Clube Português Motociclismo
GERAL => Mobilidade Eléctrica => Tópico iniciado por: 2low em Novembro 25, 2018, 03:16:50, 03:16
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Em França têm sido preparados por quase 150 pessoas (FMWC), debates ao longo deste ultimo ano sobre:
- o paradigma da substituição e transição de motociclos de motor de combustão por motociclos de motor eléctrico
- vantagens e desvantagens de ambas as motorizações
- perceber as espectativas, gostos e especificidades da maioria dos motociclistas e o que os motociclistas esperam vir a encontrar nos motociclos de motor eléctrico
- tentar encontrar forma de a transição ser gradual para garantir a pouca desvalorização do motociclo de combustão que possui em troca do motociclo de motor electrico
- e outros assuntos pertinentes
Parece-me interessante haver estes debates e espero vir a encontrar algo por cá do género.
Entretanto aqui fica a noticia: https://www.motomag.com/Les-Motards-en-colere-reflechissent-a-l-avenir-de-nos-deplacements.html#.W_oBOHd2uUk (https://www.motomag.com/Les-Motards-en-colere-reflechissent-a-l-avenir-de-nos-deplacements.html#.W_oBOHd2uUk)
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A substituição...
Tema interessante, mas por enquanto ainda a "gravitar" pouco na cabeça dos motociclistas por via daquilo que o mercado dispõe.
O tema, na minha maneira de ver a questão, assenta e simplifica-se no que toca à procura (e em grande medida), no seguinte:
Preço
Autonomia
Rede de postos de carregamento ultra-rápidos
A expectativa actual de qualquer motociclista é que a transição, quando acontecer, se faça sem perda daquilo que tem nos dias de hoje.
Autonomia para fazer p.ex. 350kms...ter a possibilidade de parar em qualquer lado e atestar em brevíssimos minutos....e custos de aquisição do seu veículo que não sejam estratosféricos. E isto parece-me ser um "pedido" perfeitamente razoável por parte de qualquer pessoa.... acrescentando-se também que as prestações do seu V.E. se devem fazer sem perda daquilo que tinha com o motor de combustão.
Quanto à desvalorização futura do veículo com motor de combustão...hum...ou muito me engano, ou vai haver um momento muito particular (e dependendo do boost das marcas na colocação de V.E. no mercado) em que vai cair a pique!
Quando isso acontecer e salvo alguns casos muito particulares, seja manter um veículo com motor de combustão, ou mesmo vendê-lo, arrisco-me a dizer que vai ser quase de certeza um "mau negócio".
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Este será o tema mais "quente" dos próximos anos. Principalmente quando equacionarmos comprar mota nova.
Existem questões tecnológicas que têm que ser respondidas primeiro, que já foram aqui faladas.
A capacidade de carga, isto é a autonomia, e a rapidez como ela decresce com o tempo e a localização e duração de cada abastecimento.
No primeiro caso será preciso baterias que mantenham uma capacidade de carga perto dos 100% por muito tempo, isto é com perdas de 2 ou 3% ao ano e que permitam autonomias até 300 km ( pelo menos 250).
No segundo caso será mais fácil "obrigar" todos os postos de combustível a terem carregadores eléctricos mas não é viável que a mota fique parada mais do que os 10 min que fica no combustível atual.
Por último tenho uma preocupação, o mercado da electricidade é muito mais "cartelizado" que o dos combustíveis, quem garante quando a passagem for maciça para electricidade que os preços não disparam e vamos ter saudades da gasolina? É que não existe regresso.
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Pois Eu acredito que a solução vai passar obrigatoriamente por modelos de bateria standard e de fácil substituição para que seja possível chegar ao posto de abastecimento e em poucos minutos trocar uma bateria descarregada por outra pronta a circular, tanto nas motas como nos carros.
O resto funcionará tal como acontece com os operadores de telecomunicações em que temos um contrato com diferentes níveis de utilização e o consumidor escolhe o que melhor se adequar à sua utilização.
Para quem conhece a realidade da energia elétrica sabe que para transportar (entre gerador/carregador e bateria) uma quantidade de carga elevada necessita de uma de duas condições: ou condutores de grande secção,( logo volumosos e pesados), ou um período de tempo elevado para fazer o mesmo transporte de carga elétrica com um conjunto de condutores de secção mais reduzida.
Podem tomar como analogia o caso da água, imaginem que pretendem encher um determinado depósito, com uma mangueira de jardim demoram certamente mais tempo do que se utilizar uma mangueira dos bombeiros.
É claro que existem outras formas de conduzir energia elétrica em quantidade e de forma muito rápida mas para isso é necessário recorrer a alta tensão e a sua perigosidade excluí de imediato a sua utilização para este fim.
Honestamente, a menos que a tecnologia para o carregamento das baterias evolua muito, não há volta a dar, ou temos a possibilidade de adquirir uma bateria pronta a usar ou a ideia de ficar parado 40 ou mais minutos à espera de uma carga torna esta tecnologia impraticável.
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Esta ideia das baterias standard já está a ser explorada e por aqui acredito que a mobilidade eléctrica encontre viabilidade.
Deixo este artigo da Andar de Mota onde a questão é mencionada, mas acredito que seria matéria para um debate interessante.
https://www.andardemoto.pt/moto-news/40577-kymco-supernex-uma-moto-superdesportiva-de-altas-prestacoes/ (https://www.andardemoto.pt/moto-news/40577-kymco-supernex-uma-moto-superdesportiva-de-altas-prestacoes/)
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Gostei de ler a tua análise sobre o tema. :nice: :nice:
As baterias standard e facilmente substituíveis parece-me uma coisa capaz de funcionar no que toca à rapidez da operação, ou seja, deixar uma "vazia" e levar logo uma carregada.
Mas a questão que se levanta nisto (pelo menos a mim...), é...estarão as marcas receptivas a tal??
Pressupondo 3 ou 4 tipos de packs de bateria com diferentes potências/capacidade, será que haveria assim tamanha diferenciação entre modelos das marcas (usando o mesmo tipo de pack de baterias)?
Não desejarão as marcas ter independência nesse aspecto para conseguirem a dita diferenciação da concorrência?
Veja-se este caso com a novíssima PCX eléctrica, em venda desde há muito pouco tempo em solo asiático...
Baterias próprias, carregadores próprios...
(https://i.blogs.es/e4c90e/honda-pcx-2018-004/2560_3000.jpg)
(https://i.blogs.es/74c1f0/honda-baterias-2018-011/1366_2000.jpg)
(https://i.blogs.es/23f092/honda-baterias-2018-009/1366_2000.jpg)
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Compreendo a ideia da exclusividade e da relativa competitividade associada mas...
Nos dias de hoje todos dispomos do mesmo tipo de energia seja gasolina ou gasóleo, o que varia é a gestão que cada marca/modelo faz dessa energia.
Tentando exemplificar: temos vários motores de combustão com a mesma cc que oferecem performances diferentes, isto porque a tecnologia aplicada a cada um deles é ligeiramente diferente, e digo ligeiramente porque todos assentam no mesmo princípio de funcionamento.
Nos motores elétricos temos a mesma situação, o facto de ter disponível uma fonte de energia diferente (com mais ou menos potência/capacidade), não implica forçosamente uma vantagem ou desvantagem porque a forma como essa energia vai ser gerida é que vai ditar a diferença.
Como é do conhecimento geral os motores elétricos disponibilizam o seu binário total a partir do exacto momento do seu arranque por isso qualquer veículo elétrico a ser produzido tem potencial para ser muito rápido e com performances desportivas, por essa razão estou mais convencido que a diferenciação se irá pautar pela autonomia e nesse capítulo a gestão da energia disponível terá toda a relevância.
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Achei também interessante a questão das baterias de substituição rápida.
Tentando utilizar um exemplo que para mim parece idêntico:
-capsulas nespresso ou capsulas deltaq
A questão que levanto é...
... será que se deveria encaminhar para baterias iguais para todos os veículos facilitando tudo o que daí deriva ou iremos assistir novamente a questões de diferenciação, orgulho e marcar posição pelas várias marcas tornando o futuro dos eléctricos não muito do que acontece actualmente nos de combustão tradicional e dos actuais híbridos ou a gpl que existe dificuldade em encontrar postos de abastecimento para esses que por enquanto ainda são em número residual?!
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Também pode depender largamente da velocidade de carregamento que a tecnologia permita daqui por alguns anos, assim como capacidade em gerá-la de forma limpa (este último talvez não seja tão simpl€s)...
(https://i.postimg.cc/SKRqMtTK/Sem-T-tulo-chargers.png)
Daqui por 10 anos, aquilo que conhecemos hoje pode estar bastante diferente...
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Achei também interessante a questão das baterias de substituição rápida.
Tentando utilizar um exemplo que para mim parece idêntico:
-capsulas nespresso ou capsulas deltaq
A questão que levanto é...
... será que se deveria encaminhar para baterias iguais para todos os veículos facilitando tudo o que daí deriva ou iremos assistir novamente a questões de diferenciação, orgulho e marcar posição pelas várias marcas tornando o futuro dos eléctricos não muito do que acontece actualmente nos de combustão tradicional e dos actuais híbridos ou a gpl que existe dificuldade em encontrar postos de abastecimento para esses que por enquanto ainda são em número residual?!
Acredito que vai depender inteiramente da disponibilidade e consequente preço dos combustíveis derivados do petróleo.
Se estes escassearem e a Lei de Mercado funcionar não há volta a dar e temos de procurar alternativas, mas sim os primeiros tempos vamos provavelmente assistir a uma oferta muito variada, tendo todas as marcas a querer impor o seu sistema ( à semelhança do que aconteceu no passado com as cassetes BetaMax e VHS ) mas a convergência é inevitável qualquer que seja a energia do Futuro...
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Achei também interessante a questão das baterias de substituição rápida.
Tentando utilizar um exemplo que para mim parece idêntico:
-capsulas nespresso ou capsulas deltaq
A questão que levanto é...
... será que se deveria encaminhar para baterias iguais para todos os veículos facilitando tudo o que daí deriva ou iremos assistir novamente a questões de diferenciação, orgulho e marcar posição pelas várias marcas tornando o futuro dos eléctricos não muito do que acontece actualmente nos de combustão tradicional e dos actuais híbridos ou a gpl que existe dificuldade em encontrar postos de abastecimento para esses que por enquanto ainda são em número residual?!
Acredito que vai depender inteiramente da disponibilidade e consequente preço dos combustíveis derivados do petróleo.
Se estes escassearem e a Lei de Mercado funcionar não há volta a dar e temos de procurar alternativas, mas sim os primeiros tempos vamos provavelmente assistir a uma oferta muito variada, tendo todas as marcas a querer impor o seu sistema ( à semelhança do que aconteceu no passado com as cassetes BetaMax e VHS ) mas a convergência é inevitável qualquer que seja a energia do Futuro...
E não esquecer que antes da crise arrebentar, a Europa supostamente era a que estava mais avançada já com veículos eléctricos em produção mas que guerras de Marcas para imporem o standard das fichas/tomadas de ligação aos postos de abastecimento (ou sendo de electricidade será posto de ligação?) fez facilmente com que, com a crise a acalmar para os lados dos EUA, apareceu a Tesla que praticamente foi a responsável por o standard de ligação ficasse finalmente "decicidida".
Ainda me recordo, antes da crise arrebentar e ainda com o Eng Sócrates como primeiro ministro de Portugal, a investir nas unidades fabris de produção de baterias de lítio, que Portugal é riquíssimo, e que mesmo as baterias para os "Nissan Leaf" seriam produzidas em Portugal… os Alemães e FMI boicotaram isto tudo… Onde é que eles podiam admitir que Portugal viesse a ter um papel importante no mercado de peças e acessórios para produção automóvel?! Também se falou ao mesmo tempo da produção de chips informáticos ao nível das unidades fabris mais avançadas do mundo… tudo boicote…
Portugal a meu ver vai ser de novo um subserviente dos grandes da UE e infelizmente não vejo maneira de Portugal seguir seu rumo…
Resta-nos sermos sempre iguais a nos próprios… os coitadinhos da UE, que pagam os impostos mais altos, ordenados mais baixos e importar todos os veículos que a Alemanha já não quer por considerar lixo ambiental (sim… veículos automoveis com 2/3anos e então nos autocarros é ver as carradas de entulho ambulante que a Barraqueiro lá vai buscar…)
É para isto que a UE serve… servir os desígnios da industria e economia Alemã…
Comecei no assunto do tópico, acabei por relacionar com assuntos do tema em termos de historia recente mas descambei um pouco…um desabafo... desculpem.
:ok: :convivio: :sportbike:
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Vocês deixam quase tudo dito... :)
Ora, em relação à rede de postos de carregamento, não acredito que venha a ser um problema excepto num ponto: A rede vai depender do sucesso que tenha a implementação dos carros elétricos.
Para mim é claro que o nível de utilização de motos elétricas vai depender sempre da evolução do mesmo dos carros.
Em relação ao referido agora eu não acredito no boicote pelo boicote. Não me revejo no que escreveu o 2low e não sinto que haja boicotes à tecnologia. (Outro assunto são Fundos Públicos, aí sim).
Alguns argumentos de pessoas que defendem que os motores elétricos não vão penetrar no mercado:
Uma solução de baterias para substituir iria exigir um enorme esforço financeiro e produção de montes de plásticos e químicos. Imaginem que este ano 1.000.000 de pessoas compravam carros elétricos. Quantas baterias seriam necessárias em postos para a troca para este milhão de veículos?
Um investigador sueco defende que só o custo de produção duma bateria é suficiente para pensarmos duas vezes antes de as produzir:
Enormous hope rests on electric cars as the solution by the motor industry to climate change. However the batteries of electric cars are not environmentally friendly when manufactured. Several tonnes of carbon dioxide are being released, even before electric batteries leave the factory.
The report shows that battery manufacturing leads to high CO2 emissions. For each kilowatt-hour storage capacity in the battery, emissions of 150 to 200 kilograms of carbon dioxide equivalent are generated, already in the factory. (NEW STUDY: LARGE CO2 EMISSIONS FROM BATTERIES OF ELECTRIC CARS, Johan Kristensson Junho 2017) [1]
E se pensarmos que a vida útil duma bateria é oito anos (por exemplo, depende de vários fatores) o que acontece a todo esse lítio, plástico e afins?
Obviamente este problema está a ser pensado e já há muito investimento nesta questão, porque é essencial para a implementação do elétrico.
The drive to replace polluting petrol and diesel cars with a new breed of electric vehicles has gathered momentum in recent weeks. But there is an unanswered environmental question at the heart of the electric car movement: what on earth to do with their half-tonne lithium-ion batteries when they wear out?
(...)
However, in the EU as few as 5% (pdf) of lithium-ion batteries are recycled. This has an environmental cost. Not only do the batteries carry a risk of giving off toxic gases if damaged, but core ingredients such as lithium and cobalt are finite and extraction can lead to water pollution and depletion among other environmental consequences.
(...)
Umicore, which has invested €25m (£22.6m) into an industrial pilot plant in Antwerp to recycle lithium-ion batteries, has deals in Europe with both Tesla and Toyota to use smelting to recover precious metals such as cobalt and nickel. Grynberg says: “We have proven capabilities to recycle spent batteries from electric vehicles and are prepared to scale them up when needed.” (The rise of electric cars could leave us with a big battery waste problem - Guardian, Agosto 2017 - [2])
E atenção, esta questão da reciclagem não tem apenas o aspecto técnico/tecnológico. Tudo aponta para que venha a ser um processo caro e sem interesses para os fins lucrativos (pode vir a ser mais barato produzir uma nova do que reciclar uma e repor a mesma em uso). Se isto for, terão os governos capacidade para subsidiar ou impor a reciclagem?
Além da questão da produção e da reciclagem da bateria, temos outra questão fundamental, que aliás se divide em duas:
1. A produção de energia eléctrica do ponto de vista dos recursos para a produzir
2. A produção de energia eléctrica do ponto de vista da capacidade que vai ser necessário ter disponível constantemente.
Há vários estudos que defendem que produzir tanta eletricidade vai libertar tanto CO2 como a actual combustão. Se a isso somarmos a questão da poluição causada pela produção e eventual reciclagem de baterias, aparentemente vamos poluir mais.
O estudo mais citado é o de Virgínia MacConnell [3]- If you use coal-fired power plants to produce the electricity, then all-electrics don’t even look that much better than a traditional vehicle in terms of greenhouse gases (How ELECTRIC CARS Can Increase GREENHOUSE GAS EMISSIONS - Resources for the future Setembro 2013) - [4]
No mesmo artigo, esta investigadora da área dos transportes sugere ser necessário uma política de controlo das produtoras de eletricidade e das suas emissões. E isto para mim cheira a problemas. Falta de eletricidade, preços mais caros.
O sueco que referi por causa do CO2 na produção, também sugere o caminho da regulação: It’s great for companies and government to embark on ambitious environmental policies and to buy climate-smart cars. But these results show that one should not think of choosing an electric car with a larger battery than necessary, he says, and points out that politicians should also address this in the design of instruments. [1]
Mais uma vez regulação. A sugestão é que o governo limite a capacidade das baterias de acordo com o necessário. (Já estou a ver governos a imporem limites de velocidade e autonomia).
No que respeita à capacidade instalada, é outro problema.
Dado que a armazenagem de eletricidade é complicada (apesar de ter lido em tempos um artigo que defendia ser um mito, que se podia armazenar) actualmente os países funcionam por uma coisa chamada capacidade instalada. Ou seja toda a energia que consumimos está a ser produzida neste preciso momento (simplificando).
De acordo com um post no pplware em que citou a Lusa atualmente o nosso país conta com 20.758 megawatts de capacidade instalada de produção de eletricidade, dos quais 5.313 megawatts correspondem a energia eólica e 291 megawatts são de origem fotovoltaica. (Portugal vai ter 14 novas centrais solares fotovoltaicas - Agosto 2017) [5]
E como funciona actualmente. Imaginem que a capacidade instalada de barragens e éolicas é 100. Durante a noite o consumo de energia é 20. O cenário perfeito para as eléctricas - mesmo que uma barragem avarie por algum motivo, tem uma margem de 80, porque o país só precisa de 20.
Com o chegar da madrugada, as pessoas acordam e os padeiros começam a fazer o pão e é necessário 80 de eletricidade. Tudo ok.
Às 08:00 da manhã abrem as fábricas e é necessário 140 de eletricidade. Automaticamente entra em funcionamento a produção de energia através da combustão.
Ora, na última fatura que recebi da EDP, 30% da energia que consumi veio de combustão. 13% de carvão, 8% de Petróleo e 8% de Gás.
A questão é mesmo esta: Valerá a pena a poluição por todos estes fatores, quando na prática pelas infraestruturas de hoje já nos fartamos de queimar para ter eletricidade?
Vamos desatar a construir barragens e parques éolicos? (Temos dinheiro?).
Vamos racionar certas utilizações para a noite, quando as renováveis eventualmente produzem em excesso?
Não será um incentivo ao nuclear?
São mais as questões que a opinião, mas aqui fica a minha participação.
1 - http://www.thegwpf.com/new-study-large-co2-emissions-from-batteries-of-electric-cars/
2 - https://www.theguardian.com/sustainable-business/2017/aug/10/electric-cars-big-battery-waste-problem-lithium-recycling
3 - http://www.rff.org/research?researcher[]=3690&type[]=work
4 - http://www.rff.org/research/publications/how-electric-cars-can-increase-greenhouse-gas-emissions
5 - https://pplware.sapo.pt/informacao/portugal-14-novas-centrais-solares-fotovoltaicas/
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Companheiro Saraiva.
Abordas de forma clara e concisa a questão da geração eléctrica, que ainda que não seja o tema central deste tópico é por demais pertinente.
Tentando responder a algumas das questões que assertivamente levantas:
De facto as renováveis ficam muito aquém das necessidades atuais, quanto mais abastecer um parque automóvel, mas por outro lado e como tão bem exemplifica-te, durante o período noturno produzimos energia elétrica que não utilizamos na totalidade, contudo parte dela e apenas em alguns casos onde é possível essa energia em excesso é usada para bombear água de volta à albufeira que abastece a barragem.
Ainda assim o recurso aos combustíveis fósseis para gerar energia elétrica continua a ser imperativo, resta saber até que ponto os veículos elétricos do ponto de vista ambiental são mais eficientes tendo em conta a origem da energia que consomem.
Produção e reciclagem de baterias. Mais uma vez o fator "evolução tecnológica" vai ser determinante, como é sabido, para além dos plásticos a composição das baterias conta com ácidos e metais pesados, tudo matérias muito poluentes e difíceis de tratar mas estão já a ser conduzidos testes com matéria orgânica com vista a resolver o problema das baterias "sujas"... Tenhamos fé.
O armazenamento de energia elétrica é possível apenas com recurso a baterias que com a atual tecnologia disponibilizam uma quantidade de energia muito reduzida face à dimensão do acumulador.
Legislação/regulamentação a impor limites... é ainda uma incerteza mas acredito que será uma inevitabilidade.
Por outro lado a evolução tecnológica dos veículos autónomos vai retirar por completo o fator humano da condução do veículo formatando a forma como encaramos as nossas deslocações. Não será certamente no nosso tempo útil de vida mas acredito naquela imagem idílica e futurista do filme Metropolis
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Interessante debate aqui deixado e numa troca de opiniões como já não lia há algum tempo. :nice:
Falou-se mais atrás nas renováveis e gostaria de lembrar (ou dar conhecimento a quem não o sabia), que o site da APREN mostra com bastante clareza as fontes para a produção de energia.
Pesquisem o site e vejam os gráficos...
A nível das renováveis digamos que ainda há trabalho a fazer, mas...existem países bem piores...
"No período entre janeiro e outubro de 2018, a eletricidade produzida no continente teve uma repartição de 52,7 % de origem renovável, sendo os restantes 47,3% provenientes de fontes de energia fóssil, num total de eletricidade gerada de 45 873 GWh."
https://www.apren.pt/pt/energias-renovaveis/producao
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Interessante debate aqui deixado e numa troca de opiniões como já não lia há algum tempo. :nice:
Falou-se mais atrás nas renováveis e gostaria de lembrar (ou dar conhecimento a quem não o sabia), que o site da APREN mostra com bastante clareza as fontes para a produção de energia.
Pesquisem o site e vejam os gráficos...
A nível das renováveis digamos que ainda há trabalho a fazer, mas...existem países bem piores...
"No período entre janeiro e outubro de 2018, a eletricidade produzida no continente teve uma repartição de 52,7 % de origem renovável, sendo os restantes 47,3% provenientes de fontes de energia fóssil, num total de eletricidade gerada de 45 873 GWh."
https://www.apren.pt/pt/energias-renovaveis/producao
Sem dúvida dados animadores, mas ainda assim estranho que num País onde o número de horas de sol é tão elevado e com tantas áreas sem utilidade onde o vento é normalmente fraco não exista mais investimento na geração fotovoltaica.
Voltando ao tópico: À semelhança do que acontece hoje em dia, com a liberalização do mercado da energia elétrica vieram uns quantos novos fornecedores e estou convencido que à medida que a procura aumente os atuais fornecedores de combustíveis também vão entrar no jogo, com uma vantagem, não necessitam de recorrer à importação de matéria prima, certamente vão investir na produção local.
Já estou a imaginar por exemplo as estações de serviço das autoestradas cobertas de painéis fotovoltaicos a produzir grande parte da energia que vão comercializar porque a grande vantagem deste sistema é que não necessita de instalações complexas nem de recursos humanos para produzir e distribuir energia, na verdade, com a tecnologia de que dispomos hoje já é possível ter postos de abastecimento de eletricidade 100% autónomos.
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...estranho que num País onde o número de horas de sol é tão elevado e com tantas áreas sem utilidade onde o vento é normalmente fraco não exista mais investimento na geração fotovoltaica.
Porque a geração fotovoltaica é uma energia bastante cara.
O custo das infraestruturas é elevado.
Requer uma vasta extensão de terreno com posicionamento adequado.
Envolve manutenção presencial recorrente.
A produção só ocorre durante um período de cerca de 9 (inverno) a 15 (verão) horas diárias.
A produção poderá variar consideravelmente de acordo com a meteorologia.
O equipamento tem um tempo de vida útil optimista, mas com perdas graduais de eficiência a medio-longo prazo.
Isto é financeiramente pouco atractivo a investidores que pretendam apostar neste tipo de produção eléctrica.
Somando custos da infrastrutura, instalação, renda do espaço, manutenção dos equipamentos, taxas/ impostos, etc... poderá implicar vários anos até amortizar o investimento.
...com a liberalização do mercado da energia elétrica vieram uns quantos novos fornecedores e estou convencido que à medida que a procura aumente os atuais fornecedores de combustíveis também vão entrar no jogo...
O que se assistiu com a liberalização nos fósseis e de certa forma agora mais recentemente na energia elétrica foi a uma cartelização.
...as estações de serviço das autoestradas cobertas de painéis fotovoltaicos a produzir grande parte da energia que vão comercializar ...
Considerando uns optimistas 150W por m2 ...
Só para alimentar uma trifásica standard de carregamento rápido (que deve ser uns 380v 70 amp) duvido que a cobertura das actuais estações de serviço convencionais forrada a paineis chegasse...
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...estranho que num País onde o número de horas de sol é tão elevado e com tantas áreas sem utilidade onde o vento é normalmente fraco não exista mais investimento na geração fotovoltaica.
Considerando uns optimistas 150W por m2 ...
Só para alimentar uma trifásica standard de carregamento rápido (que deve ser uns 380v 70 amp) duvido que a cobertura das actuais estações de serviço convencionais forrada a paineis chegasse...
Também não acredito que fosse suficiente, mas estou convencido que faria parte do abastecimento e a propria EDP já disponibiliza paineis com pouco mais 1m2 com potencia de 400W mas ainda assim continua a não ser suficiente...
Veremos com a evolução técnologia onde vamos parar.
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A dependência da rede será sempre enorme.
E há sempre a possibilidade de terem geradores a diesel... :)
Algo que não me espantaria como até me parece bem provável que venha a acontecer. Não fosse toda esta transição estar sustentada por uma certa dose de hipocrisia.
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Mais alguém a pensar em baterias substituíveis:
https://www.electronicspecifier.com/power/on-your-bike-and-around-the-world-in-80-days?utm_source=Facebook&utm_medium=Facebook+advert&utm_campaign=ES%3A+TI%3A+Native+Advert+Traffic+Push&utm_term=Power&utm_content=On+your+bike (https://www.electronicspecifier.com/power/on-your-bike-and-around-the-world-in-80-days?utm_source=Facebook&utm_medium=Facebook+advert&utm_campaign=ES%3A+TI%3A+Native+Advert+Traffic+Push&utm_term=Power&utm_content=On+your+bike)
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Sem haver um directo relacionamento com os motociclos eléctricos, encontrei um texto "provocativo" (relacionado com França) mas que julgo ser interessante ser debatido, ou por outras palavras "meter tudo na balança e depois escolher a quantidade pretendida".
