso Francês), não sei se depois não darão um passo atrás se o número de vendas se ressentir. :pensador:
Se tal acontecesse, aí se veria se era preocupação com a segurança e as estatísticas, ou se era sim com o facturado com este sector. :D
O alarmismo das notícias que veio a público, em torno do aumento de acidentes mortais em Portugal, tinha de dar em algo...e lá se "desenrascou" a coisa com uma ideia de formação.
É meritória a preocupação pela segurança dos utilizadores da estrada, mas deixa ver no que isto vai dar.
Estou expectante....a assistir na bancada do fundo. 8)
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Não sou ingénuo ao ponto de crer que o estado esteja preocupado com a segurança de quem anda na estrada, pois não está...
E mais uma encomenda das escolas de condução e das ipo...
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E que irá beneficiar mais uns "boys", de certeza... :tornarseanjinho: :diabolico:
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Finalmente compensou o investimento feito pelos agentes interessados seja na comunicação social seja junto de um governo que luta para sobreviver, numa fórmula muito instável
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Bom, a impropriamente chamada "lei das 125" corresponde a uma transposição de directiva comunitária. Nessa medida, será sempre muito complicado, apenas em Portugal, voltar a implementar um regime que exija carta, ou até formação específica para habilitar a condução para esta cilindrada. Até porque isso contraria toda a melhor prática europeia neste tema.
A Directiva nada refere em relação a formação adicional. Tanto que em França isso já acontece, e o acesso ás 125cc por encartados B não é feito de modo directo, como acontece nos restantes Estados Membro.
O que poderia ser um incumprimento grosseiro da Directiva era proibir o acesso às 125 com carta B. Mas não é o caso, e obrigar a uma formação adicional, apenas passa por uma questão condicional, que não compromete de modo algum o estabelecido na dita Directiva.
Se a formação for uma exigência com custo associado comparativamente elevado, o efeito "boom" da directiva perde-se.
A formação hoje é opcional, mas conheço vários casos de quem compre aulas. Claro que a qualidade do ensino se resume à presunção de que o formando sabe os truques, faz uns oitos, sinaliza umas manobras e mantem-se em pé em cima da moto. Nunca andou numa auto-estrada, ou entre filas, nem está treinado a lidar com piso escorregadio, empedrados, carris de eléctrico, e muito menos está alertado para o maior inimigo do motociclista actual, os automobilistas dependentes dos seus smartphones, que passam a vida a consultar a net ao volante, com medo de perderem alguma coisa que esteja a acontecer no seu pequeno mundo...
Quem alerta numa formação em escolas de condução para aqueles movimentos típicos do automobilista ? por ex., o smartphone está no banco da direita, o condutor inclina-se, a mão esquerda faz o movimento típico para a esquerda no volante, e o motociclista incauto leva com ele quando está a ultrapassar ?
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Agora vão entrar a funcionar o lobbies... A ver quem tem mais força.
Mas têm que ver isso de modo consolidado....
Com a liberalização da canabis e baixar a velocidade nas localidades para os 30 Kms, não há maneira que fazer se não certificar o pessoal com formação extra para que possa conduzir nestas novas condições....
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Vendo nas notícias de hoje que esta semana foram detidas 400 pessoas por condução acima do limite de álcool... Inspeções e cursos vão seguramente resolver o problema da sinistralidade
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Vendo nas notícias de hoje que esta semana foram detidas 400 pessoas por condução acima do limite de álcool... Inspeções e cursos vão seguramente resolver o problema da sinistralidade
Pois... Enquanto estiverem a ter formação adicional ou tiverem à espera nos centros de IPO... não têm tempo para estar no copos!!! :lolol:
Ainda que o álcool não deixe de ser também uma importante fonte de receita para o Estado. :diabolico:
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Concordo a 100%.
Como é que é possivel que seja permitido a alguém que nao tem a minima noção do que é a ciclistica de um veiculo de 2 rodas, poder circular em conjunto com os restantes?
Ao menos uma formação minima....
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Para uma decisão desta natureza ser minimamente sustentada teria de haver uma relação causa efeito comprovada entre o aumento de condutores de 125 sem carta de mota e o aumento da sinistralidade com consequências fatais neste segmento. Penso que nada disso existe. Quanto às inspecções é matéria no mínimo polémica. No carro não tenho problemas de maior em deixar o examinador entrar e fazer as verificações necessárias. Na minha mota o único que se senta aos comandos sou eu. Por esse motivo, e porque desconfio que a minha posição é partilhada pela maioria dos motociclistas, antes de se decidir sobre as inspecções é necessário ver como elas serão feitas, sobre que matérias incidirão e que grau de responsabilização terá de ser assumido pelos centros de inspecção. Quanto à condução a 30 nos centros urbanos, essa sim pode contribuir para diminuir o impacto e as consequências dos atropelamentos e é medida que vem tarde e que já é aplicada em diversos países europeus há anos, com resultados comprovados na diminuição da gravidade das lesões em atropelamento.
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Para uma decisão desta natureza ser minimamente sustentada teria de haver uma relação causa efeito comprovada entre o aumento de condutores de 125 sem carta de mota e o aumento da sinistralidade com consequências fatais neste segmento. Penso que nada disso existe. Quanto às inspecções é matéria no mínimo polémica. No carro não tenho problemas de maior em deixar o examinador entrar e fazer as verificações necessárias. Na minha mota o único que se senta aos comandos sou eu. Por esse motivo, e porque desconfio que a minha posição é partilhada pela maioria dos motociclistas, antes de se decidir sobre as inspecções é necessário ver como elas serão feitas, sobre que matérias incidirão e que grau de responsabilização terá de ser assumido pelos centros de inspecção. Quanto à condução a 30 nos centros urbanos, essa sim pode contribuir para diminuir o impacto e as consequências dos atropelamentos e é medida que vem tarde e que já é aplicada em diversos países europeus há anos, com resultados comprovados na diminuição da gravidade das lesões em atropelamento.
Resta também perceber se o aumento de sinistralidade com mortes se deram precisamente com motociclos de 125cc!
Pelo que tenho visto, aqui e ali, acidentes com mortos em 125cc não são assim tantos e mesmo que sejam com moticiclos de grande cilindrada grande parte deles a culpa directa nem sempre é do motociclo...
MAS como os stands andam tão gulosos com os preços... como referia à uns dias atrás... "pode ser que lhes saia o tiro pela culatra", não era bem isto que pensava... mas também serve!
