Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: pedroareias em Julho 31, 2018, 20:03:49, 20:03
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Apenas fontes com um mínimo de credibilidade (Joe do Texas 78 não participa)
https://www.bloomberg.com/gadfly/articles/2017-10-11/japan-s-quality-control-is-out-of-control (https://www.bloomberg.com/gadfly/articles/2017-10-11/japan-s-quality-control-is-out-of-control)
https://www.natureindex.com/news-blog/the-slow-decline-of-japanese-research-in-five-charts (https://www.natureindex.com/news-blog/the-slow-decline-of-japanese-research-in-five-charts)
https://www.ft.com/content/26d4843a-e743-11e7-97e2-916d4fbac0da (https://www.ft.com/content/26d4843a-e743-11e7-97e2-916d4fbac0da)
https://www.newsweek.com/toyota-symptom-japans-decline-69259 (https://www.newsweek.com/toyota-symptom-japans-decline-69259)
https://www.bbc.com/news/world-asia-21992700 (https://www.bbc.com/news/world-asia-21992700)
https://www.independent.co.uk/news/business/analysis-and-features/honda-car-company-decline-mission-profits-competitors-innovate-a7934531.html (https://www.independent.co.uk/news/business/analysis-and-features/honda-car-company-decline-mission-profits-competitors-innovate-a7934531.html)
https://www.electronicsweekly.com/blogs/mannerisms/yarns/japans-tech-decline-2018-04/ (https://www.electronicsweekly.com/blogs/mannerisms/yarns/japans-tech-decline-2018-04/)
http://www.glasslewis.com/kobe-steel-scandal-rise-japan-trust-decline/ (http://www.glasslewis.com/kobe-steel-scandal-rise-japan-trust-decline/)
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Alguns meios de comunicação social Americanos não perdem uma chance para apontar aos outros aquilo em que também não lhes falta de maus exemplos.
E a coisa vai até para lá da qualidade daquilo que fazem... Falo da própria superioridade sentida.
Mas voltando ao tema...
Meio Mundo tenta enganar meio Mundo!
Seja o Japão, os EUA, a Europa... nós (consumidores) somos vistos como o meio para alcançar o lucro.
Por vezes empresas cometem patifarias p'lo meio...
Alguns Japoneses também só olham para o lucro. No fundo...vão-se adaptando ao que vão percebendo na concorrência. :)
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Há um nivelamento por baixo.
Estou convencido de que uma moto feita em condições e para durar 10 anos, iria ficar por 50 ou 60k€ e nenhum consumidor a compraria.
É a sociedade de usar e deitar fora.
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Estou convencido de que uma moto feita em condições e para durar 10 anos, iria ficar por 50 ou 60k€ e nenhum consumidor a compraria.
O que entendes por "ser feita para durar 10 anos"?
:pensador:
Já tive motos que em períodos de 5/6 anos sofreram uma utilização mais abusiva que muitos motociclistas "normais" dão em 20... e aguentaram a bomboca.
Uma delas recentemente até andava pelo OLX com bastante menos quilómetros do que quando a vendi!
:D
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O mercado está cheio de tentações...que se renovam ano após ano.
Isto para dizer que se hoje estamos +/- "confortáveis" com aquilo que temos, amanhã podem as circunstâncias de um negócio trocar-nos as voltas.
Estou a dizer isto e tenho o sentimento de manter também aquilo que tenho. Mas a verdade é que o dia de amanhã revela surpresas que nos tentam... :)
Quem sabe se não haverá mudança da tua parte para outra Tracer...eléctrica, dentro de metade desse tempo.
Os Japoneses, com qualidade ainda suficientemente boa ou não, são extremamente hábeis em lançar produtos no mercado capazes de tentar qualquer consumidor.
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Recordam-se disto certamente, para mim um sintoma do assalto aos bolsos dos clientes, típico de certas marcas.
Antigamente chamava-se gato por lebre:
Nem a FIAT, que estava na falência, se rebaixa a vigarizar os clientes:
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Os Japoneses da Kobe steel falsificaram, durante 10 anos pelo menos, os dados relativamente às propriedades dos materiais.
Depois de lerem o NYTimes, voltem ao vídeo do Honda "4x4" aldrabado. É uma questão cultural, enganar o "Ocidente".
https://www.nytimes.com/2017/10/10/business/kobe-steel-japan.html (https://www.nytimes.com/2017/10/10/business/kobe-steel-japan.html)
E se tiverem dúvidas, a Mitsubishi também falsificou dados:
https://www.ft.com/content/a023d962-d03c-11e7-b781-794ce08b24dc (https://www.ft.com/content/a023d962-d03c-11e7-b781-794ce08b24dc)
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Os Japoneses, como dizia atrás, também fazem das suas sacanices. :)
Mas são coisas que existem por toda a parte, parece-me... A Honda fará partifarias como as demais! :nice:
O mercado automóvel está pejado de casos, com fabricantes de todo o Mundo.
No caso concreto do vídeo do CR-V já o conhecia e o software parece que foi alvo de update após tomaram conhecimento da situação: "But Honda did listen to our criticism and they shortly after offered all their customers in Sweden a software update to eliminate the problem.
We then tested the CR-V again with the updated software and the problem with the 4WD system was gone. CR-V was now able to run up the hill on the slippery surface."
Tomar "gato por lebre" não seria afinal não ser de todo um 4x4?
Ainda sobre o tema, a pergunta que me coloco é se alguns casos de fraude (e que refoço novamente que existem) são o bastante para tomar toda a indústria de determinado país como estando num declínio acentuado. Neste caso o Japão...como poderia ser a França ou a Alemanha com os casos conhecidos do Dieselgate. :pensador:
Isto acaba por dar razão ao poeta Charles Bukowski (que aqui faço na alusão aos vários orgãos sociais que o mencionam), que disse o seguinte e aqui deixo em Português:
"A raça humana exagera tudo: Os seus heróis, os seus inimigos, a sua importância".
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E nas motas, há artigos sobre?
Hoje em dia com os controlo de tração, abs, controlo de travagem/distribuição, tantas outras opções electrónicas, é sempre importante ser feitas essas validações.
O X-Trail parecia que lhe faltava o diferencial autoblocante :D
O Tiguan jasus também...
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Artigos da Blomberg , do Financial Times , BBC e outros que tais. Isto não é imprensa Americana é imprensa globalista e vale o que vale. Para mim vale 0.
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Artigos da Blomberg , do Financial Times , BBC e outros que tais. Isto não é imprensa Americana é imprensa globalista e vale o que vale. Para mim vale 0.
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O tópico nem é relacionado com motos, nem percebo a sua intenção.
Quanto ao assunto, ficaria melhor no cantinho da conspiração.
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O tópico nem é relacionado com motos, nem percebo a sua intenção.
Quanto ao assunto, ficaria melhor no cantinho da conspiração.
O tópico não fui eu que o lancei, se não tem nada a ver com motas também sou alheio, se não percebe, escusava de comentar e se é teoria da conspiração ou não é a minha opinião que merece respeito sob pena de a sua também não ser respeitada. Mas para que perceba o que quis dizer foi que não confio nas fontes citadas que a meu ver têm mais com interesses económicos que com a realidade. Podia pedir simplesmente para eu explicar em vez de me atacar chamando-me lunático da teoria da conspiração, simplesmente porque não concorda ou não entende. Partir logo para a ofensa nem é novidade aqui nos fóruns, portanto nem pela originalidade primou.
Mais alguma explicação, contacte por mensagem que a gente fala.
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Artigos da Blomberg , do Financial Times , BBC e outros que tais. Isto não é imprensa Americana é imprensa globalista e vale o que vale. Para mim vale 0.
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O tópico nem é relacionado com motos, nem percebo a sua intenção.
Quanto ao assunto, ficaria melhor no cantinho da conspiração.
O tópico não fui eu que o lancei, se não tem nada a ver com motas também sou alheio, se não percebe, escusava de comentar e se é teoria da conspiração ou não é a minha opinião que merece respeito sob pena de a sua também não ser respeitada. Mas para que perceba o que quis dizer foi que não confio nas fontes citadas que a meu ver têm mais com interesses económicos que com a realidade. Podia pedir simplesmente para eu explicar em vez de me atacar chamando-me lunático da teoria da conspiração, simplesmente porque não concorda ou não entende. Partir logo para a ofensa nem é novidade aqui nos fóruns, portanto nem pela originalidade primou.
Mais alguma explicação, contacte por mensagem que a gente fala.
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Claramente não percebeste que o quote era a reforçar o que foi dito, tipo, por ti.
Não me precisas de tratar por voce que não sou nenhuma tia.
"a sua intenção" não era a tua intenção, era a intenção do tópico em si, que considero banal e altamente faccioso.
Lá está, a mania de tratar os outros por excelências para nos armarmos em finos, e depois na compreensão básica de um texto, falha-se.
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1 - Alegam que as notícias são falsas:
1i) A Kobe Steel admitiu as falsificações https://www.reuters.com/article/us-kobe-steel-scandal-ceo/kobe-steel-admits-data-fraud-went-on-nearly-five-decades-ceo-to-quit-idUSKBN1GH2SM (https://www.reuters.com/article/us-kobe-steel-scandal-ceo/kobe-steel-admits-data-fraud-went-on-nearly-five-decades-ceo-to-quit-idUSKBN1GH2SM)
1ii) A Mitsubishi admitiu as falsificações https://money.cnn.com/2017/11/23/news/companies/mitsubishi-materials-false-data-kobe-steel/ (https://money.cnn.com/2017/11/23/news/companies/mitsubishi-materials-false-data-kobe-steel/)
1iii) Toray (fibra de carbono) admitiu as falsificações: https://www.forbes.com/sites/jwebb/2017/11/28/another-japanese-corporate-scandal-carbon-fibre-supplier-toray-falsified-product-data/#47df9133354f (https://www.forbes.com/sites/jwebb/2017/11/28/another-japanese-corporate-scandal-carbon-fibre-supplier-toray-falsified-product-data/#47df9133354f)
Querem que eu continue.
2 - Alegam que este tema "não tem nada a ver com motos". Nada, nadinha, as motos que andamos a comprar não são de marcas Japonesas nem são feitas com materiais que levantam suspeitas.
Sabem quem é que me levantou a curiosidade? Num concessionário Honda (não vou dizer qual) um mecânico disse-me que há fundições cheias de defeitos e que partem facilmente.
Duvido que em projecto tenham especificado esses materiais. Foi a juzante e estamos a comprar lixo.
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Pergunto, Pedro: Estarão esses casos de materiais vendidos por empresas no Japão e para motociclos também eles Japoneses, de alguma forma relacionados com o que ocorreu ocasionalmente em motos de marcas Europeias?
(https://s15.postimg.cc/42fl0ziuz/Broken1200_GS.jpg)
Pode dar-se o caso de a produção das mesmas (como aconteceu p.ex. com o caso dos airbags da Takata), ter repercussões a nível Mundial?
Se sim...quem comprou aço à Kobe Steel? Todas ? Algumas? Apenas circunscrito ao mercado de origem?
E até que ponto pode vir ainda a ter implicações futuras?
Vejo relevância no tema com os dados (links) avançados anteriormente. Existe matéria relevante antes postada, especialmente quanto às implicações da fraude no sector dos motociclos. Que é no fundo o que por aqui se discute. :) :nice:
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Sapiens21:
Pois, não defendo Países, Continentes, marcas ou grupos.
Tento defender quem compra, que somos nós.
Parece-me (mas posso estar muito enganado) que apenas alguns modelos de algumas (poucas) marcas são minimamente aceitáveis para o consumidor.
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Essa acaba por ser uma afirmação que, dada a "condicionante" de vários componentes colocados em diferentes motociclos serem na realidade fabricados fora da sua total alçada, pode revelar que aquilo que se pensa... não será bem assim. :)
Sustenta esta ideia a ocorrência de situações com diferentes fabricantes e que depois muitas vezes levam a uma recolha de milhares de unidades. Seja para trocar coisas tão pequenas como um fusível, ou então componentes da própria segurança, como na travagem...ou até mesmo a troca das suspensões como aconteceu com unidades da KTM 1290 Super Adventure, juntando-se ao barulho ainda uma nova unidade de software para controlo das suspensões.
As marcas estão dependentes de muitos fornecedores e algumas vezes as coisas correm mal e acaba por ser a marca de um motociclo a pagá-las...mesmo competindo ao seu fornecedor ter testado o produto encomendado (a que não deixa de ser alheia a quota parte de testes por parte de uma marca de motociclos em assegurar o seu produto)..
É o Mundo Globalizado... :)
Um relé é fabricado a 2.000kms do local de montagem de uma moto, mas no final pode ser esse pequeno componente que custou uns cêntimos, a causar um problema catastrófico e, em última instância, a inflamar um fórum que se vê confrontado com a explicação do proprietário que no dia anterior ficou parado na berma da estrada à espera do reboque.