"
4 de março de 2018
Carlos Tavares - O homem que não deixa que lhe lavem o cérebro.
Carlos Tavares (CEOA da PSA): " o Mundo é louco. O facto de as autoridades nos terem pedido para ir numa direcção tecnológica, a do veículo eléctrico, é um grande ponto de viragem.
Não gostaria que daqui a 30 anos se descobrisse algo que não é tão bonito como parece, sobre a reciclagem de baterias, a utilização de matérias raras do planeta, sobre as emissões electromagnéticas da bateria em situação de recarga?
Como é que vamos produzir mais energia elétrica limpa?
Como fazer para que a pegada de carbono do fabrico de uma bateria do veículo elétrico não seja um desastre ecológico?
Como assegurar que a reciclagem de uma bateria não seja um desastre ecológico?
Como encontrar suficiente matéria-prima rara para fazer as pilhas e os químicos das baterias na duração?
Quem trata a questão da mobilidade própria na sua globalidade?
Quem está agora a colocar a questão de forma suficientemente ampla de um ponto de vista social para ter em conta todos estes parâmetros?
Preocupo-me como cidadão, porque, como fabricante de automóveis, não sou audível.
Toda esta agitação, todo este caos, vai virar-se contra nós, porque teremos tomado decisões erradas em contextos emocionais."
Stéphane Homem, Director do Observatório da energia nuclear:
"O ciclo de vida de um veículo eléctrico torna-o tão poluente como um veículo térmico".
Subsidiar não faz sentido, explica Stéphane Homem.
O fabrico das baterias é tão emissor de Co2 que é necessário ter percorrido de 50 000 a 100 000 km de carro eléctrico.
Para começar a ser menos produtor de Co2 do que um carro térmico. 15 a 30 km por dia, 365 dias por ano, durante 10 anos!
AFP / Daniel Roland: "Ora, ao contrário do que acreditam a maioria das pessoas, sujeito a uma propaganda contínua das políticas e industriais, o carro elétrico não é mais virtuoso para o clima do que o carro térmico, gasolina ou diesel". Estas são as conclusões de um estudo, já antigo, da agência do ambiente e do controlo da energia (ademe), ignorado deliberadamente pelo governo (elaboração de acordo com os princípios da acv dos balanços energéticos, das emissões de gás em efeito de estufa e outros impactos ambientais induzidos pelo conjunto das vias de veículos eléctricos e de veículos térmicos até 2012 e 2020, (Novembro de 2013)
Sabendo que estes carros servem essencialmente para trajectos curtos, é provável que a quilometragem necessária para se estimar "Virtuoso" nunca será atingida.
Além disso, todo o co2 emitido por um carro eléctrico é enviado para a atmosfera antes mesmo de ter percorrido um quilómetro, enquanto que, por outro lado, está-se a tentar fazer passar a ideia de que o carro eléctrico não emite partículas finas, mas, como assinala a revista ciência e vida (Janeiro de 2015): "os pneus, os travões e o desgaste das estradas emitem quase tantas micropartículas como os gases de escape.
O carro elétrico emite menos partículas do que o carro térmico, uma vez que não tem um escape, mas tem muitos freios, pneus, e rola sobre o alcatrão!
No final, o carro eléctrico não é mais ecológico do que o carro térmico. O dinheiro público consagrado ao seu desenvolvimento é, por conseguinte, totalmente injustificado, tratam-se de somas astronómicas:
• O GOVERNO LANÇOU UM PLANO DE INSTALAÇÃO DE 7 milhões de terminais de recarga por cerca de 10 000 euros cada, ou seja, um custo de cerca de 70 mil milhões de euros.
É também aliás vulgar, ver os eleitos de pequenos municípios, acreditando fazer um gesto pelo ambiente, quebrar o mealheiro municipal para se oferecer um posto de carregamento;
O BÓNUS "Ecológico" à compra de um carro eléctrico ultrapassa 10 000 € por veículo, muitas vezes completado por um prémio da região.
Quase todos os compradores são famílias ricas, pois estes veículos são muito caro,: uma vez mais, o dinheiro de todos é oferecido aos mais privilegiados.
Na realidade, no país do átomo, todos os meios são bons para "impulsionar" o consumo de electricidade, em baixa contínua há anos.
Porque o carro eléctrico em França pode ser considerado como um "carro nuclear": quase todos os terminais de recarregamento instalados são ligados à rede eléctrica normal, que é em cerca de 80 % nuclear.
Não devemos deixar-nos levar pelas declarações do Sr. Bolloré e os seus Autolib (Paris), Bluecub (Bordéus) e Bluely (Lyon), que asseguram que as baterias são recarregadas com recurso a energias renováveis, tratam-se apenas de jogos de escrita, a electricidade utilizada é a mesma que noutros locais.
Não estamos a fazer aqui a promoção do automóvel térmico, ela própria uma calamidade ambiental.
Mas, precisamente, ninguém teria a ideia de oferecer 10 mil euros à compra de um carro diesel, reservar-lhe lugares de estacionamento e encher o seu tanque com preço partido...
É uma análise muito boa que demonstra que as nossas políticas (e os verdes) fazem-nos um espectáculo:
A paranóia do diesel só diz respeito aos automobilistas!!!
Os veículos pesados, autocarros, navios, estão excluídos!
Só para situar o grau de paranóia dos mais virulentos críticos do veículo diesel, é necessário revelar-lhes os dados da indústria marítima que demonstrou que, considerando o tamanho dos motores e a qualidade do combustível utilizado, os 40 maiores navios - Cargueiros do mundo poluem tanto como todos os 760 milhões de automóveis do planeta.
Sabe, estes porta-contentores que nos alimentam em produtos que se fabricava nas nossas fábricas deslocalizadas, hoje em dia, queimam cada um 10.000 toneladas de combustível para uma viagem e regresso entre a Ásia e a Europa.
Estes infelizes 40 navios fazem parte de uma frota de 3.500, aos quais há que acrescentar os 17.500 petroleiros que compõem o conjunto dos 100.000 navios que percorrem os mares.
Para não deixar o domínio marítimo, recorde-se que a frota de recreio francesa é de cerca de 500.000 unidades, dos quais 5.000 iates com mais de 60 metros, e que o mais médio destes queima cerca de 900 litros de combustível em apenas uma hora, enquanto os 24 % de lares franceses que se aquecem ao fuelóleo têm dificuldade em encher o seu tanque para o inverno.
Para continuar no caminho da esquizofrenia paranóica, vamos ter em conta toda a frota de pesca e os 4,7 milhões de veículos pesados em trânsito através da França e milhares de aviões que percorrem o céu.
Para completar esta pequena fábula, não esqueçamos o indispensável domínio agrícola em que o consumo médio de energia é de 101 litros de combustível por hectare.
Isso também prova que os jornalistas são comprados pelo poder para calar a boca e lavar-nos os cérebros.
"
Reconheço que ainda à pouco se falava seriamente desta questão das baterias e de produção das mesmas… algo que remonta a 2015/2016 mas o que não esperava era a descrição de "barcos que poluem tanto quanto milhões de automóveis e tudo devido a esta descentralização louca do capitalismo" ou "esta paranoia concertada contra APENAS os automóveis ligeiros a gasóleo"...
A outra "paranoia" que aqui não se falou foi a questão dos plásticos... a meu ver se se acaba o petróleo a humanidade não chega a tempo de inovar e desenvolver novos materais com as características dos plasticos. Aí sim será o ai jesus... Portanto todas estas instabilidades que têm acontecido no mundo, será que gira tudo à volta da questão "petróleo está quase no fim e a culpa é do outro" ou "petroleo esta quase no fim e é melhor eu sacar todas as reservas para o meu pais durar mais que os outros" ou...
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Este tema que trazes ao tópico é de facto muito bom e efectivamente existem no presente estudos que esgrimem diferenças nas vantagens e desvantagens, assim como o peso de cada uma das opções.
A este respeito da comparação da "pegada de carbono" no presente, lembro que foi levado a cabo um estudo em que punham em análise o elétrico Tesla Model S P100D e um Mitsubishi Mirage convencional.
Os investigadores do MIT depararam-se com um dilema que enfrentam agora os reguladores.
É que de acordo com os dados resultantes desse estudo, um Tesla produzido nos EUA produz 226g de dióxido de carbono por quilómetro ao longo do seu ciclo de vida, que é muito inferior aos 385g emitidos por um série 7 da BMW.
No entanto, o pequeno Mirage com motor de combustão produz ainda menos CO2, ficando em 192g.
A questão que se levanta no meio disto e capaz de operar grandes reduções na dita "pegada de carbono", prende-se com algo que o artigo postado pelo 2low não me parece que tenha em linha de conta...que é a da própria evolução na produção e posterior reciclagem de baterias.
Ou seja, o estado de desenvolvimento e todo o processo, em termos de eficiência, vai chegar um ponto em que irá fazer decrescer de forma efectiva e notória essa "pegada".
Olhar para números de forma estacionária, parece-me que enferma de algum erro de análise.
A evolução tenderá a eliminar boa parte da poluição hoje feita para a produção de cada bateria.
O petróleo, numa utilização como a que hoje lhe é dado, não tem mais do que algumas (poucas) décadas por diante.
Se seria preferível outra opção mais limpa que os eléctricos? Sim...
Mas o hidrogénio, pelo que tenho lido...também oferece desafios que a tornam bastante cara. Bastante mesmo
.. :-X
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.....Espero ainda assistir no meu tempo de vida ao nascimento do motor "Warp" ou pelo menos ver 1 Delorean a bombar por aí,hehe.
Mas, o mais natural será o evoluir das baterias que serão feitas com materiais menos poluentes + baratas + pequenas + moldáveis + leves e com + power para o mesmo espaço que ocupam hoje em cada veículo e com a produção das mesmas a recorrer a energias renováveis e materiais quase 100% recicláveis / reutilizáveis, isto agora já está imparável até surgir outra tendência ( o Hidrogénio para os pesados tem pernas para andar e pode-se aproveitar as infraestruturas das gasolineiras para os abastecer).
Enfim, as motas elétricas também irão a pouco e pouco aumentando a sua quota de mercado, quando os preços ( falo daquelas tipo C-Evolution ou da Zero ) baixarem um bocado e acima de tudo quando as autonomias elevadas e/ou a rapidez da recarga for algo normal, Quando as motas tiverem 300/400 km de autonomia com uma carga e tiverem uns designs apelativos e até com barulho Harley artificial com 1 simples click ( tipo o Jaguar I - Pace já no mercado ) vão vender que nem pãezinhos quentes. Não me espantaria nada ver a circular na cidade daqui a 5/6 anos por exº uma bela Xmax Electron ( talvez sacrificando 1 pouco da bagageira ) com autonomia de 150/200 Km e de preferência com custos controlados e subsidiados numa primeira fase.
Se conseguirmos acabar com a poluição nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto fica o problema quase solucionado e já agora, devia-se incentivar fortemente o uso das 2 rodas nestas 2 grandes urbes por motivos óbvios ( são milhares os carros com 1 só pessoa lá dentro a entrar/sair nestas 2 cidades diariamente) a par de uma política de transportes públicos realmente eficaz, porque não, fazer uma experiência de 6 meses de transportes públicos grátis para analisar as mudanças de comportamentos, estudar os fluxos das massas e pelo menos ajudar a mudar algumas mentalidades . :pensador:
Claro que isto ajudaria a melhorar a Saúde das pessoas dos animais e das plantas nas nossas cidades mas não resolveria o problema geral do CO2 e alterações climáticas, Para isto só mesmo uma política à escala Mundial e reduzir drasticamente a queima do carvão e restantes combustíveis fósseis, prevenir ao máximo os grandes incêndios, Aviação comercial, Marinha Mercante a mudar para tecnologias + limpas e não menos importante e até determinante, o Sector da alimentação e a forma como nos alimentamos terá mesmo de mudar pois neste momento necessitamos de + do que 1 planeta para continuarmos com o nosso estilo de vida e isto não é sustentável.
Terá de se inventar uma tecnologia acessível para se purificar a água dos Oceanos/Mares e com isso a falta de água doce acabaria na maior parte do Mundo e porque não, irrigar os desertos ( a começar pelo Sahara por exº que em tempos já foi verde e luxuriante ) para a produção alimentar que tanta falta faz e irá fazer muito + no futuro.
Se tivéssemos baterias/acumuladores realmente acessíveis, limpos e de elevada capacidade e a serem abastecidos via energia solar/ eólica uma boa parte das nossas necessidades energéticas ficaria resolvida e cada casa/fabrica/edifício seria um centro de produção para abastecer a rede e os veículos.......Deixem-me sonhar.
Mas, tudo é relativo, e nós aqui com preocupações no nosso grão de areia cósmico e bastará um asteroide jeitoso ( a 65.000 km/h ou mais ) e lá vai o CO2 todo para o espaço e só sobrarão algumas baratas, bactérias e alguns F.D.P... que estes escapam sempre!!
1 abraço
Scooterado :scooter: SLB...A pouco e pouco estamos a chegar lá....
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Essa da conversão dos telhados das nossas habitações para se tornarem autênticas micro-centrais se produção de energia....hum....deixa-me também sonhar , companheiro. Essa já por várias vezes que me passou pela cabeça... :love0001:
Tenho aqui área de telhado para utilizar...se a EDP quiser avançar com +1 um de entre tantos outros estudos piloto que vai fazendo. Desde que eu não tenha de entrar com o guito... :stuck_out_tongue_winking_eye:
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No campo das células fotovoltaicas há uma baixa significativa de preço, diversas inovações, aumento de rendimento, a mais prometedora e que está a atingir preços da ordem de 50€ m2, com rendimentos melhores com ampla facilidade e leques de aplicação; a palavra chave é "perovskites":
-https://www.futura-sciences.com/sciences/actualites/physique-cellules-solaires-photovoltaiques-perovskites-plus-efficacite-63516/ (https://www.futura-sciences.com/sciences/actualites/physique-cellules-solaires-photovoltaiques-perovskites-plus-efficacite-63516/)
-https://solutions-alternatives.org/solaire-a-perovskite/ (https://solutions-alternatives.org/solaire-a-perovskite/)
-https://sciencepost.fr/2019/01/une-nouvelle-technologie-solaire-a-base-de-cellules-perovskites/ (https://sciencepost.fr/2019/01/une-nouvelle-technologie-solaire-a-base-de-cellules-perovskites/)
No campo das baterias ou condensadores, vai avançando, é outro domínio, mais complexo e de investigação cara ao alcance de poucos, os progressos foram enormes.
EDITO:
Como sabem as fábricas de paineis Europeias foram aniquiladas pelas celulas chinesas, com as leis europeias, mas o fecho recente de muitas, incluindo em Portugal, será tamebm consequencia do que está acima, segundo algumas opiniões algo oficiosas e pouco fundamentadas.
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Diga-se o que se disser, a angolana Isabel dos Santos tem olho para o n€gócio.
Os investimentos da EFACEC em produção de carregadores rápidos e ultra-rápidos, está numa fase de fortíssimo crescimento...
(https://i.postimg.cc/rsSVMdWk/Screenshot-2019-02-10-17-47-55-792-com-android-chrome.jpg)
Link... (https://automonitor.pt/2019/02/08/comercio-e-industria/efacec-triplica-producao-de-carregadores-rapidos-e-ultrarrapidos/)
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Sobre o assunto dos motociclos e veículos eléctricos no geral tem sido debatido em pelo menos dois tópicos, incluindo este.
[ https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=5019.msg66217;topicseen#new (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=5019.msg66217;topicseen#new) ]
Venho acrescentar mais uma informaçãozinha em tom de desabafo:
Já tinha dito que a partir de Setembro/Outubro 2018 qualquer projecto de licenciamento para construção obriga a haver tomada(s) eléctrica(s) para veículos eléctricos.
Agora a parte escandalosa ou como decifrar os idiotas que nos continuam a ir ao bolso, favorecendo amigos/primos/tios ou desde que lhes dê vantagens financeiras (só para eles) - corrupção à frente de todos mas "legalizada" - "o povinho paga e não faz mal que ele é manso e não faz mal a ninguém".
Então é assim…
Se forem pensar construir uma moradia…
Antigamente safavam-se com a potencia contratada de electricidade de 6,9Kva ou menos (dependendo dos equipamentos eléctricos utilizados), e na fase de projectos, bastaria entregar uma ficha electrotécnica com um valor "residual" dentro do bolo de todos os projectos de Arquitectura e Engenharias(especialidades).
Agora... (e após Setembro/Outubro 2018), tem de garantir a tal tomada eléctrica para o veiculo que quase de certeza que não têm e provavelmente tão cedo não vão ter.
A questão começa logo na fase de projecto... com tanto aparelho eléctrico (há já placas de indução com consumo de 11.000W... e em conjunto com esquentador/termoacumulador, ar condicionado e/ou aquecedeores, electrodomesticos, tv, computadores, iluminaçao em geral,etc) e para o quadro não andar sempre a disparar quando estao a cozinhar na placa de indução, ao mesmo tempo que ligam o forno e por acaso têm a maquina de lavar roupa a funcionar... então esses 6,9Kva são mesmo muito poucos, e mesmo os 10,35Kva pode ser pouco...
E agora a parte mais irritante... só para essa tal tomada do veiculo, é preciso garantir à parte mais 5,75Kva...
Portanto... ou garantem um quadro trifasico ou no minimo o tal de 10,35Kva e ainda assim terem de andar a fazer ginastica mental de não se ligar coisas em simultaneo...
Quanto à fase de projectos, acima de 6,9Kva, a tal ficha electrotecnica agora tem mesmo de se entregar um projecto electrotecnico e em vez de um valor mais simbolico, preparem-se para pelo menos 800/1000€...
E agora o que irrita mesmo... mesmo…
A legislação(uma determinada) foi alterada recentemente e anda tudo sem saber como é, se há inspecções em obra da tal "Certiel" ou como é "por a Certiel ter acabado ou ficado com um papel menos activo em obra", obrigando a projectos mesmo com 10,35Kva, quando antigamente só mesmo se fosse superior a esse valor.
Ao mesmo tempo, para quem se lembrar ou estiver dentro do assunto... tambem há/houve um pseudo alivio no custo de electricidade, que foi bastante publicitado pela comunicação social e que terá sido inserido no actual orçamento de estado... só que esses "saldos energeticos é só para ingles ver" pois só para potencia contratada até 3,45Kva, que nos dias de hoje são cada vez menos as pessoas...
Estou (hoje) com dificuldade em resumir e sintetizar a coisa mas acho que já perceberam aonde quero chegar...
"impostos, taxas e taxinhas" + favorecimento a terceiros (EDP é que ganha) + etc... = quase todos nós com cada vez menos poder de compra e quase que obrigatoriamente termos de contribuir para isso… [é também tudo muito bonito, a "cena verde e amigo do ambiente mas…"]
São por coisas como esta que cada vez mais sou a favor de manter as coisas como estão, porque tudo o que aparece só serve para nos lixarem e ir ao bolso!
[mas se Portugal fosse um país mais decente e como os do Norte da Europa... haveria muito politico/banqueiro/etc preso - como não é... o povinho paga que é mansinho!]
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É já a partir deste mês de Abril que os parques de estacionamento privados de acesso público (como os dos centros comerciais) vão passar a poder ter instalados postos de carregamento, com a electricidade a ser paga por cada utilizador.
Para quem não sabe, esta é mesmo uma medida do Estado, por via do Fundo Ambiental, que vai investir em 100 novos supercarregadores, a acrescentar aos já existentes.
E os planos são para ampliar depois a oferta deste tipo de carregadores, o que por acaso não me surpreende que venha a ser muito rápido....dadas as mudanças que se verificam no presente. :)
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Sobre o assunto dos motociclos e veículos eléctricos no geral tem sido debatido em pelo menos dois tópicos, incluindo este.
...
Infelizmente as coisas estão feitas para não funcionarem, ou melhor, parece que tudo vai mudar e depois fica tudo na mesma... com mais custos para o consumidor final :toma:
Mas não é só em Portugal que isso acontece. Na Holanda, por exemplo, também acontece o mesmo mas, como têm um nivel de vida superior ao nosso, não notam tanto como nós.
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Começa a corrida ao lítio português…
https://sol.sapo.pt/artigo/654111/corrida-a-exploracao-de-litio-ja-arrancou (https://sol.sapo.pt/artigo/654111/corrida-a-exploracao-de-litio-ja-arrancou)
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A corrida já vai bem adiantada, mas aquilo que o país (e os portugueses) vão ganhar com este "novo petróleo" ainda se está para perceber.
Ok, já falam em algumas centenas de postos de trabalho em Montalegre, mas é preciso mais...já que se lêem em vários jornais os milhões de €€€'s que se podem dali extrair.
Já disse isto por cá em tempos, mas a captação de interesse por um grande fabricante em ter por cá uma fábrica de baterias eléctricas top of the art seria mesmo o ideal.
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Agora é tudo "pró-electrico" mas estou curioso sobre como evoluiu a seguinte questão, que há uns anos atrás era quase tema-tabu, inclusive na imprensa...
Fazendo uma projeção da quantidade e potência/capacidade do total de baterias que serão necessárias para os veículos de 2020 (vamos assumir que as vendas disparam 40% por exemplo), e juntando a quantidade de energia necessária para alimentar essas baterias durante um ano... quanto será necessário queimar/poluir com energias fósseis e derivados para alimentar usos tudo?
Contas feitas no final, em termos de produção das baterias e energia necessária, com recurso às poluentes fontes tradicionais.... será mesmo assim tão "verde" como apregoam? Será que o balanço final da pegada verde é assim tão melhor?
É que tanto falam e apregoam os benefícios dos eléctricos, mas e que tal começarem a fundamentar isso com números concretos e reais - afinal os eléctricos já não são de agora, já aí andam há uns anos, dados para criarem projeções e estatísticas não devem faltar, digo eu. Mas as motivações devem ser outras, obviamente.
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Experimenta ver esta reportagem que deu na SIC há bem poucos dias....
Não sendo os eléctricos perfeitos, estão cada vez melhores...
Dentro de 5-10 anos nada terá que ver com a situação presente.
https://sicnoticias.pt/programas/reportagemespecial/2019-04-13-Reportagem-Especial-Ligado-a-Corrente-tenta-antecipar-o-futuro-da-mobilidade
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Apesar de ser sobre automóveis, o conteúdo interessante tanto acontece com automóveis electricos como motociclos electricos…
Portanto… da seguinte publicação retiro pelo menos as seguintes frases:
https://www.motor24.pt/noticias/estudo-garante-que-eletricos-nao-sao-solucao-para-travar-alteracoes-climaticas/?utm_source=ojogo.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=2.4853811.1677017376.1556481838-1481993789.1556481838 (https://www.motor24.pt/noticias/estudo-garante-que-eletricos-nao-sao-solucao-para-travar-alteracoes-climaticas/?utm_source=ojogo.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=2.4853811.1677017376.1556481838-1481993789.1556481838)
"De acordo com aquele estudo, que tem em conta a situação local, os “veículos elétricos pouco ajudarão a cortar as emissões de CO2 na Alemanha nos próximos anos, já que a introdução de veículos elétricos não significa necessariamente a redução das emissões de CO2 dos transportes rodoviários”."
"O resultado aponta que “mesmo com a tecnologia atual, as emissões totais de um motor de combustão alimentado a gás natural são já quase um terço inferiores às de um motor Diesel e aponta que, no futuro, o hidrogénio poderá ser a solução indicada."
Aparentemente a melhor solução actual é ter veículos a gasolina com GPL.
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Penso que com a evoluçao vertiginosa da tecnologia é cada vez mais arriscado definir com segurança a melhor solução do futuro.
Por isso tenho receio dos fundamentalismos, ão cegos como todas as missões que apenas apontam para o objectivo e não são sensíves ao ambiente.
Veja-se os biocombustíveis, que vieram trazer a competição entre os mercados de combustíveis e da alimentação, com consequências desastrosas para os mais pobres. Quantas mais pessoas poderiam comer se não desviassem a agricultura para fazer combustível?
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Li já qualquer coisa sobre esse estudo de Munique e postado mais acima, estar a ser "mandado abaixo" por não ter em linha de conta uma série de aspectos que o levam a ser classificado como "estudo encomendado".
Aliás, existe algo particularmente relevante em toda esta revolução no campo dos veículos eléctricos, que é a criação de fábricas que apostam na produção com emissões zero, assim como previsões seguras que dão conta de um crescimento imparável nas vendas desse tipo de veículos, na ordem dos largos milhões nos próximos anos.
Claro que se trata de um esforço económico gigantesco (com diferenças relevantes para o existente no presente na indústria automóvel), mas que modificam o resultado desse estudo de Munique.
Quanto ao hidrogénio, a Toyota continua determinada e tem sido uma das pioneiras. A Honda também tem mostrado os seus avanços, mas com menos 'fulgor'...
No entanto e apesar disso, até a Toyota se rende à tendência geral do mercado, tendo já vindo a público que estão para sair vários novos Toyota eléctricos.
Isto sem deixar de lado o contínuo desenvolvimento do hidrogénio... :nice:
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Li já qualquer coisa sobre esse estudo de Munique e postado mais acima, estar a ser "mandado abaixo" por não ter em linha de conta uma série de aspectos que o levam a ser classificado como "estudo /encomendado".
Mas não são todos estudos "encomendados"?
Lembro-me um professor catedrático que foi ministro dizer uma dia quando rebate um argumento recorrendo a um estudo internacional : " pois, eu sei o que são esses estudos internacionais, eu também os faço"
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Enquanto a energia elétrica for produzida em centrais térmicas ou nucleares a poluição do carro/mota elétrico só muda de local. Além disso, ninguém fala do transporte marítimo que queima tudo o que pode! Também não se pode esquecer que era preciso investir e muito no aumento de capacidade da rede elétrica. Mais transportes públicos de qualidade e gás nos carros se calhar era uma opção mais lógica pois o gás parece poluir menos!
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Por falar em gases…
Encontrei esta recente publicação sobre o futuro de motociclos (talvez) vir a ser através de "OxiHidrogénio" (HHO), sendo um gás produzido através da eletrólisec da Água…
Publicação (necessário tradutor) https://www.motociclismo.it/combustibili-alternativi-special-green-alien-bardahl-72500 (https://www.motociclismo.it/combustibili-alternativi-special-green-alien-bardahl-72500)
Em complemento… um provável veiculo a Hidrogénio em desenvolvimento pela Honda:
https://www.motociclismo.it/honda-arrivo-moto-idrogeno-72473 (https://www.motociclismo.it/honda-arrivo-moto-idrogeno-72473)
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Não será propriamente sobre motociclos eléctricos, mas sim sobre uma curiosa vantagem concedida aos proprietários de veículos eléctricos....o estacionamento sem se pagar parquímetro!
Devem haver muitos mais casos do género em Portugal, mas foi por acaso na cidade de Beja que me apercebi disto e decidi fotografar...
(https://i.postimg.cc/tJTpgr7H/IMG-20190512-145036.jpg)
E tomem nota que é exclusivamente para eléctricos.
Como bem lembrou um dos companheiros aqui do fórum e que seguia bem perto, os híbridos não estão abrangidos pela isenção.
