Clube Português Motociclismo
Marcas de Motociclos => Kawasaki => Tópico iniciado por: pedroareias em Julho 05, 2018, 07:40:58, 07:40
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Venha daí a Euro V. A técnica é deixar a programação da ECU ao critério do cliente.
Querem mais 50 cavalos à roda na H2SX? É barato e simples:
https://h2sxriders.net/derestricted-h2sx/ (https://h2sxriders.net/derestricted-h2sx/)
São 223 cavalos à roda para viagens com bagagem e passageiro com toda a segurança. :diabolico:
Já se percebe a diferença de preço...
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A H2SX é das únicas motos sobrealimentadas, em conjunto com a H2 e H2R e por isso alterações da centralina podem ser altamente proveitosas.
Qualquer pessoa tem consciência disso.
Numa moto atmosférica não existem estes ganhos de potência com alteração de electrónica apenas.
É essa uma das vantagens em relação à ZZR1400.
Tu na tua Tracer (:() podes tentar fazer alterações à ECU, não vais ganhar 20-25%, se forem 8% ou 10% já é óptimo.
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Tentando dar um rumo a isto...
Que alterações resultam (para lá dos ganhos na perfomance) nas motos quanto sujeitas a um remap da ECU??
Os consumos ressentem-se notoriamente?
Perde (ou não) mais em baixas rOtações do que antes?
Resulta em diferenças na linearidade no débito da potência a diferentes regimes?
Thanks :convivio:
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Pelo que percebi do artigo limitaram-se a retirar o limitador que tem de fábrica, mas a revisão completa das consequências ainda está em estudo. Neste caso o ganho está inversamente relacionado com o impacto do limite imposto, isto é, quanto mais limitada estiver mais se ganha ao libertar dessa restrição.