MAS também já se adivinha... o regresso de anúncios de venda de motociclo com oferta de carta como em tempos a Honda fazia...
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Ja li tanto sobre isto e ninguém esta a ver a "big picture"
Este ano morreram algo do tipo 110 pessoas a andar de moto... CENTO E DEZ GAJOS!!!
Ora agora numa pesquisa básica no google, fiquei a saber que por ano em acidentes de trabalho morrem cerca de 160 pessoas
e que por ano, se suicidam cerca de 1000 portugueses.
o cancro da mama mata 1600 mulheres por ano.
E que por dia morrem 32 pessoas de AVC.
E que a grande maioria dos cerca de 100 mil portugueses morre por problemas de saúde derivados de enfartes de miocárdio, diabetes, doenças oncológicas e uma serie de porcarias que nem quero saber...
Com todo o respeito pelas vitimas... mas este verao morreram uma serie de concidadaos nossos estorricados devido a incompetencia e incuria do estado :pcbloqueado: :pcbloqueado: :pcbloqueado:
E o que é o governo faz??? proibe a venda de sandes de torresmos nos bares dos Hospitais e acha que o problema são uns quantos gajos guiarem uma bicicleta com motor com a carta de carro!?
É possível alguém com um par de neurónios achar que este imbecil do MAI está a ser sincero quando da uma entrevista destas???? Ou que esta só a arranjar argumentos para arranjar uns negocio$ para os amigos ou conhecidos? e meter uns funcionarios publicos atras da moita a arrecadar mais uns milhoes em multas?
Quantos mortos deixariam de haver se por exemplo a via do Infante passasse a ser gratuita??
A minha unica pena é que este ano irao morrer pessoas na estrada... todos os que estamos aqui podemos ser uma vitima, tenho pena que provavelmente a cavalgadura nao vai ser um deles... é porque pessoas que fazem da vida e da seguranca dos outros um negocio merecem isso ou pior :zangadoplus: :zangadoplus: :zangadoplus:
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Bom, a impropriamente chamada "lei das 125" corresponde a uma transposição de directiva comunitária. Nessa medida, será sempre muito complicado, apenas em Portugal, voltar a implementar um regime que exija carta, ou até formação específica para habilitar a condução para esta cilindrada. Até porque isso contraria toda a melhor prática europeia neste tema.
A Directiva nada refere em relação a formação adicional. Tanto que em França isso já acontece, e o acesso ás 125cc por encartados B não é feito de modo directo, como acontece nos restantes Estados Membro.
O que poderia ser um incumprimento grosseiro da Directiva era proibir o acesso às 125 com carta B. Mas não é o caso, e obrigar a uma formação adicional, apenas passa por uma questão condicional, que não compromete de modo algum o estabelecido na dita Directiva.
Se a formação for uma exigência com custo associado comparativamente elevado, o efeito "boom" da directiva perde-se.
A formação hoje é opcional, mas conheço vários casos de quem compre aulas. Claro que a qualidade do ensino se resume à presunção de que o formando sabe os truques, faz uns oitos, sinaliza umas manobras e mantem-se em pé em cima da moto. Nunca andou numa auto-estrada, ou entre filas, nem está treinado a lidar com piso escorregadio, empedrados, carris de eléctrico, e muito menos está alertado para o maior inimigo do motociclista actual, os automobilistas dependentes dos seus smartphones, que passam a vida a consultar a net ao volante, com medo de perderem alguma coisa que esteja a acontecer no seu pequeno mundo...
Quem alerta numa formação em escolas de condução para aqueles movimentos típicos do automobilista ? por ex., o smartphone está no banco da direita, o condutor inclina-se, a mão esquerda faz o movimento típico para a esquerda no volante, e o motociclista incauto leva com ele quando está a ultrapassar ?
Estás coberto de razão companheiro VCS, é incrível a quantidade de condutores ( e ainda + de condutoras ) de enlatados que vão com o teléle + ou - dissimulado nas orelhas e não há piscas para ninguém, já não sabem fazer as rotundas como deve ser e só com uma mão pode dar asneira e o sentimento de impunidade de quem comete esta grave infração é geral.....Em França já andam a discutir sacar a carta durante 6 meses a quem for apanhado a conduzir com o telemóvel na mão e por cá é um deixa andar geral.
Mas os lobbys das inspeções e escolas de condução gastaram os seus milhões e agora exigem o retorno a qualquer custo e não me espantaria que os governantes e os que gravitam à sua volta que fazem as leis que assentam que nem luvas nestas empresas, acabassem daqui a uns tempos nos seus conselhos de administração a sacarem belas senhas de presença e depois destas esforçadas carreiras gozarem de chorudas reformas de 6/7000 € para embasbacanço geral da plebe.
É um fartar vilanagem que continua de formas + ou - criativas em relação ao passado (onde ainda era pior).
Scooterado :scooter: :sportbike:
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Concordo a 100%.
Como é que é possivel que seja permitido a alguém que nao tem a minima noção do que é a ciclistica de um veiculo de 2 rodas, poder circular em conjunto com os restantes?
Ao menos uma formação minima....
caro Hbeiras, não discordando inteiramente de si, é necessário ter em conta que a lei está em vigor e que existem largas centenas ou milhares que, já hoje e desde há uns anos, a aproveitam e circulam diariamente. Portanto, antes de se fazerem alterações será necessário saber quantos dos acidentes com motociclos ocorreram com condutores sem formação, só com carta de carro. Se se verificar que efectivamente uma percentagem importante ocorreu, aí deverão ser feitas as necessárias alterações. Até lá é uma discussão fundada em preconceitos.
Também não me custaria muito aceitar que fosse obrigatória a frequência de uma formação que não se revista do carácter de habilitação de condução mas que tenha efeitos mais práticos, nomeadamente de condução defensiva e noções básicas do motociclo. É uma coisa que se faz num fim de semana e que pode, efectivamente, ajudar no dia a dia na estrada e a reduzir a sinistralidade.
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Ja esta feito....
125 com carta e IPOs ate ao verao... temos alguns dos lobbyista mais eficientes do mundo e temos como políticos alguns dos maiores parasitas do mundo.
Trump... adiciona Portugal à "SHITHOLE LIST" :D :D :D
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Pois Just in case, melhor guardar as peças de origem.... db killers de volta
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Indo contra a maré, se eu tivesse confiança nos sistemas de inspeção, não me opunha de princípio a que as motas mais antigas fossem inspecionadas.