Já só falta o passo mais importante neste género, que é as portagens gratuitas, com circulação sem custos em todas as A.E. do país. :feliz:
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Há uns postes semelhantes nos jardins com sacos para dejectos de cão :)
Provavelmente estes, como os outros, ficam desertos :)
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??
Mesmo com algum "treino de leitura", infelizmente a minha interpretação de frases nem sempre resulta na sua compreensão. :(
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A vantagem em ter um v.e., consubstanciada na obtenção de um espaço gratuito, se acaso for algo para se prolongar no tempo, certamente que vai levar a cada vez maior ocupação pelos mesmos.
Claro que não é só este pequeno 'bónus' que levará a que alguém troque o seu veículo de combustão por um eléctrico, mas também ajuda..
Aliás, ajuda e não é pouco, pois multiplicado isto por largas dezenas de vezes ao longo do ano, deve representar qualquer coisa... :)
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Já só falta o passo mais importante neste género, que é as portagens gratuitas, com circulação sem custos em todas as A.E. do país. :feliz:
Este ponto eu não concordo. Eu entendo a vontade de dar um empurrão à compra deste tipo de carros, mas alguém acaba sempre por pagar os incentivos, neste caso, o Estado teria de pagar essa "fatura" à Brisa e outras empresas idênticas.
Mais depressa concordaria com a isenção por parte de veículos de 2 rodas, porque devido ao seu peso não causam praticamente desgaste nenhum às AE.
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Claro que uma coisa dessas só seria viável se limitada no tempo.
Estou perfeitamente ciente que seria incomportável uma situação destas a longo prazo. :)
Já se inserida numa medida 'estilo eleitoralista' para promover a aquisição de veículos eléctricos (e aqui obviamente estou igualmente a colocar motociclos na balança) acho que seria benéfico.
Nunca seria comportável uma situação destas por mais de 1 ano, mas podia ser o bastante para que algumas coisas mudassem.
E sim, concordo também que um incentivo por forma a fazer baixar de forma evidente o custo na aquisição de um v.e. seria sempre muito mais bem vindo, pois seria um ganho imediato e não em função de suposta utilização de rede de A.E. :)
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Atenção que qualquer medida é discriminação positiva envolve um custo suportado pela sociedade, ou parte da sociedade.
Por exemplo um aumento um pouco superior nas portagens podia cobrir esta isenção.
Como acontece os exemplo na electricidade "renovável" cujos custos são pagos por todos nós.
Qualquer medida é sempre paga, o benefício será em primeira linha dos políticos que a adoptam, mas os custos são pagos pelos outros,.
Esta é a beleza da política.
No empresariado as decisões têm custos e o empresário suporta os erros nas decisões. Na política as decisões têm custos mas o político não paga nada :)
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Portugal, com a EFACEC, parece que continua a 'dar cartas' no estrangeiro. :)
Agora conseguiu um contrato (a que por certo se seguirão outros) para a instalação dos seus super-carregadores no Mónaco.
São tão rápidos, que p.ex. uma BMW C Evolution (se acaso a bateria o permitisse) seria carregada totalmente em brevíssimos minutos.
É que, diga-se de passagem, sempre se trata de uma potência máxima de 160 kW a destes super-carregadores. Não é nada pouco.... :nice:
http://exameinformatica.sapo.pt/mobilidade_inteligente/2019-05-15-Efacec-instala-primeiro-carregador-ultrarrapido-no-Monaco
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Relativamente a duração das motas eléctricas, tenho um amigo que acabou de ultrapassar os 140 000km com uma mota eléctrica chinesa de 2010. Motor e baterias originais, sem qualquer tipo de revisão programada. E continua feliz a utilizar a mota no dia a dia. Estima que a mota tenha perdido uns 25% da capacidade original, no entanto não interfere com a utilização diária. São números impressionantes, mais de 5 500€ em gasolina, considerando consumo de 2,5L/100km.
O odometro deu a volta aos 99 999km
(https://www.novaenergia.net/forum/download/file.php?id=22155)
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Relativamente a duração das motas eléctricas, tenho um amigo que acabou de ultrapassar os 140 000km com uma mota eléctrica chinesa de 2010. Motor e baterias originais, sem qualquer tipo de revisão programada. E continua feliz a utilizar a mota no dia a dia. Estima que a mota tenha perdido uns 25% da capacidade original, no entanto não interfere com a utilização diária. São números impressionantes, mais de 5 500€ em gasolina, considerando consumo de 2,5L/100km.
O odometro deu a volta aos 99 999km
(https://www.novaenergia.net/forum/download/file.php?id=22155)
Habitualmente há sempre uma gerigonça chinoca que foge ao controlo de "falta de qualidade" e acaba por se tornar numa excelente compra.
Esse teu amigo teve sorte e ainda bem que lhe dá o uso mais que esperado.
No meu caso a única coisa chinoca que comprei e que inesperadamente é uma maravilha de fiabilidade foi um berbequim de 9,99€ que comprei lá para 2009 no Jumbo… pelas contas de vários intervenientes nas obras, aquilo já deveria ter queimado à muito… :lolol: :lolol: :lolol:
Voltando à moto do teu amigo... qual é o modelo?
Será uma tipo "aquelas coisas" muito pequenas, estreitas e curtas, com uns pedais auxiliares e que não têm matricula?
Entretanto… algures no fórum já se falou em motos chinocas a copiar modelos de marcas conhecidas… se alguém quiser uma Ninja electrica da kEwEsaki…
https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html (https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html)
[a malta junta-se, mandamos vir um contentor e depois vendemos as excedentes… cada uma fica a pouco mais de 700$... aproximadamente 650€]
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Relativamente a duração das motas eléctricas, tenho um amigo que acabou de ultrapassar os 140 000km com uma mota eléctrica chinesa de 2010. Motor e baterias originais, sem qualquer tipo de revisão programada. E continua feliz a utilizar a mota no dia a dia. Estima que a mota tenha perdido uns 25% da capacidade original, no entanto não interfere com a utilização diária. São números impressionantes, mais de 5 500€ em gasolina, considerando consumo de 2,5L/100km.
O odometro deu a volta aos 99 999km
(https://www.novaenergia.net/forum/download/file.php?id=22155)
Habitualmente há sempre uma gerigonça chinoca que foge ao controlo de "falta de qualidade" e acaba por se tornar numa excelente compra.
Esse teu amigo teve sorte e ainda bem que lhe dá o uso mais que esperado.
No meu caso a única coisa chinoca que comprei e que inesperadamente é uma maravilha de fiabilidade foi um berbequim de 9,99€ que comprei lá para 2009 no Jumbo… pelas contas de vários intervenientes nas obras, aquilo já deveria ter queimado à muito…
ol:
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Voltando à moto do teu amigo... qual é o modelo?
Será uma tipo "aquelas coisas" muito pequenas, estreitas e curtas, com uns pedais auxiliares e que não têm matricula?
Entretanto… algures no fórum já se falou em motos chinocas a copiar modelos de marcas conhecidas… se alguém quiser uma Ninja electrica da kEwEsaki…
https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html (https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html)
Esqueci-me de referir a marca da mota. É uma Jonway, vendida por cá como SW Predator, marca entretanto extinta. Equivalente a 125cc.
Chineses em carros e motas é para esquecer, sejam eletricas ou a combustão, as fragilidades começam logo no quadro e plásticos. Arrisco a dizer que não há 2 quadros iguais
-
Relativamente a duração das motas eléctricas, tenho um amigo que acabou de ultrapassar os 140 000km com uma mota eléctrica chinesa de 2010. Motor e baterias originais, sem qualquer tipo de revisão programada. E continua feliz a utilizar a mota no dia a dia. Estima que a mota tenha perdido uns 25% da capacidade original, no entanto não interfere com a utilização diária. São números impressionantes, mais de 5 500€ em gasolina, considerando consumo de 2,5L/100km.
O odometro deu a volta aos 99 999km
(https://www.novaenergia.net/forum/download/file.php?id=22155)
Habitualmente há sempre uma gerigonça chinoca que foge ao controlo de "falta de qualidade" e acaba por se tornar numa excelente compra.
Esse teu amigo teve sorte e ainda bem que lhe dá o uso mais que esperado.
No meu caso a única coisa chinoca que comprei e que inesperadamente é uma maravilha de fiabilidade foi um berbequim de 9,99€ que comprei lá para 2009 no Jumbo… pelas contas de vários intervenientes nas obras, aquilo já deveria ter queimado à muito…
ol:
ol:
ol:
Voltando à moto do teu amigo... qual é o modelo?
Será uma tipo "aquelas coisas" muito pequenas, estreitas e curtas, com uns pedais auxiliares e que não têm matricula?
Entretanto… algures no fórum já se falou em motos chinocas a copiar modelos de marcas conhecidas… se alguém quiser uma Ninja electrica da kEwEsaki…
https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html (https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html)
Esqueci-me de referir a marca da mota. É uma Jonway, vendida por cá como SW Predator, marca entretanto extinta. Equivalente a 125cc.
Chineses em carros e motas é para esquecer, sejam eletricas ou a combustão, as fragilidades começam logo no quadro e plásticos. Arrisco a dizer que não há 2 quadros iguais 
Confesso então que já vi algures uma scooter destas… mas desconhecia que era eléctrica e sendo eléctrica é de salientar que é de 2010... altura que não se falava mesmo quase nada de "mobilidade eléctrica"...
Entretanto a fazer uma pesquisa rápida descobri este "blog/site"... será o teu amigo?
http://www.scooters-eletricas.com/forum/viewtopic.php?f=12&t=34 (http://www.scooters-eletricas.com/forum/viewtopic.php?f=12&t=34)
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Relativamente a duração das motas eléctricas, tenho um amigo que acabou de ultrapassar os 140 000km com uma mota eléctrica chinesa de 2010. Motor e baterias originais, sem qualquer tipo de revisão programada. E continua feliz a utilizar a mota no dia a dia. Estima que a mota tenha perdido uns 25% da capacidade original, no entanto não interfere com a utilização diária. São números impressionantes, mais de 5 500€ em gasolina, considerando consumo de 2,5L/100km.
O odometro deu a volta aos 99 999km
(https://www.novaenergia.net/forum/download/file.php?id=22155)
Habitualmente há sempre uma gerigonça chinoca que foge ao controlo de "falta de qualidade" e acaba por se tornar numa excelente compra.
Esse teu amigo teve sorte e ainda bem que lhe dá o uso mais que esperado.
No meu caso a única coisa chinoca que comprei e que inesperadamente é uma maravilha de fiabilidade foi um berbequim de 9,99€ que comprei lá para 2009 no Jumbo… pelas contas de vários intervenientes nas obras, aquilo já deveria ter queimado à muito…
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Voltando à moto do teu amigo... qual é o modelo?
Será uma tipo "aquelas coisas" muito pequenas, estreitas e curtas, com uns pedais auxiliares e que não têm matricula?
Entretanto… algures no fórum já se falou em motos chinocas a copiar modelos de marcas conhecidas… se alguém quiser uma Ninja electrica da kEwEsaki…
https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html (https://pt.made-in-china.com/co_bodevehicle/image_China-Pocket-Bike-Racing-Adult-Electric-Motorbike_rnhsyyurg_ZGEUNszRgIkK.html)
Esqueci-me de referir a marca da mota. É uma Jonway, vendida por cá como SW Predator, marca entretanto extinta. Equivalente a 125cc.
Chineses em carros e motas é para esquecer, sejam eletricas ou a combustão, as fragilidades começam logo no quadro e plásticos. Arrisco a dizer que não há 2 quadros iguais 
Confesso então que já vi algures uma scooter destas… mas desconhecia que era eléctrica e sendo eléctrica é de salientar que é de 2010... altura que não se falava mesmo quase nada de "mobilidade eléctrica"...
Entretanto a fazer uma pesquisa rápida descobri este "blog/site"... será o teu amigo?
http://www.scooters-eletricas.com/forum/viewtopic.php?f=12&t=34 (http://www.scooters-eletricas.com/forum/viewtopic.php?f=12&t=34)
Epa, esse sou eu
mas é igual.
Tive uma até aos 60 000km mas devido a novos desafios profissionais tive que passar a usar carro no dia a dia. Passei a fazer pouco mais de 2 000km por ano e preferi vender.
A minha também era de 2010. Nesse tempo eramos poucos, faziamos encontros quase mensais. Bons e velhos tempos.
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Relativamente a duração das motas eléctricas, tenho um amigo que acabou de ultrapassar os 140 000km com uma mota eléctrica chinesa de 2010. Motor e baterias originais, sem qualquer tipo de revisão programada. E continua feliz a utilizar a mota no dia a dia. Estima que a mota tenha perdido uns 25% da capacidade original, no entanto não interfere com a utilização diária. São números impressionantes, mais de 5 500€ em gasolina, considerando consumo de 2,5L/100km.
O odometro deu a volta aos 99 999km
(https://www.novaenergia.net/forum/download/file.php?id=22155)
Aí está um testemunho que gostava de ler mais detalhes.
Uma coisa que chama a atenção e causa alguma estranheza é a mota ser elétrica e o odómetro ser mecânico 
A ausência de revisões é mesmo assim ou o teu colega está a desleixar-se?
Quando dizes que perdeu 25%, referes-te à autonomia, força, velocidade de ponta...
Também gostava de saber a marca, modelo, CC...
Enviado do meu Redmi 4X através do Tapatalk
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Em 2010 estas motas ainda tinham mostrador analógico. Eram uma adaptação do modelo existente a gasolina da Jonway.
A ausência de manutenção porque nao há quase nada a manter. São os pneus, pastilhas e óleo dos travões. Coisas básicas que eu fazia em casa quando tinha uma igual.
Os 25% são capacidade, que se reflecte na autonomia. Penso que também há alguma perda de potencia com temperaturas muito baixas.
O componente mais importante sao as baterias, neste caso são as Winston 60AH com a química LiFePo4, infelizmente cada vez menos usadas.
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A India prepara-se para forçar a transição em definitivo para as scooters/motos eléctricas.
Dado o peso deste mercado o efeito nos restantes será forte, diria eu.
https://www.msn.com/en-us/autos/motorcycles/india-to-restrict-its-market-to-electric-motorcycles-by-2025/ar-AABNBGK
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Não sei se o futuro será eletrico!
Já se estudam combustíveis sintéticos produzidos a partir do CO2.
https://www.motor24.pt/tech/vem-ai-os-combustiveis-que-nao-lancam-carbono-para-a-atmosfera/?utm_source=motor24.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=2.82466262.1973561448.1560551280-1437478419.1554491503 (https://www.motor24.pt/tech/vem-ai-os-combustiveis-que-nao-lancam-carbono-para-a-atmosfera/?utm_source=motor24.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=afterArticle&_ga=2.82466262.1973561448.1560551280-1437478419.1554491503)
Isto pode significar a continuação do velhinho motor a combustão por muito tempo!
Boas curvas! :scooter:
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A notícia dos combustíveis sintéticos não é nova, mas precisam produzir/vender em grande escala para poderem colocar os preços ao nível do gasóleo/gasolina.
A solução seria entrar no mercado com preços ligeiramente acima dos combustíveis normais e ver no que dava, ainda assim iriam pelo menos ter prejuízo nos primeiros sem qualquer perspectiva de vir a ter retorno do investimento.
Parece-me que é um projeto sem pernas para andar até porque as próprias marcas de automóveis começam a abandonar aos poucos os motores por combustão.
Enviado do meu Redmi 4X através do Tapatalk
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Nesta altura e da forma como veja voltada a indústria, com investimentos avultadissimos na área dos v.e., sinceramente não creio que possa ter grande viabilidade.
Não excluo com isto a entrada no mercado desses combustíveis sintéticos, substituindo daqui por uns anos o combustível com fonte no petróleo, mas o impacto que se antevê nos próximos anos será numa mudança muito grande em matéria de veículos eléctricos.
Aliás, o crescimento de vendas deste tipo de veículos fala por si...e não só na Europa.
A própria China e Índia serão grandes 'consumidores' de veículos eléctricos.
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O planeta não é só a Europa e países desenvolvidos, eletrificar os países em desenvolvimento é uma tarefa hercúlea!
Além que a eletricidade ainda é quase toda produzida com carvão e gás natural. Basta consultar a fatura da luz! :wtf:
Eu acho que nos vão convencer a ter um elétrico e quando o comprarmos vai mudar novamente o paradigma para o capitalismo funcionar bem.
Boas curvas! :scooter:
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Por essa razão é que uma mudança como esta não se faz (nem se tem feito...), como se de um estalar de dedos se tratasse.
Levará anos (décadas) até que haja uma esmagadora maioria com veículos sem motores que recorrem a combustível obtido através de petróleo.
E não...não será ao mesmo ritmo em todos os países este tipo de mudança.
Até pode vir a entrar em força o hidrogénio daqui por 20-25 anos, mas seja como for e independentemente da tecnologia que vai graçar nas opções futuras...o petróleo garantidamente que nessa altura já não terá a presença no mercado que tem e teve. Nem de perto.
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Entre a procura de soluções energéticas do futuro ainda muito pode acontecer. Provavelmente a tecnologia que vai predominar não é conhecida actualmente.
Uma coisa é certa, seja qual for a solução os combustíveis fósseis não são inesgotaveis, mais umas décadas e vamos entrar em escassez
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Aqui há tempos - e mantendo-me dentro da pertinência da questão - criei este tópico onde se dava conta que 2050 seria sensivelmente o limite para o petróleo, com o consumo existente à data.
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=1618.msg17354#top
Mas...esta questão na verdade não se tem relevado assim tão fácil.
Isto porque descobrem/iniciam novas jazidas de petróleo todos os anos, fazendo elevar a fasquia em termos de timings.
Porém, independentemente disto, sem dúvida nenhuma que terá "os dias contados" muito antes disso.
Pelo menos o consumo não será sequer comparável daqui por 10 anos...e muito menos o será daqui por 20.
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Mas mesmo a electricidade não é toda de energias renováveis, provavelmente um acréscimo súbito de consumo levará a aumento imediato no consumo de combustíveis fósseis, mantendo-se a mesma génese do problema
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É algo que também tem vindo a ter a sua mudança, com uma preocupação notória de muitos países num maior recurso a energias renováveis.
Não só isso, como uma disponibilidade de equipamentos para uso habitacional, com todos os elementos necessários para funcionar de forma autónoma, incluindo baterias de iões de lítio com capacidade de 3 a 12 kWh e uns largos milhares de ciclos carga/descarga.
O problema...sim...ainda é o custo, ainda que esteja numa tendência de decréscimo, por forma a que possa haver muitas habitações a gerar a própria energia renovável.
Uma alteração na lei, de forma mais incisiva (e com vontade governativa para tal) talvez acelerasse esta questão... :-\
Porém, ainda existem alguns países para quem as fontes inesgotáveis de energia obtidas da Natureza que nos rodeia, como o Sol ou o Vento, são coisas que não parecem ter a mesma visão de globalidade.
A política nesses casos, ainda que se trate de uma visão a prazo, parece levar mais tempo para a mudança do que o que deveria e seria normal acontecer. :-X
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Pode ser que se consiga fazer um cruzamento entre um animal e uma mota e o resultado seja uma mota que come relva :)
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Mais um update a este tema.
Se por um lado temos uma crescente preocupação com o dimensionamento dos recursos de energia actuais (e que no nosso caso já sabemos que a fórmula mágica é a me$ma de sempre...):
https://www.bloomberg.com/news/articles/2019-06-12/sweden-s-electric-car-boom-is-under-threat-from-power-crunch
(segunda noticia, "Sweden's Electric Car Boom Is Under Threat From Power Crunch")
Por outro, temos cada vez mais empresas a apostar no eléctrico.
Hoje ao regressar de almoço deparei-me com uma acção publicitária em plena rua. Dois dos modelos constam do catálogo da wattmoving.pt.
A 125 está soberba em termos de design, a qualidade de construção aparenta também qualidade. Conta com 80kms autonomia, nada mau para uso citadino ;)
(https://i.imgur.com/MtedRAP.jpg)
(https://i.imgur.com/SS8dNg4.jpg)
(https://i.imgur.com/Tn5jmcj.jpg)
(https://i.imgur.com/Yomkkyv.jpg)
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A Super Soco está fenomenal a nível de design.
O banco em castanho claro é que confesso que me choca um pouco, preferindo ver ali em preto, mas pronto...
É pena esta eléctrica estar limitada a uma velocidade tão baixa (comparando com 125cc).
Creio que nem chega a 80Km/h reais. :(
Se fosse mais expedita nesse campo e ainda por cima com o preço a que está (lembro que tem também benefício governamental até 400€), ainda iria atrair mais.
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Se conseguissem chegar pelo menos aos 90/95 da maioria das scooters 125 ajudava a ultrapassar essa barreira (psicológica?), digo eu.
Exclusivamente para trânsito/cidade 75 a 80 não é mau de todo, mas obviamente aventurando-se em estrada aberta/ICs é monótono (e perigoso).
Talvez seja devido a algum tipo de compromisso entre consumo vs. peso vs. velocidade.
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Pois é...
A segurança de peões e ciclistas vai passar a que seja obrigatório usar emissores de som (na UE) a partir de 2021...para todos os veículos.
Mas hoje...sim hoje, dia 01/Julho/2019, passou já a sê-lo para carros elétricos novos de quatro rodas que circulem nas ruas europeias.
Por aquilo que li, os emissores de som são automaticamente activados no momento em que circulam a menos de 19km/h.
Este chamado Sistema de Alerta Acústico do Veículo (AVAS em Inglês) passará depois a fazer parte de todos os veículos eléctricos. E sim...se acaso estás a pensar se nos motociclos eléctricos também vai ser algo que terão de ter, a resposta é sim. :-\
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Os malditos dos carros a gasóleo...
http://targa67.motor24.pt/vendas-diesel-a-descer-mas-poluicao-a-subir-e-o-diabo/ (http://targa67.motor24.pt/vendas-diesel-a-descer-mas-poluicao-a-subir-e-o-diabo/)
E agora? Afinal em que ficamos?
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Nisto parecem haver estudos para todos os gostos... :nice:
De qualquer forma, na conclusão não deixam de referir isto:
"A EEA não deixa de sublinhar que esta é a diferença mais baixa nos últimos cinco anos, querendo com isto dizer que os carros a gasolina estão a emitir cada vez menos."
Mas a grande revolução que se desenha há bastante tempo é a dos veículos eléctricos.
A que se seguirão outras formas de os mover dentro de algumas décadas, nomeadamente com os avanços no hidrogénio. Se bem que não estou a ver que tal venha a ter tanta força e penetração de mercado como os v.e....no próximo 1/4 de século.
Depois disso, é bem possível. :)
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Eu já deixei de fazer prognósticos, a tecnologia tem um jeito de nos supreender a cada dia.
Veremos que soluções temos quando abandonarmos os combustiveis fosseis :pensador:
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Já agora mais um update de novas motos a aparecer.
Os estafetas vão agradecer (digo eu) :scooter:
(tradução livre) As recém-lançadas ELMOTO LOOP da GOVECS foram construídas especificamente para estafetas com mochila, para uso em cidades com muito transito.
(https://i.imgur.com/Z2bi59y.jpg)
GOVECS, one of the leading electric scooter manufacturers in Europe, has a new lineup of electric delivery scooters. And while some of the electric scooters are fairly generic, the new ELMOTO LOOP is a light electric motorcycle perfect for maneuvering in tight urban conditions.
You’ve probably seen those grocery and fast-food delivery riders all over city centers, right?
You know, the ones riding the rough-looking electric bicycles and wearing backpacks the size of a tuba case?
Well, GOVECS has a new electric delivery that is going to make those delivery riders drool.
The recently unveiled ELMOTO LOOP from GOVECS was purpose-built for those backpack delivery workers to navigate crowded cities.
ELMOTO LOOP electric delivery bike
The ELMOTO LOOP seems like quite a traffic buster. It looks like a cross between an electric bicycle and a scooter. Some might call it a moped, though without any pedals. And at just 59 kg (130 pounds), GOVECS says it is the lightest offering so far in the lightweight L1E electric motorbike class in Europe. Despite its featherweight design, it can still support a payload of up to 141 kg (310 pounds).
The ELMOTO LOOP is powered by a 2 kW direct drive electric hub motor mounted in the rear wheel. While 2 kW doesn’t sound like much for a light electric motorcycle, the ELMOTO LOOP only needs to hit 45 km/h (28 mph). That keeps it street legal in the L1E class and also helps keep the size and weight down. Riders only need a standard car driver’s license and not a motorcycle license — yet another benefit of the lower top speed.
Assuming the LOOP is based on ELMOTO’s existing HR4 light electric motorbike, its battery should be good for a maximum of 80 km (50 miles) thanks to a capacity just shy of 2 kWh. It can also be recharged in 4 hours, though delivery fleets usually keep spare batteries on hand to swap out when necessary.
Unlike other electric delivery scooters, the ELMOTO LOOP has larger diameter wheels and tires. That should help the bike handle better on older roads found in many European cities. And with a hydraulic suspension fork up front and dual coilover shocks in the rear, the ride looks to be nice and comfortable. A closer inspection even reveals a pair of foot pegs for a passenger, though the delivery backpack is likely to take up the rear seat space most of the time.
According to a statement from GOVECS:
The ELMOTO LOOP is an excellent alternative for companies that prefer delivery services with a backpack. The ELMOTO LOOP is not only unusually slim, but also extremely agile and maneuverable. When combined with a backpack, the scooter is also ready to make deliveries. Courier services, which often wind their way through busy city centers, can also benefit from the features of the ELMOTO LOOP. The 2 kW engine performance provides real driving enjoyment at a top speed of 45 km/h. The sleek scooter will be available starting September 2019 and can be driven with a normal car driving license. The removable battery can be fully charged in just four hours.
Electrek’s Take
That’s a slick-looking little electric delivery bike, if you ask me. It looks like someone is tootin’ around on a detuned Sur Ron delivering burgers and Thai food.
Sure, GOVECS unveiled some other interesting electric scooters for deliveries as well alongside the ELMOTO LOOP. Their cargo boxes are likely better for bigger deliveries, but they won’t fare quite as well as this little delivery crotch rocket will in some city centers.
My biggest question is now, “How do I get one of these?!”
Fonte:
https://electrek.co/2019/07/25/govecs-elmoto-loop-light-electric-motorcycle-delivery/ (https://electrek.co/2019/07/25/govecs-elmoto-loop-light-electric-motorcycle-delivery/)
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Uma outra questão com talvez algum interesse será a evolução dos próprios seguros e que se prevê a médio prazo deixarem de incidir directamente sobre os veículos...
"A tecnologia vai mudar o foco do negócio segurador. No segmento automóvel o carro deixará de ser o foco dos seguros que se centrarão em soluções de mobilidade. "
"Se os carros serão autónomos e as pessoas vão andar mais de bicicleta e trotinete, será preciso alterar os seguros, explicitou. “O seguro automóvel tradicional daqui a dez anos não vai ser como é hoje.”"