Resumimdo: Tem de funcionar muita coisa bem para que não haja chatices...inclusivamente para os nomes mais "sonantes". ;)
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Pedro Areias concordo em parte contigo e acho que o tema é do nosso interesse, nunca disse que as notícias são falsas, apenas tendenciosas. Em termos de qualidade tem havido um decréscimo é verdade, mas os japoneses nem são os piores. Acho mais grave o caso da BMW por exemplo que é uma marca premium e se faz pagar como tal e agora anda a equipar modelos com motores feitos na China e na Índia em que a única coisa de BMW que tem é o emblema. E eu até sou fã da marca e gosto da qualidade nos carros. Concordo totalmente contigo quando dizes que o que nos deve mover são os nossos direitos como consumidores e não defender marca alguma. Até apontar defeitos da mota que compramos para que a marca possa corrigir nos próximos modelos como tem vindo a acontecer em algumas marcas.
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Sapiens21:
Pois, não defendo Países, Continentes, marcas ou grupos.
Tento defender quem compra, que somos nós.
Parece-me (mas posso estar muito enganado) que apenas alguns modelos de algumas (poucas) marcas são minimamente aceitáveis para o consumidor.
E quais são esses modelos e marcas? Tens essa indicação?
E em relação às fundições com defeitos e que partem facilmente, em que modelos foi referido que existiam? Podes referir quais são? Ou o mêcânico não especificou?
É que se assim é, parece-me ser do (maior) interesse dos consumidores terem essa informação (já para não dizer o mais rápido possível), até para se saber que remessas foram afetadas, se foram em determinado(s) ano(s), que séries de produção, etc.
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(....)
A ideia até já está tão bem enraizada e tudo. Perguntem à maioria da população motociclista o que acha de uma mota com 60000km....
Sim. Acontece haver essa ideia de um motociclo tendo uma quilometragem com alguns dígitos.
Não vejo é esse pensamento "enraizado" pensar muito numa possível falha de componentes por levantarem suspeitas, como avançado atrás.
Creio que de uma forma geral, acaba por ser bem mais na base do motor ter uma grande quilometragem.
O resto não vejo ninguém a pensar muito nisso... Eu pessoalmente também não, admito.
Não deixo no entanto de ver com interesse o tema discutido e, como avançado por um companheiro atrás, também gostaria de saber - havando esse levantamento ou identificados que estejam - quais os motociclos que podem "falhar" pela inclusão de componentes falsificados.
Se é para ir na estada e os 270Kg da minha moto me atirarem para uma valeta, pelo menos gostaria de saber... :)
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O Areias é contra a economia de mercado :D
Os construtores cada vez mais vão evoluir no sentido de fazer produtos menos duráveis. Há sempre inovação a ser disponibilizada, novos modelos de motas, nova eletrónica, novos motores... se fizerem motas que ao fim de 6 ou 7 anos estão como novas, onde vai estar o estimulo para o consumidor trocar?
A ideia até já está tão bem enraizada e tudo. Perguntem à maioria da população motociclista o que acha de uma mota com 60000km....
O Areias não parece que esteja incorrecto na maneira de pensar…
Ora deixa cá fazer-te um boneco para te explicar e tentares perceber a coisa:
-Produtos descartáveis acabam por gastar mais recursos naturais e transformados (plásticos, metais, etc...)
-Produtos duradouros acabam por gastar menos recursos naturais e transformados (plásticos, metais, etc...) tanto que só se vai substituindo peças que necessite
-Produtos descartáveis gastam mais energia na produção num menor tempo porque por exemplo para alguém que queira ter moto durante 30anos, com um produto descartável terá de se gastar mais energia na produção de pelo menos 10 ou mais motos enquanto que se o produto for duradouro... nesses mesmos 30anos, talvez só se gaste energia na produção de apenas 3/4 motos...
Quando realmente começar a escassear as matérias primas/naturais e posterior impossibilidade de transformar então depois não bastará apontar o dedo a estes seres criminosos e sem escrúpulos que só vivem em redor do CIFRÃO!
Já agora... falam na *Modere a sua linguagem* do petróleo só por causa da porcaria dos veículos mas já pensaram naquilo que não se pode fazer sem petróleo?
"Produtos derivados do petróleo: Combustíveis (gasolina, diesel/gasóleo, combustível de avião) | produção de plásticos | produção de alimentos (forma direta – corantes, flavorizantes e conservantes – ou indiretamente – fertilizantes artificiais e pesticidas) | tecidos sintéticos | pavimentação de estradas e ruas (asfalto) | Produtos de limpeza | Medicamentos | Lubrificantes | Borracha sintética | Cosméticos"
E Dmanteigas... deixarás de poder usar os teus fatos de Latex ou usares preservativos quando vais ao Trumps :stuck_out_tongue_winking_eye: :lolol:
Mas voltando ao assunto...
Também estou na mesma linha de pensamento do Areias, prefiro procurar algo bom mesmo que usado do que ter uma incognita novissima - já fiquei escaldado com um péssimo exemplar de motorizada 125cc entre outras coisas...
Por exemplo... só não tenho uma Mercedes carrinha E320cdi/E270cdi/E220cdi de 2001/2002 por ser uma autentica banheira feia feia feia mas que sei que é do mais fiavel que há, sei!
Conheço bastantes casos de pessoas que têm um custo anual em manutençao anual de apenas 500€ quando na Passat tambem fiavel esse custo anual aumenta para uns 850/1500€ (custos de apenas manutençao / oficina / peças desgaste / pneus...)
E tambem sei que a Triumph Sprint ST1050 que tenho, apesar de ser uma excelente moto não se enquadra neste grupo de veiculos que nao dao chatiçes e com reduzidos custos de manutençao...pois a Sprint...precisa de miminhos para nao dar chatiçes e se nao dermos os miminhos as reparaçoes sao bem dispendiosas...
Mas lá está...como o Dfelix disse num outro topico recente... é de forma consciente que gosto e uso a minha Sprint!
Vamos ver como se comportam os best sellers nos proximos anos... entao as novidades cheias de paneleirices electricas vamos ver a fiabilidade que trazem as novas motos ...
Já agora...em off topic sobre o DB do enrike em que se transformou num serio e interessante debate sobre GS1200 e Tracer900... porque razao a novissima GS1200 tem um botao de SOS? só porque provavelmente nao é assim tao fiavel... :lolol: :lolol: :lolol: é como aquilo dos 4 piscas... só tem quatro piscas uma moto que avaria... :lolol: :lolol: :lolol:
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Obsolescência programada.
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Ainda bem que falam nos automóveis. Também ocorre a tal obsolescência 'programada', mas não é com o mesmo descaramento.
O consumidor de motos está no fim da cadeia de consumo.
Se os automóveis BMW tivessem fracturas catastróficas como foi o caso de muitas GS1200 na suspensão frontal e na transmissão, teria sido um escândalo com consequências mundiais para a marca.
Se eu comprasse um carro e a tinta levantasse como ocorreu na Harley que o Sapiens21 mostrou, seria uma imagem a percorrer o mundo inteiro.
E ferrugem? Eu não entro no meu carro e encontro a porta ou o tejadilho cheios de ferrugem porque não usei ACF50! Seria um escândalo de proporções épicas.
Mesmo os escapes dos automóveis, espero que não enferrujem durante pelo menos 10 anos. Há motos com pontos de ferrugem no escape passados meses (!) de saírem do stand.
E 60000km é muito para uma moto? Conheço quem faça 60000km por ano de carro. Ninguém aceitaria menos de 250000-300000 km num carro antes de existirem problemas básicos no motor.
Eu sei que vão aparecer agora os "maluquinhos" da Internet com imagens de ferrugem nos carros. Ferrugem em carros galvanizados com menos de 20 anos foram reparações mal realizadas.
Se têm dúvidas olhem para os rails de protecção das Autoestradas. Alguns começam a oxidar passados 25 anos... não foram 2 meses.
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2slow, o 520d do meu pai tem botão SOS e nos 180000km que fez desde 2009 nunca foi preciso usar... isso não quer dizer nada ::P:
Olha a tua Sprint não tem botão nenhum mas da forma como falas se calhar precisava :diabolico:
No usado o risco de encontrar algo que seja um cangalhote prestes a ir para a sucata ainda é maior... se a solução está aí, coitados de vós. Aqui a questão é mesmo aprender a viver com isto. Que as coisas não foram feitas para serem duráveis.
A CB750 do meu tio tem 24 anos e ainda circula. Mas depois conduzes aquilo e olhas por exemplo para atual CB1000R... e por muito durável que ela seja, pensas sempre que na atualidade o que tu queres é aquilo e não uma mota que está completamente desatualizada para os padrões atuais. Faz parte, só temos de saber viver com isso. Ninguém espere hoje em dia comprar uma mota e esperar que elas durem 200000km como as velhinhas CB500.
pah… na minha Sprint metendo um display digital e fica mais que actual mas tal como está e como já o Dfelix disse, aquele computador de bordo é do mais completo que há!
Lampadas LED… a traseira da minha Kawasaki ER6F é totalmente em LED e é de 2009... até o farolim traseiro da minha Sprint é já em LED e é de 2006... os piscas não mas posso alterar…
De resto… para ficar actual posso meter uns pneus mais modernos…
Ou só é actual se for nova? mesmo que tenha a mesma tecnologia de muita coisa nova que por agora se vende…?!
Já agora, Manteigas, esse 520d como é nas manutenções? é carote ou é como nas motos BMW, de envergonhar as outras motos com preços tao baixos?
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(....)
O consumidor de motos está no fim da cadeia de consumo.
(...)
:)
Haverá bem pior noutros sectores, de certeza...
E depois temos de ver que existem diferenças entre p.ex. um motociclo de baixo custo de uma marca indiana TVS, em que é tudo reduzido ao essencial...por contraponto ao cuidado que uma marca tem perante outro tipo de consumidor, como o Europeu.
Percebo a relação (se a mensagem subliminar é essa) com o lucro e que sejamos apenas o meio para o alcançar. As empresas querem que o ano seguinte seja melhor que o anterior em termos de ganhos e se calhar algumas coisas onde podem cortar... cortam. :)
Mas entre isso (lucrar com o consumidor) e a importância colocada no mesmo e na expectativa criada no aprimorar do produto apresentado, existe alguma distância. :nice:
Somos o elemento final (comprador), é certo. Mas precisam de nós como tudo... :nice:
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Sapiens21:
Estás habituado a uma moto que custava 15000€ quando era nova.
Quase uma Scooter a um preço alto justificado pela qualidade que tem, sem dúvida.
Agora, imagina que a Honda te propõe uma Integra 750 tecnicamente idêntica ao modelo existente por 20000€ e diz-te que usaram melhores materiais.
Apenas melhores materiais por mais 11000€.
Compravas?
(....)
O consumidor de motos está no fim da cadeia de consumo.
(...)
:)
Haverá bem pior noutros sectores, de certeza...
E depois temos de ver que existem diferenças entre p.ex. um motociclo de baixo custo de uma marca indiana TVS, em que é tudo reduzido ao essencial...por contraponto ao cuidado que uma marca tem perante outro tipo de consumidor, como o Europeu.
Percebo a relação (se a mensagem subliminar é essa) com o lucro e que sejamos apenas o meio para o alcançar. As empresas querem que o ano seguinte seja melhor que o anterior em termos de ganhos e se calhar algumas coisas onde podem cortar... cortam. :)
Mas entre isso (lucrar com o consumidor) e a importância colocada no mesmo e na expectativa criada no aprimorar do produto apresentado, existe alguma distância. :nice:
Somos o elemento final (comprador), é certo. Mas precisam de nós como tudo... :nice:
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Para o tipo de cliente que sou...a resposta seria não. Outros haverá diferentes (não muitos de certeza) e que prescindiam de comprar por um par de anos alguns capacetes de topo, avançando para a compra de tal motociclo. :)
Provavelmente ter-me-á passado ao lado na relação com o que escrevi atrás (confesso que estou cansado e as temperaturas estão, mesmo a esta hora...absurdas), mas uma marca de consumo não deve ganhar muito a lançar produtos de nicho. Terá outros propósitos...mas lucro suplementar à custa do consumidor - no caso de muitas marcas - não estou a ver... Falo concretamente no caso de um modelo como o indicado e nessa ordem de valores. :nice:
Dou o exemplo da minha moto, cujo período de produção foi muito curto e com poucas unidades (comparativamente com a maioria) a saírem de fábrica.
Era claramente um produto que se enquadrava como motociclo de nicho, e chegadas aos concessionários...o que antes era limitado, ainda se tornou mais. :)
Os ganhos da marca nem sei se cobriram as despesas com tal (moto)morfose que aqui tenho. :)
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mas é uma bela moto...morfose!
:ok: :convivio:
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Motos como a DN-01 fizeram o nome Honda.
Estou convencido que a CrossTourer é do mesmo calibre e foi relativamente mal sucedida no mercado.