Motas sem retrovisores, (já vi uma sem farol da frente), com pneus carecas, com tuning para aumentar a potência, circulando na estrada com ruído acima do permitido ( os escapes mais ruidosos são homologados por isso estão dentro da lei), são perigosas para o motociclista e os outros.
Acho que o processo de aprovação desta medida foi censurável e devia ser submetida a discussão pública onde se evidenciasse as vantagens e desvantagens da medida e de ouvissem as partes interessadas e não apenas os lojistas.
Acho que o sistema de inspeção não devia/podia ser atribuído a privados porque se trata de uma autoridade do Estado, nem submetido a lógica empresarial. E NÃO acredito na qualidade do sistema.
Mas em abstrato não vejo razão porque as motas não tenham o mesmo programa de inspeção que os carros têm.
Agora é que vou levar porrada ;) :) ;) :)
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Indo contra a maré, se eu tivesse confiança nos sistemas de inspeção, não me opunha de princípio a que as motas mais antigas fossem inspecionadas.
Motas sem retrovisores, (já vi uma sem farol da frente), com pneus carecas, com tuning para aumentar a potência, circulando na estrada com ruído acima do permitido ( os escapes mais ruidosos são homologados por isso estão dentro da lei), são perigosas para o motociclista e os outros.
Acho que o processo de aprovação desta medida foi censurável e devia ser submetida a discussão pública onde se evidenciasse as vantagens e desvantagens da medida e de ouvissem as partes interessadas e não apenas os lojistas.
Acho que o sistema de inspeção não devia/podia ser atribuído a privados porque se trata de uma autoridade do Estado, nem submetido a lógica empresarial. E NÃO acredito na qualidade do sistema.
Mas em abstrato não vejo razão porque as motas não tenham o mesmo programa de inspeção que os carros têm.
Agora é que vou levar porrada ;) :) ;) :)
Eu tambem acho bem e concordo contigo.
Mas será que vai ser a primeira vez aos 4 anos ,como os carros,e depois igual?
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Mas afinal quantos destes acidentes mortais com motociclos que eles agora apregoam à boca cheia, foram na realidade motivados por avaria ou falha mecânica? E o que é que as IPO vão atenuar neste sentido? :pensador:
Mas será que vai ser a primeira vez aos 4 anos ,como os carros,e depois igual?
É o que diz o Anexo I do DL nº 144/2017:
(https://i.imgur.com/XxEQhHD.gif)
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[O texto abaixo fez parte de um "post" por mim colocado há pouco, sem me dar conta deste do TMaxer.
Uma vez que tem a ver com o mesmo assunto, apaguei o meu "post" e inseri aqui o texto como comentário]
Motociclistas, os bodes expiatórios da guerra civil nas estradas portuguesas
Arranjar um bode expiatório é a melhor forma de disfarçar um problema quando não se tem coragem de enfrentá-lo e a sua resolução implica desafiar ideias-feitas assumidas pela maioria ou mexer com interesses poderosos. A escolha do bode expiatório obedece a dois princípios: o primeiro, a selecção de um indivíduo ou de uma minoria - uma comunidade estranha com a qual a maioria não se identifica religiosa, politica ou culturamente; segundo, a insistência em dados descontextualizados, manipulando-os para consumo de opiniões públicas que não consomem mais que mensagens simples, do tamanho das gordas de um título alarmista. A pouca familiaridade das massas com raciocínios complexos é um campo fértil para as mensagens taxativas a preto e branco. Tudo isto alimentado por uma comunicação social tornada acéfala pela sua dependência da publicidade. Não, não podemos confiar na Comunicação Social para desfazer as plantações de "notícias" colocadas cientificamente nos "media". O que é que o este texto tem ver com a notícia que reproduzo abaixo? Digam-no vocês.
https://www.publico.pt/2018/01/12/sociedade/noticia/governo-quer-tornar-obrigatoria-carta-para-motos-de-125cm3-e-vai-repensar-inspeccoes-1799079
Plenamente de acordo e pergunto para quando é que toda a comunidade motociclista se une e fazer manifestação ou algo semelhante para:
-salvaguardar que os motociclistas não são nem criminosos nem são os únicos culpados nos vários acidentes rodoviários
-divulgar e desmascarar a comunicação social pelas suas noticias falsas e pouco ou nada provadas
-defender o principio de igualdade e em caso de inspecções periódicas que sejam feitas a todas as cilindradas - descriminação!
-sensibilização na via publica para todos os condutores perceberem a existência do pouco volume que ocupa o motociclo e que não se esqueçam que existem!
-perguntar aos responsáveis pelo "retrocesso" na legislação quais os inconvenientes financeiros que Portugal vá sofrer por parte da UE - coimas... é que somos nós todos que pagamos!
-o menos importante para a questão é o espirito de união na comunidade motociclista que já deveria ser bem mais forte!
Que tal um tópico sobre este assunto e se começar a entrar em contacto com todos fóruns, clubes e grupos motociclistas?
Eu alinharia sem qualquer duvida!
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Provavelmente vou criar burburinho com isto, mas....se as IPO são mesmo para avançar - como parece - e tudo isto parece assentar no pressuposto da segurança, então "por que carga d'água" ficam as 125cc de fora???
Com todo o respeito, custa-me a perceber, até porque se acaso a ideia é a de que as velocidades são diferentes e por essa razão ficam de fora, então quem assim pensou está completamente a leste... limitando a questão a um único factor diferenciador e potenciador de acidente.
Enfim...até existem várias com 200cc a 249cc e em que não vislumbro como podem ser, à luz da lei, diferentes na exigência de segurança oferecida por uma com 276cc.
Faz-me pouco sentido.
Não estou a querer levantar aqui algum tipo de celeuma em torno disto, mas se a vontade (ou ideia da medida...) é a de que vai minimizar os problemas dos acidentes e a negatividade das estatísticas, então que haja coerência....ou então isto torna-se demasiado suspeito pela discriminação inspectiva!
Volto a dizer. Isto como está, faz-me pouco sentido.
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Provavelmente vou criar burburinho com isto, mas....se as IPO são mesmo para avançar - como parece - e tudo isto parece assentar no pressuposto da segurança, então "por que carga d'água" ficam as 125cc de fora???