( Esta noticia poderá completar também o tópico https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=4977.msg77782#msg77782 (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=4977.msg77782#msg77782) )
Leitura obrigatória para os interessados: https://eco.sapo.pt/2019/08/18/tecnologias-vao-ameacar-grandes-partes-do-negocio-dos-seguros-antecipa-ageas/ (https://eco.sapo.pt/2019/08/18/tecnologias-vao-ameacar-grandes-partes-do-negocio-dos-seguros-antecipa-ageas/)
:pensador:
nota: a "máfia" já está a preparar caminho... ciclistas e trotrinestas preparem-se para começar a pagar a dizima obrigatória... ou então é tempo de se mexerem antes que...
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Aproveitando o reactivar deste tópico por parte do 2Low, informo que sobre os tais "benefícios fiscais" para aquisição de motos eléctricas e que presumo já todos saberão por cá que existem...tem estado com poucos pedidos.
Segundo li, estão bastante aquém do limite de 250 incentivos, estando registadas 81 candidaturas.
O facto de não haver muita escolha (pouquíssima, melhor dizendo) e o preço elevado, não vão lá facilmente com b€n€fícios...
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Na minha opinião o incentivo serve de pouco. As motas "tradicionais" têm vindo a subir o preço de venda ano após ano, ao passo que nas elétricas, tudo aponta que daqui por uns (poucos) anos vão começar a ser produzidas em maior escala e vão conseguir uma de 2 coisas: melhorar as motas; baixar significativamente o preço.
Ou seja, se hoje vou dar 5 mil por um modelo elétrico simples e se daqui por 5 anos esse mesmo modelo melhorado custar 3 mil, nem por 2 mil vão aceitar a minha usada. Vai ser uma desvalorização brutal. Pelo menos é nisso que acredito. Já para não falar na desvalorização das baterias, que continuam caríssimas.
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Falta oferta de mercado nas motos eléctricas...e sobretudo a preços mais próximos das "equivalentes" às que fazem uso de motor de combustão.
No caso dos automóveis, os 1.000 disponíveis (4x mais do que para aquisição de motos), já estão esgotados.
E assim ficaram em muito pouco tempo.
Como dizes e bem, tudo leva a crer que dentro de mais algum tempo as motos eléctricas comecem a entrar em força no mercado, com os principais fabricantes a apostar nelas....mas até lá, os benefícios não ajudam por aí além.
Se uma BMW C Evolution fosse mais convidativa do que os seus quase 15k, não sei não... :) :nice:
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Só para acrescentar um pequeno perumenor (já que é normal o peru natalicio lá nos estates)...
https://pplware.sapo.pt/motores/trump-carros-eletricos-nao-vao-funcionar/ (https://pplware.sapo.pt/motores/trump-carros-eletricos-nao-vao-funcionar/)
Santa paciência para aturar santa ignorância e santa idiotice e santa burrice e santa...
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Com tanto patriotismo e proteccionisto de políticas "à moda de Trump", o que está a provocar é que marcas Americanas como a Ford e a GM podem vir a sofrer ainda mais do que os analistas já prevêm acontecer.
Estão a ver-se envolvidas (sem o quererem) no meio de guerras comerciais e as suas finanças vão sofrer e não é pouco.
Há poucos dias um artigo que li dizia isto: Ford e GM preparam-se para um (grande) desastre
https://observador.pt/2019/08/16/ford-e-gm-preparam-se-para-um-grande-desastre/
Mas não é só nesse sector que as coisas vão mal.
O Trump e as suas célebres convicções como "America will start winning again, winning like never before", são capazes de se virar contra ele.
Quanto àquilo que dizem os cientístas e as evidências quanto às alterações climáticas, o homem não quer saber...
É como a sua opinião quanto às trocas comerciais...
Aliás, esta é uma frase sua e que dirá muito da personalidade que tem e desejo de fechar os States para si mesmos:
"Free trade is terrible. Free trade can be wonderful if you have smart people. But we have stupid people."
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Ora leiam também isto que acabo de tomar conhecimento...
https://observador.pt/2019/09/10/tesla-vai-lancar-uma-pilha-capaz-de-fazer-um-carro-andar-durante-mais-de-1-milhao-de-quilometros/
Quando (e se algum dia...) tiver oportunidade de ver algo como isto em larga escala nos veículos e acessível para aquisição ao comum dos mortais, acredito que a revolução da mobilidade é algo que fica a um nível difícil de imaginar.
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Está é daquelas que só vendo para crer! Há mais de 10 anos que várias empresas apresentam pontualmenge estudos e investigações como a próxima revolução nas ditas "pilhas" (baterias).
Até agora, a evolução foi escassa e mal consegue acompanhar o ritmo de evolução dos dispositivos, neste caso, dos carros.
Seria bom? Não.
Seria fantástico!
E quem for bem sucedido nessa tarefa tem literalmente o mundo nas mãos 
Além da autonomia dos carros, já imaginaram um telemóvel que só se carrega de 2 em 2 anos? Ou o portátil 1x ao ano...
E as webcams e security cams com autonomia para X anos dispensando ligações eléctricas? E......
É um sem fim de aplicações no mercado actual e que realmente pode representar uma (r)evolução como há muito não se assiste.
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Além da autonomia dos carros, já imaginaram um telemóvel que só se carrega de 2 em 2 anos? Ou o portátil 1x ao ano...
Posso ter percebido mal a noticia mas a evolução da dita pilha não é o tempo que a carga dura mas sim o numero de carregamentos que podem ser feito durante a vida da pilha.
Cumprimentos
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É daquelas coisas que provavelmente um Engenheiro Químico terá bem mais facilidade em entender. :read.calm:
A revolução nas baterias e processos químicos conseguidos para as fazer durar muito mais do que até aqui, pode vir a ser algo capaz de mudar completamente a ideia até dos mais cépticos.
O ficheiro completo é este (PDF.). Em Inglês.
Link... (http://jes.ecsdl.org/content/166/13/A3031.full.pdf)
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Bem... não tive ocasião de ler a dita publicação de uma ponta à outra, com todos os cuidados, e apenas li na diagonal rápida praticamente o titulo e um pouco da publicação sobre a Tesla desenvolver a bateria para aguentar quase 1,6 milhões de quilómetros. [o normal de uma tradicional bateria é durar 3/4 anos e se corresponder a 100.000km já é muito bom!]
Dessa leitura fiquei com a sensação que apenas se remetem à própria duração útil da bateria com todos os respectivos carregamentos necessários para o efeito, pois parece-me impossível que nos próximos dois ou três anos consigam uma bateria que tenha uma durabilidade quase útil do próprio veiculo sem garantir também o tostão pós-venda para a marca... acho que entende-se o que quero dizer...
Em todo o caso, se a Tesla conseguisse desenvolver mesmo uma bateria que até nem tinha de ser carregada (ou com um maior aproveitamento em andamento...) para que iria estar a investir ou oferecer carregamentos ilimitados em determinados modelos da marca nos postos de carregamento rápido ?!
:convivio:
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E é isso mesmo que indica a notícia, se bem que não muito clara nesse propósito.
A dita bateria (que imagino seja bastante cara durante alguns anos) vai revolucionar o mercado pois aguentar +1.600.000kms é algo que está muito acima do actual.
Provavelmente devem fazer agora, com perdas graduais até 30% de autonomia face a novos, uns 250.000kms. Na boa. Mas daí até várias vezes isso... :feliz:
Uma bateria durar milhares de ciclos de carga/descarga e fazer +1.600.000kms sem ser substituída, é absolutamente fantástico.
Mas até chegar a valores capazes de ser acessíveis a muita gente, vai levar o seu tempo....
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"Um estudo revelou que 42% dos americanos acham que, para andar, os eléctricos precisam de…gasolina!"
Link para a notícia: AQUI (https://observador.pt/2019/09/20/42-dos-americanos-acreditam-que-carros-electricos-precisam-de-gasolina-diz-estudo/)
O M G!!! :o
Não sei se é mesmo só falta de informação, ou se é genuinamente malta idiota.
Isto anda meio Mundo completamente louco... :toma:
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Devem ser os que votaram no Trump :)
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Gravita tudo em torno da falta de informação e também desinteresse (ou mesmo desconfiança) de muita gente por outro tipo de tecnologias associadas aos veículos.
Talvez por esses mesmos factores, há uns meses surgiu a notícia de uma senhora a pretender colocar gasolina no seu....Tesla. Tornou-se viral esse vídeo!! :-X
Mas há mais a fazer o mesmo...
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A capa do Jornal de Notícias do dia de hoje, relativamente às bicicletas eléctricas, scooters e trotinetes, nomeadamente quanto à velocidade a que deveriam estar limitadas, mas que, aparentemente e segundo dá a entender o título, serão nalguns casos bem superiores ao que se imagina.
(https://i.postimg.cc/q7kCNgnq/Screenshot-20191001-000102.jpg)
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Uma capa muito infeliz por causa da foto da esquerda :(
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Já que se fala em transição neste tópico, quem está numa de apostar quase na totalidade noutro tipo de mobilidade para a sua frota é a.... Telepizza em Espanha.
Isto resulta de um acordo entre a Telepizza e a Silence, com os seus ciclomotores modelo S02 e que podem ver nas duas fotos que deixo abaixo.
Irão assim mudar gradualmente a sua frota para veículos eléctricos e que irão operar todos os dias, numa primeira fase na cidade de Barcelona.
Veremos se rapidamente este tipo de iniciativa da marca não chega também a Portugal. ;)
(https://i.postimg.cc/c6GNC8K5/Screenshot-20191003-002112.jpg)
(https://i.postimg.cc/FHZ7th8Q/Screenshot-20191003-002230.jpg)
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E agora foi a McDonald’s na Suécia a entrar também na disponibilização de postos de carregamento de veículos eléctricos...visto que por lá o número de vendas destes veículos tem sido impressionante.
E chegou mesmo a ser problemático tal a velocidade com que ocorreu..
A potência dos postos de carregamento da conhecida cadeia de restaurante fast-food é de 55kW e foi mesmo criada uma sinalética própria para os postos.
Um Happy Meal fica a 39 coroas suecas, o Big Mac a 52...
Já o abastecimento na rede de postos de carregamento da McDonald’s, chamada McCharge, :) fica a 2,5 coroas/minuto, que se traduz em cerca de 0,23€/minuto. ;)
(https://i.postimg.cc/qBxg9rc2/Screenshot-20191004-073644.jpg)
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E agora foi a McDonald’s na Suécia a entrar também na disponibilização de postos de carregamento de veículos eléctricos...visto que por lá o número de vendas destes veículos tem sido impressionante.
E chegou mesmo a ser problemático tal a velocidade com que ocorreu..
A potência dos postos de carregamento da conhecida cadeia de restaurante fast-food é de 55kW e foi mesmo criada uma sinalética própria para os postos.
Um Happy Meal fica a 39 coroas suecas, o Big Mac a 52...
Já o abastecimento na rede de postos de carregamento da McDonald’s, chamada McCharge, :) fica a 2,5 coroas/minuto, que se traduz em cerca de 0,23€/minuto. ;)
(https://i.postimg.cc/qBxg9rc2/Screenshot-20191004-073644.jpg)
A Telepizza aqui de Benavente já dispõe de 3 scooters eléctricos.
O Mc'Donalds do Porto Alto já disponibiliza ponto de carregamento para veículos eléctricos.
Estou em crer que a proliferação dos veículos eléctricos vai ser muito rápida e o nosso País não vai fugir à regra. Onde também não deve ser diferente daquilo a que estamos habituados desde que temos memória é na falta de adequação dos meios para acomodar a evolução, mas como a necessidade aguça logo aparecem soluções " eternamente " provisórias para colmatar as faltas.
Enviado do meu VOG-L29 através do Tapatalk
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A solução mais obvia a meu ver passará por carregar as viaturas em casa.
Tenho ideia (e alguém aqui poderá confirmar ou desmentir) que as habituações que estão a ser construídas de raiz e que possuam garagem são obrigadas a ter uma tomada adaptada para carregar carros elétricos. Pelo menos tenho ideia de ter ouvido isso algures.
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Daria para as voltas ao pé de casa, mais longe....com reboque :chavebocas:
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Aquilo que dizes mostra que estás bem recordado Tiago20.
De facto em tempos falou-se nisso é que seria...
...para iniciar este ano de 2019. :-\
https://pplware.sapo.pt/informacao/obrigatorio-carregadores-carros-eletricos-casas/
Tratava-se muito simplesmente em passar a ter em todas as novas habitações ou garagens, de forma obrigatória, um ponto de carregamento para veículos eléctricos a partir de 2019.
O membro @2low, tendo em conta que está, a nível profissional, nesta parte das obras em edificações novas, porventura poderá esclarecer-nos se já passou entretanto, ou ainda está para passar... a obrigação. :)
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A solução mais obvia a meu ver passará por carregar as viaturas em casa.
Tenho ideia (e alguém aqui poderá confirmar ou desmentir) que as habituações que estão a ser construídas de raiz e que possuam garagem são obrigadas a ter uma tomada adaptada para carregar carros elétricos. Pelo menos tenho ideia de ter ouvido isso algures.
Desde Setembro de 2018 que todas as novas construções são obrigadas a estarem preparadas para veiculos eléctricos.
Posso depois colocar aqui a legislação que obriga a tais requisitos.
Na prática o que está a acontecer (isto é muito volátil e pode mudar num cenário a 6 meses e acaba por ser conforme a autarquia... subjectivo portanto...) [Almada] é deixarmos a pré-instalação preparada para a "dita tomada eléctrica" (actualmente só mesmo quem tenha veiculo eléctrico é que pede para ter a referida tomada), significando deixar tubo anelado desde o quadro parcial da garagem ou do quadro geral até onde irá existir a tomada para o veiculo eléctrico.
Se a pessoa pretender realmente usufruir da tomada exclusiva para veículos eléctricos que se prepare para a factura da electricidade... são só (julgo que) 5,5kva exclusivos para essa tomada e depois ainda a somar os 6,9kva ou 10,35kva que são actualmente o mínimo para uma moradia tipo T3 funcionar correctamente com todos os aparelhos eléctricos que se utilizam...
A parte chata da "preparação da obra de construção nova" é que o dono de obra tem de prever um projecto electrotécnico aquando a fase de "projecto de arquitectura e especialidades" pois como se vê, facilmente se ultrapassam os 10,35kva... quando até à pouco, bastaria uma ficha electrotécnica (válida inclusivé até aos 10,35kva) que tem um custo substancialmente reduzido face ao projecto electrotécnico...
Em construção existente, pode em alguns casos ser inviável proceder às alterações:
-potencias contratadas disponíveis na zona
-zona não urbanizada e custos de "nova puxada"
-por vezes a "tubagem" de entrada de electricidade na casa tem diâmetro reduzido para os valores de diâmetro de tubo/fio hoje utilizados (idade construção)
Para concluir, a tomada eléctrica não serve só para automóveis eléctricos mas também motociclos eléctricos... que se ainda não utilizarem a mesma "ficha standard" brevemente caminharemos para tal...
MAS como estamos em Portugal, e tal como aconteceu quando apareceu a TDT, podíamos ter uma TV que funcionava com TDT em qualquer parte da Europa mas como Portugal recorreu à nova norma mpeg4 ou lá o que é (caso único na Europa), significou que na altura teríamos de ter o ultimo grito de TV's para realmente não necessitarmos de box's externas para acedermos à TDT...
...prevejo assim os problemas típicos dos complicómetros que os legisladores nacionais tanto gostam de seguir e que nos obrigam a ter de sofrer...
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Se a pessoa pretender realmente usufruir da tomada exclusiva para veículos eléctricos que se prepare para a factura da electricidade... são só (julgo que) 5,5kva exclusivos para essa tomada e depois ainda a somar os 6,9kva ou 10,35kva que são actualmente o mínimo para uma moradia tipo T3 funcionar correctamente com todos os aparelhos eléctricos que se utilizam...
Para quem planeia ter um carro elétrico esse não me parece ser um grande problema. O quadro extra de 5,5kva paga-se com o quilómetros que o carro é suposto fazer.
Assim por alto, devemos estar falar de 10€/mês de potência contratada e de uns 3,50€ para carregar uma bateria, com a vantagem (creio eu) de poder ter nesse quadro tarifa bi horária e carregar o carro durante as horas económicas.
A parte que ainda me deixa de pé atrás nos elétricos é o custo das baterias e a falta de garantias por parte dos fabricantes. De que adianta poupar 500€/ano em consumos, se depois corro o risco de gastar 7000€ na troca de bateria ao fim de... Sabe-se lá quanto tempo. Tem havido trocas antes dos 30 mil km. Quero acreditar que foram casos de baterias com defeitos ou devido a má utilização.
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Se a pessoa pretender realmente usufruir da tomada exclusiva para veículos eléctricos que se prepare para a factura da electricidade... são só (julgo que) 5,5kva exclusivos para essa tomada e depois ainda a somar os 6,9kva ou 10,35kva que são actualmente o mínimo para uma moradia tipo T3 funcionar correctamente com todos os aparelhos eléctricos que se utilizam...
Para quem planeia ter um carro elétrico esse não me parece ser um grande problema. O quadro extra de 5,5kva paga-se com o quilómetros que o carro é suposto fazer.
Assim por alto, devemos estar falar de 10€/mês de potência contratada e de uns 3,50€ para carregar uma bateria, com a vantagem (creio eu) de poder ter nesse quadro tarifa bi horária e carregar o carro durante as horas económicas.
A parte que ainda me deixa de pé atrás nos elétricos é o custo das baterias e a falta de garantias por parte dos fabricantes. De que adianta poupar 500€/ano em consumos, se depois corro o risco de gastar 7000€ na troca de bateria ao fim de... Sabe-se lá quanto tempo. Tem havido trocas antes dos 30 mil km. Quero acreditar que foram casos de baterias com defeitos ou devido a má utilização.
Sempre podes adquirir um tesla e não terás esses problemas com os custos das baterias...
... sendo que uma das noticias mais recentes da tesla é que estão a desenvolver baterias que duram bem mais do que 200.000km...
Sobre a utilização de veículo eléctrico, o que pode ser uma escolha acertada para uns, para outros pode ser o oposto... cada caso é um caso e para já este será um problema que as marcas terão de solucionar para conseguirem "agradar" a todos e que ninguém consiga ter mais benefícios com ainda um veículo tradicional... seja qual for o benefício/vantagem.
Há por isso que respeitar as liberdades de cada um e ninguém pode ser inferiorizado só porque não adere logo a cada novidade ou alguma moda que entretanto apareça...
Para concluir que se não houvesse os normais interesses financeiros da indústria automóvel (eléctricos ou tradicionais) já teríamos todos acesso a veículos altamente eficientes e não poluentes (energia quase infinita) ... só que esses como não dão dinheiro a esses interesses...
Assim continuo a achar uma grande demagogia por trás disto tudo...
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Não vejo problemas nesse tocante, actualmente, na aquisição de um veículo electrico.
A maioria dos fabricantes, inclusivamente para híbridos, está a dar garantia de vários anos para as baterias. Mais do que dão de garantia para tudo o resto.
Não vejo por aí razão para receio, excepto se for adquirido já usado com uns anos e é para manter depois por mais uma série de anos. :nice:
O que existe é perda gradual da capacidade original da bateria.
Ao fim de 100.000kms é possível que tenha perdas de 20% e isso é algo bastante conhecido.
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Não vejo problemas nesse tocante, actualmente, na aquisição de um veículo electrico.
A maioria dos fabricantes, inclusivamente para híbridos, está a dar garantia de vários anos para as baterias. Mais do que dão de garantia para tudo o resto.
Não vejo por aí razão para receio, excepto se for adquirido já usado com uns anos e é para manter depois por mais uma série de anos. :nice:
O que existe é perda gradual da capacidade original da bateria.
Ao fim de 100.000kms é possível que tenha perdas de 20% e isso é algo bastante conhecido.
Bem... houve alguns bmw i3 que aparentemente não duravam sequer 2anos (baterias) e houve quem em desespero tenha feito campanhas negativas contra a bmw...
(parece que na altura as baterias tinham um custo de algo como 25.000€)
Desconheço se voltou a existir problemas parecidos com outras marcas mas pode ser possível sempre que aparece uma nova marca a propor o seu primeiro modelo electrizado...
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Parece que dar 25 mil euros para trocar uma bateria não é coisa do passado nem apenas associado à BMW
https://pplware.sapo.pt/motores/nissan_leaf_bateria/
A Nissan dá garantia de 8 anos ou 160 mil km e diz que as baterias estão desenhadas para ter uma vida útil de 12 anos. O carro novo custa 32 mil euros.
Com notícias destas, quem estará na disposição de comprar um usado elétrico? Por quanto?
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Tendo em conta que a bateria estará actualmente a coberto da garantia por 8 anos, eu pessoalmente não via impedimento para avançar na compra de um veículo eléctrico. :)
Já se a opção passa por ter em ideia ficar com o eléctrico por muitos mais anos, ou comprar um usado também com alguma idade...aí já será outra coisa.
Isto é igualmente válido para motociclos, já que (pelo que sei...) as garantias também são de vários anos. :nice:
Agora se fosse de menos tempo a garantia (como o caso do link e relativo a um veículo de 2014)...podem gerar-se esse tipo de probl€mas.
EDIT: Não deixo de estranhar a notícia, pois mesmo sendo de 2014, era suposto ter já uma garantia equiparável ao que hoje é standard na indústria, com os tais 8 anos.
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Possivelmente ultrapassou os 160.000km. Na fatura da reparação a quilometragem está ocultada.
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Hum...
Deve ser isso então.
É que a notícia estava-me mesmo a estranhar pois há 4 anos atrás já a garantia das baterias seriam de 8 anos e por isso estariam sempre a coberto da mesma.
Mas se fez uma quilometragem fora do preconizado pelo fabricante (provavelmente fez +40.000kms/ano com esse eléctrico), então pagou caro, de facto... :-\
De qualquer forma o habitual é duraram bastante. Esse teve azar e não foi pouco. :you.bet:
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Atualmente já possível fazer um renting de um Tesla (mais de 900€ mês) , acredito que em breve esta modalidade será aplicável a qualquer veículo elétrico e todos esses custos deixam de ser relevantes.
Acredito que a mobilidade eléctrica vai alterar também o paradigma do "veículo próprio", num futuro próximo ou as baterias ou os veículos inteiros vão deixar de ser uma propriedade para serem apenas um serviço contratado.
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Por falar em Tesla...
(https://i.postimg.cc/cCXHnqqT/75429707-2825362814165223-2042273587951304704-n.jpg)
:lolol:
nota: pensei em colocar a imagem no tópico "rir é o melhor remédio" mas depois iria-se perder a oportunidade da própria imagem servir para a temática deste tópico... uma provocaçãozita construtiva...
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:nice:
É uma cena caricata, de facto.
Não tenho muitos conhecimentos de quem tenha veículos eléctricos, mas algo me diz que a fase de ambientação deve levar o seu tempo.
Confiar demais na autonomia pode dar mau resultado, pois quando chega o momento de carregar mesmo as baterias... das duas uma, ou não há carregadores por perto e disponíveis, ou estão avariados.
Edit: a realidade presente noutros países será diferente e mais favorável aos mesmos.
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A Nissan perante a opinião pública muito desfavorável, assumiu que as baterias para o Leaf vão custar 7 mil euros + instalação + IVA. Também as baterias custarem quase tanto como o carro novo ia desencorajar quem pensava comprar um! :pensador:
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Li esta notícia e achei interessante o facto que no início dos automóveis já havia elétricos, a gasolina e a vapor e o que vingou foi o carro a gasolina... hoje estamos numa nova encruzilhada! :have.idea:
https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160228_carros_eletricos_tg (https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160228_carros_eletricos_tg)
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A reacção das opções está sempre ligada à tecnologia e economia.
Um protótipo que serve apenas para demonstrar uma tecnologia está longe das exigências da produção em massa e esta só funciona se for eficiente.
Claro que existem sempre teorias da conspiração, mas um sistema tecnologicamente exequível é com custos suportáveis é sempre uma solução boa para o mercado.
Nestes momento tenho dúvidas que qualquer tecnologia além da combustão reúna estas condições
Mas tudo pode mudar em pouco tempo
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Li esta notícia e achei interessante o facto que no início dos automóveis já havia elétricos, a gasolina e a vapor e o que vingou foi o carro a gasolina... hoje estamos numa nova encruzilhada! :have.idea:
https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160228_carros_eletricos_tg (https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160228_carros_eletricos_tg)
Visitei o museu do automóvel em Mulhouse em 2008 e também fiquei surpreendido ao saber que este exemplar foi mesmo comercializado no final do séc. IX, e ao que parece já na altura era mais caro que a maioria. (https://uploads.tapatalk-cdn.com/20191110/22520bc7dcf4f0a1afa69f2dd974a995.jpg)(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20191110/b505c564e44c277c38f534feb300c782.jpg)(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20191110/1e210797b513708dcaa0506a6d4cd78f.jpg)
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(https://i.postimg.cc/V6GGgMp5/monopattini-totino.jpg)
Em Itália são poucos os municípios que estão a investir nos novos meios de mobilidade menos poluentes e de carácter mais prático, nomeadamente Turim, que iniciou agora o seu período experimental, para já apenas com a utilização (e permissão) para uso de "Segway" e/ou trotinetes eléctricas, com determinada velocidade máxima permitida, capacidade do motor limitada até 500W, obrigação de iluminação à frente e atrás (se a utilização for nocturna), obrigação de uso de colete reflector (pelo menos à noite), ficando assim de fora os "MonoWheels", os "Hoverboards" ou equivalentes com selim.
As infracções serão punidas conforme as mesmas regras de código para velocípedes (ciclovias) - variam entre 41€ e 168€ (desconheço se em Portugal os valores possam ser mais ou menos inconvenientes).
A utilização destes "veículos" está restrita a ciclovias ou vias com velocidade limitada a 30kmh, sendo igualmente proibida a utilização em galerias, passeios e zonas exclusivas pedestres.
Se por cá a fiscalização é pouca ou nada eficaz, de Itália sabe-se que será o oposto...
Mais info: https://www.moto.it/elettrico/monopattini-elettrici-parte-la-sperimentazione-anche-a-torino.html (https://www.moto.it/elettrico/monopattini-elettrici-parte-la-sperimentazione-anche-a-torino.html)
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As baterias continuam a ser alvo de atenção e as notícias poderão ser muito animadoras de futuro, nomeadamente da sua capacidade em reter energia, fiabilidade, segurança e na possibilidade de fazer muitos mais ciclos de carga.
Neste caso a Samsung avança com o ter actualmente em fase de teste baterias de estado sólido e onde conseguiram uma densidade energética de 900 Wh/L, ou seja, presentemente acima das melhores que existem de iões de lítio.
Como se não bastassem as boas notícias no campo das baterias eléctricas, os materiais utilizados nas mesmas serão menos tóxicas do que as actualmente utilizadas.