A relação com o que escreveste é simples: o consumidor é vítima mas também é co-responsável pelo status-quo.
Ao acreditar que quanto mais barato melhor compra está a promover o ciclo do lixo.
E o ensaio da ferrugem? Convém haver algum fundo de maneio para comprar as placas de aço (eu forneço o resto).
Será que o fundo do CPMoto dá para comprar 4 pequenas placas de aço de forma a divulgar resultados inéditos e promover o fórum?
Para o tipo de cliente que sou...a resposta seria não. Outros haverá diferentes (não muitos de certeza) e que prescindiam de comprar por um par de anos alguns capacetes de topo, avançando para a compra de tal motociclo. :)
Provavelmente ter-me-á passado ao lado na relação com o que escrevi atrás (confesso que estou cansado e as temperaturas estão, mesmo a esta hora...absurdas), mas uma marca de consumo não deve ganhar muito a lançar produtos de nicho. Terá outros propósitos...mas lucro suplementar à custa do consumidor - no caso de muitas marcas - não estou a ver... Falo concretamente no caso de um modelo como o indicado e nessa ordem de valores. :nice:
Dou o exemplo da minha moto, cujo período de produção foi muito curto e com poucas unidades (comparativamente com a maioria) a saírem de fábrica.
Era claramente um produto que se enquadrava como motociclo de nicho, e chegadas aos concessionários...o que antes era limitado, ainda se tornou mais. :)
Os ganhos da marca nem sei se cobriram as despesas com tal (moto)morfose que aqui tenho. :)
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E tambem sei que a Triumph Sprint ST1050 que tenho, apesar de ser uma excelente moto não se enquadra neste grupo de veiculos que nao dao chatiçes e com reduzidos custos de manutençao...pois a Sprint...precisa de miminhos para nao dar chatiçes e se nao dermos os miminhos as reparaçoes sao bem dispendiosas...
Olha que problema poderá estar nesses miminhos...
Sério! Algumas parece que gostam é de ser mal tratadas!
Digo isto porque a minha experiência com a Triumph foi precisamente o oposto.
Depois de algumas decepções com motos que à partida seriam bastante fiáveis e que foram sempre tratadas com carinho... decidi cometer uma loucura:
Fui buscar um modelo que sempre desejei. Para usar e abusar sem preocupações.
O lema foi: "Quando partir... partiu!"
Foi moto do dia-a-dia levada regularmente ao limite. Fez trackdays. Viagens. Até offroad!
E a realidade é que acabou por ser a moto mais fiável que já tive até hoje. Tal como a que mais gozo me deu. E mais saudades deixou.
Com a bmw já me contenho mais. Durante algum tempo levou o mesmo tratamento e ás custas disso tem as suas marcas de guerra.
Mas a partir de certa altura comecei a sentir que a deveria preservar. É que apesar de enquanto moto não ser nada de especial, é um modelo relativamente raro e tem certas especificidades que a tornam numa potencial futura clássica.
Já com a Scrambler... quando partir, partiu!
pah… na minha Sprint metendo um display digital e fica mais que actual mas tal como está e como já o Dfelix disse, aquele computador de bordo é do mais completo que há!
(...)
De resto… para ficar actual posso meter uns pneus mais modernos…
Ou só é actual se for nova? mesmo que tenha a mesma tecnologia de muita coisa nova que por agora se vende…?!
A tua moto na altura já estava equipada com muita coisa que só agora começa a ser standard!
OK, a maior parte dos construtores estão actualmente a seguir a tendência de introduzir dashboards em LCD não só porque são apelativos mas também porque são muito baratos de produzir. Mas a informação é essencialmente a mesma que já tens, apenas apresentada de forma diferente.
Onde a tua moto poderá se considerar algo "desactualizada" será nas suspensões.
Na altura já não eram propriamente maravilhosas. E no presente a tendência é que motos destas características estejam equipada regulações electrónicas e comportamento activo ou semi-activo. Mas as que têm fazem-se pagar bastante caro por isso.
Ainda assim, não vejo razão para que essas não sejam competentes o suficiente para um uso normal.
Claro que isto envolve manutenção. Algo que muito provavelmente a tua nunca teve.
Quanto aos pneus... pelo que já li aqui escrito por vários membros, a substituição dos que tens só peca pela tardia.
Mas daqui a 5/6 anos tem um problema com ela e tenta arranjar peças...
Olha que não...
Há 2 ou 3 anos atrás um conhecido meu mandou um valente estoiro com uma speed dos finais de 90 e havia todas as peças para encomenda.
Coisas como ópticas, aranha e alguns plásticos mandou logo vir...
A parte mais chata foi o motor: Pois este ao bater num passeio partiu cárters e estragou uma data de coisas lá dentro.
E o problema nem era a falta de peças, mas sim a soma do custo destas ficar mais caro que uma moto nova.
(E isto acontece com praticamente todos os modelos de todas as marcas, daí que qualquer acidente da treta resulte em perda total do veículo)
Ainda assim, desenrascou um motor recondicionado através daqui (http://www.triumph-ant.co.uk/engines.html) por uma fracção do orçamento.
Já no passado quando a minha por volta dos 180 mil começou a dar estalos por desgaste na embraiagem do motor de arranque, facilmente arranjei através destes gajos uma usada em bom estado.
Agora, imagina que a Honda te propõe uma Integra 750 tecnicamente idêntica ao modelo existente por 20000€ e diz-te que usaram melhores materiais.
E quem garante que não é possível melhor qualidade de materiais... por um preço idêntico?
Acredito que este tipo de decisões passam muito pelo R&D e respectiva estratégia.
Já que alinhei no offtopic do 2low falando de Triumph, posso dar um exemplo muito idêntico que se passou com a mesma marca:
A Speed Triple que comprei nova em 2006 tinha um pvp de 10.600 EUR.
No ano seguinte, o mesmo modelo não sofreu alterações evidentes. Tal como o preço.
No entanto, houve diferenças significativas na qualidade dos materiais!
As mais evidentes foi a substituição do depósito que era em plástico por um de metal. E toda a linha de escape por uma nova unidade com melhores soldaduras e um inox que não fica tão facilmente amarelo como o antecessor.
O que é que mudou para isto acontecer?
Ao passo que as de '05/'06 eram fabricadas em Hinckey, a partir '07 continuaram a ser lá produzidas mas com diversos componentes provenientes das instalações que tinham acabado de inaugurar em Taiwan.
Esta deslocação permitiu jogar com o mais baixo custo de produção ao mesmo tempo que subiram a qualidade garantindo no final um melhor produto por um preço idêntico.
A Triumph e a Ducati neste aspecto têm mostrado ser bastante inteligentes.
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mas é uma bela moto...morfose!
:ok: :convivio:
Sei que não se trata de uma moto que reúna o agrado de muitos. Mas desde que o seja para o dono (e mais um ou outro que a saiba apreciar sem vontade de me a levar) :) dou-me por contente.
É uma das motos que é tida por uma das mais conhecidas publicações Inglesas como sendo uma futura clássica que valorizará. A qualidade de construção aqui mencionada no tópico ajudará a isso, por certo.
Um dia destes publico todas aquelas que estão no lote e encaradas como motos a não vender...
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A relação com o que escreveste é simples: o consumidor é vítima mas também é co-responsável pelo status-quo.
Ao acreditar que quanto mais barato melhor compra está a promover o ciclo do lixo.
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Hum...
A diversificação naquilo que o consumidor procura não o vejo como sua "culpa" exclusiva...mas o teres mencionado como co-responsabilidade tende a abrir o horizonte da ideia. :)
Coloquei entre aspas "culpa" por entender que a sociedade leva a que tenha mesmo de haver escolhas e concessões, coisa que a maioria dos fabricantes também sabem e por isso propõem veículos a pensar em todas as carteiras.
Depois e conforme o tipo de motociclo de que se esteja a falar...a qualidade não é toda igual.
Tomando o exemplo da BMW com a 310R (felizmente já a consegui ver passado tanto tempo no mercado), a qualidade de muitos materiais não é a mesma - assim como muitos componentes não o são de todo - por comparação àqueles que se encontram numa S1000XR. O custo acrescido está mais do que justificado e não circunscrito apenas à análise de um motor mais potente.
Agora...se me for dito que existem consumidores que acreditam que quanto mais barato comprarem melhor... Pois...
Eu já tive a minha dose de erros no passado (quem não os teve que atire já a primeira pedra...), mas colocando de parte excepções à regra que existem em tudo, comprar de entre o mais barato que o mercado pode oferecer pode revelar-se um valente erro.
Até colocava aqui uma foto de um modelo que vi há bem pouco tempo e que enquadrava perfeitamente no que acabo de dizer...
Mas para não ser tomado como anti chinese products (que não sou, já que sei separar as coisas), prefiro não o fazer. :)
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Ao passo que as de '05/'06 eram fabricadas em Hinckey, a partir '07 continuaram a ser lá produzidas mas com diversos componentes provenientes das instalações que tinham acabado de inaugurar em Taiwan.
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Taiwan?
Desconhecia...
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Esta deslocação permitiu jogar com o mais baixo custo de produção ao mesmo tempo que subiram a qualidade garantindo no final um melhor produto por um preço idêntico.
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Esse é o grande GRANDE tema dentro do que foi lançado neste tópico e que merece destaque e abordagem (quiçá até autónoma).
Isto porque a questão de facto se impõe?
Com o cada vez maior número de fábricas fora dos países de origem (algumas com vários anos) e distribuídas pela China, India, Vietnam, Tailândia...será que a qualidade começa a ombrear - ou mesmo a ultrapassar - a que se consegue nas fábricas Europeias ou Japonesas?
Se acharem que é pertinente (e o Pedro não se importar desta ramificação de conteúdo), até posso iniciar um tópico autónomo já que tenho uma ideia de como o lançar... ;)
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A globalizacao trouxe-nos uma serie de mudancas à nossa sociedade Ocidental.
Uma delas foi o desemprego e a diminuicao acentuada de rendimento, outra é a que certos produtos "para as massas" passaram a ter precos de venda competitivos, porque senao NAO VENDEM!
Portanto, as marcas que estao bem estabelecidas no mercado na gama mais alta, para competir na gama media e baixa tem de fabricar os seus produtos onde a mao de obra é mais barata e fazer bem as contas, porque senao corre o serio risco de estar a colocar em catalogo um produto que nao vai ter sucesso
Vejo isto acontecer nos mais diversas areas de actividade... nao é so nas motos :nice:
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Taiwan?
Desconhecia...
Segundo a informação (https://www.triumphmotorcycles.com/global-content/frequently-asked-questions) disponível no site oficial da marca, a Triumph conta actualmente com 6 fábricas: 2 em Inglaterra. 3 na Tailândia. 1 no Brasil.
(Curiosamente até foi num almoço do CPMoto que o Morgas me chegou à razão relativamente a estes números... que estava convencido serem inferiores)
O teu amigo Velasquez até já andou a passear lá prós lados destas 3 fábricas.
No entanto, em vez de as visitar, ficou-se pelos stands (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=3411.msg42933#msg42933)... :D
Segundo consta, no UK apenas são fabricados alguns componentes muito específicos que acabam por ser enviados para o oriente.
Praticamente todos os processos industriais decorrem em Taiwan.
Tal como é de lá que são expedidas para os respectivos mercados a maior parte das motos já devidamente concluidas.
Digo maior parte, porque a restante parte é encaixotada estilo IKEA e enviada para o UK e Brasil.
Isto significa que continuam a existir (poucas) "made in UK".
Desconheço os critérios. Deduzo que possa ter a ver com o mercado nacional ou com alguma espécie de controlo de qualidade.
(Ou simplesmente não ter que despedir pessoal)
Já no Brasil a opção é sobretudo fiscal.
No entanto, para usufruir desses benefícios a marca é obrigada a recorrer a um ou outro componente fabricado lá!
Portanto, as Triumph "made in Brasil" são todas elas montadas com componentes provenientes de Taiwan... excepto o kit de transmissão! :D
Com o cada vez maior número de fábricas fora dos países de origem (algumas com vários anos) e distribuídas pela China, India, Vietnam, Tailândia...será que a qualidade começa a ombrear - ou mesmo a ultrapassar - a que se consegue nas fábricas Europeias ou Japonesas?
No caso da Triumph assistiu-se precisamente a um incremento da qualidade.
A Ducati tem seguido uma abordagem semelhante. Seja no fabrico de alguns componentes. Seja no fabrico de motos das gamas mais baixas.
No entanto, os motores continuam a ser produzidos em Itália.
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Segundo a informação (https://www.triumphmotorcycles.com/global-content/frequently-asked-questions) disponível no site oficial da marca, a Triumph conta actualmente com 6 fábricas: 2 em Inglaterra. 3 na Tailândia. 1 no Brasil.
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Segundo consta, no UK apenas são fabricados alguns componentes muito específicos que acabam por ser enviados para o oriente.