Com todo o respeito, custa-me a perceber, até porque se acaso a ideia é a de que as velocidades são diferentes e por essa razão ficam de fora, então quem assim pensou está completamente a leste... limitando a questão a um único factor diferenciador e potenciador de acidente.
Enfim...até existem várias com 200cc a 249cc e em que não vislumbro como podem ser, à luz da lei, diferentes na exigência de segurança oferecida por uma com 276cc.
Faz-me pouco sentido.
Não estou a querer levantar aqui alguma celeuma em torno disto, mas se a vontade é a de que a medida vai resolver oa problemas dos acidentes, então que haja coerência....ou então isto torna-se demasiado suspeito pela discriminação inspectiva!
Todos os motociclos abaixo de 250cc estão livres de inspecção. Descriminação!!!
Precisamente aquele patamar em que existem mais mudanças significativas, pela maior quantidade de motociclos a andar na via publica:
-quem não se lembra do barulho irritante de uma DT50 com kit cilindro 80 e com escapes XPTO?
-quem não consegue ouvir uma qualquer moto até 250cc com escape leovince/two brothers/akrapovic/etc?
-etc...
Existem bastantes alterações às caracteristicas dos motociclos acima de 250cc mas em quantidade sao bem inferiores...
Dessas alteraçõesm, existem muitas que nem sequer andam na via publica, preparadas exclusivamente para pistas...
Sapiens, viste o que escrevi atrás?
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(....)
Sapiens, viste o que escrevi atrás?
Quando escrevi nem me apercebi do teu post publicado momentos antes.
Pelos vistos estamos alinhados na ideia.
A medida, assim como está, falha na ideia que tentam passar... É incoerente!!
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Carlos, tens razão, essa é a parte do cinismo na implementação desta medida. Não tiveram os ditos par acabar e têm justificar-se com um alegado aumento de sinistros que parece ser meramente conjuntural face à tendência dos últimos anos.
Sapiens, é tanto mais ridículo quando tentam justificativa as inspeções com os acidentes e justificam os acidentes com os condutores de 125, e depois as 125 que parecem ser a causa do problema ( dizem eles) não vão à inspeção.
Conclusão: até 125 a culpa é do motociclista, depois de 125 a culpa é do veículo. :)
A FMP devia tomar posição para obrigar os políticos a explicar esta contradição
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Plenamente de acordo e pergunto para quando é que toda a comunidade motociclista se une e fazer manifestação ou algo semelhante para:
-salvaguardar que os motociclistas não são nem criminosos nem são os únicos culpados nos vários acidentes rodoviários
-divulgar e desmascarar a comunicação social pelas suas noticias falsas e pouco ou nada provadas
-defender o principio de igualdade e em caso de inspecções periódicas que sejam feitas a todas as cilindradas - descriminação!
-sensibilização na via publica para todos os condutores perceberem a existência do pouco volume que ocupa o motociclo e que não se esqueçam que existem!
-perguntar aos responsáveis pelo "retrocesso" na legislação quais os inconvenientes financeiros que Portugal vá sofrer por parte da UE - coimas... é que somos nós todos que pagamos!
-o menos importante para a questão é o espirito de união na comunidade motociclista que já deveria ser bem mais forte!
Que tal um tópico sobre este assunto e se começar a entrar em contacto com todos fóruns, clubes e grupos motociclistas?
Eu alinharia sem qualquer duvida!
Ainda há relativamente pouco tempo houve uma manifestação contra as IPO a motociclos.
https://www.dn.pt/sociedade/interior/centenas-de-motociclistas-protestam-contra-inspecao-obrigatoria-5236883.html (https://www.dn.pt/sociedade/interior/centenas-de-motociclistas-protestam-contra-inspecao-obrigatoria-5236883.html)
O interessante é depois a postura de alguns (poucos) que acabam a dar sempre a má imagem de todos, como é costume. Quando queremos mostrar que até somos um grupo ordeiro e civilizado, que lutamos pelos nossos direitos, não abdicando dos respectivos deveres, há sempre um restrito números de energúmenos a manchar o pano, achando que todo e qualquer evento serve como palco para as suas alarvidades, com os comportamentos a que também já estamos habituados.
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(....)é tanto mais ridículo quando tentam justificativa as inspeções com os acidentes e justificam os acidentes com os condutores de 125, e depois as 125 que parecem ser a causa do problema ( dizem eles) não vão à inspeção.
Conclusão: até 125 a culpa é do motociclista, depois de 125 a culpa é do veículo. :)
(....)
Quem preparou a medida até acredito que no fundo...no fundo lhe ocorreu isso mesmo, ou seja, que poderia perpassar alguma incoerência.
Mas deve ser mais forte a ideia (errada) que no caso dos motociclos até 249cc é tudo diferente das demais...e assim dispensa-se a IPO.
Esta incoerência da medida, descriminando cilindradas, choca um bocado...
Acaso nos automóveis de p.ex. 1.000cc alguma coisa muda, em matéria de inspecção, face a um com 2.500cc??
Enfim... Veremos os resultados que a medida trará. :pensador:
DUVIDO MUITO que a existência de inspecções venha a mudar alguma coisa (estatísticamente falando), mas darei o benefício da dúvida.
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Bem visto :)
O bom motociclista tem carta A e conduz uma moto até 250 CC
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Mas deve ser mais forte a ideia (errada) que no caso dos motociclos até 249cc é tudo diferente das demais...e assim dispensa-se a IPO.
Esta incoerência da medida, descriminando cilindradas, choca um bocado...
Isto de as motos abaixo de 250cc estarem dispensadas de IPO (ainda que não veja razão aparente para isso), tem também um paralelo nos automóveis. Se formos a ver, os "mata-velhos", também conhecidos por "papa-reformas", estão dispensados de IPO.
No entanto, são talvez o grupo de veículos de 4 rodas que para além de serem conduzidos por pessoas sem a devida formação e habilitação para a estrada, contemplam sistemas de segurança activa e passiva bastante sofríveis, deficitários ou ineficientes e a maioria circula nas estradas em notório mau estado de conservação... Um pouco à semelhança das motos de baixa cilindrada.
Não estranho por isso, ter-se pensado dispensar de IPO os motociclos até 250cc.
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Os sujeitos não são parvos de todo e toparam que quem tem motas acima de 250 c.c. é um alvo fácil e um objectivo exequível .