Aqui fica um link para vossa leitura:
https://automonitor.sapo.pt/2020/03/11/novidades/noticias/o-fim-das-baterias-de-ioes-de-litio-samsung-promete-revolucao/
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Ainda neste tema da transição, apesar de tudo quanto se vive a nível Mundial com a pandemia do Covid-19, o que é certo é que certos projectos prosseguem e, no caso das baterias e da sua capacidade em ter uma grande autonomia...não é algo a ver como ficção.
Pelo menos assim o indicam com a mais recente geração de baterias Lithium-Sulphur.
Baterias que levam à possibilidade de superar mesmo o que se consegue com os actuais de combustão em termos de autonomia e (...esta parte é interessante) conseguem reter acima de 90% da sua capacidade original mesmo após 1.700 ciclos de cargas/descargas completas em postos fast charging.
Fantástico... :nice:
https://insideevs.com/news/411567/lithium-sulphur-li-s-batteries-tech/
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Agora parece que é de vez...
Falta já pouco para acabarem as "borlas", o que não é necessariamente mau.
Existem coisas boas que esta situação (com pagamento) trará. :nice:
Um artigo de hoje trás esta questão ao de cima e pode ser que muitos mais postos venham também a ser instalados.
Aliás, aumento em número e em postos mais modernos (e rápidos). :nice:
https://observador.pt/2020/05/28/electricos-passar-a-pagar-a-recarga-vai-ser-bom/
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Sobre a questão da transição, acabando por cada um ter o seu papel "fundamental ou não" venho transcrever uma mensagem de alguém que decidiu abandonar todos os grupos em redes sociais de e sobre veículos eléctricos, recordando que se tratava alguém que pretendia fazer essa passagem, só que se queixou de determinada situação que o fez rapidamente abandonar "o barco da electrificação e inovação".
Eis a mensagem:
"Comunicado.
Decidi abandonar todos os grupos ligados a carros eléctricos. A minha forma de estar não combina com fanatismos sejam eles quais forem. O fanatismo à volta dos carros eléctricos levou-me a começar a não gostar cada vez mais deles.
Dentro de horas, abandonarei também este grupo. A todos, até um dia destes e bons kms fósseis e eléctricos.
Mário
"
Realmente há que reconhecer determinado fanatismo em redor do que sejam veículos eléctricos, mesmo nas "apenas" bicicletas ou tudo o que seja relacionado com as meras questões ambientais.
Há de certa forma um cada vez numero mais crescente de pessoas que se relacionam com estes assuntos e que têm a sua maneira de certa forma bem arrogante, acutilante e rispida e fanática para "pregar o sermão", da qual acho incorrecto e não é capaz de captar mais "sócios para o clube", antes pelo contrário, ajuda a criar anti-corpos e fazer com que as pessoas ganhem um determinado ódio a todas essas inovações - é como que uma reacção à acção desses "fanáticos de seita".
O mundo está preenchido infelizmente destes "fanáticos de seita" e ora podíamos vê-los a defender um iphone, como agora os podemos ver a defender um tesla, uma bicicleta...
E quase todos eles vestem-se de certa forma tão idêntica, falam todos o mesmo vocábulo - parecem extra-terrestres - entre outras tantas características...
E o mais grave é que se usam destas "inovações" ou "diferentes alternativas ao tradicional" como forma de se sentirem como "os seres perfeitos e correctos" ou na mera questão de terem algo diferente para se distanciarem da maioria e criarem o seu próprio bullying como forma exterior de libertarem de tantos anos de insucessos e/ou tristezas e frustrações pessoais.
Pelo menos é o que parece! (e qual a diferença para um fanático de determinado clube de futebol?)
E tal como aqui já alonguei demasiadas palavras sobre este assunto - que não deveria ser importante ou significante -, verifica-se que as marcas terão de investir fortemente em criar grupos em redes sociais (ou não) de debate "sem filtros", para combaterem estes fanatismos que são talvez um dos motivos para a fraca adesão a estas inovações - o papel das marcas será preponderante e terão mesmo de se distanciarem destes "fanáticos" mesmo que até defendem determinada marca!
Eis outro item para o debate que ainda não tinha sido mencionada... julgo eu de que...
notas:
- todos os fanáticos (dos eléctricos e das bicicletas) têm uma forma tão igual e repetida de magoarem todos os restantes - "lá vai o poluidor ou amigo do ACP"
[ para esses "seres infelizes" nada como eles terem a noção de irem verificar o que significa a palavra "fanatismo"https://pt.wikipedia.org/wiki/Fanatismo (https://pt.wikipedia.org/wiki/Fanatismo) ]
- é por estas e por outras que eu defendo a transição gradual e adequada a cada um, respeitando sempre todos os restantes e sou contra estes "fanáticos da treta"
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Nisto, como em tantas outras coisas, uma árvore não faz a floresta... :)
O indivíduo em questão teria as suas razões para a mudança e para se querer afastar, mas custa-me sempre um bocado em embarcar na generalização.
Bem ou mal comparado, seria como tomar os maus comportamentos de um punhado motociclistas pelo todo.
Maus comportamentos de uns poucos e que depois (infelizmente) levam recorrentemente a uma certa opinião negativa e a colocar tudo no mesmo saco...injustamente.
No caso dos veículos eléctricos passa-se o mesmo.
Haverá os que exageram e chegarão mesmo a fazer uso excessivo das suas convicções.
Haverá os que vêm as suas vantagens, se interessam nas tecnologias e nas potencialidades, mas não acreditam estar ainda reunido o momento para avançar numa aquisição (incluo-me aqui).
Haverá os que nem podem ouvir falar em veículos eléctricos e não perdem uma oportunidade para os denegrir.
No meio disto existem uma série de variações de pessoa para pessoa.
Diria que é normal.
Tudo isto faz parte de uma transição.
É pena que haja excessos (é certo!), mas o tempo encarrega-se de levar a que as coisas vão correndo o seu curso.
E esta transição é bem capaz de levar mais tempo do que se julgava... Em números significativos, entenda-se. :)
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Parece-me pertinente remexer este tópico, já que foi publicada há poucos dias uma notícia bastante interessante num website da Comissão Europeia, com o discurso do vice-presidente, Maroš Šefčovič
E de forma muito directa é dito que dentro de poucos anos (2025 para ser mais preciso) a Europa deixará de estar dependente de baterias vindas "de fora", como acontece agora.
Poderemos (a Europa) vir a ter a capacidade de brevemente produzir baterias para a indústria automóvel, sem depender da China, dos Estados Unidos da América, da Coreia do Sul...
Os investimentos são grandes, mas a estratégia de o conseguir e almejar a "independência", não me parece que seja dinheiro mal gasto. Pelo contrário...
https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/SPEECH_20_2202
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Do lítio em Portugal:
“Se o meu sustento me for retirado, não terei futuro noutro local”, contou Paulo Pires, um dos moradores afetados pela vontade de quem quer fazer buracos no chão em busca de lítio – componente necessário ao fabrico de baterias utilizadas em carros eléctricos, smartphones e armazenamento de energia. Segundo a Reuters, Portugal soma reservas de 60 mil toneladas de lítio.
(...)
Do lado das comunidades, é encarada como um meio de destruição de territórios actualmente usados para caça ou agricultura: “Uma das nossas montanhas irá simplesmente desaparecer. Será cortada ao meio. O impacto será brutal”, contou Fernando Queiroga, presidente da Câmara de Boticas.
Fonte: https://automonitor.sapo.pt/2020/02/15/novidades/noticias/minas-de-litio-em-portugal-a-investigacao-da-reuters/
E um artigo muito interessante na National Geographic (Portuguesa)
Fonte: https://nationalgeographic.sapo.pt/ciencia/grandes-reportagens/1221-o-litio-pode-ser-a-energia-do-futuro-e-ha-abundancia-em-Portugal
O "outro" lado das baterias de lítio.
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Do lítio em Portugal:
“Se o meu sustento me for retirado, não terei futuro noutro local”, contou Paulo Pires, um dos moradores afetados pela vontade de quem quer fazer buracos no chão em busca de lítio – componente necessário ao fabrico de baterias utilizadas em carros eléctricos, smartphones e armazenamento de energia. Segundo a Reuters, Portugal soma reservas de 60 mil toneladas de lítio.
(...)
Do lado das comunidades, é encarada como um meio de destruição de territórios actualmente usados para caça ou agricultura: “Uma das nossas montanhas irá simplesmente desaparecer. Será cortada ao meio. O impacto será brutal”, contou Fernando Queiroga, presidente da Câmara de Boticas.
Fonte: https://automonitor.sapo.pt/2020/02/15/novidades/noticias/minas-de-litio-em-portugal-a-investigacao-da-reuters/
E um artigo muito interessante na National Geographic (Portuguesa)
Fonte: https://nationalgeographic.sapo.pt/ciencia/grandes-reportagens/1221-o-litio-pode-ser-a-energia-do-futuro-e-ha-abundancia-em-Portugal
O "outro" lado das baterias de lítio.
Parece que é um assunto pouco importante para os apelidados "Verdadeiros Amigos da Sustentabilidade", os tipos doutorados (apanhadinhos) em veículos eléctricos e que só sabem criticar o Diesel como que se fosse o responsável por todos os problemas da poluição mundial.
Pessoalmente tenho noção que o parque automóvel claramente um dia estará todo diferente do que ocorre actualmente mas não vejo os eléctricos como realmente o futuro e como os veículos realmente sustentáveis... pelo menos os actuais e os que estão a ser anunciados...
Infelizmente o investimento no Hidrogénio é bem mais dispendioso para justificar a curto prazo esse investimento mas...
E sobre verdadeira sustentabilidade...infelizmente nunca a teremos pois "ELES" têm sempre de manter o sistema capitalista a funcionar, produzindo cada vez mais veículos que duram menos que as anteriores gerações, ainda sem serem capazes de fazerem reciclagem total dos anteriores veículos e dos próprios mais recentes, além de que as questões relacionadas com as ainda actuais baterias, fazem dos eléctricos ainda não veículos totalmente sustentáveis e como real vantagem para os utilizadores interessados em.... no que isso lhes signifique em termos de "investimento" e "capacidade monetária" para a substituição do actual veículo por outro que finalmente lhe ofereça bem mais características do que o actual, pois se oferece características inferiores (ao tipo de utilização conforme necessidades pessoais e/ou profissionais) por um preço elevado...quem é que tem interesse em substituir por substituir?!
Mas sobre a exploração do lítio... lá vem a cartilha de que se falava no tempo do então Socrates... "iremos ser uma potência mundial na produção e comercialização de baterias para veículos eléctricos (na altura até se falava em sermos os fornecedores principais para a Nissan), na produção e comercialização de componentes (cpu's) e baterias para aparelhos electrónicos...bla bla bla"
Depois veio a crise financeira, a troika, os Germans, Amaricanos que queriam Portugal insolvente (tal como virem Estados Amaricanos insolventes), e restantes afins e kaput!
Essa questão da transformação da envolvente claramente que não favorece os veículos eléctricos como sendo SUSTENTÁVEIS.
ISSO NÃO É SUSTENTABILIDADE. Não basta o ser sem andar e sem recurso a petróleo refinado...
Como gosto da natureza (e de a realmente usufruir sem danificar), é um assunto que me cria anti-corpos a essa "pseudo sustentabilidade" dos veículos eléctricos, e não concordando, obviamente que não mudo, a não ser no dia que seja como que obrigado por não existir alternativa. Até lá vou juntando umas coroas para essa eventualidade.
MAS tenho a certeza que o primeiro veículo dentro deste "prisma da sustentabilidade" cá/lá de casa, será mesmo um motociclo!
Assim que tiverem uma autonomia de 400/500km sem necessidade de "andar a pisar ovos" para manter essa autonomia...
O primeiro passo estará brevemente dado com a garagem da próxima habitação preparada com tomada para o efeito...
Tanto que é obrigatório desde Setembro 2018 qualquer habitação estar preparada, mas não existindo obrigação de estar lá de facto a tomada já com ligação eléctrica...
Isto é... para se ter uma tomada própria (automóveis), só de electricidade há que ter 5,5kva próprios o que para juntar aos mínimos 6,9kva obriga claramente a um quadro trifásico de pelo menos 13,80kva (20Amp por fase).
Agora a questão pertinente é o porquê da real sustentabilidade estar a ser utilizada de forma errada para fazer ganhar dinheiro através de negociatas lá dos Políticos... é que uma pessoa para ser sustentável perde significativamente mais dinheiro só em "aluguer de contador/potencia contratada" face a manter-se menos amigo do ambiente...
A tal negociata da privatização da EDP e venda aos chineses que começa só agora a dar a entender às pessoas o que lhes foi escondido...
Repare-se também que as tais vantagens com "descontos energéticos" só é válido para quadros eléctricos até 3,45kva (15Amp monofásico)...
E juntando isto ao facto de que fica caríssimo investir (e sem retorno sequer a médio prazo) na auto-produção de energia solar/eólica...
Querem mesmo falar de real sustentabilidade (que não há e não haverá) ou querem manter-se iludidos pelo que eles "vendem" e esquecidos destas questões pertinentes?!
Se não concordam com o paradigma actual, há que mudar e vai custar... acabar com o sistema capitalista que destrói tudo!
Viver em comunidade...isso é outro estória!
:pensador: :pensador: :pensador:
nota: se alguém se sentir magoado como algo que tenha escrito, peço desculpa mas não tenho intuito de magoar ninguém em particular mas sim dar o meu contributo com este assunto, dando conteúdo e "items" para o debate obviamente também sobre uma leitura e "experiência" pessoal do assunto...
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A evolução no campo das baterias tem sido de tal forma, que não tarda e até mesmo a matéria prima usada será outra... :)
Nisto das baterias e das suas potencialidades, o que era "ontem", não quer dizer que "amanhã" seja na mesma..
Aliás, as baterias de íons de sódio (Na) têm sido das que têm mostrado grande potencial para representar a próxima geração de solução de armazenamento de energia de baixo custo e - talvez mais importante aqui para o contexto - ecologicamente correcta.
Seja como for, a viragem já está a dar-se...
Em Portugal talvez não se imponha um deadline tão próximo como noutros países Europeus, mas no espaço de 10 a 15 anos as mudanças no parque automóvel e (imagino) nos motociclos, serão notórias.
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Portugal tem condições para estar á frente na transição. como aliás está, em renováveis e na mobilidade elétrica e isto apesar do diferencial na capacidade financeira.
País pequeno com distâncias curtas, ausência de lobbies no setor da construção automóvel, do petróleo, do nuclear, do carvão e uma estrutura de rede eléctrica bem dimensionada e com origem diversificada. Assim se passe bem com o Hidrogénio, (o novo Mirai está um mimo), sem sócratices e sem criar um monstro labiríntico como no caso dos carregamentos de VEs.
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Outra empresa que vai conseguindo o seu "tempo de antena" é a francesa NAWA Technologies.
Provavelmente contam-se pelos dedos de uma só mão os que por aqui no fórum já terão lido ou ouvido falar dela, mas estão a apostar muito forte nas baterias eléctricas..
Trata-se de eletrodo de nanotubo de carbono alinhado verticalmente que a NAWA Technologies projetou e patenteou...
Esse eletrodo de carbono que dizem ser ultra-rápido, tem o potencial de uso no mercado de baterias dos veículos eléctricos, com a NAWA a dizer que pode aumentar a energia da bateria em até dez vezes, aumentar o armazenamento de energia por um factor de três e aumentar o ciclo de vida de uma bateria cinco vezes...o que representaria uma durabilidade muito relevante nesse campo.
O trabalho que está já a ser feito actualmente por esta empresa Francesa, prevê o resultado efectivo e já no mercado em... 2023.
Veremos no que vai dar, mas claramente que várias marcas e empresas estão a dar passos largos para melhorar bastante o que existe actualmente.
É verdade que a Panasonic, a Samsung, a Catl ou a LG (para mencionar algumas) têm condiço€s e know-how mais que suficientes para estar na linha da frente das novas tecnologias e revoluções nesta área, mas há sempre empresas que podem surpreender.
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Parece que na Europa andam a roubar os cabos de carregamento...e que custam umas boas centenas de Euros, conforme os modelos.
Uma pessoa deixa o seu veículo a carregar, ausenta-se e nessa altura levam os ditos cabos, que mesmo com os actuais sistemas de segurança, acabam por ser falíveis.
Como sabemos que tanto nas 4 rodas como nos motociclos eléctricos existe recurso a cabos próprios, aí fica a notícia do que andam a fazer uns patifes. :zangadoplus:
Se até agora recai essencialmente sobre a Tesla, não é de pensar que não pode acontecer com outras marcas de automóveis e mesmo motociclos... :curtocircuito:
https://electrek.co/2020/12/23/thieves-stealing-tesla-charging-cables-suspecting-lock-defect-cold/
(https://cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com/bonnier/RFVJZOM2RM33V6I5VISWZWWWCM.jpg)
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Parece que na Europa andam a roubar os cabos de carregamento...e que custam umas boas centenas de Euros, conforme os modelos.
Uma pessoa deixa o seu veículo a carregar, ausenta-se e nessa altura levam os ditos cabos, que mesmo com os actuais sistemas de segurança, acabam por ser falíveis.
Como sabemos que tanto nas 4 rodas como nos motociclos eléctricos existe recurso a cabos próprios, aí fica a notícia do que andam a fazer uns patifes. :zangadoplus:
Se até agora recai essencialmente sobre a Tesla, não é de pensar que não pode acontecer com outras marcas de automóveis e mesmo motociclos... :curtocircuito:
https://electrek.co/2020/12/23/thieves-stealing-tesla-charging-cables-suspecting-lock-defect-cold/
(https://cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com/bonnier/RFVJZOM2RM33V6I5VISWZWWWCM.jpg)
Não tenho a menor dúvida que quando esses veículos se generalizarem vão ser alvo desse tipo de roubo. Se os amigos do alheio arriscam a vida a roubar cabos eléctricos dos postes, mais depressa vão atacar esses que estão muito mais acessíveis.
Por outro lado estou convencido que o sistema de carregamento tal como as baterias ainda vão evoluir bastante no sentido de se tornarem de utilização mais prática, esse cabos vão ficar obsoletos muito em breve, assim como o actual processo de carregamento de baterias. basta olhar para outros equipamentos móveis já em utilização há vários anos para perceber que o futuro passa obrigatoriamente, ou por um sistema de substituição rápida da bateria (deixando estas de ser propriedade do utilizador e passando a ser um serviço, situação que vai carecer de uma uniformização dos modelos à semelhança do que acontece com as vulgares pilhas), ou então de sistemas de carregamento do tipo de ancoragem em doca.
Não estou a divagar (embora pareça :stuck_out_tongue_winking_eye:) estes sistemas já são utilizados desde há muito tempo na industria quer por simples empilhadores como por veículos autónomos, de modo que é uma questão de adaptação.
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Os cabos de carregamento que não sendo os que estão fixos nos PCR ou PCN, ou seja, os cabos portáteis, são os alvos desta onda de roubos recente.
Normalmente os cabos ficam "trancados" até o proprietário do veículo dar por finda a recarga.
Nomeadamente com os Tesla e em climas muito frios aconteciam alguns problemas com a dificuldade de "destrancar" as fichas e respetivos pinos.
A Tesla resolveu a questão com uma alteração de software mas que se revelou demasiado permissiva para os amigos do alheio e estes assim que detetaram esta vulnerabilidade aproveitaram.
Segundo parece já foi feita ou está a ser feita uma atualização mais elaborada que resolve os dois aspetos.
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Mas o motivo do roubo é apenas a venda da matéria prima (metais)?
Ou é para revender no mercado negro a preços de amigo?
Se for o segundo caso, se calhar os fabricantes podiam dar uma ajudinha.
Podiam adoptar um sistema a lá Apple com uns upgrades. Os cabos ou a própria ficha serem codificados e apenas funcionar com o veículo para o qual estão programados.
Sim, encarece o preço final. Mas o mesmo valor ou até superior se gastará ao ter que comprar um sistema qualquer anti-roubo, como cadeados ou algo do gênero.
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Uma outra forma João poderá ainda passar pelos carregamentos por indução.
Falei disso neste tópico mais abaixo há uns tempos...
Seja por zonas fixas destinadas ao dito carregamento, seja pelo tipo de projectos que estão já em desenvolvimento em plena estrada...
Creio que o problema actual se prende ainda é com a dissipação de energia não aproveitada neste tipo de carregamento, apesar de a evolução deste tipo de tecnologia ter ainda muito potencial para melhorar.
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=2603.msg68751#top
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Mas o motivo do roubo é apenas a venda da matéria prima (metais)?
Ou é para revender no mercado negro a preços de amigo?
(....)
Por aquilo que se vai sabendo, de facto parece já existir um 'mercado negro' para cabos de carregamento...usados.
E sim...quem os adquire acaba por alimentar este problema. :curtocircuito:
Tendo em conta que adquirido na marca pode chegar a algumas centenas de Euros, já se está a ver que a patifagem lá arranjou um novo passatempo para estragar o dia a quem leva a vida de forma honesta. :napodeser:
Ora lê este artigo, entre outros, onde falam deste mercado de cabos usados..
https://ksusentinel.com/2020/12/26/someone-is-stealing-tesla-cables-and-not-only/
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Mas o motivo do roubo é apenas a venda da matéria prima (metais)?
Suponho que seja mesmo pelo facto de serem estupidamente caros!
Sobretudo o que têm inversor acoplado. Embora esses sejam os que se usam em fichas domésticas e não nos pontos de carregamento.
Parece-me que será um problema idêntico ao que acontecia com as antenas dos automoveis ha uns anos atrás.
Bastou começarem a roubar.. para se iniciar um negocio paralelo em que se ia à feira comprar antenas a quem as roubava.
:D
Podiam adoptar um sistema a lá Apple com uns upgrades. Os cabos ou a própria ficha serem codificados e apenas funcionar com o veículo para o qual estão programados.
A maioria dos veículos trancam o cabo...
Poderá haver muitos que não o fazem e aí para o amigo do alheio seja só puxar.
Ou este caso que desconhecia referido pelo Lourenço, de haver forma de abrir o trinco.
Agora... se andam a rebentar com grelhas para extrair o cabo, já é vandalismo. :-X
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Boas,
as fichas nao saem, só destruindo o cabo ou o carro.
Elas trancam automaticamente.
Conforme referi, por questão de escala, o setor das motas será o ultimo a ser explorado na minha opinião, nomeadamente no consumidor final.
Nas empresas é diferente, dado que já existem pizzarias e empresas de entregas urbanos que usam as motos eletricas.
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É uma questão de tempo até identificarem outra vulnerabilidade no sistema para continuarem a roubar. Acho que li algures que utilizam uma rebarbadora como fazer aos cadeados nas motas.
Baterias formato uniformes vai levar algum tempo e tem que existir legislação. Sem isso o mercado de troca baterias mono marca não é rentável comercialmente e economicamente viável para o utilizador.
Claro nessa altura o petróleo estará ao preço da chuva e o electrico caríssimo com os impostos a mover do lado do petróleo parao lados do eléctrico.
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Boas,
as fichas nao saem, só destruindo o cabo ou o carro.
(....)
No caso referido mais acima e comprovado, o problema é que quando sujeito a certa temperatura (e recordo que por exemplo nos países mais a norte da Europa as temperaturas descem bastante), mostrou-se demasiado fácil de desconectar. :-\
Os pinos que prendem o cabo no local (em ambas as extremidades, entenda-se), pelos vistos mostram algumas fragilidades quando as temperaturas são negativas.
Ok...é verdade que têm dito em diversas publicações que vão proceder a actualizações de software over-the-air (OTA), mas tenho algumas reservas em crer que só isso e sem alguma mudança adicional, será insuficiente para travar os larápios.
Espero enganar-me...
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Conforme referi, por questão de escala, o setor das motas será o ultimo a ser explorado na minha opinião, nomeadamente no consumidor final.
Não concordo que seja por uma questão de escala.
Na minha opinião acontece precisamente o oposto: Os construtores de motociclos produzem o que o mercado procura.
E neste momento o público que deseja uma uma moto eléctrica representa um nicho restrito de consumidores.
Baterias formato uniformes vai levar algum tempo e tem que existir legislação.
Ironicamente, muitas das "baterias" dos EV têm formatos uniformes. :)
Obviamente estão acomodadas numa estrutura adequada ao chassis do veículo.
Mas desmontando aquilo, em muitos vais encontrar "pilhas" como estas:
(https://img.dfelix.net/uploads/big/ec5efda5ab3eb4d5ba5ea0fdb820be96.jpg)
Claro que os construtores mandam fabricar seguindo as suas especificações.
Mas o "formato" é tão standard quanto umas AA ou AAA.
Há uns tempos andei à procura no ebay de 21700 idênticas à samsung 40T (roxa) que aparece na foto.
E encontrei gente a vender 21700 provenientes dum Tesla.
(fui pesquisar e ainda encontre um anuncio aqui (https://www.ebay.co.uk/itm/X2-Tesla-Model-3-Battery-2170-Cell-21700-battery/113690781599?hash=item1a787fa79f:g:iY8AAOSwuHdcj9GC))
Claro nessa altura o petróleo estará ao preço da chuva e o electrico caríssimo com os impostos a mover do lado do petróleo parao lados do eléctrico.
Ou não...
Nada garante uma maior procura de consumo para... produzir energia electrica! :D
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Conforme referi, por questão de escala, o setor das motas será o ultimo a ser explorado na minha opinião, nomeadamente no consumidor final.
Não concordo que seja por uma questão de escala.
Na minha opinião acontece precisamente o oposto: Os construtores de motociclos produzem o que o mercado procura.
E neste momento o público que deseja uma uma moto eléctrica representa um nicho restrito de consumidores.
Baterias formato uniformes vai levar algum tempo e tem que existir legislação.
Ironicamente, muitas das "baterias" dos EV têm formatos uniformes. :)
Obviamente estão acomodadas numa estrutura adequada ao chassis do veículo.
Mas desmontando aquilo, em muitos vais encontrar "pilhas" como estas:
(https://img.dfelix.net/uploads/big/ec5efda5ab3eb4d5ba5ea0fdb820be96.jpg)
Claro que os construtores mandam fabricar seguindo as suas especificações.
Mas o "formato" é tão standard quanto umas AA ou AAA.
Há uns tempos andei à procura no ebay de 21700 idênticas à samsung 40T (roxa) que aparece na foto.
E encontrei gente a vender 21700 provenientes dum Tesla.
(fui pesquisar e ainda encontre um anuncio aqui (https://www.ebay.co.uk/itm/X2-Tesla-Model-3-Battery-2170-Cell-21700-battery/113690781599?hash=item1a787fa79f:g:iY8AAOSwuHdcj9GC))
Claro nessa altura o petróleo estará ao preço da chuva e o electrico caríssimo com os impostos a mover do lado do petróleo parao lados do eléctrico.
Ou não...
Nada garante uma maior procura de consumo para... produzir energia electrica! :D
É tal como refere o Dfelix no que conserne à uniformização das baterias.
Reparem que a Tesla na verdade não está muito preocupada com o design dos seus carros tanto com está com o desenvolvimento das suas baterias, a Porche e a Mercedes há muito que superaram os Tesla. Já para não referir alguns Hipercar_e extremamente exclusivos.