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Portanto, as Triumph "made in Brasil" são todas elas montadas com componentes provenientes de Taiwan... excepto o kit de transmissão! :D
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Não sei se percebi...
A Triumph tem fábricas em Inglaterra, na Tailândia e no Brasil....mas conta igualmente com algum processo de fabrico estabelecido em Taiwan??
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O DManteigas e o TMaxer estão precisamente focados no tema.
Esse tema abordei-o aqui: mencionei há vários meses o sistema das várias pseudo-"marcas brancas", como a Sym sendo a marca branca da Suzuki.
Há uma orquestração da relação consumidor/vendedor.
Para o cliente se sentir bem com a aquisição (atenunando o chamado buyer's remorse) inventou-se o value for money.
O cliente sente-se esperto, acha que o computador de bordo colorido compensa a péssima qualidade de construção.
"Tu com a BMW pagas a marca, com a Benelli TRK levas mais moto por menos dinheiro!"
Quando se referem aqui alguns aspectos qualitativos, aparecem vários "espertos" a gozarem com as pinturas e durabilidade como sendo secundárias.
Sendo os recursos fruto do trabalho e mesmo na abundância, convém ter cabecinha.
Senão vejamos: para uma pessoa com 1M€ no banco, 20000€ por uma mota não é uma gota-de-água. São 2% a menos no banco! Não se pode ir lá todos os dias tirar 2%.
Portanto quando vejo companheiros a gozarem com o que aqui se está a discutir, a mim parece-me irresponsabilidade e "Unaccountability".
O Value for Money é uma armadilha para cairmos que nem uns patinhos. Quando se goza com o conceito real de valor e qualidade, está-se a ser vítima da armadilha.
A globalizacao trouxe-nos uma serie de mudancas à nossa sociedade Ocidental.
Uma delas foi o desemprego e a diminuicao acentuada de rendimento, outra é a que certos produtos "para as massas" passaram a ter precos de venda competitivos, porque senao NAO VENDEM!
Portanto, as marcas que estao bem estabelecidas no mercado na gama mais alta, para competir na gama media e baixa tem de fabricar os seus produtos onde a mao de obra é mais barata e fazer bem as contas, porque senao corre o serio risco de estar a colocar em catalogo um produto que nao vai ter sucesso
Vejo isto acontecer nos mais diversas areas de actividade... nao é so nas motos :nice:
Excelente post! :nice: É uma opinião que partilho.
Acrescento também que temos vindo a observar uma alteração no mindset do consumidor, muito mais orientado para o "value for money" como lhe chamam os bifes em que cada vez mais o racional começa a ganhar peso na decisão de compra de carros, motas e semelhantes. Até culturalmente, as pessoas gostam de achar que fizeram um excelente negócio e que trouxeram muito por pouco (o que na maior parte das vezes nem é assim, porque nós levamos exatamente aquilo que pagamos, por muito que nos queiram convencer do contrário). Por isso é que motas como a Benelli TRK, a PCX ou a NC têm um sucesso comercial tão grande. Porque se enquadram perfeita neste conceito do "Value for money".
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Companheiro: estava a concordar inteiramente contigo.
Há o valor efectivo dos produtos, como referes e há o "value for money" no stand.
Vê lá este vídeo chocante:
O Value for Money é uma armadilha para cairmos que nem uns patinhos. Quando se goza com o conceito real de valor e qualidade, está-se a ser vítima da armadilha.
Pedro, isso não é de todo verdade. Eu não considerei de todo o "Value for Money" como algo errado na sociedade atual, mesmo que algumas marcas abusem e acabem por entregar porcaria sob este slogan. Mas o conceito em si faz todo o sentido!
E posso dar-te um exemplo até saindo das motas. Comprei os intercoms BT-S2 que custaram 30€ cada um (60€ os dois). São uns intercoms fantásticos para o preço que custaram. Qualquer um da concorrência facilmente se manda para os 200 e picos € e para o uso que eu lhes dou, considero que fiz um bom negócio porque por muito menos dinheiro trouxe algo que cumpre o propósito com pouco menos qualidade que algo que custa quase 10x mais. Isto para mim é a definição de "Value for Money".
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JAPAN: Quality Control...
Creio que a questão fulcral será esta, olhando novamente para o título. Que me corrijam se estou errado...
O que era antes (produto de fabrico e desenvolvimento Japonês...) ainda se manterá?
Não somente no caso dos motociclos obviamente, mas o impacto Mundial e a alta consideração pelo produto Japonês grangeado desde há umas décadas atrás...ainda se mantém e é efectivamente aplicado em cada produto, ou uma qualquer marca Japonesa (com a globalização que se lhe seguiu), de alguma forma "perdeu-se" / "rendeu-se" perante a incessante procura pelo lucro?
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E temos essas situações no meio motociclista?
Não é de todo de desprezar no meio automobilístico, mas reflecte-se nas motas?
Se sim, em que casos?
Aí atrás no tópico foram referidos que existiam casos, e não se deve estar a falar de marcas como a Daelim, Sym, em que já vi alguns modelos dessas marcas com muita oxidação, mas que não percebi quais eram ou são.
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Nem eu disse que era. Mas é qualidade (que falta) do material que a marca também devia controlar ou não?
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Tratar-se-á de uma questão de compromisso com o tipo de modelo em que se insere cada motociclo e o preço final apontado.
Partindo do princípio que um qualquer motociclo não tem o seu desenvolvimento assente num folha de papel e que na verdade envolve diversos departamentos até que se chegue a um produto final, o mesmo acontecerá no momento da escolha dos materiais.
Assim sendo e percebendo uma lógica de continuidade, uma coisa é um processo final de controlo em fabrico, e outro é o da escolha (que pode ser largos meses antes), daquilo que virá a ser aplicado.
E é aí...nesse preciso ponto em que a malta se senta a uma mesa em reunião e decide o que quer gastar, as opções que tem, os tipos de materiais, a sua durabilidade e até mesmo adaptação ao próprio processo de fabrico e design final pretendido no motociclo, que a coisa acontece.
O "controlo" (se aqui se pode chamar aos dois momentos que distingui) será sempre da marca, mas existe um momento distinto em que vários departamentos - por certo até financeiro - dão a sua opinião sobre a qualidade/custo do material a aplicar...e existe outro controlo de qualidade em fase de testes a ocorrer em modelos de pré-produção e depois mais para o final em linha de montagem.
As minhas desculpas se não me fiz perceber...
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Cpntinuam a misturar os temas.
Os Japoneses como quaisquer outros estão no mercado para ganhar dinheiro.
O conceito da Qualidade também é subjectivo. O que tem qualidade para muitos não tem para outros ou melhor dizendo os limites da qualidade de uns são diferentes para outros.
Uma mota feita com materiais especificados para durar 10 anos de média ou 100,000km está dentros dos limites de qualidade, mas não quer dizer que a bitola é a mesma para todos.
Se isto é o que a concorrência faz porque tenho eu que fazer mais e ficar fora do mercado e ir a falência em seguida...
A HD em algumas motas faz para durar mais mas para outras seguramente que não.
A Honda não tem os mesmos standards de uma goldwind e uma NC.
A yamaha a mesma coisa, uma nikken não é uma MT qualquer.
Etc etc...
O "value for money" outro conceito que é subjectivo que cada um interpreta livremente. Como já disse varias vezes uma coisa é o custo e outra é outra é o valor que o produto tem.
Misturar todavia mais onde se fabricam as motas se na europa ou no oriente que mais dá... vai dar tudo mais ou menos ao mesmo... oportunistas de primeira mas dão a possibilidade de concorrência e para alguns ter uma moto.
Hoje o desenvolvimento do produto é feito ao revés. Primeiro começa no preço e na posição no mercado e só depois é como e que se vai fazer isto com um custo para ter a margem definida... antes a coisa todavia era chegar ao objectivo funcional e depois apartir do custo chegar ao preço.
Os Japoneses sempre aplicaram metodos de manufatura baseados em teorias da qualidade total... etc... e liderando e como referência para todos os outros paises... mas não se esqueçam dar lucro ou amanhã pode não haver...
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+ 1 com meses de idade a fervilhar de ferrugem:
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Bem...estou sem saber muito bem o que dizer.
Estive a ver o vídeo... e com 3 meses, mesmo se acaso fosse exposta todos os dias sem excepção ao relento e às condições meteorológicas (até mesmo perto do mar), não me parece ser admissível o estado e a extensão em que se encontra.
Não me parece ser admissível quando estamos a falar de um motociclo com 3 meses de idade.
I'm speechless...
Não pretendo de maneira nenhuma diminuir a importância ou tentar arranjar "culpados", mas será que alguém pode elucidar se p.ex. o uso de um shampoo de lavagem pode provocar o que se vê no vídeo?? Pode conter químicos que ataquem daquela forma as suas partes metálicas?
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Não sei se percebi...
A Triumph tem fábricas em Inglaterra, na Tailândia e no Brasil....mas conta igualmente com algum processo de fabrico estabelecido em Taiwan??
O ciclo de vida é mais ou menos isto:
A fábrica original de Hickley foi convertida num museu que funciona como sede e alberga as adminstrações e toda a parte burocrática.
Uma segunda fábrica produz determinados componentes que são expedidos para Taiwan.
Ou seja, no UK actualmente funciona toda a parte de gestão, R&D, marketing, pos-venda, etc.
Tal como mantém uma linha de produção e o fabrico de alguns componentes.
Por entre as 3 fábricas da Tailândia é exectuado todo o processo industriak de fabrico dos mais diversos componentes.
Existem linhas de produção onde é efectuada a "assemblagem" das completas motos recorrendo aos componentes fabricados localmente e os provenientes do UK.
Paralelamente às motos completas, são fabricados "kits" (estilo os móveis do IKEA) que são expedidos para o UK e Brasil.
Novamente no UK, alguns modelos específicos e segundo critérios que desconheço são "assemblados" a partir destes "kits" produzidos na Tailandia.
No Brasil, toda a produção é baseada nestes "kits" produzidos na Tailandia.
No entanto, para que seja considerado produção nacional e não uma importação (que implicaria uma pesada taxação fiscal) são utilizados alguns componentes fabricados localmente. (habitualmente o kit de transmissão)
A oxidação não é problema de fabrico, é qualidade dos materiais.
Vais levar nas orelhas do areias...
É que um material pode ser excelente nas suas características de rigidez ou mesmo flexibilidade... e ter tendência para oxidar.
Logo, o problema poderá não estar na qualidade do material mas sim na qualidade do seu revestimento.
Os Japoneses como quaisquer outros estão no mercado para ganhar dinheiro.
O conceito da Qualidade também é subjectivo.
Não sei se será assim tão subjectivo...
A industria de motociclos japonesa ergueu-se produzindo o mesmo que europeus fabricavam... mas em bom!
Nesse periodo jurássico poderíamos apontar o dedo aos japoneses pela sua falta de criatividade. Mas o facto é que introduziram um nível de fiabilidade que condenou e levou ao declínio a industria europeia, mantendo-se moribunda durante algumas décadas.
(De certa forma a antítese do que provou ser a industria de motociclos chinesa)
Temos como excelente exemplo o percurso a tua amada Honda:
No presente até podemos colocar em causa a qualidade de alguns dos seus produtos.
No entanto, perdura uma aura de fiabilidade que ainda hoje tem peso de decisão para muitos compradores.
Essa imagem existe... porque efectivamente a Honda foi no passado extremamente rigorosa no desenvolvimento dos seus produtos.
Este vídeo da RC30 assemelha-se à arte de podar um bonsai.
Hoje os recalls fazem parte do quotidiano.
Não me admiro que há 30 anos atrás problemas desse nível só tivesse perdão quando o engenheiro responsável ao bom estilo samurai espetasse uma katana nas suas próprias vísceras para manter a sua honra!
:D
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Boas dFelix
A qualidade sempre foi e continuará a ser subjectiva.
Quantas vezes não dizemos que neste preços isto nao deveria acontecer...
Ou que temos o que pagamos... isto quando vem dos próprios vendedores então dá umas vontades....
Sobre o exemplo da Honda que dizes que poderia ser qualquer outra marca.
Continua a existir.
RC231V
(http://uploads.tapatalk-cdn.com/20150612/e0579b90b64620eba5d2f0251a5df6b7.jpg)
Não a podemos pagar.
O ponto que queria passar é que a Qualidade é imposta ou definida pelo mercado e o mercado os consumidores também a grande cota parte de reaponsabilidade.
A qualidade hoje é a necessária e suficientes para que se cumpra a garantia do produto na sua utilização normal sem comprometer os niveis de segurança.
Além disso fazem se enorme reservas financeiras para cubrir esse risco porque basta um erro e compromete tudo.
O consumidor cada vez mais tem mais informações para decidir em consciência. O produto é cada vez mais visto como estritamente de consumo
Tipo por gasolina e a mota deve avisar quando necesaita de manutenção. O resto é dado como garantido. Nem todos os produtos estão ao mesmo nível. Motos e carros por exemplo.
