Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: lmferreira em Abril 08, 2018, 00:02:01, 00:02
-
Estive a ler um artigo sobre este tema e partilho aqui a conclusão a que o autor chegou:
"De acordo com os resultados desta pesquisa é aceitável afirmar que a marca só exerce influência no momento da compra de um produto porque o sinal distintivo estabeleceu um vínculo com o consumidor.
As organizações desenvolvem seus programas de comunicação de marca no intuito de despertar o interesse dos potenciais clientes em tomar conhecimento do que é o produto e transmitir-lhes uma atitude favorável ao que lhes foi apresentado.
Por meio do estudo de caso, observa-se que a Honda transmite ao público seu compromisso em produzir com inovação, pois, haja vista que esta é a filosofia do fundador da Honda Motor Co., portanto, não deve ser extinguida por seus concessionários.
Mediante estas mensagens, o consumidor recolhe informações suficientes sobre o produto ou serviço que o associem aquela marca, e sendo assim, a aquisição é próximo passo a ser concluído.
Durante a pesquisa constatou-se que a Honda idealiza a satisfação aos clientes e concretiza isto por intermédio de produtos inovadores que realcem a mobilidade e os benefícios à sociedade, não deixando de ser somados a um elevado padrão de pós-venda. Assim sendo, a Honda além de ter um cliente satisfeito, terá um cliente fiel, pois, numa oportunidade futura o cliente irá buscar pela marca.
Tais considerações podem ser confirmadas levando em conta as pesquisa de Test Drive, onde muitos consumidores declinam do processo, pois conhecem a marca, ou seja, a marca Honda para estes clientes representa determinadas sensações e experiências vividas que balizam sua propensão em encontrar outro produto com propriedades semelhantes."
Fonte: http://www.santacruz.br/v4/download/revista-academica/17/15-estudo-de-caso-honda.pdf
-
(....)
Durante a pesquisa constatou-se que a Honda idealiza a satisfação aos clientes e concretiza isto por intermédio de produtos inovadores (....)
Algumas marcas perceberam isso. Noutros casos foram os consumidores...
Cada um reagiu à sua maneira.
(http://1.bp.blogspot.com/-Oh2FYIOslRU/TkNKDeLmcrI/AAAAAAAADbU/8466zrkwn7g/s1600/PQAAADGn97JmVQAwNC-TVmOJ03anCOMhhTBeygu_cRK-03-we6IKGak8U-c9zWdOI8ZbBEJaVBwaZHPDwE97DCvKK1sAm1T1ULujT3BTat7FGYrfC8aIGOSY-wO-.jpg)
-
Que chorrilho de tretas...
E...mais um copy paste de um estudo mundial... :ok:
O que vale é que já há Estudos a comprovar que grande parte dos Estudos são autênticas palermices ou idiotices pegadas. :lolol:
Como diz o "outro".... «há demasiadas pessoas com demasiado tempo livre a mais. » :D
Mas pelos vistos, também só bastam uns idiotas "chaparem" algo na net... para isso ser automaticamente considerado como palavra de ordem. :pensador:
-
Depois... há o facto do estudo ser relativo ao departamento automóvel.
-
Algumas generalidades históricas sobre o surgimento da "Marca", mas depois apenas se aflora a diferença entre o valor do produto enquanto produto e o valor deste mesmo produto quando associado a uma marca. Isto é, o valor do produto enquanto objecto de afirmação social. Fala-se do anzol e pouco da minhoca... mas no conjunto é a minhoca que atrai.
Toscamente: antes manufacturava-se/trocava-se/comprava-se um pão com o objectivo de tirar a fome. A única afirmação social daí resultante era tê-lo ou não sobre a mesa, foi assim sempre quase desde o Neolítico... sistemas sociais caíram e outros surgiram por causa de um simples grão de cereal transformado. Hoje, o valor dado ao mesmo cereal colhido, amassado e cozido transcende a animal necessidade de acumulação energética, ultrapassa o valor do cereal e o trabalho do padeiro, inclui também o valor simbólico associado à simbologia que vem estampada no embrulho: a Marca.
A Marca já não é um factor de controlo do fabricante, um meio de identificação de uma origem, ou até um meio para lembrar uma boa ou má experiência passada como sugere o texto, faz algo mais, "alimenta" a outra parte do ser humano que "criou" a Sociedade de Consumo , a parte cuidadosamente alimentada pelo Marketing que dá ao pão um valor diferente do que ele tem para o estômago.
A escolha da Honda como sujeito do trabalho ("Case Study") é um critério que me escapou na (reconheço) leitura transversal, quando "mesmo ao lado" temos a Toyota que até baptizou um sistema de produção, o "Toyotismo" (uma rapidinha para quem não tem tempo: https://www.suapesquisa.com/economia/toyotismo.htm (https://www.suapesquisa.com/economia/toyotismo.htm)) que sucedeu (não será muito rigoroso mas mesmo assim...) ao "Fordismo" (outra rapidinha: https://www.suapesquisa.com/economia/fordismo.htm (https://www.suapesquisa.com/economia/fordismo.htm)). Depois, fiquei com a sensação de que se escreveu coisas passíveis de serem lidas...num catálogo.
-
Toyotismo é mto bom!!
Eu cá é mais Lean.
-
A produção académica brasileira nunca vingou pela qualidade :smiley: O estudo da estratégia da Honda enche muitas paginas de livros e nem sequer é consensual mas vai mais longe que a marca.
Mas que a marca tem peso na opinião, isso é verdade, veja-se aqui a teoria do relógio suiço
-
Onde está Honda pode estar qualquer marca como Apple, Coca cola, MCDonals etc...
POrtanto isto vale o que vale uma opinião...