Eu acredito que num futuro próximo a Tesla abdique do negócio dos carros mas mantenha o negócio das baterias. Será por certo mais rentável vender baterias a várias marcas do que produzir apenas para consumo próprio, e nessa altura a uniformização será uma garantia.
No meu caso, como muitos de vocês já sabem, sou um entusiasta do material Chinês, sou daqueles que acredita que não devo pagar mais quando posso pagar menos, por isso baterias cá em casa só há disto... (verdade seja dita, comprei muito lixo até encontrar umas que valem a pena mas, mesmo assim ficou mais barato que comprar Duracell). (https://uploads.tapatalk-cdn.com/20201229/9dc2dadf1bf84b2ac4554038e4360da6.jpg)
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Eu acredito que num futuro próximo a Tesla abdique do negócio dos carros mas mantenha o negócio das baterias. Será por certo mais rentável vender baterias a várias marcas do que produzir apenas para consumo próprio, e nessa altura a uniformização será uma garantia.
Do pouco que li sobre o tema, as baterias foram sempre uma pedra no sapato da Tesla.
Sobretudo porque têm dependido de parcerias para as fabricar, quase sempre com a Panasonic.
As 21700 do link para o ebay que coloquei atrás é um exemplo.
No ano passado foi notícia a Tesla ter comprado a Maxwell.
E supostamente estes andaram nos últimos anos a investir em tecnologia que se tornou conveniente para a Tesla.
Nunca mais li nada sobre isto.. mas tal como tu, acredito que a Tesla possa se tornar um player poderoso no fornecimento de componentes.
Já quanto ao abandonar o negócio dos carros tenho sérias dúvidas.
Vejo cada vez mais a Tesla como uma espécie de Apple dos EV.
Os produtos não são necessariamente superiores ao que oferece a concorrência, mas têm algo que os torna apelativos ao consumo.
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Eu sei que estamos aqui para falar de motas mas, não podia deixar de mencionar este Micro-carro eléctrico que aparentemente verá a luz do dia já em 2021. Este modelo vai de encontro à tese que tenho defendido sobre veículo urbanos de utilização comunitária. Pequeno, ágil, prático e elétrico.
Apresento-vos o remake do BMW Isseta, mais conhecido pelo cognome de "o Ovo" (https://uploads.tapatalk-cdn.com/20201231/d1a1dcd13d2198d1b07a5a1fc20a07fb.jpg)
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Eu sei que estamos aqui para falar de motas mas, não podia deixar de mencionar este Micro-carro eléctrico que aparentemente verá a luz do dia já em 2021. Este modelo vai de encontro à tese que tenho defendido sobre veículo urbanos de utilização comunitária. Pequeno, ágil, prático e elétrico.
Apresento-vos o remake do BMW Isseta, mais conhecido pelo cognome de "o Ovo" (https://uploads.tapatalk-cdn.com/20201231/d1a1dcd13d2198d1b07a5a1fc20a07fb.jpg)
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Lembro-me de, no século passado haverem uns carrinhos assim, para 2 ou 4 pessoas, e a porta abria assim mesmo.... Anos 60/70....,, motor atrás, e até eram castiços.... um deles era mesmo esse Isseta, o Goggomobil, etc.... https://pt.slideshare.net/henrychinaglia/minicarros-antigos ... (https://pt.slideshare.net/henrychinaglia/minicarros-antigos ...)
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Eu sei que estamos aqui para falar de motas mas, não podia deixar de mencionar este Micro-carro eléctrico que aparentemente verá a luz do dia já em 2021. Este modelo vai de encontro à tese que tenho defendido sobre veículo urbanos de utilização comunitária. Pequeno, ágil, prático e elétrico.
Apresento-vos o remake do BMW Isseta, mais conhecido pelo cognome de "o Ovo" (https://uploads.tapatalk-cdn.com/20201231/d1a1dcd13d2198d1b07a5a1fc20a07fb.jpg)
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Lembro-me de, no século passado haverem uns carrinhos assim, para 2 ou 4 pessoas, e a porta abria assim mesmo.... Anos 60/70....,, motor atrás, e até eram castiços....Lembro-me de, no século passado haverem uns carrinhos assim, para 2 ou 4 pessoas, e a porta abria assim mesmo.... Anos 60/70....,, motor atrás, e até eram castiços.... um deles era mesmo esse Isseta, o Goggomobil, etc.... https://pt.slideshare.net/henrychinaglia/minicarros-antigos ... (https://pt.slideshare.net/henrychinaglia/minicarros-antigos ...)
Companheiro, o link está incompleto...
MAS será que se trata do BMW Isetta?
(https://i.postimg.cc/8k3jf91T/P90094333-high-Res-bmw-isetta-12-2012-750x430.jpg)
JoãoPVCarvalho, o receio em redor dos tais "veículo urbanos de utilização comunitária" é que se forem em numero suficiente para toda a população possam na mesma não solucionar actuais problemas das grandes zonas urbanas que são o excesso de veículos...e muito para lá das questões ambientais.... além de que a sua produção se não for baseada na quase totalidade de reciclagem de veículos entregues para abate, será algo pouco sustentável, é que as questões ambientais são muito mais complexas do que meras e simplorias questões baseadas na comparação "deita fuma ou não" ou "é eléctrico ou combustão" e vai mais para se é necessário fazer mais rombos ao meio ambiente retirando dele mais recursos naturais para a produção desses veículos... e nisso, se o mesmo sentimento egoísta se prevalecer em continuarmos a ter veículos próprios mesmo que "supostos amigos do ambiente" é estarmos a nos enganar por não nos preocuparmos com essas questões da sustentabilidade da produção desse "novo veiculo" que NÃO FOI produzido totalmente com materiais reciclados e a agravante que continua a ocupar o mesmo espaço de um vulgar veiculo tradicional e que não resolve nada das questões actuais das grandes cidades...o tal excesso numero de veículos próprios e insuficiência de lugares estacionamento.
Aprecio soluções mais comunitárias tipo o Hyperloop para deslocações de média e grande distância ou mais semelhantes aos vulgares metropolitanos "electricos" para deslocações mais curtas desde que todas as soluções permitam devolver aos cidadãos mais "via publica livre" para andar a pé À vontade sem correr risco de apanhar com uma bicicleta ou trotinete ou outro veiculo que venha substituir... portanto... via publica ao nível térreo para peões, bicicletas, trotinetes,etc e nivel suberraneo para transportes pessoais ou outros tipos de transporte, mas isto é utopia... e infelizmente já lá não chegamos...
Pessoalmente entendo que é bem mais sustentavel manter os veículos actuais que já foram produzidos e enquanto a sua manutenção se restringir a muito poucas peças de susbtituição e manutenção, o veiculo é certo que possa produzir um pouco mais de gases nocivos mas por outro lado tenho vindo a restringir os percursos para o estritamente necessário e tenho optado por mesmo que cá a Lisboa estacionar o veiculo em determinada parte da cidade e fazer um significativo percurso a pé que dá gozo usufruir os novos passeios, faz bem e estou assim a também fazer a minha parte sustentavel dentro do possível e por isso mesmo entra na equação a aquisição de uma ou duas trotinetes ou veículos não muito diferentes que não ocupam de forma egoísta a via publica!
Na questão de produção automóvel há um lado negro relativo à falsa sensação de veículos mais seguros que é a diferença de tamanho que é um actual "carrito" para o que era um "antigo carrito" dos anos 1990/2000, sem fazer essa comparação nos veículos familiares onde as diferenças são bem significativas...
A legislação manteve-se inalterada e os lugares de estacionamento normalmente têm 2,5m por 5,0m que face ao tamanho dos actuais familiares pode significar que não caibam lá...
Portanto...os veiculos não têm tecnologia mais segura XPTO, foram é cada vez aumentando porque há também as formulas da fisica que respondem a muitas destas questões e a mais conhecida P = m X V é uma que está também presente nessa situação dos veículos terem crescido de forma desmesurada e se pegarmos num antigo veiculo familiar grande anterior a 2010 que até tenha obtido pontuação 5 estrelas naquele comparometro da EURONCAP, se tiver o azar de ter um acidente até com um actual pequeno carrito familiar que tenha a actual pontuação máxima nesses mesmos testes... está desgraçado...
Era bom a industria desenvolver reais tecnologias que melhorem a segurança sem a necessidade de tornar os carros gigantes!
Tanto pelo problema que indiquei ali atrás sobre as questões problemáticas das actuais zonas urbanas...a falta de espaço publico para tantos veículos...
Em tempos havia um exemplo significativo desta premissa que era por exemplo que ... o VW Polo que saiu em 1995 já tinha dimensões semelhantes do primeiro VW Golf...
VW Golf MK1 - 3705mm X 1610mm X 1395mm
VW Polo - 3715mm X 1655mm X 1420mm
actual VW Polo - 4053mm X 1751mm X 1461mm
VW Golf 1997 - 4150mm X 1740mm X 1440mm
Ficam aqui mais dados para o debate...
Quanto às motos, já transmiti que sendo um veiculo com dimensões reduzidas não prejudica significativamente a cidade e reduz mesmo esse lado egoísta de preenchermos as cidades com veículos ditos tradicionais (eléctricos ou de combustão).
Trata-se de MOBILIDADE urbana no que isso possa significar!
nota: sinto-me no mesmo direito de apontar o dedo aos egoístas quando me apontam o dedo por não ter um eléctrico :lolol:
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Amigo @2low,
Compreendo os teus argumentos e, é sem dúvida um risco essa possibilidade que levantas mas, eu acredito mais no veículo comunitário em detrimento do veículo pessoal, e ainda tenho a esperança que num futuro próximo possamos encontrar nas grandes metrópoles veículos AI sem condutor. Os transportes coletivos como o metro e outros afins continuará a existir em rotas fixas, pelo que o veículo autónomo que te leva onde os outros não chegam tem o seu lugar garantido na sociedade do futuro. Por ser um veículo comunitário anula a necessidade da existência de um veículo próprio, reduzindo drásticamente o número de efetivos, sendo autónomo reduz a necessidade de espaço de estacionamento.
Andei a ver muita ficção científica 
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E no seguimento do que disse anteriormente...
Até a Audi também já apresentou a sua proposta para ajudar à Mobilidade Urbana Mais Sustentável e Menos Egoista e vem com uma boa autonomia... 65km...
https://www.autofoco.pt/noticia/ver/870686 (https://www.autofoco.pt/noticia/ver/870686)
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O Polígrafo debruçou-se sobre o tema dos veículos eléctricos e da poluição num área muito específica...a produção das baterias e a poluição emitida.
Vale a pena ler até ao fim, para se perceber a diferença que resulta quando a origem da eletricidade para a produção das baterias é afinal de fonte 100% renovável...ou fóssil.
Faz toda a diferença. Toda... :read.calm:
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/producao-de-baterias-para-carros-eletricos-liberta-tanto-co2-como-8-anos-de-utilizacao-de-um-carro-a-gasolina
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A única hipótese é reduzirmos as necessidades. O 5g vai massificar a condução autónoma. Vai deixar de fazer sentido ter um veículo próprio. Acredito que ser proprietário de um carro ou moto vai ser tão caro que não fará sentido ter um. O mesmo vai acontecer com a água e electricidade. Gastamos demais
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A única hipótese é reduzirmos as necessidades. O 5g vai massificar a condução autónoma. Vai deixar de fazer sentido ter um veículo próprio. Acredito que ser proprietário de um carro ou moto vai ser tão caro que não fará sentido ter um. O mesmo vai acontecer com a água e electricidade. Gastamos demais
Para mim andar num veículo autónomo é como andar de táxi!
Eu na cidade tento andar o mais possível a pé! E quando são distâncias maiores, se houver um transporte público com um preço mais baixo do que ir de carro para o sítio onde vou, também o escolho. Mas faço contas e já descobri que se formos dois ou três o carro fica, a maioria das vezes, mais barato.
De scooter 125, então é sempre mais barato! :scooter:
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O Polígrafo debruçou-se sobre o tema dos veículos eléctricos e da poluição num área muito específica...a produção das baterias e a poluição emitida.
Vale a pena ler até ao fim, para se perceber a diferença que resulta quando a origem da eletricidade para a produção das baterias é afinal de fonte 100% renovável...ou fóssil.
Faz toda a diferença. Toda... :read.calm:
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/producao-de-baterias-para-carros-eletricos-liberta-tanto-co2-como-8-anos-de-utilizacao-de-um-carro-a-gasolina
Faz todo o sentido, para a produção de baterias e para a eletricidade utilizada para recarregar as baterias.
Boa parte da eletricidade em Portugal já é de origem renovável, em crescendo.
O irónico no modelo Português é que o OPC (operador de postos de carregamento) não vende energia, vende minutos, quem vende energia é o CEME, com o Estado através da Mobi.e a gerir e mais ninguém pode vender, existe em Portugal um tabu na venda de energia elétrica como no século passado com os notários e farmácias; por esta razão ao contrário do que se passa noutros países, a produção local ou próxima ao posto de carregamento, mesmo que parcial não interessa ao investidor do posto porque este não pode comprar nem vender energia.
Um particular ou empresa sim, já conheço muitos casos que alem de circularem elétrico asseguram quase a totalidade de recarga de baterias com fotovoltaico próprio.
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Atendendo a tudo o que foi já aqui dito, existe uma outra componente que poderá ajudar a "malta a aderir (ou não)" a esta nova tecnologia supostamente mais amiga do ambiente - a importância da divulgação com iniciativas que demonstram reais capacidades destas tecnologias.
Por cá começam a existir alguns eventos muito pouco divulgados e sem grande expressão mas em Espanha já se vêem outro tipo de iniciativas e o próximo é uma espécie de volta a Espanha em moto eléctrica, em que era suposto a presença de 50 Zero Motorcycles e já contam com mais de 100 inscrições.
Essa volta a Espanha em Eléctrica tem o nome de "A Tocha Eléctrica" e terá inicio já no próximo dia 22 de Maio.
(Por cá esse nome naquilo que pode representar, certamente que ainda roubará alguma gargalhada se se dizer algo como significar o juntar de pelo menos 50 motos eléctricas e acender a fogueira...)
Mais info:
https://www.motor24.pt/sites/motos-sites/mais-de-50-motos-zero-motorcycles-vao-correr-o-desafio-a-tocha-eletrica/1520414/?utm_source=ojogo.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=rec_edit_externo (https://www.motor24.pt/sites/motos-sites/mais-de-50-motos-zero-motorcycles-vao-correr-o-desafio-a-tocha-eletrica/1520414/?utm_source=ojogo.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=rec_edit_externo)
https://www.motorbikemag.es/antorcha-electrica-vuelta-espana-relevos-motos-electricas-2021/ (https://www.motorbikemag.es/antorcha-electrica-vuelta-espana-relevos-motos-electricas-2021/)
https://antorchaelectrica.org/ (https://antorchaelectrica.org/)
A única iniciativa parecida que aconteceu em Portugal foi uma iniciativa particular de duas amigas que deram a volta a Portugal em moto eléctrica, isto ainda em 2010/2011!!!
https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/volta-a-portugal-de-moto-electrica (https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/volta-a-portugal-de-moto-electrica)
www.portugaldemotaelectrica.blogspot.com (http://www.portugaldemotaelectrica.blogspot.com)
Em termos mundiais já foi dado um passo importante (na propaganda da tecnologia) com o inicio do MotoE e FormulaE mas ainda está só no começo!
Daqui a 10 anos ainda estaremos aqui a debater porque razão ainda não se fez a transição de forma definitiva e porque razão ainda o nosso vizinho é um grande poluidor com o seu velhinho turbo diesel, aposto nisso! Mas obviamente que o panorama geral será bem distinto do que já actualmente assistimos, tanto que só neste ultimo ano as marcas começam em força a publicitar a venda de veículos eléctricos (4 rodas)!
No geral mas mais nos automóveis ainda não temos veículos genéricos capazes de se bater nas características gerais com modelos idênticos de motorização tradicional "a carvão ou vapor" (isto para roubar gargalhada aos que já evoluiram e como devem chamar aos retrogrados) e (no caso pessoal) enquanto não aparecerem por exemplo modelos em formato de típica carrinha "Passat variant/A4 e A6 Avant/serie 3 e 5 touring/Octavia e Superb break/etc" e os modelos eléctricos que são comercializados e que vão sendo apresentados vêm limitados a uma velocidade máxima que até um Clio 1.0 de 1996 era capaz de fazer, é difícil e ridículo de se aceitar que isto é o moderno ou evolução... mais parece um retrocesso!!!
E acredito que as actuais criticas que se possam fazer aos veiculos eléctricos já não sejam tanto quanto eram no passado e até sejam agora diferentes, uma vez que os próprios veiculos eléctricos têm sido desenvolvidos de forma muito célere (aparente) e têm vindo a conseguir ultrapassar as dificuldades outrora apontadas:
Vamos andar a 20 à hora porque se andarmos a 200 o carro só faz 10km e se andar a 300 arde (a chamada velocidade do fogo :lolol: ).
Vamos andar de big monovolume porque ainda não conseguiram desenvolver baterias para voltar a ter uma vulgar carrinha sem se perder espaço de mala.
(a 330e touring que é uma mera híbrida tem uma significativa redução do tamanho da mala)
...
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A publicidade para muitos (como eu) é um "no go".
Portanto as voltas grandes ou pequenas serão sempre incógnitas, vídeos do "youtubi" e afins zero, FB/Instagram/etc nada, máximo algumas fotos e descritivos e só no grupo da marca. Aliás tirando um amigo com que ando nalgumas voltas, mais nenhum (que anda e não anda de mota) lhe colocou os olhos há um ano....é tipo as OS's, entro em "coasting" e passo de fininho que nem me ouvem :lolol:
A transição para eléctrico em motociclos vai demorar muitos anos e como utilizador das ">125cc" é para o lado que durmo melhor. Já os ciclomotores e com carta provisória já se vai vendo vários.
Os utilizadores de VE's (4 ou 2 rodas) não têm de convencer nada nem ninguém nesta altura do campeonato (já foi o tempo) e como muitos já só mando a minha posta para corrigir algumas imprecisões. É preciso é tempo para aproveitar e fazer km
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Se isto se tornar mesmo uma realidade (ver link que colocarei abaixo)...
...então o Reino Unido poderá ter como deadline para a venda de motos com motor de combustão novas, o ano 2035, ou seja, dentro de apenas década e meia!!
Sim, isto significa por lá que a mudança pode muito bem não se ficar só pelos automóveis. :-X
https://www.rideapart.com/news/521418/uk-combustion-vehicle-ban-2035/
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Não vai ser o Reino Unido, vai ser toda a Europa
A Europa está a apostar em auto-destruir a sua economia para criar uma nova nova economia baseada no CO2 com a esperança que essa nova economia possa criar desenvolvimento e crescimento
Neste momento a questão será das motos, embora as taxas que a médio prazo penso que farão incidir nos combustíveis penalizem quem anda de moto
A questão da mudança neste momento não e ambiental porque está mudança apenas tem a capacidade de baixar uma décima de grau até 2050. A questão é as escolhas por parte das elites e o forçar por parte dos governos a mudarmos os nosso hábitos
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É para aí que tudo aponta...
Ainda ontem estive a ver o interessante Calero do Carwow.es a explicar detalhadamente tudo isso. :nice:
No entanto, a Comissão Europeia julgo que (ainda) não colocou os motociclos novos com motor de combustão com o mesmo prazo limite de vendas.
Apenas os automóveis...
Agora que isto que se vai passar no Reino Unido terá reflexos e também aplicação nos restantes países da Europa Ocidental, pois...para te ser franco também me parece que pode muito bem ser o caso. :pensador:
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Sim, por acaso o termo que usei e até e dele e concordo inteiramente com a análise dele e que já era a minha antes de a ouvir, contud, a capacidade de condensação de ideias e pragmatismo com a que a as apresenta e excente
Mas já achava tudo isto há alguns anos, e daí a minha ideia de deixar de morar na Europa…. Isto vai aqui vai azedar, e vai ser mais divertido assistir de camarote e com o balde de pipocas na mão :D :D
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Veículos de duas rodas já estão em calendários comuns aos de quatro e restantes em vários países e ainda mais amplamente em regiões ou metrópoles.
Um exemplo recente:
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=8782.msg108491#msg108491 (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=8782.msg108491#msg108491)
Quanto á questão de fundo, os políticos não têm pré-requisitos de formação educacional, e muitos políticos têm pouca ou nenhuma formação na sua área de atividade política. Mesmo assim, os políticos têm responsabilidades simultaneamente em áreas de gestão e de tomada de decisão que exigem conhecimentos em economia, finanças, ambiente, social, saúde, etc., e como os diferenciar? Um politico que não sendo médico aconselha um medicamento, que não sabendo em que continente se situa um país decide sobre relações comerciais, que não sendo juiz julga e condena é certamente um mau político, um outro que ouve e valoriza opiniões de especialistas, cientistas, universidades, mesmo contraditórias, que decide com base e em função de quem detém conhecimento, que respeita e ouve competências, será porventura um menos mau político. Acredito que se existe na terra um lugar onde os politicos são menos maus esse lugar é a Europa, generalizando.
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Estive a recordar esse calendário de intenções para Bruxelas e que coloca como fim das motos novas com motor de combustão igualmente o ano 2035.
Acredito, como referi anteriormente, que a Comissão Europeia virá a fixar muito em breve para as motos...aquilo que fez para os veículos ligeiros.
Ainda não o anunciou é certo, mas não deve levar muito tempo. :read.calm:
As marcas de motos têm de se ir preparando para acompanhar aquilo que já ocorre nos fabricantes automóveis. :corrida:
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Estive a recordar esse calendário de intenções para Bruxelas e que coloca como fim das motos novas com motor de combustão igualmente o ano 2035.
Acredito, como referi anteriormente, que a Comissão Europeia virá a fixar muito em breve para as motos...aquilo que fez para os veículos ligeiros.
Ainda não o anunciou é certo, mas não deve levar muito tempo. :read.calm:
As marcas de motos têm de se ir preparando para acompanhar aquilo que já ocorre nos fabricantes automóveis. :corrida:
E também deve começar a fixar e tabelar anualmente (ano matricula) as motos "antigas" que possam circular nas cidades, pois também sucedeu isso com os veículos ligeiros mas chegou a uma altura que por cá pararam por existir providências cautelares sobre inconstitucionalidade da lei... na altura mais de metade dos taxis em Lisboa simplesmente deixariam de conseguir circular, os fantásticos Mercedes 190d que duram e duram... O engraçado é que actualmente em Lisboa de Mercedes 190d são cada vez mais residuais e o que se vê mais até são citroen elysee e dacia lodgy e outros...
Apesar de estarmos a falar de prazos de 14anos de distância, é um assunto que me assusta porque isto passa tudo tão a correr... que ainda estou para ver até que ano possa circular com a minha moto de 2006 no meio das cidades...
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E também deve começar a fixar e tabelar anualmente (ano matricula) as motos "antigas" que possam circular nas cidades, pois também sucedeu isso com os veículos ligeiros mas chegou a uma altura que por cá pararam por existir providências cautelares sobre inconstitucionalidade da lei... na altura mais de metade dos taxis em Lisboa simplesmente deixariam de conseguir circular, os fantásticos Mercedes 190d que duram e duram... O engraçado é que actualmente em Lisboa de Mercedes 190d são cada vez mais residuais e o que se vê mais até são citroen elysee e dacia lodgy e outros...
Apesar de estarmos a falar de prazos de 14anos de distância, é um assunto que me assusta porque isto passa tudo tão a correr... que ainda estou para ver até que ano possa circular com a minha moto de 2006 no meio das cidades...
Retiraram os 190D porque diziam que poluíam muito e tinham muita idade, colocaram esses citroen's e os Dacias que são recentes... mas os proprietários desses novos Táxis, retiraram-lhes os filtros de partículas!! :o
Ainda fazem mais fumo que os antigos, isto é tudo interesses!.. :zangadoplus:
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Vê-se muitos Citroens e Dacias porque hoje em dia sai-lhes mais económico usar carros descartáveis.
São baratos. Têm uma manutenção barata. Mais rapidamente o investimento é amortizado.
Andam ao serviço meia dúzia de anos... e troca-se por outro.
Apanho muitos veículos a mandarem valentes nuvens de fumo no dia-a-dia.
Mas quase sempre carrinhas e furgões de trabalho. Ocasionalmente os carros velhos de malta que vai fazendo-os durar.
Mas raramente fogareiros
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O fugareiros são cada vez mais raros, até porque já nem para as rectas servem, porque na fé do binário do semáforo, são papados pelos eléctricos :lolol:
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Provavelmente não passou despercebido a quem vai seguindo as notícias em redor dos V.E...e está notícia aparenta ser bastante relevante.
Isto porque o presidente norte-americano Joe Biden assinou esta quinta-feira um decreto no sentido de colocar os EUA "em posição de liderar o futuro do carro elétrico", havendo a expressa vontade em ultrapassar a China e (dizem...) enfrentar as alterações climáticas.
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Um pouco bem em offtopic, mas é capaz de haver mais vantagens na aquisição de veículos eléctricos...
Dfelix um artigo como tu gostas... futebol! ;) :lolol: :convivio:
https://www.record.pt/internacional/paises/inglaterra/man--united/detalhe/solskjaer-e-o-segredo-para-secar-milhoes-do-city-e-do-chelsea-so-compro-carros-eletricos?ref=HP_DestaquesPrincipais (https://www.record.pt/internacional/paises/inglaterra/man--united/detalhe/solskjaer-e-o-segredo-para-secar-milhoes-do-city-e-do-chelsea-so-compro-carros-eletricos?ref=HP_DestaquesPrincipais)
EDITADO:
Desconhecia este tipo mas já estou fã!
Nunca gostei tanto de ver uma review! À maneira!
:D :lolol:
E com um teste destes, com reais situações do dia a dia... :lolol:
...quem não quer ter um Honda e?! :lolol:
nota: se este "André Garage" começa a testar motos... :corado:
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Motos e carros elétricos, nem vê-los!
Para já não acredito nessas soluções da treta e nada práticas.
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Gostava de ler a opinião de alguns companheiros sobre o artigo que se segue.
https://www.bloomberg.com/news/articles/2021-08-22/germany-flirts-with-power-crunch-in-nuclear-and-coal-exit
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Motos e carros elétricos, nem vê-los!
Para já não acredito nessas soluções da treta e nada práticas.
Já andaste num dos eléctricos mais recentes? :)
Já existem vários a fazer cerca de 400kms, mais coisa menos coisa... Alguns bem mais.