Como dizes não existe mercado as marcas vão há falência.
Agora como é moda o controlo pelo lado da legislação para defender o consumidor pode ser que venha escrito em algum lugar que a ferrugem aos tantos meses ou anos etc... é ilegal alem de estar coberta na garantia.
Como também um warnings como è boa pratica Americana que tudo tem risco ou liability por isso como nos copos de cafés "extremamente quente", virá no deposito em letra grandes que poderá criar ferrugem!
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Cross: aí é que está, um carro é comprar, por gasolina ou gasóleo e andar durante 7 ou 8 anos.
Há motos que é comprar, raspar a ferrugem e a tinta descascada à saída do Stand, barrar a moto com ACF50 e Mothers Back-to-Black, colar os plásticos partidos de fábrica com Araldite e ir dar uma volta rápida ao Cabo Espichel antes de voltar à garagem para verificar se está tudo OK.
Agora por causa das fotos chocantes das CB1100 com corrosão galopante, o utilizador tem de barrar também Mothers All Chrome nos cromados.
O consumidor cada vez mais tem mais informações para decidir em consciência. O produto é cada vez mais visto como estritamente de consumo
Tipo por gasolina e a mota deve avisar quando necesaita de manutenção. O resto é dado como garantido. Nem todos os produtos estão ao mesmo nível. Motos e carros por exemplo.
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Sobre o exemplo da Honda que dizes que poderia ser qualquer outra marca.
Continua a existir.
RC231V
(...)
Não a podemos pagar.
Que argumentos sustentam a ideia que a a RC231V-S é um produto de "qualidade"?
Ter um preço inacessível?
Sério?
:pensador:
A edição limitada de um protótipo de MotoGP homologado para circular na via pública não será já por si argumento para um preço de um produto destinado a um nicho de coleccionadores e entusiastas?
A última vez que a Honda tinha produzido algo desse género foi a NR750:
(http://www.motorcyclespecs.co.za/Gallery/Honda%20NR750%20%203.jpg)
Tinha qualidade?
Uma montra de tecnologia falhada transformada num produto caro e exclusivo.
Construir com mais qualidade pode tornar um produto mais caro.
Mas um produto só por ser caro não significa que terá mais qualidade.
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Para quem sabe o mínimo de história automóvel ou já ouviu falar da Cagiva, ouçam o que o Nicola Materazzi tem a dizer sobre o status-quo da Ferrari.
(Nicola fez parte da equipa do Testarossa dos anos 80, foi o chefe da equipa do brutal Ferrari 288 GTO Evoluzione e foi o criador e na realidade pai do F40 antes de ser despedido por ser bom demais):
[/youtube]
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Isto não deixa de ser estranho ainda assim (estou a falar de motos, não da Ferrari) :nice:...quando existem unidades a apresentar sintomas, ao passo que noutras os proprietários dizem que as deles não têm (ou simplesmente nao se dão conta de nada nas suas).
Podia estar aqui a colocar uns vídeos a sustentar o que digo, mas seria estar à procura de casos dispersos daquilo que ainda não consegui encontrar explicação... E pior de tudo, generalizando-o.
Ou seja, se existem unidades que nada têm...porque razão outras do mesmo ano têm?
Sejam elas quase novas (meses) ou tendo já uns quantos anos, como se explica que em unidades saídas de uma mesma fábrica, haja umas que apresentam sinais de corrosão disseminados por vários pontos...e outros não?
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dfelix: a NR750 é uma daquelas motos que TODOS gostariam de ter, mesmo com todos os defeitos que tivesse
Na altura tinha um preço absurdo de 10.000cts ou seria 20.000cts... acho que era por aí… não?
uma 600 desportiva talvez fosse ali a rondar os quase 3.000cts
um dt a rondar os 600/800cts
ou estou totalmente enganado?
e o mito de ser a primeira a dar e ultrapassar os estonteantes 250kmh?
https://www.motorcyclenews.com/news/2015/october/landmark-launch-rc40-nr750/ (https://www.motorcyclenews.com/news/2015/october/landmark-launch-rc40-nr750/)
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É engracado o significado que cada um da a palavra "qualidade" :D
Pelos vistos, este factor tem significados muito distintos...
Para uns qualidade, é a fiabilidade de um produto...
Para outros, é a longevidade...
E por aí fora!
Outros queixam-se da falta de qualidade de um produto, porque os tubos do catalizador ganharam ferrugem... obviamente, temos aqui alguem com expectativas completamente disproporcionadas à realidade pois onde o Homem vive no inverno poe todo o tipo de porcaria altamente corrosiva na estrada para ele poder continuar a conduzir e andando o catalizador quase sempre ao rubro... Atendendo que ha 25 ou 30 anos atras ele teria era ferrugem nos paineis do carro, e que ha 20 anos tive um Toyota Corolla (esse campeao da fiabilidade) que levou 2 panelas de escape em 5 anos devido a corrosao... parece-me que ja estamos no bom caminho :D :D
o F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro... mas para quem pode ter o prazer de lhe dar uso, estar preocupado com o dinheiro é praticamente o mesmo de ter a oportunidade de passar uma noite com a Sara Sampaio e estar preocupado porque ela nao cozinha bem :D :D :D :D
-
TMaxer:
Desta vez foi, na minha opinião, ao lado. Os comentários não têm nada a ver com os factos em si, mas sim com algum retrocesso:
1) No vídeo sobre corrosão nos CIVIC há uma comparação entre 2 gerações do CIVIC e a nova geração degrada-se a um ritmo muito superior à anterior.
2) Não me parece que tenhas visto e ouvido o vídeo do Nicola Materazzi. O que ele diz é precisamente o contrário do que afirmas. Foi ele que criou o F40. Ele afirma que agora só pensam em dinheiro e no tempo dele havia engenharia a sério. Rally grupo B, etc....
3) Dizes que o "F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro." Ninguém falou ou escreveu sobre isso nem os vídeos abordam esse tema.
Seria um bocado caricato, já que o F40 tem mais de 30 anos.
Portanto, assumiste que o tema era esse e aqui vai disto.
É engracado o significado que cada um da a palavra "qualidade" :D
Pelos vistos, este factor tem significados muito distintos...
Para uns qualidade, é a fiabilidade de um produto...
Para outros, é a longevidade...
E por aí fora!
Outros queixam-se da falta de qualidade de um produto, porque os tubos do catalizador ganharam ferrugem... obviamente, temos aqui alguem com expectativas completamente disproporcionadas à realidade pois onde o Homem vive no inverno poe todo o tipo de porcaria altamente corrosiva na estrada para ele poder continuar a conduzir e andando o catalizador quase sempre ao rubro... Atendendo que ha 25 ou 30 anos atras ele teria era ferrugem nos paineis do carro, e que ha 20 anos tive um Toyota Corolla (esse campeao da fiabilidade) que levou 2 panelas de escape em 5 anos devido a corrosao... parece-me que ja estamos no bom caminho :D :D
o F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro... mas para quem pode ter o prazer de lhe dar uso, estar preocupado com o dinheiro é praticamente o mesmo de ter a oportunidade de passar uma noite com a Sara Sampaio e estar preocupado porque ela nao cozinha bem :D :D :D :D
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Falo por mim... Tentarei não desviar-me do tema e manterei a conversa nas motos. :nice:
E o Pedro vai-me desculpar (irá fazê-lo certamente) mas existe uma questão levantada pelo TMaxer que tem, na minha opinião, relevância.
(....)expectativas completamente disproporcionadas à realidade pois onde o Homem vive no inverno poe todo o tipo de porcaria altamente corrosiva na estrada para ele poder continuar a conduzir(....)
E destaco isto adiantando até que nem é preciso viver num país onde o Inverno é muito mais rigoroso que o nosso.
Basta o dono de uma moto fazer umas viagens (até mesmo à Serra da Estrela na época em que espalham sal misturado com alguma quantidade de cloreto de cálcio) e depois não retirar nada daquilo que fica agarrado.
São vários os componentes capazes de "sofrer" desde logo os efeitos visuais (manchas) e que podem ser bastante notórios passado algum tempo após circulação em estradas onde foi espalhada esta "solução" para criar condições à circulação, tais como:
Todo o sistema de exaustão
Silenciadores
Molas helicoidais
Quadro da moto
Sistema de travagem
Jantes
Parafusos
Por acaso falei disto mesmo num tópico que por cá se encontra. Alguns se recordarão. :)
Já quanto a duas motos apresentarem sintomas visuais diferentes (uma com sinais de corrosão e outra não) sem nunca terem circulado nessas condições que descrevi...aí num caso desses torna-se estranho e difere totalmente da explicação anterior.
Mas tudo tem explicação, ainda assim. ;)
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Sapiens21:
Viste o vídeo e percebes o que o homem diz?
Ele tem dois Civic: um da nova geração e outro da anterior geração.
O da nova geração está a degradar-se muito mais rapidamente do que o antigo.
Não é o facto em si, mas o retrocesso que está em questão.
Podemos sempre dizer que é normal e culpa dos clientes, falta ACF50, WD40, Scottoiler, Mothers back to black, etc....
A realidade fala por si.
Galo por mim... Tentarei não desvuiaar-me do tema e manterei a conversa nas motos. :nice:
E o Pedro vai-me desculpar (irá fazê-lo certamente) mas existe uma questão levantada pelo TMaxer que tem, na minha opinião, relevância.
(....)expectativas completamente disproporcionadas à realidade pois onde o Homem vive no inverno poe todo o tipo de porcaria altamente corrosiva na estrada para ele poder continuar a conduzir(....)
E destaco isto adiantando até que nem é preciso viver num país onde o Inverno é muito mais rigoroso que o nosso.
Basta o dono de uma moto fazer umas viagens (até mesmo à Serra da Estrela na época em que espalham sal misturado com alguma quantidade de cloreto de cálcio) e depois não retirar nada daquilo que fica agarrado.
São vários os componentes capazes de "sofrer" desde logo os efeitos visuais (manchas) e que podem ser bastante notórios passado algum tempo após circulação em estradas onde foi espalhada está "solução" para criar condições à circulação, tais como:
Todo o sistema de exaustão
Silenciadores
Molas helicoidais
Quadro da moto
Sistema de travagem
Jantes
Parafusos
Por acaso falei disto mesmo num tópico que por cá se encontra. Alguns se recordarão. :)
Já quanto a duas motos apresentarem sintomas visuais diferentes (uma com sinais de corrosão e outra não) sem nunca terem circulado nessas condições que descrevi...aí num caso desses torna-se estranho e difere totalmente da explicação anterior.
Mas tudo tem explicação, ainda assim. ;)
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TMaxer:
Desta vez foi, na minha opinião, ao lado. Os comentários não têm nada a ver com os factos em si, mas sim com algum retrocesso:
1) No vídeo sobre corrosão nos CIVIC há uma comparação entre 2 gerações do CIVIC e a nova geração degrada-se a um ritmo muito superior à anterior.
2) Não me parece que tenhas visto e ouvido o vídeo do Nicola Materazzi. O que ele diz é precisamente o contrário do que afirmas. Foi ele que criou o F40. Ele afirma que agora só pensam em dinheiro e no tempo dele havia engenharia a sério. Rally grupo B, etc....
3) Dizes que o "F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro." Ninguém falou ou escreveu sobre isso nem os vídeos abordam esse tema.
Seria um bocado caricato, já que o F40 tem mais de 30 anos.
Portanto, assumiste que o tema era esse e aqui vai disto.
É engracado o significado que cada um da a palavra "qualidade" :D
Pelos vistos, este factor tem significados muito distintos...
Para uns qualidade, é a fiabilidade de um produto...
Para outros, é a longevidade...
E por aí fora!
Outros queixam-se da falta de qualidade de um produto, porque os tubos do catalizador ganharam ferrugem... obviamente, temos aqui alguem com expectativas completamente disproporcionadas à realidade pois onde o Homem vive no inverno poe todo o tipo de porcaria altamente corrosiva na estrada para ele poder continuar a conduzir e andando o catalizador quase sempre ao rubro... Atendendo que ha 25 ou 30 anos atras ele teria era ferrugem nos paineis do carro, e que ha 20 anos tive um Toyota Corolla (esse campeao da fiabilidade) que levou 2 panelas de escape em 5 anos devido a corrosao... parece-me que ja estamos no bom caminho :D :D
o F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro... mas para quem pode ter o prazer de lhe dar uso, estar preocupado com o dinheiro é praticamente o mesmo de ter a oportunidade de passar uma noite com a Sara Sampaio e estar preocupado porque ela nao cozinha bem :D :D :D :D
Pedro, Eu entendi o teus posts... mas o meu post nem estava a rebater a tua argumentacao, reflectiu foi o meu ponto de vista sobre os assuntos que vejo frequentemente ser diverso dos expressos pelos membros ca da casa.... nao que nao concorde com muitos, mas porque a minha zona "de sensibilidade" esta noutras areas.