Ficam de fora os cangalhos todos que existem por essas aldeias (e não só) de Norte a Sul , cuja maioria dos proprietários se iriam borrifar para a lei e vão-se focar (mais uma vez) nos 'remediados' e restante classe média , que eles sabem que são 'mansos' , que podem gastar mais uns eurozitos que 'sobram' e que são um número já considerável para que a norma atinja um satisfatório valor total de cobranças .
Pior que isto tudo é a noção de que quem vai inspeccionar é quase de certeza pessoal com fraca (ou nenhuma) formação em 'mecânica motociclística' e que não fará qualquer tipo de 'análise preventiva' sobre os componentes que de facto podem estar a pôr em causa a segurança e 'resposta adequada' do veículo na estrada.
Vão limitar-se 'à caça' de 'coisas estranhas' ou completamente secundárias ao pressuposto do que realmente é uma mota 'em condições' para estar a rolar.
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Quanto às inspecções é matéria no mínimo polémica. No carro não tenho problemas de maior em deixar o examinador entrar e fazer as verificações necessárias. Na minha mota o único que se senta aos comandos sou eu. Por esse motivo, e porque desconfio que a minha posição é partilhada pela maioria dos motociclistas, antes de se decidir sobre as inspecções é necessário ver como elas serão feitas, sobre que matérias incidirão e que grau de responsabilização terá de ser assumido pelos centros de inspecção.gravidade das lesões em atropelamento.
Eu não partilho dessa posição.
No dia em que as IPO a motos sejam realidade, e que tenha mesmo de as fazer na minha moto, tenciono entregar a minha moto no início da linha ao inspector e só lhe pegar novamente quando tiver a folha com o resultado na mão. Sendo que tudo o que aconteça com a moto no decorrer da IPO, será da responsabilidade de Centro / Inspector.
E por exemplo, este pode ser um dos motivos:
https://www.facebook.com/1066089260138647/videos/1066530773427829/ (https://www.facebook.com/1066089260138647/videos/1066530773427829/)
Nas IPO irá aparecer pessoal com todo o tipo de experiência, desde a mais nula, até à mais recheada. E um simples teste em rolos (como o do vídeo acima), numa moto maior e mais pesada, com alguém que não esteja familiarizado com a reacção que a mota terá (aquele salto) quando a roda/rolo pára, facilmente é motivo para espetar com ela no chão. Daí que, ou o centro providencia um qualquer sistema em que a moto fique fixa ou agarrada pela outra roda e que impeça a mesma de tombar.... ou então vão mesmo haver muitas quedas para o lado, se esta operação for feita por um condutor mais incauto ou inexperiente neste tipo de operações.
Daí que me parece de todo pertinente que seja o inspector a fazer todo o manuseamento, em que a moto esteja em movimento, com as devidas responsabilidades.
Eu se vir que a IPO tem testes / ensaios que comprometam a minha integridade ou a da moto, como disse, recusar-me-ei a ser eu a manuseá-la dentro da linha e durante todo o processo de inspecção.
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Eu vou gostar de ver como é que fazem o teste nos rolos com a minha mota, já que ela não põe a segunda quando a roda da frente está parada...
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Isto de as motos abaixo de 250cc estarem dispensadas de IPO (ainda que não veja razão aparente para isso), tem também um paralelo nos automóveis. Se formos a ver, os "mata-velhos", também conhecidos por "papa-reformas", estão dispensados de IPO.
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Vou depreender ainda assim que não estás propriamente a "comparar" os micro-carros (ou papa-reformas) na categoria dos veículos de 4 rodas, com os motociclos até 250cc...e querendo com isso concluir que por essa razão se compreende terem ficado de fora. Sei que não o eatavas a fazer. :)
São coisas diferentes como sabemos...e nem sequer falo do facto mais óbvio.
É que esses tais nem sequer podem circular em muitas vias deste país, além de terem uma velocidade máxima equivalente à de uma bicicleta (excepto se levar algum tunning). :D
Claro que podem também ocorrer acidentes com os mesmos (obviamente) mas até neles a lei interviu face ao que existia anteriormente, ao criar a subcategoria B1, surgida em território nacional com a aprovação do novo Código da Estrada em 2005, através do Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de fevereiro.
Isto veio implicar que para a condução desses micro-carros tem de haver um aprofundar dos conhecimentos dos candidatos, reforçando a sua formação, tanto no que toca a exames teóricos como práticos de condução.
Já se eles servem o propósito é outra história... :D
Mas ainda digo mais e indo ao encontro do que lançaste...
É que eu não entendo igualmente a discriminação no que toca às IPO, colocando de fora os micro-carros!
Os seus órgãos mecânicos e equipamento de segurança passiva e activa não são mais nem menos para ficarem de fora.
O que se passa (e digo-o sem papas na língua), é um protecionismo dado aos mais velhos que maioritariamente os conduzem, pois assenta no pressuposto que nada de muito grave pode acontecer com tais veículos e que por andarem devagar não se justifica.
É isso e são também muitos votos que se esfumavam caso o governo em funções tivesse a ousadia de os obrigar a levar aqueles cangalhos à inspecção...
Mas voltando aos motociclos...
Se o pressuposto é o da segurança...
Se vêm dizer que as 125cc também contribuem muito para as negras estatísticas dos acidentes em 2 rodas...
Se um motociclo até 249cc tem a mesma possibilidade de se ver envolvido, como as demais e com igual gravidade, num sinistro...
Se o pressuposto das IPO visa confirmar, com regularidade, a manutenção das boas condições de funcionamento e de segurança de todo o equipamento dos veículos...
...então por que razão se opta pelo entendimento (na leitura que se faz da medida), que se deve destrinçá-las no que toca à obrigatoriedade da inspecção??
É a incoerência que me causa estranheza...
E confesso que tenho pensado nisto mais recentemente, pois há uns tempos nem sequer me detinha com a questão.
Ou é para todos, ou a distinção faz pouco sentido...
O meu anterior motociclo com 249cc era tão perigoso e mortífero como o é a 700 que agora conduzo....se acaso é essa a preocupação!
Ao olhar para esta distinção na obrigatoriedade de inspecção e que assenta exclusivamente na cilindrada, eu pergunto-me: É afinal pela segurança que se cria esta medida, ou pelo quê exactamente???
E que tal também pensarem em melhorar as vias...
E que tal renovarem a sinalização (nalguns locais inexistente)...
E que tal ter na estrada uma autoridade mais presente, mais pedagógica...
