Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: lmferreira em Março 11, 2018, 09:39:49, 09:39
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Todos sabemos que tudo na vida sofre uma evolução, algumas positivas outras negativas. E as motos e suas substitutas fazem parte dessa evolução.
Não é só interessante olhar para o que éramos e olhar para o que somos, mas também observar na linha cronológica os anos que passam entre trocas de motociclos. Efetivamente antes estava-se muito mais tempo com o mesmo modelo em mãos do que no presente, em que trocar de moto ao fim de pouco tempo torna-se banal.
(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20180311/2e328d778bee643caf6b85f425049de8.jpg)
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Interessantíssimo tema. A sério. :cool:
E a linha que leva a esse progresso, está bem retratado nas fotos, sendo efectivamente o de muitos motociclistas.
Eu também comecei nas 2 rodas com uma....50cc. :nice:
Mas olhando para as imagens e vendo o seu "final", acho que ainda existirá espaço para um pouco mais, retratando a subida na "parada" de mais uns quantos...isto porque ainda há aqueles motociclistas que depois vão para uma 6 cilindros como a K1600GTL ou uma GW 1800GL, uma bagger de igual cilindrada. :nice:
Belo tema...se bem que confesso que não guardo saudades nenhumas da 50cc com que comecei. :D
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A ambição humana estrutura-se por degraus. Uma vez seguro num, começa a vontade de subir ao próximo. O objectivo é sempre o mesmo: mais satisfação.
O degrau seguinte não é necessariamente uma mota mais potente. Não é invulgar que as opções finais andem pela scooters
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Cada um vê/analisa as coisas 'á sua maneira' .
Assim 'ás primeiras' e sem outro feedback, a minha conclusão deste exemplo é a de alguém 'sem identidade própria', que pauta a sua vida 'sem pensar muito' nas suas opções/escolhas de vida , limitando-se a 'seguir a corrente' .
Apostaria que, em muitas outras situações e posições pessoais perante a vida, as suas opiniões também serão bastante previsíveis.
Como se costuma dizer ' é mais um ' !
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Epa.... a minha evolução foi....
1993 - Famel XF25S (50cc)
Depois ainda comprei uma Aprilia AF1 Futura acidentada, no intuito de a recuperar e meter a andar. Acabei a vendê-la ao peso numa sucata.
1995 - Honda CB Two Fifty
1997 - Honda CB 500
2007 - Honda CBR 600 F
2009 - BMW F800 ST
2017 - Honda VFR 1200F
Se foi evolução natural ou selecção natural.... ou whatever... não sei! Se poderia ter tido uma "evolução" diferente? Possivelmente até sim....
Sei que a todo o tempo comprei as motos que achei mais aptas e indicadas ao (meu) momento, experiência, gosto e tipo de uso que lhes pretendia dar. E talvez por isso não tenha tido necessidade de em 25 anos, andar a fazer constantes trocas.
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Cada um vê/analisa as coisas 'á sua maneira' .
Assim 'ás primeiras' e sem outro feedback, a minha conclusão deste exemplo é a de alguém 'sem identidade própria', que pauta a sua vida 'sem pensar muito' nas suas opções/escolhas de vida , limitando-se a 'seguir a corrente' .
Apostaria que, em muitas outras situações e posições pessoais perante a vida, as suas opiniões também serão bastante previsíveis.
Como se costuma dizer ' é mais um ' !
Para não corre o risco de opinar sem fundamento, gostaria de confirmar se estas qualificações se reportam ao carácter do nosso companheiro lmferreira, que me pareceu descrever seu percurso no motociclismo no post inicial,e a quem envio desde já o elogio por partilhar esse percurso connosco
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Concretamente em relação ao "Senhor" das fotos, quem quer que ele seja efectivamente.... não vejo propriamente ali uma "evolução" continuada.
Vejo (e ao que parece), alguém que na sua juventude andou ou teve duas 50cc (o que em finais dos anos 60 e década de 70, era perfeitamente comum)... e que fez um enorme interregno nas duas rodas a motor, só regressando às mesmas quase 40 anos depois, (re)começando então com duas scooters, passando por uma NCoisa e actualmente convertendo-se à mota da moda... a GS1200.
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(Excepto quando em cada uma delas dizem que teem a melhor mota do mundo... :D)
:lolol: :lolol: :lolol: :palmas:
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Esta sequência de escolhas pode equiparar-se a uma mudança nos carros de Fiat Punto para VW Golf e depois Ford CMax (ou quaisquer outros modelos equiparados) e podiam-se dar exemplos idênticos nas escolhas sequenciais de tipos de telemóveis , ou outra coisa qualquer .