E com prestações interessantes, silêncio a bordo (para quem aprecia, claro) e uma condução que - do pouco que já experienciei - de modo algum me deixou desapontado
Já em termos de motos, a minha experiência...resumiu-se à Vespa Elettrica. Não foi de todo o melhor exemplar e aí confesso que foi mesmo uma desilusão. :confused:
Sentimento este que naturalmente não poderei de modo algum estender a outras propostas de motos eléctricas que não conheço. :nice:
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Aqui está uma "mota" eletrica que pode ser um brinquedo muito interessante mas, 5000€ já não é briquedo para todos, já para não lembrar a enormidade de alternativas que se podem encontrar no mercado por este valor!
https://pt.motorcyclesports.net/article/noticias-de-motos/video-do-ensaio-das-divertidas-sur-ron-light-bee-x
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Gostava de ler a opinião de alguns companheiros sobre o artigo que se segue.
https://www.bloomberg.com/news/articles/2021-08-22/germany-flirts-with-power-crunch-in-nuclear-and-coal-exit
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A Alemanha ainda está a queimar muito carvão de Lenhite de que tem muitas minas
Não creio que seja fácil a Alemanha desligar carvão e nuclear. Acho que irão manter o nuclear ligado o máximo que puderem e até aumentar. Durante muitos meses em que há elevado uso energético a Alemanha não pode contar com o solar porque não há exposição solar suficiente. Duvido que sem esta componente a Alemanha consigo manter a rede a funcionar. E a minha opinião
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Toda a gente associa mota a entertenimento...e por isso dar 25mil por uma GS para um ou outro fds é de génio, mas chegar ao fim de 4 anos com uma elétrica a bulir, (sem IVA, sem IUC, revisões de centenas de euros e gasosa) é um drama :pensador:
O caso da Alemanha é o exemplo perfeito de uma gestão energética de *Modere a sua linguagem* :D
A solução é a nuclear com as renováveis como secundárias e só agora os politiqueiros da UE começam a dar o braço a torcer à ciência.
A inversão de papéis (e eliminação da nuclear) tem de ser colmatada com fóssil à bruta ou com falhas de fornecimento.
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Sobre esta temática fala se muito sobre os veículos mas menos sobre a infra-estrutura.
A Tesla quando monta charging points fala-no numa dimensão que considero adequada mas episódio as soluções fora da Tesla sao na minha opinião patéticas
Poucos lugares de carga e para abastecer e necessário uma “baralho de cartas” de cartões de aplicações para colocar os carregadores a funcionar. Isto para não falar que nos mapas de carga muitos carregadores que aparecem são a 3,6 ou 7 kW :D
Assisti divertido as tentativas do dono de um Ev carregar nesta bomba e expor embora frustrado pelo motivo da última foto.
Este modelo está completamente errado… aquilo que e necessário e apenas um leitor de cartões bancários e uma máquina que receba pagamentos em numerário. Após passar o cartão a máquina fornece a energia e no final debita no cartão. Simples e fácil. Este modelo tal como grande parte dos carregadores nao funciona
(https://i.postimg.cc/vmrbRS0j/D2-D8-A309-23-E3-4-A97-8-FED-D5-A9-B6064-C38.jpg)
(https://i.postimg.cc/FzBQgtKf/1250-D18-D-F47-D-4685-952-E-630094-DCB13-C.jpg)
(https://i.postimg.cc/xTB2XS7h/AF4-DD7-F0-689-A-42-EE-925-F-1-FAC1498-D878.jpg)
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Por sinal acho que temos a melhor aplicação para VEs a nível mundial (sem gozo) :nice:
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Apesar de os eléctricos terem vindo para ficar, contudo há uma situação que acaba por ser algo pouco sustentável e vai ao encontro da recente noticia:
https://pplware.sapo.pt/motores/portugal-quarto-pais-com-mais-postos-de-carregamento-eletrico-por-100-km/ (https://pplware.sapo.pt/motores/portugal-quarto-pais-com-mais-postos-de-carregamento-eletrico-por-100-km/)
Quando todos andarem de carro e moto eléctrica vão-me dizer que é normal haver um ponto de carregamento em cada lugar de estacionamento vago?!
E quando os veículos tiverem autonomia equivalente aos actuais "malditos poluidores" será que muitos desses postos de carregamento acabem por desaparecer?
É que se querem falar de sustentabilidade, não me parece lógico ter que se construir tanta infraestrutura para salvaguardar que aqueles que agora dizemos que são 2ºs veiculos familiares apenas para as voltinhas não fiquem apeados por tão pouca autonomia!
Dessa forma parece-me que as marcas devessem ter feito a transição mais suave (e sem serem obrigados a esta aceleração) e só apostassem realmente quando tivessem veículos que garantissem boa autonomia e sem necessidade dessas tantas insfraestruturas...
Sobre a noticia... Portugal, dos países da UE mais pequenos mas com mais pontos de carregamento por cada 100km... acho uma aberração!
(Não me recordo de alguma vez ter ido a um supermercado onde pudesse abastecer de diesel ou gasolina, e depois ir às compras...)
Exige-se menos pontos de carregamento e veículos mais capazes!
Veículos que tem autonomia tão baixa são altamente insustentáveis para o meio ambiente, porque se tiverem de gastar recursos para o produzir e o facto de ser eléctrico não pode ser considerado só por isso como sustentavel!
:pensador:
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Eu já tinha sugerido isto...
Na volta sou um visionário.
https://pt.motorcyclesports.net/article/noticias-de-motos/a-honda-motor-a-ktm-fe-o-grupo-piaggio-e-a-yamaha-motor-assinam-acordo-para-a-criacao-de-um-consorcio-para-definir-as-especificacoes-futuras-de-baterias-intermutaveis-para-motos-e-veiculos-eletrico
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Eu já tinha sugerido isto...
Na volta sou um visionário.
https://pt.motorcyclesports.net/article/noticias-de-motos/a-honda-motor-a-ktm-fe-o-grupo-piaggio-e-a-yamaha-motor-assinam-acordo-para-a-criacao-de-um-consorcio-para-definir-as-especificacoes-futuras-de-baterias-intermutaveis-para-motos-e-veiculos-eletrico
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Já agora... em meio off-topic...
Será que os veiculos da Xiaomi vêm com google certificado ou por serem chinocas não têm direito?
https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/xiaomi-tornou-oficial-a-divisao-de-automoveis-e-ha-quem-ja-imagine-como-sera-o-seu-primeiro-carro (https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/xiaomi-tornou-oficial-a-divisao-de-automoveis-e-ha-quem-ja-imagine-como-sera-o-seu-primeiro-carro)
(pelo menos daqui não é mais do mesmo, o enjoo dos monovolumes que nem todos gostam...e a prova que não é preciso ser monovolume para se ter um automóvel eléctrico capaz)
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Não conheço ninguém com veículo eléctrico como 2º veículo....mas assumo como anti social que conheço poucos.
Por outro lado folgo em saber que a malta anda bem de finanças, agora com a chuva deixo a mota e segue a gasolina 98 num NA sem FP, aquilo até faz 5-6L/100km mas não é para e no meu trabalho.
Se Portugal tivesse PCR's a cada 100km eu não teria mais de metade do país meio deserto com a Energica, mas se calhar eu ainda não sei bem como isto funciona e não estou a ver bem aqui o mapa na Miio...P.S. Portugal não é Lisboa :bandeiraportugal:
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Eu já tinha sugerido isto...
Na volta sou um visionário.
https://pt.motorcyclesports.net/article/noticias-de-motos/a-honda-motor-a-ktm-fe-o-grupo-piaggio-e-a-yamaha-motor-assinam-acordo-para-a-criacao-de-um-consorcio-para-definir-as-especificacoes-futuras-de-baterias-intermutaveis-para-motos-e-veiculos-eletrico
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Desde 2018 que quatro marcas, Honda, Yamaha, Kawasaki and Suzuki procuraram criar um standard de baterias amovíveis.
Recentemente a Kawasaki e Suzuki deixaram de fazer parte, não assinaram passando desde 2020 a KTM e Piaggio a ocupar as duas vagas no acordo agora firmado e com algum trabalho já desenvolvido.
Aqui:
[Motociclos eléctricos Japoneses] O 1º passo está dado
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=5837.msg69812#msg69812 (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=5837.msg69812#msg69812)
Honda, Yamaha, Kawasaki e Suzuki com baterias standard em ensaio real
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=7914.msg98019#msg98019 (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=7914.msg98019#msg98019)
Criado consórcio de baterias substituíveis para motociclos...com especificações
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=8486.msg110180#msg110180 (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=8486.msg110180#msg110180)
Revolução electrica - Japão a liderar?!
https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=8539.msg105831#msg105831 (https://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=8539.msg105831#msg105831)
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Apesar de os eléctricos terem vindo para ficar, contudo há uma situação que acaba por ser algo pouco sustentável e vai ao encontro da recente noticia:
https://pplware.sapo.pt/motores/portugal-quarto-pais-com-mais-postos-de-carregamento-eletrico-por-100-km/ (https://pplware.sapo.pt/motores/portugal-quarto-pais-com-mais-postos-de-carregamento-eletrico-por-100-km/)
Quando todos andarem de carro e moto eléctrica vão-me dizer que é normal haver um ponto de carregamento em cada lugar de estacionamento vago?!
Não nunca vai acontecer por isso não será normal. São necessários postos de carregamento rápido em DC em estradas nacionais, ICs, IPs, Autoestradas, periferias e destinos importantes em numero de viajantes. os que agora mais se implantam, para deslocações em viagens superiores a 200 km. A maioria de nós como particulares não faz diariamente 400 km.
Esta estatística está certa, coincide com outras de outras fontes mas... Portugal foi um dos primeiros a implantar carregadores elétricos, a determinada altura de um momento para o outro
foram plantados centenas em muitas cidades quase todos muito lentos a 3,7 kW e com eletricidade de borla, estavam ás moscas e vandalizados e a estatística conta com estes e não devia contar, de pouco servem, os que foram depois concessionados e recuperados (muitos foram desativados) ainda funcionam mas para se ter uma ideia para uma carga de 100 km demoram +- 4.5 horas.
Se forem contabilizados só os postos que em AC permitem 22 kW ou os em DC de 50 kW (PCR) ou mais (PCUR) Portugal está muito depois do quarto lugar.
Depois a ideia, ao aperceberem-se que estavam a invadir a esfera privada com a implantação de postos ineficazes com dinheiro público (e energia de borla(?)) decidiram que os privados poderiam instalar e explorar postos de carregamento mas as distribuidoras (EDP, GALP e etc.) conseguiram com pressão politica que ninguém pudesse vender eletricidade para carregar carros a não ser eles e que os instaladores de postos poderiam instalá-los mas cobrariam aluguer de minutos pelo carregamento e aceitariam exclusivamente os seus clientes (das elétricas ou com licença de distribuição de eletricidade em Portugal) e os políticos aceitaram a pressão e criaram para gerir isto tudo mais um organismo do Estado chamado Mobi.e que gere isto tudo e cobra na passagem uma comissão que vai aumentar e muito porque entretanto é mais um serviço do Estado que é deficitário e funciona mal.
Os veículos eléctricos antes de ser já eram, ou seja antes de aparecerem já eram o tipo de veículos que tinham mais locais onde abastecer, qualquer tomada serve desde que dispense mais de 6 A, 1380 W e como é sabido hoje em Portugal já não se pode construir lugar de garagem em moradia, apartamento, industrial, comercial ou administrativo sem tomada de carregamento, o que faz falta é carregadores rápidos suficientes para garantirem comodidade a quem viaja, no percurso e na chegada, essencialmente, para as frotas de médio e longo curso e para quem não tem ainda local de carregamento.
Os atuais VEs já tem autonomia, nos segmentos equivalentes térmicos, igual a 1/2, alguns mais e em breve será igual ou superior, ora os ainda atuais utilizadores de térmicos não vão todos os dias á estação de serviço atestar por completo o depósito, muitos fazem-no uma vez por semana ou menos. Eu todos os dias reponho a carga a 80% (salvo quando em viagem), sem ir a lado nenhum, faço-o em casa, tenha circulado 10 ou 100 km no dia e se faço mais de 300 vou a um PCUR ou SUC e são muito poucos ainda é preciso programar a etapa.
E quando os veículos tiverem autonomia equivalente aos actuais "malditos poluidores" será que muitos desses postos de carregamento acabem por desaparecer?
Os veículos elétricos terão em breve, com outras tecnologias, formatos e químicas, muito maior autonomia, os de bateria e os de produção de energia a bordo.
Os postos de carregamento seguirão a mesma lógica das atuais estações de serviço (assim pudessem os postos de carregamento vender energia eléctrica como estas vendem combustíveis), existirão onde forem necessários e viáveis.
Convém ter sempre presente que eletricidade existe onde há uma tomada, mais nenhum outro tipo de veículo pode ser abastecido em nossa casa e ainda melhor com energia auto produzida em qualquer casa, prédio, empresa ou qualquer outro edifício ou terreno.
É que se querem falar de sustentabilidade, não me parece lógico ter que se construir tanta infraestrutura para salvaguardar que aqueles que agora dizemos que são 2ºs veiculos familiares apenas para as voltinhas não fiquem apeados por tão pouca autonomia!
Confuso, mas creio que entendi que partes de um pressuposto errado. os VEs podem como os térmicos ser 2ºs, 3ºs ou 1ºs veículos, e porque ficariam apeados? Se deixarem acabar a energia sim, como os térmicos. Os novos modelos, alguns, já permitem sifonar energia de um para o outro, têm uma tomada que permite ligar um cabo a outro VE e carregá-lo, lentamente a 3.6 kW mas o suficiente em alguns minutos para que este chegue a um posto rápido.
Os VEs vão diferenciar-se por segmentos tal como até agora os térmicos até porque são feitos á imagem destes, por enquanto, a Tesla também agora no Model Y como em anteriores aproveitou os espaço á frente debaixo do capot para criar um segundo porta bagagem porque nem eles conseguem nem e o mercado está preparado par abandonar as linhas estéticas dos térmicos, os chineses vão consegui-lo quando começarem a homologar as carripanas deles na Europa.
Estão a aparecer agora em Portugal dois modelos engraçados. O Dacia Spring com uma autonomia pequena e bateria pequena creio que a menos de 18 000 €. É um carro para a cidade com autonomia para 200 km creio, a maioria de nós não fazemos 200 km por dia e claro se o comprar-mos a pensar fazer Lisboa-Porto erramos a compra. O Citroen Ami é um quadriciclo, papa reformas dois lugares sem carta a partir dos 16 anos com autonomia de 75 km e velocidade máxima de 45 kmh com um preço de 7000€ (metade dos equivalentes térmicos) e se sairmos com ele da cidade arriscamos a ter de prever um carregamento demorado mas, até pelo sucesso que está a ter na Europa, arrisco a dizer que muitos papás vão preferir dar este carro aos meninos para a deslocação á escola secundária e enquanto não teem carta, sem chuva e frio, a ter que os ver a circular em duas rodas.
Dessa forma parece-me que as marcas devessem ter feito a transição mais suave (e sem serem obrigados a esta aceleração) e só apostassem realmente quando tivessem veículos que garantissem boa autonomia e sem necessidade dessas tantas insfraestruturas...
As infraestruturas não são tantas nem nunca serão, os recursos são sempre escassos.
Pescadinha de rabo na boca, sem carregadores não havia VEs e sem VEs não haveria carreegdores.
Em economia, sabes bem, não é assim que funciona, bem por vezes é, na China construíram-se enormes cidades de milhares de apartamentos á espera que haja pessoas para os habitar e vão continuar desertas mais alguns anos ou para sempre, como os aeroportos espanhóis ou alguns estádios de futebol.
Para existirem veículos eléctricos que hoje tem autonomia de 450 km e terão em breve de 700, tiveram que existir antes os que não passavam dos 250, tal como os térmicos não começaram logo no inicio do século passado com 150 CV e 200 km/h, encostos de cabeça e cinto de segurança, um caminho faz-se caminhando.
Sobre a noticia... Portugal, dos países da UE mais pequenos mas com mais pontos de carregamento por cada 100km... acho uma aberração!
Já expliquei acima o enviesamento da estatística, é necessário saber interpretar e não é aberração nenhuma, escreves concerteza sem conhecimento de causa, faltam muitos milhares de postos de carregamento agora e o numero de VEs em Portugal vai duplicar nos próximos dois anos e quintuplicar nos próximos 4 anos.
(Não me recordo de alguma vez ter ido a um supermercado onde pudesse abastecer de diesel ou gasolina, e depois ir às compras...)
Também não entendi, nunca abasteces de combustível no percurso das compras? Eu evitava abastecer quando tinha os miúdos no carro mas isso vinha da época em que aquilo estava carregado de chumbo e inundava o habitáculo de vapores, na época tinha um Simca mas isso foi há mais de 35 anos. Depois disso, há menos anos abasteci algumas vezes no Auchan, Leclerc e Intermarché, sem problema. Hoje, em Portugal e por todo o lado, carregam-se VEs em supermercados, hotéis, estádios de futebol, centros comerciais, postos de combustíveis fosseis, edifícios públicos, etc.
Exige-se menos pontos de carregamento e veículos mais capazes!
Com esta borraste o quadro, :D então fazes uma exigência dessas? Faltam tantos, milhares de postos bem localizados com a circulação de VEs a aumentar exponencialmente e queres anular parte dos que já existem?
Veículos mais capazes é também o que exiges mas a quem? Ás marcas construtoras? Aos clientes que comprem só os que julgares tu mais capazes? Como referi e se invocas a questão da autonomia, hoje já o normal é os VEs terem 1/2 da autonomia dos térmicos e em breve será equivalente e superior e por outro lado o tempo de "abastecimento" diminui imenso sobretudo nos PCUR que são dos mais falta fazem para quem viaja.
Veículos que tem autonomia tão baixa são altamente insustentáveis para o meio ambiente, porque se tiverem de gastar recursos para o produzir e o facto de ser eléctrico não pode ser considerado só por isso como sustentavel!
:pensador:
Tão baixa quanto? Com a atual tecnologia estamos limitados pela densidade vs peso. É contraproducente construir um VE citadino segmento A ou mesmo B com uma bateria de 80 KWh se ele vai ciclar em média a bateria menos de uma vez por semana, se a bateria não morresse de velha ia durar 35 anos. Um Segmento C ou superior hoje já tem uma autonomia de + de 400 km mas não deixa de ser um erro se a compra de tal veículo se destina só a ir á padaria ao fim da rua e ao domingo á missa. Não percebo a tua equação com varáveis erradas, como a autonomia baixa relacionada com o insustentável e a não correlação entre autonomias ou seja tamanhos de baterias e o gastar de recursos porque estas duas varáveis vão de par.
Quando muito o numero total de ciclos da bateria teria algo a ver com sustentabilidade.
Creio que pretenderias logo de inicio ou seja há 15 anos atrás quando começou esta nova vaga (houve outras anteriores) de desenvolvimento de VEs, que eles aparecessem logo com 2000kms de autonomia, carregamento em 2 minutos, carregamento sem carregadores talvez por indução enquanto circulam (já existe) e capazes mas isso é para amanhã, com outras baterias que não serão as que conhecemos hoje, muito com eletricidade produzida a bordo e a circular grande parte do tempo sem que tenhas a possibilidade de qualquer intervenção, mas hoje já dá muito gozo. :D
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Lourenço,
Não te vou responder pela mesma sequência mas no final espero não estar tudo salteado...
Enquanto "peão" sempre detestei ver as cidades preenchidas de postos de abastecimento apesar de ser uma coisa essencial para os mais preguiçosos e aqueles que só abastecem apenas 10€ ou 20€ de cada vez... isto falando ainda na maioria das pessoas que ainda usam e têm "veículos malditos poluidores".
Dessa forma, obviamente que detesto andar em qualquer cidade e bater de frente sempre com postos de carregamento eléctrico, é feio, é desnecessário e é poluição e ruído visual!
Estou obviamente a pensar naqueles postos de carregamento que permitem sempre 2 ou 3 espertos estarem ali a fingir que estão a carregar (vai a ver-se e já estão carregados à muito e normalmente são híbridos) mas apenas para aproveitar o lugar que julgo ser gratuito apesar de se pagar o carregamento....para mim esses carregamentos soltos na cidade não fazem sentido... façam lá os postos de carregamento estratégicos colocados longe de onde a maioria das pessoas anda a pé...
Não te esqueças que fizeram isso quando acabaram com os tradicionais postos de abastecimento que havia em qualquer R/C de prédios...apesar do pretexto ser a segurança...
Sobre os 2ºs veiculos que mencionei, são aqueles que têm de autonomia abaixo de 300/350km e aqueles que não permitem uma pessoa usar o veiculo como estava habituado com o velhinho poluidor, o qual era abastecido a cada domingo e dava para a semana toda...
Actualmente já não faz sentido incentivo à compra de veículos só-por-serem-eléctricos-mas-que-têm-autonomia-da-treta e que exigem a construção de o máximo de postos de carregamento por m2 de via publica - isso não é sustentabilidade!
Tirar incentivos a Teslas e afins é um disparate demagogo de pessoas mesquinhas e invejosas que ditam esses apoios ou não...
Surgiu recentemente uma noticia que passou em rodapé despercebido que as pessoas com capacidade financeira folgada em vez de comprarem veículos eléctricos ou veículos tradicionais topo de gama estão a optar por trocarem por veículos idênticos usados mas mais recentes... mas se existissem esses apoios à compra de Teslas e afins, poderia ser meio caminho para que esses com mais dinheiro fizessem a passagem para os veículos eléctricos mais rapidamente e sem recorrerem ao mercado de usados...
Mas compreendo parte do que essas pessoas estejam a fazer: aproveitar que os usados tradicionais estão cada vez a perder mais valor e cada vez conseguem aceder a veículos ainda mais possantes apesar de serem mais poluidores, tanto que as marcas têm inversamente tornando cada vez mais os seus veiculos tradicionais obsoletos em termos de perfomance... veja-se que o grupo VW deixou de comercializar o birurbo com mais de 250cv, a Renault que já nem comercializa Talisman e só tem praticamente eléctricos citadinos e veiculos tradicionais que contentam a malta dos TVDES (meganes etc) e onde cada vez se vêm apenas motorizações tradicionais sem paladar e de baixa cilindrada...
Já sobre as capacidades dos veículos eléctricos, sabe-se que existe tecnologia actual para muito mais do que nos estão a vender... "eles" é que não querem!
Estamos no século XXI, já existem formas de ir ao espaço e queres me dizer que não conseguem inventar forma de os carros nem sequer possam ter necessidade de carregar ou abastecer?! Há um cancro mundial que lixa tudo: as petrolíferas e quem vive do petróleo. [e depois há os demagogos de bruxelas que são umas enjoadas do alho, não gostam de nada existente, é tudo mau até as pessoas!]
E voltando aos postos de carregamento que eu acho desnecessário serem tantos...
Se nos estão quase a impor à força a mudança para os veículos eléctricos, também À força devessem incentivar as pessoas a não serem preguiçosas a adaptarem os seus vícios para carregarem em casa ou onde seja oportuno para a cidade e não para o utilizador... porque se há carregamentos em todo o lado as pessoas ganham esse vicio de andarem a aproveitar os lugares disponíveis só para fingirem que estão a carregar...
E não sei até que ponto muitas pessoas optaram por hibridos para terem acesso a esses lugares, tanto que em tempos, eram sempre esses os lugares que estavam sempre disponíveis...
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Ninguém ganha vicio nenhum de carregar fora de casa, excepto se for burro ou simular que anda a carregar (lugar de estacionamento).
Eu também não gosto de estacionamento selvagem e fumarentos, mas levo com eles todos os dias e só tenho de comer e fechar as entradas do capacete.
A minha mota tem reais (minha utilização) 130km AE, 170km nacional, 90km autonomia como primeiro veículo que factualmente passou a ser (comparativamente isto são 10-11L num 1.5 a gasolina poupadinho, da semana passada para esta)!
Determinar que um veículo não é primeiro veículo pela autonomia num país em que a média o cidadão faz 26km diários não faz sentido. Faz lembrar aquela malta com vários carros na garagem em que o citadino está cheio de km e o diesel estradista para viagens a ser despachado com 4 anos e 20mil km :lolol:
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Não são surpresa os resultados deste inquérito, atualmente a maioria dos motociclistas na Europa afirma que se nas cidades onde circulam forem proibidos motores a gasolina ou se deixarem de existir motos com motores a gasolina em simultâneo com os carros nas datas previstas, não evoluirão para outro tipo de motos e passarão a usar outro meio de transporte não referindo qual.
Clero que como referido uma das rejeições atuais com mais peso real e psicológico é o preço das motos elétricas, veremos daqui por uma década.
Inquérito: Motociclistas dizem “Não” a uma eventual proibição de motos a gasolina
(https://i.imgur.com/NaFcy6X.png)
(https://i.imgur.com/M0VTXsN.png)
(https://i.imgur.com/E8wqv4L.png)
(https://i.imgur.com/Fva9Y8Q.png)
(https://i.imgur.com/BVQjRD1.png)
https://motomais.motosport.com.pt/noticias/inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina/?utm_source=feedly&utm_medium=rss&utm_campaign=inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina (https://motomais.motosport.com.pt/noticias/inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina/?utm_source=feedly&utm_medium=rss&utm_campaign=inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina)
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Não são surpresa os resultados deste inquérito, atualmente a maioria dos motociclistas na Europa afirma que se nas cidades onde circulam forem proibidos motores a gasolina ou se deixarem de existir motos com motores a gasolina em simultâneo com os carros nas datas previstas, não evoluirão para outro tipo de motos e passarão a usar outro meio de transporte não referindo qual.
Clero que como referido uma das rejeições atuais com mais peso real e psicológico é o preço das motos elétricas, veremos daqui por uma década.
Inquérito: Motociclistas dizem “Não” a uma eventual proibição de motos a gasolina
(https://i.imgur.com/NaFcy6X.png)
(https://i.imgur.com/M0VTXsN.png)
(https://i.imgur.com/E8wqv4L.png)
(https://i.imgur.com/Fva9Y8Q.png)
(https://i.imgur.com/BVQjRD1.png)
https://motomais.motosport.com.pt/noticias/inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina/?utm_source=feedly&utm_medium=rss&utm_campaign=inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina (https://motomais.motosport.com.pt/noticias/inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina/?utm_source=feedly&utm_medium=rss&utm_campaign=inquerito-motociclistas-dizem-nao-a-uma-eventual-proibicao-de-motos-a-gasolina)
Está provado que as idades dos 30 aos 60 anos, são os mais casmurros ou será que são os melhor informados ou apenas os "petrolhead generation"...
Como se coloca a questão até tem influência, como dizem os British "Ban is a strong word..." dá a sensação de limitação de liberdade.
Tipico "...já não chega esta merd... do euro 5,6,7,8,9... e vêm tirar a liberdade a malta..."
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Na casa dos 30's tenho dúvidas que não sejam 'open mind' para a mudança. Genericamente falando, claro!
Já em idades dos 40's para cima, especialmente acima dos 50 anos, a resistência à mudança deverá ser maior.
Não direi que seja propriamente por um especial apego aos veículos de combustão.
Talvez seja mesmo algo mais simples como resistência a mudar de algo a que está 'habituado', assim como poderá ser por menor conhecimento das opções ou mesmo falta de informação.
Obviamente que há sempre excepções.
Isto não é igual para todos e há quem promova e opte mesmo pelas novidades do sector, percebendo e valorizando a facilidade de carregar em casa, facilidade de condução, assim como os custos a médio-longo prazo.