Enfim...deste assunto não pretendo escrever mais nada.
Dei a minha opinião, possivelmente haverá quem não concorde com o que penso, mas....cada um na sua. É p'ró lado que eu durmo melhor. :lolol:
Eu não consigo ver coerência numa obrigatoriedade de inspecção desta forma.
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E eu quero ver em motos com ABS e asr as rodas a trancarem e luzes a piscar, que tristeza....
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Isto de as motos abaixo de 250cc estarem dispensadas de IPO (ainda que não veja razão aparente para isso), tem também um paralelo nos automóveis. Se formos a ver, os "mata-velhos", também conhecidos por "papa-reformas", estão dispensados de IPO.
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Vou depreender ainda assim que não estás propriamente a "comparar" os micro-carros (ou papa-reformas) na categoria dos veículos de 4 rodas, com os motociclos até 250cc...e querendo com isso concluir que por essa razão se compreende terem ficado de fora. Sei que não o eatavas a fazer. :)
São coisas diferentes como sabemos...e nem sequer falo do facto mais óbvio.
Sapiens... eu sou responsável por aquilo que escrevo. Mas jamais poderei ser responsável por aquilo que outros entendam daquilo que escrevo.
Em lado algum disse que eram coisas iguais (ou que não eram diferentes), mas simplesmente que (parafraseando-me) «isto de as motos abaixo de 250cc estarem dispensadas de IPO (...), tem também um paralelo nos automóveis».
E os motivos para fazer este paralelismo referi-os a seguir no post.
« serem conduzidos por pessoas sem a devida formação e habilitação para a estrada, contemplam sistemas de segurança activa e passiva bastante sofríveis, deficitários ou ineficientes e a maioria circula nas estradas em notório mau estado de conservação... Um pouco à semelhança das motos de baixa cilindrada.»
É que esses tais nem sequer podem circular em muitas vias deste país
O que não deixa de acontecer também com as motos de 50cc (situadas no tal escalão de menos de 250cc), e também dispensadas das IPO que querem implementar.
além de terem uma velocidade máxima equivalente à de uma bicicleta (excepto se levar algum tunning). :D
Por norma um ciclomotor também não pode ter uma velocidade em patamar superior a 45 Km/h. Mas que elas na prática andam mais que isso... andam! E que muitas delas são ainda mexidas e alteradas... são! E que também ficarão dispensadas de IPO... ficarão!
E já nem falo das 125cc a 2 tempos, muitas delas com potências e prestações bem superiores a congéneres de 4 tempos com 250cc ou mais... e que também ficarão dispensadas de IPO.
Ser a cilindrada o único factor diferenciador de algo que não deveria ter diferenciação, acho incoerente a socialmente injusto.
Mas ainda digo mais e indo ao encontro do que lançaste...
É que eu não entendo igualmente a discriminação no que toca às IPO, colocando de fora os micro-carros!
Os seus órgãos mecânicos e equipamento de segurança passiva e activa não são mais nem menos para ficarem de fora.
Voilá!
Não deixam de andar na estrada, de interferir e interagir com os restantes e de poder sofrer ou provocar acidentes... já não falando da componente técnica e mecânica deficitária que trazem de origem, a maioria não tem qualquer tipo de manutenção e posterior fiscalização que assegure a eficácia desses componentes.
Será que é por terem menos cilindrada e terem uma velocidade limitada, que não deixam de ter problemas e anomalias que possam comprometer a sua própria segurança e a dos demais? :pensador:
Por uma questão de justiça. Para o bem ou para o mal, as (alegadas) medidas de prevenção não deveriam ser igualitárias? Se há IPO, terá de ser para todos, independentemente da cilindrada e/ou velocidade de cada veículo.
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E já nem falo das 125cc a 2 tempos, muitas delas com potências e prestações bem superiores a congéneres de 4 tempos com 250cc ou mais... e que também ficarão dispensadas de IPO.
E não só poluem considerávelmente mais.. como pode dependerem de elevada manutenção, acabam por circular em estado miserável.
:D
Por outro lado... estão praticamente extintas!
:(
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Bem... se calhar já conhecem este blog e o próprio responsável.
http://oescapemaisrouco.blogspot.pt/2018/01/malta-aquecam-os-motores.html (http://oescapemaisrouco.blogspot.pt/2018/01/malta-aquecam-os-motores.html)
Eu estou a acompanhar e estou em sintonia com o que lá está dito.
Haverá certamente desenvolvimentos na sentido de todos irmos para a estrada demonstrar a nossa revolta!
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Se houver manif tambem estou lá...
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Penso que a haver paralelismo, mesmo que com reservas, seria entre os papa-reformas e os ciclomotores. Nesse sentido podia-se compreender a dispensa.
Uma 250 já atinge velocidades significativas
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Penso que a haver paralelismo, mesmo que com reservas, seria entre os papa-reformas e os ciclomotores. Nesse sentido podia-se compreender a dispensa.
Uma 250 já atinge velocidades significativas
Tudo se resume ao IUC: os que pagam tem obrigatoriedade de inspecçoes periodicas, ou pelo menos é isso que eles querem.
Será por isso que haja "isenção" de pagamento em valores inferiores a 10€?
Se há excepções para uns, que beneficiem os outros, que baixem o IUC, já que vão ter inspecções...
Há é que haver principio de igualdade e não haver beneficios para uns e para outros "chapeu".
MAS tem a sua logica, "imposto unico de circulação" paralelamente às "inspecções periodicas".
Então sejam correctos e:
-até as bicicletas que andam na via publica pagarem nem que seja um valor residual de 1€
-até as bicicletas serem obrigadas a inspecções periodicas: quantas é que tem os travoes a funcionar? é que ha relatos de bicicletas a atropelarem peoes...
-todos os motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos terão de fazer inspecções: principio de ingualdade e nao de descriminação.
Nunca vi medidas que viessem baixar custos para as pessoas.
É sempre para cobrar mais um tanto por cada empresa parasita (intermediaria) no processo que ELES decidem inventar que tenha que existir.