No Civic: mas na minha opiniao essa degradacao mais acelerada nao me escandaliza nada nesta gama. É algo que neste momento é transversal ao mercado.
Mas o carro nem esta assim tao mau: ganhou ferrugem numa parte do escape... tudo bem, consigo viver com isso ;)
Se provavelmente mudassemos de carro, provavelmente teriam sido os estofos do condutor que se tinham rasgado, o verniz da pintura que ja tinha saltado, ou outra coisa do genero ;)
O meu 320D tambem tem os cubos das rodas todos ferrugentos e 2 barras dentro do capo tem ferrugem, para nao falar que alguns parafusos tem aquela oxidacao propria do sal.
O carro andou 3 invernos no norte da Europa, vou-me queixar do que??? que o material ferroso oxida?? :D :D
Pelo dinheiro que custo e que custa me manutencao e pelo uso que dou, nao tenho mesmo de que me queixar :D E entao pelo gozo que da de conduzir, que na minha opiniao (altamente subjectiva) e por este diferencial face à concorrencia... prefiro mesmo o meu com a tal "ferrugem" do que outros.
O caso do F40, tambem nao estou totalmente de acordo... sim, o F40 é uma perola (uma montra) tecnologica dos anos 80. Provavelmente o melhor e "maior" carro analogico da sua era.
Hoje, no mesmo segmento (estamos a falar de supercarros) a engenharia é muito mais elaborada... mas mesmo muito complexa com a inclusao de aerodinamica activa, sistemas KERS, etc etc...
Dizer que a "engenharia" de ha 30 anos é que era a serio, para mim é o mesmo que dizer que a viagem do Vasco da Gama é que foi a serio e que uma viagem tripulada a Marte ou à Lua é coisa facil :D ou que os golos do Pelé sao melhores do que os do Ronaldo... Nao concordo, embora perceba que para o Materazzi olhando para tras, que tenha um orgulho e uma visao romantica daquilo que fez :nice:
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TMaxer:
Desta vez foi, na minha opinião, ao lado. Os comentários não têm nada a ver com os factos em si, mas sim com algum retrocesso:
1) No vídeo sobre corrosão nos CIVIC há uma comparação entre 2 gerações do CIVIC e a nova geração degrada-se a um ritmo muito superior à anterior.
2) Não me parece que tenhas visto e ouvido o vídeo do Nicola Materazzi. O que ele diz é precisamente o contrário do que afirmas. Foi ele que criou o F40. Ele afirma que agora só pensam em dinheiro e no tempo dele havia engenharia a sério. Rally grupo B, etc....
3) Dizes que o "F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro." Ninguém falou ou escreveu sobre isso nem os vídeos abordam esse tema.
Seria um bocado caricato, já que o F40 tem mais de 30 anos.
Portanto, assumiste que o tema era esse e aqui vai disto.
É engracado o significado que cada um da a palavra "qualidade" :D
Pelos vistos, este factor tem significados muito distintos...
Para uns qualidade, é a fiabilidade de um produto...
Para outros, é a longevidade...
E por aí fora!
Outros queixam-se da falta de qualidade de um produto, porque os tubos do catalizador ganharam ferrugem... obviamente, temos aqui alguem com expectativas completamente disproporcionadas à realidade pois onde o Homem vive no inverno poe todo o tipo de porcaria altamente corrosiva na estrada para ele poder continuar a conduzir e andando o catalizador quase sempre ao rubro... Atendendo que ha 25 ou 30 anos atras ele teria era ferrugem nos paineis do carro, e que ha 20 anos tive um Toyota Corolla (esse campeao da fiabilidade) que levou 2 panelas de escape em 5 anos devido a corrosao... parece-me que ja estamos no bom caminho :D :D
o F40 um money pit??? mas é claro que sim!!! e o McLaren F1 é outro... mas para quem pode ter o prazer de lhe dar uso, estar preocupado com o dinheiro é praticamente o mesmo de ter a oportunidade de passar uma noite com a Sara Sampaio e estar preocupado porque ela nao cozinha bem :D :D :D :D
Pedro, Eu entendi o teus posts... mas o meu post nem estava a rebater a tua argumentacao, reflectiu foi o meu ponto de vista sobre os assuntos que vejo frequentemente ser diverso dos expressos pelos membros ca da casa.... nao que nao concorde com muitos, mas porque a minha zona "de sensibilidade" esta noutras areas.
No Civic: mas na minha opiniao essa degradacao mais acelerada nao me escandaliza nada nesta gama. É algo que neste momento é transversal ao mercado.
Mas o carro nem esta assim tao mau: ganhou ferrugem numa parte do escape... tudo bem, consigo viver com isso ;)
Se provavelmente mudassemos de carro, provavelmente teriam sido os estofos do condutor que se tinham rasgado, o verniz da pintura que ja tinha saltado, ou outra coisa do genero ;)
O meu 320D tambem tem os cubos das rodas todos ferrugentos e 2 barras dentro do capo tem ferrugem, para nao falar que alguns parafusos tem aquela oxidacao propria do sal.
O carro andou 3 invernos no norte da Europa, vou-me queixar do que??? que o material ferroso oxida?? :D :D
Pelo dinheiro que custo e que custa me manutencao e pelo uso que dou, nao tenho mesmo de que me queixar :D E entao pelo gozo que da de conduzir, que na minha opiniao (altamente subjectiva) e por este diferencial face à concorrencia... prefiro mesmo o meu com a tal "ferrugem" do que outros.
O caso do F40, tambem nao estou totalmente de acordo... sim, o F40 é uma perola (uma montra) tecnologica dos anos 80. Provavelmente o melhor e "maior" carro analogico da sua era.
Hoje, no mesmo segmento (estamos a falar de supercarros) a engenharia é muito mais elaborada... mas mesmo muito complexa com a inclusao de aerodinamica activa, sistemas KERS, etc etc...
Dizer que a "engenharia" de ha 30 anos é que era a serio, para mim é o mesmo que dizer que a viagem do Vasco da Gama é que foi a serio e que uma viagem tripulada a Marte ou à Lua é coisa facil :D ou que os golos do Pelé sao melhores do que os do Ronaldo... Nao concordo, embora perceba que para o Materazzi olhando para tras, que tenha um orgulho e uma visao romantica daquilo que fez :nice:
Tmaxer, tens noção de quanto gastas em média com manutenção do 320d? (revisões, peças desgaste, pneus e pequenas avarias tipo vidros electricos, bateria nova, alternador "novo", etc... ? será muito diferente de uma 520d ?
na velhinha Passat 1.9tdi 130 o normal é um custo anual a rondar os 800€, mas há anos a rondar os 500€ e outros um pouco mais acima tipo 1500€ (alternador + sensor oleo + bomba travão no ano 2017....)
-
Isaac,
No meu caso, os pontos sao estes:
(https://s22.postimg.cc/da3lj4zq9/IMG_5346.jpg)
Emblema traseiro perdeu a capa de cromado em algumas zonas e esta com pequenas bolhas
(https://s22.postimg.cc/h6gxf505d/IMG_5348.jpg)
(https://s22.postimg.cc/s624qqya9/IMG_5349.jpg)
A tal barra que esta a ganhar ferrugem... os parafusos nao estao sujos, é mesmo oxidacao devido ao sal.
É como te digo... nao me escandaliza nem acho que seja falta de qualidade.
-
Boas 2low:
Nao faco ideia dos custos... apenas tenho feito revisoes com a manutencao normal, e nunca precisou de levar alternador ou bateria.
No caso da bateria quando precisar vai ser caro pois tem o sistema start/stop :zangadoregras:
Tambem ja tive uma A4 com o motor de 130 e a manutencao na BMW tem sido um pouco mais barata. Esse motor despachava-me sensores de massa de ar que custavam cerca de 300€
A par com o 320 tambem tenho um A4 2.0 Tdi... esse tem-me custado bastante dinheiro em manutencao e tem tido algumas avarias: oleo no radiador, injectores, filtro de particulas :pcbloqueado:
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Boas 2low:
Nao faco ideia dos custos... apenas tenho feito revisoes com a manutencao normal, e nunca precisou de levar alternador ou bateria.
No caso da bateria quando precisar vai ser caro pois tem o sistema start/stop :zangadoregras:
Tambem ja tive uma A4 com o motor de 130 e a manutencao na BMW tem sido um pouco mais barata. Esse motor despachava-me sensores de massa de ar que custavam cerca de 300€
A par com o 320 tambem tenho um A4 2.0 Tdi... esse tem-me custado bastante dinheiro em manutencao e tem tido algumas avarias: oleo no radiador, injectores, filtro de particulas :pcbloqueado:
Acima de tudo acho que tiveste azar com o teu A4 130...
A minha felizmente não da essas chatices. Mas não deve ser o medidor de massa de ar pois para a passat ronda os 30/50€...
Já a válvula EGR ou la como se chama sim… tem tendência para andar sempre babada mas na pratica não esta la a fazer nada… naquele motor… é mais uma para juntar ao esquema do diesel gate… ou pelo menos o que faz, na teroria seria uma coisa mas na pratica não faz quase nada… o mecânico já disse: "nuno, não gastes dinheiro nisso, eu soldo aqui… e não tens de gastar mais 150/180€ e não tens problemas nas inspecçoes"
Seria a válvula EGR que na Audi custaria 300€ ?!
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Boas 2low:
Nao faco ideia dos custos... apenas tenho feito revisoes com a manutencao normal, e nunca precisou de levar alternador ou bateria.
No caso da bateria quando precisar vai ser caro pois tem o sistema start/stop :zangadoregras:
Tambem ja tive uma A4 com o motor de 130 e a manutencao na BMW tem sido um pouco mais barata. Esse motor despachava-me sensores de massa de ar que custavam cerca de 300€
A par com o 320 tambem tenho um A4 2.0 Tdi... esse tem-me custado bastante dinheiro em manutencao e tem tido algumas avarias: oleo no radiador, injectores, filtro de particulas :pcbloqueado:
Mas não deve ser o medidor de massa de ar pois para a passat ronda os 30/50€...
Custa agora... ha uns anos era bem mais caro :D
E a 2.0 tambem ja levou uma EGR :D
-
(....)
Viste o vídeo e percebes o que o homem diz?
Ele tem dois Civic: um da nova geração e outro da anterior geração.
(....)
Sim Pedro. :nice:
Mas mais para atrás neste tópico descrevi a estranheza e que é amplamente diferente da argumentação com o indicado no vídeo.
Ao passo que nesse são indicados dois automóveis fabricados em períodos de tempo distintos (recordo que são gerações diferentes do modelo), no caso que eu indicava mais para trás expressamente me debruçava sobre uma comparação de modelos iguais, da mesma geração e da mesma fábrica, conduzidos supostamente da mesma forma e com os mesmos "cuidados". :)
Posteriormente mencionei (e mantenho na concordância com aquele parágrafo do TMaxer) que existem casos de aparecimento de corrosão relacionados com o espalhar de sal misturado com alguma quantidade de cloreto de cálcio.
Se numa das unidades que eventualmente se comparar depois não for retirado nada daquilo que fica agarrado...as diferenças podem notar-se.
Voltando atrás e concluindo...
No caso dos Civic, pressupondo uma comparação como a indicada em que temos 2 veículos produzidos num diferente espaço temporal e expostos aos mesmos elementos e com o mesmo tipo de tratamento, então posso concluir que existe essa forte possibilidade se decréscimo na qualidade!!
No caso que relatava uns quantos posts atrás e em que escrevi isto:
"Já quanto a duas motos apresentarem sintomas visuais diferentes (uma com sinais de corrosão e outra não) sem nunca terem circulado nessas condições que descrevi...aí num caso desses torna-se estranho e difere totalmente da explicação anterior."
....a situação pode ser de carácter completamente diferente. :nice:
-
Para quem sabe o mínimo de história automóvel ou já ouviu falar da Cagiva, ouçam o que o Nicola Materazzi tem a dizer sobre o status-quo da Ferrari.
Estive a ver o vídeo. Sendo em italiano poderá me ter escapado alguma coisa...
Onde se encaixa a Cagiva no tema?
dfelix: a NR750 é uma daquelas motos que TODOS gostariam de ter, mesmo com todos os defeitos que tivesse
Verdade.
-
Para quem sabe o mínimo de história automóvel ou já ouviu falar da Cagiva, ouçam o que o Nicola Materazzi tem a dizer sobre o status-quo da Ferrari.
Estive a ver o vídeo. Sendo em italiano poderá me ter escapado alguma coisa...
Onde se encaixa a Cagiva no tema?
dfelix: a NR750 é uma daquelas motos que TODOS gostariam de ter, mesmo com todos os defeitos que tivesse
Verdade.