É uma sequência 'trivial' /comum à grande maioria dos sujeitos de classe média que acompanham 'o que se vende para gente como ele' , isto é , o 'produto-tipo' para o 'indivíduo-tipo' . Era isto que eu me referia ao ser 'mais um' , o 'seguir a corrente ' o 'sem pensar muito' o 'sem identidade própria' .
Se em vez da Sym 125 tivesse escolhido uma Piaggio X10 , em vez da NC750 uma V-Strom , se em vez da GS uma MultiStrada , já seria uma cronologia com algum critério 'individualista' .
Mas pelos vistos tenho de 'trocar tudo por miúdos' e vir ao confessionário para me explicar pois quando escrevo esqueço-me que existem Twin-Pts e Moto2Cools , gente que pelos vistos está mais interessada em pôr o foco na pessoa do que nas ideias.
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Luís Salgueiro: mas tu tens alguns anticorpos para as Scooters?
Vejamos, e agora falando a sério: isto são meios de transporte. Servem para irmos e virmos do trabalho e para passear que também é necessário.
Excluir as scooters ou secundarizar quem as tem é como secundarizar quem tem um determinado tipo de automóvel.
Não será um bocadinho caricato?
Tem calma, já vi que tens orgulho na tua CrossRunner, mas há lugar aqui à "abertura de espírito".
Tu tens problemas que estão na tua cabeça: é o Twin-PT, sou eu (o 'monstro') e já assisti a mais ódios de estimação da tua parte.
Porquê?
Relaxa, bebe um chá de camomila, tenta observar os outros pela positiva.
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Luís Salgueiro: mas tu tens alguns anticorpos para as Scooters?
Vejamos, e agora falando a sério: isto são meios de transporte. Servem para irmos e virmos do trabalho e para passear que também é necessário.
Excluir as scooters ou secundarizar quem as tem é como secundarizar quem tem um determinado tipo de automóvel.
Não será um bocadinho caricato?
Tem calma, já vi que tens orgulho na tua CrossRunner, mas há lugar aqui à "abertura de espírito".
Tu tens problemas que estão na tua cabeça: é o Twin-PT, sou eu (o 'monstro') e já assisti a mais ódios de estimação da tua parte.
Porquê?
Relaxa, bebe um chá de camomila, tenta observar os outros pela positiva.
1º Onde (no que escrevi) 'desprezei' a 'função' das scooters ?
2º Não tenho qualquer orgulho 'especial' pela Crossrunner, nem nunca escrevi/disse nada nesse sentido . Na altura em que a comprei achei que era o modelo que mais se adequava ao meu gosto para o dinheiro que estava na altura disposto a pagar por uma mota (ponto) . Se fosse agora escolheria outra , assim como daqui a uns anos já escolherei uma diferente da que escolheria agora (fiz-me entender ? :-\ ) .
3º É óbvio que os meus problemas estão na minha cabeça (La Palisse) mas nenhum deles te envolve a ti ou ao Twin-pt . Estaria mesmo muito mal dos pirolitos caso isso me fosse afectar . Tenho as coisas bem definidas na minha cabeça e se queres saber o minúsculo arquivo que te diz respeito não tem o rótulo de 'monstro' mas sim o gajo para quem as motas são uns baldes de tinta com 2 rodas.
4º Tás a ver o filme ao contrário . Atão o outro é que cospe uma de 'iluminado' e eu é que não observo os outros pela positiva. Vai dormir que o teu mal é sono (e já agora aproveita para sonhares com uma HD a transbordar de um deslumbrante fit & finish por todos os poros) .
Todos acham que a sinceridade é uma qualidade, menos quando essa sinceridade lhes é dirigida.
(https://s10.postimg.org/opk7e1syh/18839242_10155378050750789_3356162287752854169_n.jpg) (https://postimages.org/)(http://)
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Quando se chega a uma certa a idade, a tendência é mesmo descer de cilindrada. Não devido à potência nem a cilindrada, mas mais propriamente ao peso e o manuseio.
Mas devemos considerar estes condutores idosos ou condutores veteranos? A idade traz sabedoria, evita abusos na estrada e evita situações de risco.
O importante é que quando se chega a uma certa idade, tenhamos a noção dos nossos limites, e aceitar que os reflexos e a resistência física já não são as mesmas, e temos de aprender a lidar com isso da forma mais natural possível. Pois são fatores incontornáveis.
A mente é fator importante para dominar o que temos entre mãos.
Assim como o corpo, o cérebro quando mantido em atividade tende a retardar os problemas, por isso é possível ter uma vida longa ativa.