ELES englobam os legisladores da UE, pois ha muitas directivas...
etc e tal... :convivio: :sportbike:
nota: nao tenho nada contra as bicicletas e irei utilizar com regularidade com brevidade a medio prazo
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Tenho mais propostas:
* Imposto de circulação para peões
* Ecovalor na substituição das solas dos sapatos
* ISP sobre todos os líquidos ingeridos nos postos de abastecimento ( cafés, cervejarias, etc)
* Taxa de estacionamento para quem parar no passeio ( e limite de paragem a duas horas)
* Pórticos em todas as escadas rolantes e elevadores
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(https://s10.postimg.org/9immufxpl/roads.jpg) (https://postimages.org/)(http://)
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Tenho mais propostas:
* Imposto de circulação para peões
* Ecovalor na substituição das solas dos sapatos
* ISP sobre todos os líquidos ingeridos nos postos de abastecimento ( cafés, cervejarias, etc)
* Taxa de estacionamento para quem parar no passeio ( e limite de paragem a duas horas)
* Pórticos em todas as escadas rolantes e elevadores
:lolol: :lolol: :lolol: :lolol: :lolol:
-olha que de acordo com o código de estrada, os peões não podem parar no passeio, impossibilitando de outros peões passarem e para o fazerem terem que usar a faixa de rodagem
-nunca bebi uma cervejaria num posto de abastecimento :toma: ::P:
:convivio: :sportbike:
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Um erudito do motociclismo a falar sobre o assunto
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A falar em ir ao ** enquanto circula pela berma... :D :D :D
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É muito popular essa actividade no contexto do moticiclismo.
Por exemplo as referências sodómicas proliferam no vlog 44teeth.
Não sei se está relacionado com a dormência das longas viagens, mas de facto ocorre.
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A falar em ir ao ** enquanto circula pela berma... :D :D :D
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:D :D :D :D :D :D
Pedro, infelizmente o link do YT nao está o ok e aparece a mensagem "o video nao disponivel" :nice:
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Sejamos tolerantes, cada um come onde gosta. Se o cager e alguns dos subscritores dele (ele usou o plural)
gostam assim, eles lá sabem. :)
TMaxer, no meu caso abriu bem num android
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Alto lá !!!!
Eu sou subscritor e nao gosto, garanto-vos !!!
:lolol:
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Peço desculpa por estar apenas a partilhar um link de um blog mas já existem as reacções, de hoje, que nos são importantes, pela ACAP e FMP:
https://www.razaoautomovel.com/2018/01/acap-fmp-apresentam-esclarecimento-sinistralidade-motos (https://www.razaoautomovel.com/2018/01/acap-fmp-apresentam-esclarecimento-sinistralidade-motos)
E já encontrei o link da ACAP:
http://www.acap.pt/pt/noticia/3437/acap-e-fmp-apresentam-esclarecimento-sobre-sinistralidade-com-motos/ (http://www.acap.pt/pt/noticia/3437/acap-e-fmp-apresentam-esclarecimento-sobre-sinistralidade-com-motos/)
Da FMP, ainda não encontrei.
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Gosto e aplaudo a posição. :palmas:
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Na mouche
http://jonasnuts.com/a-politica-como-ela-e-manual-para-542977
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O governo hoje voltou ao ataque... pelos vistos estao a ponderar:
Limite de 30 Kmh dentro das populacoes (deixou de ser em zonas de perigo, historiais de acidentes ou habitacionais)
Controle da velocidade por helicoptero (o que é uma forma economica de o fazer), por DRONE :D :D :D e possivelmente um aumento do numero de radares (isto ja se calculava que fosse acontecer, enquanto nao tiverem o pais coberto nao vao descansar)
Por fim... para aqueles que ja nao estao a rir à gargalhada com os Helicopteros e com os Drones, estao a pensar em BLOQUEAR O SINAL DE TELEMOVEL NAS ESTRADAS
:D :D :D :D :D :D :D :D :D
Realmente este Cabrita é um come(r)diante do catano!!! Muito melhor do que os Marks, Nogueiras ou Rochas :D :D :D. Vi logo que o homem tinha jeito com o episodio do microfone na AR :D :D
De todas as bestas que ja passaram pelo MAI, este na minha opiniao consegue fazer a escala do meu "cretinometro" quase bater no máximo
Vou ficar a espera da solucao tecnica para bloquear o sinal de telemovel nas estradas pois estou com curiosidade... sera que vao usar o muro do Trump??? :D :D :D
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Bloquear o sinal dos telemóveis? :pensador:
Mas serei só eu a pensar assim....ou a ideia é estúpida????
Se houver um acidente, liga-se como para as urgências...
Ahh..deixa-me adivinhar. Bloqueia tudo menos o 112.
Já se um tipo precisar de ligar para o seguro, num acidente sem feridos, se calhar comunica por sinais de fumo... :D
Acho que isso são "ideias" à Hollywood...mas pronto.
Calhando, colocam uns quantos destes ao longo das estradas. :lolol:
(https://2.bp.blogspot.com/-UeGJaPJzzQc/UudCZBflXVI/AAAAAAAABRM/VJjerLPU2GM/s1600/prophet1_640.jpg)
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Neste belo país, pior e mais disparatados que os (alegados) motivos que resultam nas medidas propostas, são essas mesmas medidas.
Mas nada de admirar... sabe-se que existe um "denominado" ponto negro numa estrada. A solução não é corrigir esse local do ponto de vista construtivo, de traçado ou sinalização... mas simplesmente deixar ficar como está e colocar lá um "radar", com o objectivo único de gerar receita!
Portanto, esta ideia (disparatada) de retirar a cobertura de rede das vias de comunicação, só pode sair destas "cabecinhas (pouco) pensadoras" que temos como timoneiros do país.
Sim, eu no automóvel uso e falo ao telemóvel... e resolvo muitas questões profissionais enquanto estou ao volante. E sim... o carro tem sistema de bluethoot, pelo que nem sequer toco no aparelho de telemóvel, mas apenas em comandos por voz e volante.
Mas a solução para todos os problemas é.... Vamos reprimir esta "corja", impondo sanções, proibições e obrigações que nada têm que ver efectivamente com medidas de diminuição da sinistralidade, ao invés de apostar na prevenção activa e passiva e melhoramento das vias. :toma:
O Projecto de Resolução para a criação da classe 5 de portagens (motociclos) foi aprovado no Parlamento e aguarda apenas a respectiva Resolução do Conselho de Ministros, para ter efeito legal.
Vamos a ver se existe tanta pressa na mesma, como parece haver nas outras alterações pretendidas ao CE, especialmente aquelas que abrangem directamente os motociclos (caso das IPO e Lei das 125).... ah.... ok!!! Mas esta da classe 5 e 50% da classe 1 para todas as motos, é capaz de gerar menor receita... deixa-a a ir ficando na gaveta!!! :napodeser:
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Na minha opinião não é proibido falar ao telemóvel quando se conduz, por isso não vejo como podem instalar formas de bloqueio do sinal.