Será isto?
https://it.wikipedia.org/wiki/Cagiva_F4 (https://it.wikipedia.org/wiki/Cagiva_F4)
-
Mais um comentário da minha parte que "não tem nada a ver com o assunto", a não ser que tenham visto o vídeo. O Nicola Materazzi fala nos tempos que passou na Cagiva como Engenheiro.
Mesmo sem paciência para os vídeos e entrevistas do Materazzi, há sempre a Wikipedia em Inglês ou Italiano.
Para quem sabe o mínimo de história automóvel ou já ouviu falar da Cagiva, ouçam o que o Nicola Materazzi tem a dizer sobre o status-quo da Ferrari.
Estive a ver o vídeo. Sendo em italiano poderá me ter escapado alguma coisa...
Onde se encaixa a Cagiva no tema?
dfelix: a NR750 é uma daquelas motos que TODOS gostariam de ter, mesmo com todos os defeitos que tivesse
Verdade.
Será isto?
https://it.wikipedia.org/wiki/Cagiva_F4 (https://it.wikipedia.org/wiki/Cagiva_F4)
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Mais um comentário da minha parte que "não tem nada a ver com o assunto", a não ser que tenham visto o vídeo. O Nicola Materazzi fala nos tempos que passou na Cagiva como Engenheiro.
Não sou propriamente fluente em italiano, por isso coloquei a questão.
Mesmo sem paciência para os vídeos e entrevistas do Materazzi, há sempre a Wikipedia em Inglês ou Italiano.
A wikipedia indica uma breve passagem pela reparto corse entre 1990 e 1991. Num cargo administrativo.
Não percebo exactamente o que se pretende provar.
Apesar de que estes até foram anos de crescimento (após um período difícil) a imagem de "qualidade" que existia sobre os produtos não era propriamente positiva.
-
Retomando o tema...que se desenvolveu de forma muito...muito interessante. :nice:
Imaginemos esta frase e que me parece suficientemente "encaixada" por aqui:
You get what you pay for!!
Porque razão tem esta frase relevância para discussão no que toca à qualidade dos materiais aplicados?
Se entendermos (como ponto assente) que as marcas estão a lidar com prazos cada vez mais apertados no lançamento de novos modelos e que gastam cada vez mais em desenvolvimentos em diversas frentes...será que a qualidade de muitos materiais (no tal momento de escolha) tem sido demasiado "diluída" nessa vontade em manter os custos baixos?
Num modelo que se apresenta numa nova geração... serão alguns materiais a ficar um pouco para trás, ao passo que se elevam outras questões no desenvolvimento de um modelo?
Ou seja...a frase colocada acima tem cada vez menor sentido (globalmente falando)?? :)
-
Se entendermos (como ponto assente) que as marcas estão a lidar com prazos cada vez mais apertados no lançamento de novos modelos e que gastam cada vez mais em desenvolvimentos em diversas frentes...será que a qualidade de muitos materiais (no tal momento de escolha) tem sido demasiado "diluída" nessa vontade em manter os custos baixos?
Não sei até que ponto esses "prazos" são assim tão apertados.
Houve tempos em que o ciclo de vida dos produtos era bem mais curto do que a maioria do que nos é oferecido agora.
Também não sei até que ponto "gastam cada vez mais em desenvolvimentos" em diversas frentes, já que muitos dos construtores cada vez mais recorrem a fornecedores externos e partilham componentes e até mesmo a principal base da mesma familia de produtos.
Quanto á qualidade...
Nunca percebi ao certo a ideia que vulgarmente se passa de que os produtos têm perdido qualidade com o objectivo de manter custos.
Pois qualquer uma das motos que comprei produzidas nesta última década apresenta maior fiabilidade e durabilidade que a generalidade das motos velhas que tive no passado.
Concordo que a redução de custos pode levar a que determinados componentes não esteja à altura do conjunto.
Mas ainda assim, no seu geral representam em todos os aspectos uma evolução.
-
Não sei até que ponto esses "prazos" são assim tão apertados.
Houve tempos em que o ciclo de vida dos produtos era bem mais curto do que a maioria do que nos é oferecido agora.
(....)
Dfelix,
Pretender esquecer o número de modelos de uma marca há p.ex. 2 décadas atrás...por comparação ao que existe hoje, levando a que se gastem somas avultadíssimas para as renovar em ciclos que - dependendo da marca - podem ser de apenas 2,5-3 anos, é um exercício demasiado fácil de fazer para que possa ser colocado em causa.
Claro que se podem sempre arranjar uns "exemplos do passado" com tempo de vida mais curto, mas se os confrontamos com o presente (e com a tal quantidade de modelos com que uma marca tem de lidar no seu "catálogo" e renovar em ciclos curtos q.b. para manter o cliente interessado), o assunto torna-se...com todo o respeito que a tua opinião sempre me mereceu, um não-assunto.
(....)
Também não sei até que ponto "gastam cada vez mais em desenvolvimentos" em diversas frentes, já que muitos dos construtores cada vez mais recorrem a fornecedores externos e partilham componentes e até mesmo a principal base da mesma familia de produtos.
(....)
Se não sabes "até que ponto", eu mostro-te um exemplo. :)
Expenses of Kawasaki for research and development from FY 2004 to FY 2015
(in billion Japanese yen)
2004 14.74 Billion Yen
2005 13.18 Billion Yen
2006 27.04 Billion Yen
2007 33.82 Billion Yen
2008 36.23 Billion Yen
2009 38.26 Billion Yen
2010 38.06 Billion Yen
2011 37.09 Billion Yen
2012 41.7 Billion Yen
2013 40.3 Billion Yen
2014 41.6 Billion Yen
2015 43.6 Billion Yen
Para se perceber...os gastos em pesquisa e desenvolvimento triplicaram em 11 anos e raro foi o ano que não aumentam face ao precedente!!!
https://www.statista.com/statistics/267324/expenses-of-kawasaki-for-research-and-development-since-2004/#0
A força produtiva é outra, o número de modelos também (como referi no início) e sei que a área de negócios da Kawasaki tem mais do que motociclos, mas se olharmos para o exemplo desta marca somente nestes anos mais recentes, é o bastante para se perceber que não tem nada a ver.
Mas a coisa não fica por aqui...
É que a lógica do que escreveste atrás continua a fazer-me confusão se me lembrar que num tópico particularmente concorrido com inputs vários, disseste que o mercado de certa forma parou em final dos anos 90' e, adicionalmente, que cada vez existiam (e vias...) menos jovens a andar de moto, o que se pode concluir sem esforço algum como menos gente e menos motos novas a sair dos concessionários.
Ora se por essa lógica (que naturalmente não concordo), existem consequentemente cada vez menos motos a ser vendidas....como é que aquela malta que se esforça ao máximo para conter os custos, gasta cada vez mais, ano após ano, em pesquisa e desenvolvimento dos seus produtos??
(....)
Concordo que a redução de custos pode levar a que determinados componentes não esteja à altura do conjunto.
Mas ainda assim, no seu geral representam em todos os aspectos uma evolução.
É bem possível...
Se falarmos no seu geral...sim. É essa também a opinião que tenho.
Mas não excluo a hipótese de o Pedroareias depois nos demonstrar por A + B que "não é bem assim".
Isto para dizer que estou receptivo e totalmente aberto ao tema da qualidade...e do "antes e depois". :)
-
dfelix só para acrescentar uma coisa... que pode não ser nada importante ou até pode ser pertinente...
antigamente tínhamos as motos 2t que sabemos qual a vida útil de um motor...
Será por isso que dizes que antigamente as motos não prestavam?
a moto em si era capaz de durar mais mas o motor....
-
(....)
Será por isso que dizes que antigamente as motos não prestavam?
a moto em si era capaz de durar mais mas o motor....
Que não pareça que estou a entrar em defesa do Dfelix... :) ...mas não foi bem isso que ele escreveu.
O "não prestavam" é algo muito forte se olharmos para esse passado (de há 20-25 anos?) sendo que muito dicilmente alguém o poderá dizer.
(A não ser como menção a casos isolados, claro).
-
Pretender esquecer o número de modelos de uma marca há p.ex. 2 décadas atrás...por comparação ao que existe hoje, levando a que se gastem somas avultadíssimas para as renovar em ciclos que - dependendo da marca - podem ser de apenas 2,5-3 anos, é um exercício demasiado fácil de fazer para que possa ser colocado em causa.
Pretender esquecer? Como assim?
Queres mesmo comparar o número de modelos de qualquer que seja o construtor japonês tinha há 2 décadas atrás face ao que tem hoje?
É que não há comparação possível.
No caso dos construtores europeus observou-se o inverso.
Mas pela razão óbvia de que o ressurgimento destas tem ocorrido precisamente ao longo destas 2 últimas décadas.
Claro que se podem sempre arranjar uns "exemplos do passado" com tempo de vida mais curto, ...
O único argumento que vejo para serem considerados "exemplos do passado" é o facto de no presente o mercado não tão competitivo como já foi.
... mas se os confrontamos com o presente (e com a tal quantidade de modelos com que uma marca tem de lidar no seu "catálogo" e renovar em ciclos curtos q.b. para manter o cliente interessado), o assunto torna-se...com todo o respeito que a tua opinião sempre me mereceu, um não-assunto.
No presente existem cada vez menos modelos "isolados".
O que se tornou cada vez mais habitual foi a criação de plataformas que servem como base a diferentes produtos orientados a segmentos distintos.
E isto trás precisamente vantagens na forma como agiliza todo o processo.
Pois uma simples evolução ao nível da plataforma reflectir-se-á nos modelos que derivam dela e partilham os seus componentes.
A única razão que vejo para isto ser um "não-assunto" é o facto de ser eu a dar esta opinião.
Expenses of Kawasaki for research and development from FY 2004 to FY 2015
(...)
Para se perceber...os gastos em pesquisa e desenvolvimento triplicaram em 11 anos e raro foi o ano que não aumentam face ao precedente!!!
Olhando para os números do crescente investimento e para o catálogo da Kawasaki... fico a pensar para onde tanto dinheiro foi.
Os únicos produtos lançados nos últimos anos que aparenta sugerir maiores custos ao nível de R&D é as H2.
A força produtiva é outra, o número de modelos também (como referi no início) e sei que a área de negócios da Kawasaki tem mais do que motociclos, mas se olharmos para o exemplo desta marca somente nestes anos mais recentes, é o bastante para se perceber que não tem nada a ver.
Ah... mas isto não é exclusivamente dos motociclos? :-\
É que a lógica do que escreveste atrás continua a fazer-me confusão se me lembrar que num tópico particularmente concorrido com inputs vários, disseste que o mercado de certa forma parou em final dos anos 90' e, adicionalmente, que cada vez existiam (e vias...) menos jovens a andar de moto, o que se pode concluir sem esforço algum como menos gente e menos motos novas a sair dos concessionários.
Sim, abrandou por essa altura e definhou meia dúzia de anos mais tarde.
Por essa razão a oferta de modelos reduziu e os ciclos de vida tornaram-se mais espaçados.
Os que foram sucedendo baseiam-se numa mesma plataforma partilhando assim grande parte dos seus componentes.
Não vejo onde possam estar a confusão.
Ora se por essa lógica (que naturalmente não concordo), existem consequentemente cada vez menos motos a ser vendidas....como é que aquela malta que se esforça ao máximo para conter os custos, gasta cada vez mais, ano após ano, em pesquisa e desenvolvimento dos seus produtos??
Eu também não, sobretudo quando a ideia generalizada é que houve contenção de custos.
Mas não excluo a hipótese de o Pedroareias depois nos demonstrar por A + B que "não é bem assim".
O areias é um gajo informado que trouxe para a discussão algumas informações importantes, nomeadamente as trafulhices de alguns fornecedores relativamente á qualidade de matérias primas.
No entanto, ao "qualidade" para ele define-se sobretudo pela capacidade que um produto tem em manter o seu bom aspecto ao longo dos anos.
E eu sou um dos "espertos" que vê isso apenas uma fatia do bolo.
antigamente tínhamos as motos 2t que sabemos qual a vida útil de um motor...
O declínio dos 2T ocorre sobretudo por sobretudo por razões ambientais.
Os consumos e a elevada manutenção naturalmente ajudaram à festa.
Mas lá porque a maioria dos construtores abandonou o seu desenvolvimento e produção, não significa que tenham morrido.
A KTM tem feito um trabalho interessante de forma a manter essa opção nas suas motos de offroad.
Será por isso que dizes que antigamente as motos não prestavam?
a moto em si era capaz de durar mais mas o motor....
Nunca disse que "não prestavam" e não estava a considerar exclusivamente as 2T.
O que referi foi que a generalidade dos produtos actuais oferece maior fiabilidade e durabilidade que antigamente.
Ao contrário do areias, nunca andei a raspar a ferrugem e tinta descascada à saída do stand.
E há anos que já não sei o que é ficar recorrentemente com o carburador desafinado, ter que acelerar para não ir abaixo nos semáforos, um dos cilindros a deixar de funcionar, olhar para o chão ver uma poça de gasolina, etc.