É proibido segurar o telemóvel ou usar sistemas auditivos nos dois ouvidos.
Nada impede o uso de um auricular ou sistema alta voz
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O governo hoje voltou ao ataque... pelos vistos estao a ponderar:
Limite de 30 Kmh dentro das populacoes (deixou de ser em zonas de perigo, historiais de acidentes ou habitacionais)
Controle da velocidade por helicoptero (o que é uma forma economica de o fazer), por DRONE :D :D :D e possivelmente um aumento do numero de radares (isto ja se calculava que fosse acontecer, enquanto nao tiverem o pais coberto nao vao descansar)
Por fim... para aqueles que ja nao estao a rir à gargalhada com os Helicopteros e com os Drones, estao a pensar em BLOQUEAR O SINAL DE TELEMOVEL NAS ESTRADAS
:D :D :D :D :D :D :D :D :D
Realmente este Cabrita é um come(r)diante do catano!!! Muito melhor do que os Marks, Nogueiras ou Rochas :D :D :D. Vi logo que o homem tinha jeito com o episodio do microfone na AR :D :D
De todas as bestas que ja passaram pelo MAI, este na minha opiniao consegue fazer a escala do meu "cretinometro" quase bater no máximo
Vou ficar a espera da solucao tecnica para bloquear o sinal de telemovel nas estradas pois estou com curiosidade... sera que vao usar o muro do Trump??? :D :D :D
Para mim, isto é um exemplo daquilo que a estupidez humana consegue alcançar, quando não se sabe o que fazer mas é necessário apresentar serviço feito... agarram-se às coisas miudinhas tentando faze-las passar por "monstros de 7 cabeças" enquanto os verdadeiros "montros de 7 cabeças" por aí continuam descansadinhos, em paz e sossego pois é preciso alguém realmente inteligente para lidar com esses problemas... e os nossos politicos não têm os niveis de inteligência necessários para isso, e o problema é que estas situações não se passam só na politica... vejo o mesmo em muitas das empresas por onde já passei no exercício da minha actividade profissional.
Querem reduzir a velocidade para 30Kms por causa das mortes causadas por atropelos... que o façam em zonas realmente perigosas, nomeadamente perto de escolas (como já existe actualmente), e façam campanhas de sensibilização para os peões (como houve nos anos 80 do século passado, com a prevenção rodoviária).
Vivo fora de Lisboa (depois de lá ter vivido cerca de 40 anos) e, nas poucas vezes que lá vou, tenho notado um aumento na quantidade de peões que atravessam a rua (fora das passadeiras), sem olhar o transito, de olhos pregados no telemóvel ou com os auriculares cravados pelos ouvidos dentro. Esses, se forem atropelados, não tenho pena nenhuma deles. Tenho pena do desgraçado do motorista que os atropelou porque não teve tempo de reagir quando o peão se "atirou" para a frente do carro, pois está metido num "molho de broculos". Da mesma forma, também não tenho pena nenhuma dos (bi)ciclistas que não param nos sinais vermelhos, ou de STOP, e depois são atropelados por causa disso.
Tenho pena dos peões e (bi)ciclistas que são atropelados quando cumprem as regras mas têm o azar de levar com um carro em cima, que é conduzido por alguém que vai de olhos pregados no telemovel a ver o facebook dos amigos e a meter likes nas frases da treta que os outros escrevem.
Acredito que depois de baixarem a velocidade para os 30Kms, o numero de radares aumente para gerar receita para sustentar os incompetentes que criaram a regra.
Depois disto, estou a imaginar um primeiro ministro qualquer a dizer "Colocamos Portugal a andar sobre rodas!"... o que até é verdade pois são os utilizadores das estradas que mais contribuem para os cofres do estado seja pelos impostos que se pagam nos combustíveis, pelas portagens, pelas multas por excesso de velocidade, selo, etc etc.
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Quanto às inspecções é matéria no mínimo polémica. No carro não tenho problemas de maior em deixar o examinador entrar e fazer as verificações necessárias. Na minha mota o único que se senta aos comandos sou eu. Por esse motivo, e porque desconfio que a minha posição é partilhada pela maioria dos motociclistas, antes de se decidir sobre as inspecções é necessário ver como elas serão feitas, sobre que matérias incidirão e que grau de responsabilização terá de ser assumido pelos centros de inspecção.gravidade das lesões em atropelamento.
Eu não partilho dessa posição.
Concordo em absoluto contigo camarada...ja me disseram o mesmo e eu opinei da mesma maneira que tu...vao ver que depois de terem de pagar vários milhares em estragos,vão começar a pedir que sejam os próprios e ai teremos todo o direito de dizer que não.
No dia em que as IPO a motos sejam realidade, e que tenha mesmo de as fazer na minha moto, tenciono entregar a minha moto no início da linha ao inspector e só lhe pegar novamente quando tiver a folha com o resultado na mão. Sendo que tudo o que aconteça com a moto no decorrer da IPO, será da responsabilidade de Centro / Inspector.
E por exemplo, este pode ser um dos motivos:
https://www.facebook.com/1066089260138647/videos/1066530773427829/ (https://www.facebook.com/1066089260138647/videos/1066530773427829/)
Nas IPO irá aparecer pessoal com todo o tipo de experiência, desde a mais nula, até à mais recheada. E um simples teste em rolos (como o do vídeo acima), numa moto maior e mais pesada, com alguém que não esteja familiarizado com a reacção que a mota terá (aquele salto) quando a roda/rolo pára, facilmente é motivo para espetar com ela no chão. Daí que, ou o centro providencia um qualquer sistema em que a moto fique fixa ou agarrada pela outra roda e que impeça a mesma de tombar.... ou então vão mesmo haver muitas quedas para o lado, se esta operação for feita por um condutor mais incauto ou inexperiente neste tipo de operações.
Daí que me parece de todo pertinente que seja o inspector a fazer todo o manuseamento, em que a moto esteja em movimento, com as devidas responsabilidades.
Eu se vir que a IPO tem testes / ensaios que comprometam a minha integridade ou a da moto, como disse, recusar-me-ei a ser eu a manuseá-la dentro da linha e durante todo o processo de inspecção.