-
Custa-me um pouco que estejas a dizer uma coisa dessas quando o mercado oferece, a nível Mundial, mais modelos no presente, face ao que existia há apenas 2 décadas atrás...
Por isso mencionei obviamente os investimentos em R&D muito superiores.
Irei manter-me na Kawasaki e demonstrar-te que em 1998 havia um certo número de modelos em venda por parte da marca (se calhar até alguns que não estavam à venda em Portugal) e depois de seguida irei colocar os que estão em venda em 2018:
1998
– 1998 Kawasaki Balius-II
– 1998 Kawasaki EN500 Vulcan Classic
– 1998 Kawasaki ER-5
– 1998 Kawasaki GPZ500S
– 1998 Kawasaki GPX500R
– 1998 Kawasaki GPZ1100
– 1998 Kawasaki GTR1000
– 1998 Kawasaki KDX200
– 1998 Kawasaki KLE500
– 1998 Kawasaki KLR650
– 1998 Kawasaki KLX300
– 1998 Kawasaki KLX650R
– 1998 Kawasaki VN750 Vulcan
– 1998 Kawasaki VN800A Vulcan
– 1998 Kawasaki VN800 Vulcan Classic
– 1998 Kawasaki VN1500 Vulcan Classic
– 1998 Kawasaki VN1500 Vulcan Classic Tourer
– 1998 Kawasaki Zephyr 750
– 1998 Kawasaki Zephyr 750RS
– 1998 Kawasaki Zephyr 1100
– 1998 Kawasaki Zephyr 1100RS
– 1998 Kawasaki Zephyr X
– 1998 Kawasaki EL125 Eliminator
– 1998 Kawasaki EL250 Eliminator V
– 1998 Kawasaki ZL250 Eliminator
– 1998 Kawasaki ZRX1100
– 1998 Kawasaki ZRX400
– 1998 Kawasaki ZRX400 II
– 1998 Kawasaki ZX-6R Ninja
– 1998 Kawasaki ZX-9R Ninja
– 1998 Kawasaki ZX-7R
– 1998 Kawasaki ZX250R
– 1998 Kawasaki ZX400R
– 1998 Kawasaki ZZR250
– 1998 Kawasaki ZZR400
– 1998 Kawasaki ZZR600
– 1998 Kawasaki ZZR1100
E agora 2018...ou seja, num ano que ainda nem terminou em possíveis novos modelos
– 2018 Kawasaki Ninja H2R
– 2018 Kawasaki Ninja H2 SX /SX SE
– 2018 Kawasaki Ninja H2
– 2018 Kawasaki Ninja H2 Carbon
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-14R ABS / ABS SE
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-14R ABS LE
– 2018 Kawasaki Ninja 650 / Winter Edition
– 2018 Kawasaki Ninja 300 ABS / ABS KRT
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-10R
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-10RR
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-10R ABS KRT
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-6R ABS KRT
– 2018 Kawasaki Ninja ZX-6R
– 2018 Kawasaki Z1000R ABS
– 2018 Kawasaki Z900RS Cafe / Cafe SE
– 2018 Kawasaki Z900RS /RS SE
– 2018 Kawasaki Z900 ABS
– 2018 Kawasaki Z650 ABS
– 2018 Kawasaki Ninja 1000 ABS
– 2018 Kawasaki Ninja 650 ABS /ABS KRT
– 2018 Kawasaki Ninja 400ABS /ABS KRT
– 2018 Kawasaki Z125 Pro / Pro SE
– 2018 Kawasaki Z125 Pro / Pro KRT
– 2018 Kawasaki Vulcan 1700 Vaquero ABS
– 2018 Kawasaki Vulcan 1700 Voyager ABS
– 2018 Kawasaki Vulcan 900 Classic LT
– 2018 Kawasaki Vulcan 900 Classic
– 2018 Kawasaki Vulcan 900 Custom
– 2018 Kawasaki Vulcan S ABS / ABS SE
– 2018 Kawasaki Vulcan S ABS Cafe
– 2018 Kawasaki Concours 14 ABS
– 2018 Kawasaki Versys 1000 LT ABS
– 2018 Kawasaki Versys 650 LT ABS / LT ABS SE
– 2018 Kawasaki Versys-X 300 ABS
– 2018 Kawasaki KLR650
– 2018 Kawasaki KLR650 Camo
– 2018 Kawasaki KLX250S
– 2018 Kawasaki KLX250S Camo
– 2018 Kawasaki KX450F
– 2018 Kawasaki KX250F
– 2018 Kawasaki KX100
– 2018 Kawasaki KX85
– 2018 Kawasaki KX65
– 2018 Kawasaki KLX140G
– 2018 Kawasaki KLX140L
– 2018 Kawasaki KLX140
– 2018 Kawasaki KLX110L
– 2018 Kawasaki KLX110
Se fosse colocar as diferenças no número de modelos de marcas como a Honda ou Yamaha, a diferença seria ainda mais expressiva no mesmo espaço temporal em aqui em análise.
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Quanto aos investimentos em R&D, demonstrei mais atrás que são muitíssimo superiores e em apenas 11 anos...
E a mesma área de negócio que tinham nessa altura, é a mesma que têm agora... A marca investiu biliões em todas as suas área (que já tinha antes!)
Aquilo que escrevi em termos de investimentos por parte da marca nos motociclos, mesmo considerando parcerias, parece-me mais do que óbvio num acumulado de investimentos.
Mais ainda se nós recordarmos que em algumas gamas, para manter a atração do consumidor por um lado, e por outro lado para para concorrer com as propostas de outros fabricantes, os prazos tendem a ser mais curtos no lançamento de algo que possa ombrear ou mesmo tomar a dianteira.
(....)
A única razão que vejo para isto ser um "não-assunto" é o facto de ser eu a dar esta opinião.
(....)
Que não se tome a troca de opiniões como algo pessoal!
Quando concordo com algo...ou opto por nada escrever, ou opto por reforçar a ideia, ou opto por desenvolver o tema noutra frente, ou dou a minha opinião (mesmo que contrária) sobre o que se discute.
Se acaso alguém ficar aborrecido com o que escrevo, eu rapidamente deixo de formular a minha opinião em sentido contrário....e deixo mesmo de citar para daí continuar aquilo que penso, seja no mesmo sentido do que é escrito ou em sentido contrário.
Não ando por cá para aborrecer ninguém... :)
Muito menos alguém (como tu) que tenho em alta consideração e admiro bastante por aquilo que escreves e por não teres receio de dar a tua opinião.
Nem concebo nesta altura o fórum sem a tua presença!
Fico-me inteiramente por aqui quanto ao tema... ;)
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Companheiros:estou no TM e não é prático escrever. Vi que o 2low falou na Cagiva. Na altura do F40 foi um grande escândalo a saída do Materazzi, não sou novo e na altura assinavamos a l"automobile, uma revista Francesa bastante boa e cobriu a época de ouro dos supercarros. O GTO EVO
era um Ferrari com um motor de Grupo B com mais de 600 CV nos anos 80.
De facto foi um pouco fora do tema do fórum.
Voltando ao tema, mecanicamente e em termos de longevidade dos motores e caixas é óbvio que não houve retrocesso, embora haja salvaguardas electrónicas para evitar RPM perigosas, avanços de ignição perigosos para a autodetonação e os perigos da mistura pobre.
Foi mais a electrónica a aumentar a fiabilidade do que a qualidade dos materiais.
O Dfelix e em parte o Tmaxer têm razão, foi a parte da corrosão e degradação das superfícies que me motivou.
São os fornecedores externos a cumprirem os cadernos de encargos de forma esperta? Talvez.
Mesmo em 1985 não era aceitável que uma 50cc tivesse ferrugem ainda no stand.
Em 2018 há aqui companheiros que detectaram ferrugem numa Kawasaki 900 de teste.
Para muitos é normal, para mim é um caso a denunciar.
Espero que faça sentido.
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Companheiros:estou no TM e não é prático escrever. Vi que o 2low falou na Cagiva. Na altura do F40 foi um grande escândalo a saída do Materazzi, não sou novo e na altura assinavamos a l"automobile, uma revista Francesa bastante boa e cobriu a época de ouro dos supercarros. O GTO EVO
era um Ferrari com um motor de Grupo B com mais de 600 CV nos anos 80.
De facto foi um pouco fora do tema do fórum.
Voltando ao tema, mecanicamente e em termos de longevidade dos motores e caixas é óbvio que não houve retrocesso, embora haja salvaguardas electrónicas para evitar RPM perigosas, avanços de ignição perigosos para a autodetonação e os perigos da mistura pobre.
Foi mais a electrónica a aumentar a fiabilidade do que a qualidade dos materiais.
O Dfelix e em parte o Tmaxer têm razão, foi a parte da corrosão e degradação das superfícies que me motivou.
São os fornecedores externos a cumprirem os cadernos de encargos de forma esperta? Talvez.
Mesmo em 1985 não era aceitável que uma 50cc tivesse ferrugem ainda no stand.
Em 2018 há aqui companheiros que detectaram ferrugem numa Kawasaki 900 de teste.
Para muitos é normal, para mim é um caso a denunciar.
Espero que faça sentido.
Pedro, era um link para o wikipedia italiano mas em ingles o que lá está escrito é isto:
"The Cagiva F4 is a prototype House competition bike Cagiva, whose name derives from "F" to "Ferrari", manufacturer of engine and chassis and the "4" refers to the number of cylinders. This racing bike was produced by House of Varese for racing in the Superbike World Championship, although in the end he never.
This bike aesthetically invokes the Cagiva Gp500, from which reprises the fairing, windshield, saddle, and tail.
The Ferrari engine from 750 cm ³ was born with unique solutions like the arrangement of the radial valves (inherited from Ferrari engines, the first company to adopt this solution) and pull-out change, directly derived from Cagiva motorcycle GP, rather high for a solution intended to travel on roads and in fact almost absent on other motorcycles just to equal the invoice, while its total weight is of 186 kg.
This bike remained a prototype and was never produced in large scale; magazine in the chassis and aesthetics (entrusted to Massimo Tamburini Director of Centro Ricerche Cagiva), the project was later revived for the presentation and marketing of MV Agusta F4."
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Há muitos qua as compram julgando que ainda são feitas como nos 70'/80', ou ainda feitas há mão..
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Feitas à mão? Estás a falar de que marca?
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Brough Superior
Feitas à mão? Estás a falar de que marca?
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Brough Superior
Isto é uma moto feita à mão:
A Brough Superior é produto que precisamente com o objectivo de ser muito exclusivo recorre a materiais exóticos cuja produção só se consegue de forma industrial.
O próprio motor foi desenvolvido por um parceiro externo (http://akira-technologies.fr).
OK.. é montada à mão. Mas as outras também.
(https://www.moto.com.br/img/2016/10/28/img112238-1477676999-v580x435.jpg)
Enviado do meu SM-G965F através do Tapatalk
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Mas há mais...e mais...
http://www.gladstonemotorcycles.com/about/
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Boas 2low:
Nao faco ideia dos custos... apenas tenho feito revisoes com a manutencao normal, e nunca precisou de levar alternador ou bateria.
No caso da bateria quando precisar vai ser caro pois tem o sistema start/stop :zangadoregras:
Tambem ja tive uma A4 com o motor de 130 e a manutencao na BMW tem sido um pouco mais barata. Esse motor despachava-me sensores de massa de ar que custavam cerca de 300€
A par com o 320 tambem tenho um A4 2.0 Tdi... esse tem-me custado bastante dinheiro em manutencao e tem tido algumas avarias: oleo no radiador, injectores, filtro de particulas :pcbloqueado:
Acima de tudo acho que tiveste azar com o teu A4 130...
A minha felizmente não da essas chatices. Mas não deve ser o medidor de massa de ar pois para a passat ronda os 30/50€...
Já a válvula EGR ou la como se chama sim… tem tendência para andar sempre babada mas na pratica não esta la a fazer nada… naquele motor… é mais uma para juntar ao esquema do diesel gate… ou pelo menos o que faz, na teroria seria uma coisa mas na pratica não faz quase nada… o mecânico já disse: "nuno, não gastes dinheiro nisso, eu soldo aqui… e não tens de gastar mais 150/180€ e não tens problemas nas inspecçoes"
Seria a válvula EGR que na Audi custaria 300€ ?!
e esta hein?! tmaxer ... a minha passat já está a entrar na média...
vai ter de levar tb o medidor massa ar...
precisamente hoje indicou avaria no motor...
... diagnóstico já feito.
ainda assim fez 90.000km sem essas "avarias" e nunca nos deixou apeados.
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Custos de manutenção da Passat TDI, Audi A4 2.0 TDI e BMW 320D no tema de qualidade Japonesa?
Já suspeitava, mas agora fiquei esclarecido:
Vocês não estão bons da cabeça.