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"Quando questionado se poderiam desfrutar de uma moto sem emissões tanto quanto na sua moto atual, se a proibição total de todos os veículos movidos a combustíveis fósseis fosse introduzida, 58,92% responderam que parariam de andar."
Sinceramente não acredito que tantas pessoas fossem deixar de andar de mota se deixassem de vender motas a gasolina. É tipo aquela conversa de "quando a gasolina chegar a 1,50€ deixo de andar de carro". No entanto a gasolina passa dos 1,60€ e não se nota diferença na quantidade de carros na estrada.
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Acho que é bluff sem saber.
É como quando se pergunta a alguém a opinião antes de fazer uma mudança, é natural que se não quisermos a mudança tracemos o pior cenário possível.
Aconteceu-me em adolescente nas férias com os amigos, alguém sugeriu ir para Altura em vez de Armação de Pêra. Eu e outro dissemos que para aí não íamos (éramos jovens, ok).
Foi o grupo para Altura,e nós fomos também.

Isto para não ser só offtopic para dizer que concordo com o facto desse inquérito não se poder fiar. Se for proibido a combustão, vai tudo ficar na mesma. Uns vão ter carro, outros mota para ir trabalhar, outros motas para passeios.
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Diria que +95% dos proprietários de Energicas têm +35 anos :D
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Diria que +95% dos proprietários de Energicas têm +35 anos :D
Na linha do que tenho observado :nice:
Exceto nas scooters elétricas as dezenas de proprietários de veículos elétricos que conheço a maioria estará num faixa etária superior aos quarenta, talvez por correspondência social á minha "juventude" ;), talvez porque o diferencial de preços ainda elevados dos VEs seja um obstáculo acrescido para a malta mais nova.
Neste aspeto da mobilidade eléctrica, pessoalmente, não constato qualquer resistência relacionada com a idade.
Um exemplo peculiar: Vai ser engraçado observar o processo de substituição dos "papa reformas" térmicos por veículos elétricos como o Citroen AMI por exemplo a metade do preço dos primeiros, em minha opinião neste segmento os térmicos neste nicho de mercado estão definitivamente condenados, se o target são também os jovens a partir dos 16 anos na maioria serão adultos com idade avançada.
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Diria que +95% dos proprietários de Energicas têm +35 anos :D
Na linha do que tenho observado :nice:
Exceto nas scooters elétricas as dezenas de proprietários de veículos elétricos que conheço a maioria estará num faixa etária superior aos quarenta, talvez por correspondência social á minha "juventude" ;), talvez porque o diferencial de preços ainda elevados dos VEs seja um obstáculo acrescido para a malta mais nova.
Neste aspeto da mobilidade eléctrica, pessoalmente, não constato qualquer resistência relacionada com a idade.
Um exemplo peculiar: Vai ser engraçado observar o processo de substituição dos "papa reformas" térmicos por veículos elétricos como o Citroen AMI por exemplo a metade do preço dos primeiros, em minha opinião neste segmento os térmicos neste nicho de mercado estão definitivamente condenados, se o target são também os jovens a partir dos 16 anos na maioria serão adultos com idade avançada.
A Seat está a fazer algo interessante neste campo... recentemente veio noticia a indicar que a Seat não iria comercializar veículos totalmente eléctricos enquanto na sua marca virada para os mais novos, a Cupra, então serão introduzidos apenas modelos totalmente eléctricos.
É certo que a Cupra ainda tem modelos de combustão mas dentro de pouco tempo veremos que só apresentarão modelos totalmente eléctricos.
Acho interessante a ideia de introduzir o"veneno dos eléctricos" onde faz sentido, os miúdos, porque os velhos...já todos nós temos os nossos anticorpos quanto a mudanças radicais...
Mas voltando à Cupra, também tem feito campanha atractiva mas ligeiramente enganadora, isto porque apresentam campanhas com "tudo incluindo de 60meses, 75000km, iuc, manutenção total, etc" com uma renda porreira para o veiculo que é (abaixo de 300€) mas depois nas letrinhas pequeninas lá está o empecilho que depois terão de ser os papás a resolver: - entrada de quase 10.000€ Não se pode ter tudo! :D
EDITADO:
Como a malta das bicicletas é extremamente reivindicativa na exigência de ciclovias para irem a todo o lado, acho estranho a malta fundamentalista dos eléctricos não começar a exigir também a sua via própria... ::P:
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eu dava-me por contente acabar com os fumarentos....ok e o estacionamento selvagem....primeiro o estacionamento selvagem, pronto :D
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eu dava-me por contente acabar com os fumarentos....ok e o estacionamento selvagem....primeiro o estacionamento selvagem, pronto :D
:lolol:
...mas concordo contigo!
Olha para isto:
(https://i.postimg.cc/NjhxPG2p/242090739-2630494090429402-434889753353474858-n.jpg)
(https://i.postimg.cc/Dz6dZqjM/242101954-10219294785789930-8457380853856597709-n.jpg)
(https://i.postimg.cc/HnqbK3nV/241983206-6868789026479848-4120432204251320925-n.jpg)
(https://i.postimg.cc/P5z13Wj5/242113267-372600877871868-6479635074850230328-n.jpg)
Como eu dizia em tempos... não é por uma pessoa ter um eléctrico que passa a ser cumpridora... é apenas mais um parvo mas ligado à ficha...
:lolol:
(obviamente que não estou a generalizar e espero que a quem me esteja a referir genericamente seja apenas uma minoria de quem já só utiliza veículos eléctricos)
:convivio:
nota: as imagens foram retiradas do grupo "tu estacionas como um idiota" :lolol:
(custa-me ver sempre que aparece lá uma moto estacionada por baixo de arcadas mesmo à cara podre...é uma vergonha enquanto motociclista ver motociclistas a não terem noção...)
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Saindo do offtopic anterior e regressando ao tópico original, não sei se é algo tipicamente Tuga ou se também ocorre lá fora mas na ideia de se querer ter uma frota (familiar) de veículos mais sustentáveis começamos por fazer uma lista de modelos que gostamos, depois começamos a verificar características e comparar com outros modelos, até chegamos a um ponto que temos tudo aparentemente estabilizado tipo "é isto mesmo que quero e preciso" mas depois uma conversa circunstancial mas que tão facilmente altera os nossos pensamentos....
No meu caso até gostei do Honda E para as voltinhas citadinas, por ser realmente pequeno, cumprindo minimamente o factor de relação com os outros (o espaço urbano é de todos) mas depois o preço... como é que o preço consegue mudar o paradigma logo de uma vez e tão facilmente?!
Chega-se à conclusão que o Renault Chulé (Zoe) é mesmo um best off de vendas por alguma coisa... e até na autonomia se for tudo muito bem gerido dá para ir de Almada ao Algarve sem carregar pelo meio... e tem perfomances superiores a essa Honda E...
Honda E ~ 30.000€
mais pequeno
menos perfomante
menos autonomia
CONTRA:
Renault Zoé ~ 18.000€
espaço mais que suficiente e maior em tamanho
mais perfomante
mais autonomia
Como este exemplo, julgo que será sempre na base da carteira de cada um, o lado mais racional da mudança e não propriamente pelas comparações entre os cada vez mais 1001 modelos disponíveis...
Portanto... neste paradigma em que o €uro dita quase tudo, ainda vão haver muitos veículos poluidores a serem vendidos e a tal transição poderá não ser tão repentina quanto se suspeitava ainda à semanas... não fossem as noticias desoladoras quanto ao preço da energia eléctrica... :toma: :toma: :toma:
Vamos ver se o governo é digno de resolver este problema e resolve baixar a carga fiscal das energias para que tanto o mercado de veículos eléctricos não sofra e também quanto às preocupações das famílias não suba quanto ao custo da energia eléctrica ao final do mês...
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https://www.omie.es/pt/market-results/annual/daily-market/daily-prices?scope=annual&year=2021
Não sei se têm acompanhado as notícias recentes da escalada de preços do MWh no mercado grossista ibérico. Tem sido de tal ordem que em Fevereiro estava nos ~28€, em Agosto em 106€, entretanto já bateu recordes acima dos 150€.
Felizmente na fatura cá de casa não se tem sentido os aumentos nessa mesma proporção, mas de qualquer forma deveria servir de alerta para Portugal e para a Europa em geral.
Não podemos simplesmente acabar com o consumo de petróleo e passar para as energias sem trazer consequências.
Tanto quanto julgo saber, esta subida de preço tem se devido à falta de chuva, logo menos energia produzida por barragens, compensado por energia produzida com recurso a gás natural, que por sua vez envolve a aquisição de licenças de emissão de CO2, fazendo com que o preço de vende dispare, sobretudo porque a procura também tem aumentado com o retomar da atividade das empresas.
Isto para dizer que não podemos ficar reféns apenas da eletricidade, como não podiamos ficar reféns do petróleo. Tem de haver espaço para diversidade e equilíbrio.
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https://www.omie.es/pt/market-results/annual/daily-market/daily-prices?scope=annual&year=2021
Não sei se têm acompanhado as notícias recentes da escalada de preços do MWh no mercado grossista ibérico. Tem sido de tal ordem que em Fevereiro estava nos ~28€, em Agosto em 106€, entretanto já bateu recordes acima dos 150€.
Felizmente na fatura cá de casa não se tem sentido os aumentos nessa mesma proporção, mas de qualquer forma deveria servir de alerta para Portugal e para a Europa em geral.
Não podemos simplesmente acabar com o consumo de petróleo e passar para as energias sem trazer consequências.
Tanto quanto julgo saber, esta subida de preço tem se devido à falta de chuva, logo menos energia produzida por barragens, compensado por energia produzida com recurso a gás natural, que por sua vez envolve a aquisição de licenças de emissão de CO2, fazendo com que o preço de vende dispare, sobretudo porque a procura também tem aumentado com o retomar da atividade das empresas.
Isto para dizer que não podemos ficar reféns apenas da eletricidade, como não podiamos ficar reféns do petróleo. Tem de haver espaço para diversidade e equilíbrio.
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Nesse gráfico (a azul escuro e azul claro) dá para ver que o custo de aquisição de energias não tem sofrido grandes oscilações mas o preço de venda é que cada vez é maior!
( está sobreposto o valor de venda de energia para Portugal e Espanha - mercado ibérico )
Resta perceber se estes aumentos derivam de cargas fiscais exageradas ou se "pela privatização idiota de sectores principais e estratégicos nacionais" (portugal e espanha) as operadas estão cada vez mais gulosas... se for isto é preciso urgentemente que a Europa decrete tipo tabelas de lucro máximo não superior a por exemplo 5/10% do ano anterior e não superior a 20/25% em 5 anos... :pensador:
Por outro lado, pode também ser mais do mesmo, "politica fascista" para as pessoas à força serem forçadas a optar por alternativas... eu por exemplo só iria colocar painéis solares (o termo correcto é outro, eu sei) para autoconsumo com baterias em 2024/2025 e vou antecipar a colocação de painéis solares para autoconsumo já no próximo ano mas vou deixar para 2024/2025 as baterias que ainda estão demasiado caras...
E porque não se fala de energia nuclear? :pensador:
https://observador.pt/2021/09/17/producao-nuclear-aumenta-pela-primeira-vez-desde-fukushima-preve-aiea/ (https://observador.pt/2021/09/17/producao-nuclear-aumenta-pela-primeira-vez-desde-fukushima-preve-aiea/)
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Saindo do offtopic anterior e regressando ao tópico original, não sei se é algo tipicamente Tuga ou se também ocorre lá fora mas na ideia de se querer ter uma frota (familiar) de veículos mais sustentáveis começamos por fazer uma lista de modelos que gostamos, depois começamos a verificar características e comparar com outros modelos, até chegamos a um ponto que temos tudo aparentemente estabilizado tipo "é isto mesmo que quero e preciso" mas depois uma conversa circunstancial mas que tão facilmente altera os nossos pensamentos....
No meu caso até gostei do Honda E para as voltinhas citadinas, por ser realmente pequeno, cumprindo minimamente o factor de relação com os outros (o espaço urbano é de todos) mas depois o preço... como é que o preço consegue mudar o paradigma logo de uma vez e tão facilmente?!
Chega-se à conclusão que o Renault Chulé (Zoe) é mesmo um best off de vendas por alguma coisa... e até na autonomia se for tudo muito bem gerido dá para ir de Almada ao Algarve sem carregar pelo meio... e tem perfomances superiores a essa Honda E...
Honda E ~ 30.000€
mais pequeno
menos perfomante
menos autonomia
CONTRA:
Renault Zoé ~ 18.000€
espaço mais que suficiente e maior em tamanho
mais perfomante
mais autonomia
Como este exemplo, julgo que será sempre na base da carteira de cada um, o lado mais racional da mudança e não propriamente pelas comparações entre os cada vez mais 1001 modelos disponíveis...
Portanto... neste paradigma em que o €uro dita quase tudo, ainda vão haver muitos veículos poluidores a serem vendidos e a tal transição poderá não ser tão repentina quanto se suspeitava ainda à semanas... não fossem as noticias desoladoras quanto ao preço da energia eléctrica... :toma: :toma: :toma:
Vamos ver se o governo é digno de resolver este problema e resolve baixar a carga fiscal das energias para que tanto o mercado de veículos eléctricos não sofra e também quanto às preocupações das famílias não suba quanto ao custo da energia eléctrica ao final do mês...
Zoe 18 000 €?
É uma comparação de veículos de segmento e filosofia diferentes.
O ZOE tem fim de comercialização marcado para 2024, será substituído pelo Renault 5 (R5) que esperemos virá com alguns dos problemas do ZOE resolvidos e concerteza com tecnologias mais recentes, a carreira do ZOE foi longa, (demasiado longa com tecnologias já na altura muito abaixo do Leaf), 2012 apresentação, comercialização em 2013, em minha opinião, o único aspeto positivo e exclusivo é o carregador interno de 22 kW mas, pelo menos nas versões anteriores a 2019, com uma eficiência de carga e conversão muito má, com imensas perdas.
Comparador
https://www.automobile-propre.com/comparateur-de-voitures/ (https://www.automobile-propre.com/comparateur-de-voitures/)
Em breve teremos modelos citadinos e compactos no mercado, entretanto e antes da invasão chinesa, da resposta nestes segmentos por parte da Volkswagen, podemos ir observando as outras marcas francesas e sobretudo as coreanas porque são de longe as mais atualizadas, eficientes e fiáveis neste segmentos.
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https://www.omie.es/pt/market-results/annual/daily-market/daily-prices?scope=annual&year=2021
Não sei se têm acompanhado as notícias recentes da escalada de preços do MWh no mercado grossista ibérico. Tem sido de tal ordem que em Fevereiro estava nos ~28€, em Agosto em 106€, entretanto já bateu recordes acima dos 150€.
Felizmente na fatura cá de casa não se tem sentido os aumentos nessa mesma proporção, mas de qualquer forma deveria servir de alerta para Portugal e para a Europa em geral.
Não podemos simplesmente acabar com o consumo de petróleo e passar para as energias sem trazer consequências.
Tanto quanto julgo saber, esta subida de preço tem se devido à falta de chuva, logo menos energia produzida por barragens, compensado por energia produzida com recurso a gás natural, que por sua vez envolve a aquisição de licenças de emissão de CO2, fazendo com que o preço de vende dispare, sobretudo porque a procura também tem aumentado com o retomar da atividade das empresas.
Isto para dizer que não podemos ficar reféns apenas da eletricidade, como não podiamos ficar reféns do petróleo. Tem de haver espaço para diversidade e equilíbrio.
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Como é que se fica refém da electricidade se a electricidade é apenas um "meio" (e bem eficiente, ao contrário de outras ideias....) de energia? A sério que não entendo.
Se o preço da electricidade sobe é porque toda a cadeia produtiva de energia subiu de preço (produtos fósseis incluídos)....ou foi artificialmente manipulada.
O único meio produtivo que o cidadão (alguns) pode agarrar é o solar. E a única maneira de alguém se deslocar com solar é com VE's....portanto eu assumo-me refém :D
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Lourenço,
O Zoe como tu dizes tem uma longa carreira, é verdade mas está disponivel no mercado de usados e se fizeres a média de preços entre os mais baratos e os mais caros, tens valores medianos a rondar os 18.000€, é esta a comparação. Já do Honda E sendo novo não há usados... por enquanto...
ALCLCF,
Já viste o novo Hyundai Ioniq 5? Aquilo parece ter painel solar no tejadilho...
Olha o que diz no site da marca:
"O Teto Solar utiliza a luz solar para ajudar no carregamento das baterias. Além de evitar que a bateria de 12V descarregue, permite ainda o carregamento da bateria de alta voltagem, sendo possível produzir energia para 5,5km*. Num ano, com o recurso ao teto solar, este valor pode atingir os 2 000km*."
:cool:
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Vi ao vivo no Caramulo....fiquei desiludido com o aspecto do carro. Mas a plataforma e-gmp é muito interessante. Têm de fazer um sedan (bonito).
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Kia EV6, mesma plataforma, outro design, tecnologia igual ou semelhante, (idem excelente carga bidirecional) e 800V.
Desculpem a continuação do off topic, daqui por uns tempos já poderemos falar neste tópico exclusivamente de motociclos, por enquanto ainda falta algum conteúdo :(
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Estes records são espetaculares por si e pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que aproveitam a toda a mobilidade eléctrica em geral e nas motos em particular, pela redução de peso, densidade de baterias, equilíbrio e contrabalanço de toda a estrutura motriz e aerodinâmica.
Antes, em Outubro 2020 Max Biaggi estabeleceu um record de 408 km/h com a Voxan Wattman.
No primeiro semestre do próximo ano com uma WMC250EV esse record será em principio batido.
https://www.motor24.pt/noticias/moto-mais-rapida-do-mundo-tem-quatro-motores-eletricos-e-apenas-ar-no-meio/1534327/ (https://www.motor24.pt/noticias/moto-mais-rapida-do-mundo-tem-quatro-motores-eletricos-e-apenas-ar-no-meio/1534327/)
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Bom, lembrei-me de tema que está na berra, apesar de aparentemente ser pelos custos de produção, a transição ainda não começou a sério e já está a eletricidade a aumentar.
Irá esta transição aumentar o custo e preço da eletricidade?
Iremos necessitar de um congelamento de preço fictício, como aconteceu no passado com os combustíveis?
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:nice: :nice:
Não conhecia essa Voxan Wattman, ou o projecto do seu desenvolvimento.
Fantástico.
Em velocidade máxima, o som quase se assemelha ao de um jet fighter. :o
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Bom, lembrei-me de tema que está na berra, apesar de aparentemente ser pelos custos de produção, a transição ainda não começou a sério e já está a eletricidade a aumentar.
Irá esta transição aumentar o custo e preço da eletricidade?
Iremos necessitar de um congelamento de preço fictício, como aconteceu no passado com os combustíveis?
A transição já começou, a sério, embora alguns países ainda não a levem a sério ;) Penso que é referida a transição na mobilidade, que é uma pequena parte do todo.
Na produção e utilização de energia final também já começou e estes aumentos no mercado grossista de eletricidade desde Fevereiro, em geral por toda a Europa, são em grande parte um dos sintomas dessa transição e do que está a ser mal feito mas vai ser revisto, só pode.
O negócio das licenças de CO2 está mal concebido no geral, é muito vulnerável á especulação e está na origem do encarecimento no mercado grossista.
As renováveis na produção são intermitentes, seja com hidrogénio verde, com as albufeiras ou com outros métodos em desenvolvimento ou futuros o problema do armazenamento vai ser resolvido mas não emitem CO2, falamos do fotovoltaico (hoje entrou em funcionamento a maior central portuguesa, há ainda muito maiores á espera de ponto de ligação), de eólico mas acrescentamos neste caso o hídrico e nuclear.
Por outro lado temos a produção de eletricidade que emite CO2, ora durante um período houve necessidade de recorrer ao gás natural e outras produções que carecem de compra de licenças CO2 e que produzem mais caro e como num leilão invertido, tipo lota, o mercado permite que todos os produtores beneficiem destes preços altos, ou seja no mercado grossita compra-se e vende-se ao mesmo preço para todos produzam ou não CO2.
Entretanto o gás natural subiu imenso e os asiáticos começaram a comprar fora de estação porque recearam escassez, os produtores de gás natural agradecem e a eletricidade sobe ainda mais.
Claro que é uma bola de neve, por qualquer motivo a produção de renováveis intermitentes falha aumenta a proporção de produção de eletricidade poluente mais cara, estes poluentes sentindo o mercado em curva ascendente gerem por baixo a produção, os preços sobem, vão gerindo e comprando licenças, os preços vão subindo e vão gerindo de forma a que os preços no leilão subam e os preços escalam e o mais caricato é que mesmo as intermitentes de produção barata vendem ao mesmo preço, ou seja interessa a todos que os preços passem de 40 para 160, os que compram licenças para poluir e os que não compram e até aos que com os mesmo custos de produção continuavam a ganhar dinheiro vendendo a 40, que no fundo eram todos mas mais ainda os que não precisam de comprar licenças.
As termoeléctricas compram licenças e vendem mais caro mas sabem que amanhã ou daqui a uma semana ou mês venderão ainda mais caro então se as licenças custam o mesmo preferem aumentar a produção quando o preço está mais alto, as nucleares fazem uma gestão idêntica a menor amplitude mas gerem por baixo as cotas de injeção porque venderão mais caro depois, as hídricas idem, fecham as comportas e gerem ao máximo para vender amanhã ou daqui a uma semana ou mês, porque vão vender mais caro e a eólica e solar vendem ao preço dos outros 4 vezes mais caro com os mesmo custos.
A Tesla durante alguns anos teve prejuízo nos carros, só teve lucro na venda de certificados CO2, ora mesmo que não tivesse prejuízo nos carros não os iria vender mais baratos por causa do lucro nas licenças, pelo contrário conseguiu vender muitos carros a 60 000 € porque os convencionais de igual segmento tinham um custo acrescido refletido no preço final das licenças de CO2.
Muitos especialistas já alertam para a abertura a especulação deste mercado das licenças há anos e alguns países e muitos grupos encontraram uma mina de ouro com este sistema que ainda não foi corrigido porque é algo que é mundial, demora anos a mover uma vírgula.
Portugal tem neste momento entre híbridos e 100% VE mais de 10% de vendas e não há qualquer problema de falta de eletricidade ou de estrutura de distribuição ou mesmo de produção, idem em países Europeus onde essa percentagem já anda acima do 20, 30, 40 ou 50% de penetração.
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EUA sugerem “manipulação” dos preços do gás na Europa pela Rússia
Um grupo de cerca de 40 eurodeputados pediu à Comissão Europeia, em meados de setembro, para investigar a empresa energética Gazprom, acusando este grupo económico russo de cortar o abastecimento de gás através da Ucrânia para forçar a Alemanha a aprovar a entrada rápida em funcionamento do gasoduto Nord Stream 2, através do mar Báltico. A Gazprom negou qualquer manipulação do mercado.
“Os Estados Unidos deixaram claro que nós e os nossos parceiros devemos estar preparados para continuar a intervir quando houver agentes que possam estar a manipular a oferta para seu benefício“
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/eua-sugerem-manipulacao-dos-precos-do-gas-na-europa-pela-russia-787455 (https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/eua-sugerem-manipulacao-dos-precos-do-gas-na-europa-pela-russia-787455)
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Há outros fornecedores.... https://en.wikipedia.org/wiki/Maghreb%E2%80%93Europe_Gas_Pipeline
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Recarregar una moto eléctrica en 90 segundos com uma bateria de litio-carbono?
Pelos números relativos á autonomia parece-me que referem a ciclomotores
As empresas em causa que apresentaram este protótipo são reconhecidas.
"Mahle Powertrain e Allotrope Energy han apresentaram um protótipo de bateria que se carrega á la velocidade de la luz."
Como se não bastasse, Mahle e Allotrope também garantem que essa nova bateria tenha uma vida útil média de 100.000 ciclos de carga e descarga, o que é incrível.
O curioso é que esta bateria foi concebida a partir do minuto zero para ser instalada em scooters elétricos de entrega.
Precisam de uma boa autonomia mas, acima de tudo, de uma alta velocidade de recarga; Devem aproveitar ao máximo as recargas de oportunidade quando esperam para recolher o produto para ser entregue.
Para rematar, na sua estrutura no ha terras raras.
https://www.emobility-engineering.com/mahle-powertrain-allotrope-energy-unveil-battery-technology/ (https://www.emobility-engineering.com/mahle-powertrain-allotrope-energy-unveil-battery-technology/)
https://solomoto.es/cargar-una-moto-electrica-en-90-segundos/ (https://solomoto.es/cargar-una-moto-electrica-en-90-segundos/)
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Os factos vão aparecendo...
https://www.turbo.pt/volvo-c40-xc40-emissoes/
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Os factos vão aparecendo...
https://www.turbo.pt/volvo-c40-xc40-emissoes/
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Falta ainda comprovar que um Volvo que esteja limitado a 180kmh é mais poluidor que um Volvo que esteja limitado a 250kmh... :D :lolol:
Sobre a publicação, falta falar que o sistema capitalista do incentivo ao consumo e troca de produtos extremamente descartáveis como estão a ficar cada vez mais os veículos torna-os numa das maiores fontes de poluição e de ataque ao meio ambiente - produção de novos veículos, dificuldade na reciclagem de tantos veículos de combustão trocados por eléctricos, necessidades elevadas de matérias primas por impossibilidade de se utilizar determinados materiais reciclados, etc...
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Os factos vão aparecendo...
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Mas no final de contas o elétrico continua a poluir menos do que o a combustão... Nada é perfeito mas se há garantias que a longo prazo o elétrico acaba por ser mais ecológico, não vejo o problema.
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Não é nada, ecológico é eu andar agora a 98 octanas a fazer múltiplos pequenos percursos que não chegam para aquecer motor a +8L/100 :D
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Um problema existente é que nem toda a gente faz os tais 200.000km num carro antes deste "desaparecer"...
E os tais 110.000km do break-even, num carro eléctrico, se calhar ainda leva uma muda de bateria pelo meio, o que não aparenta estar considerado nas contas feitas. Isso por si só, "empurra" mais para a frente o tal "break-even".
Continua a ser uma fase transitória...
O que será a derradeira solução?
Tele-transporte só com a força da mente.
E transportes colectivos para tudo e mais um par de botas, juntamente com a proiibição de transporte individual nos centros urbanos.
O horror a que nos vão obrigar pelos excessos do passado e do presente...
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Vou escrever isto de forma muito sucinta...
O resto, será juntarem 2 + 2.
As baterias de uma grande parte dos dos veículos eléctricos, depois de fazerem 200.000Kms ou mais (que os há!), podem ter uma 2ª vida!!
Os artigos - quase todos - que falam no break-even quando comparam com um ICE, normalmente esquecem esse aspecto extremamente importante!!
E essa 2ª vida significa que esta tecnologia permite-nos ter depois baterias a menor custo, reduzir o desperdício, reduzir as emissões, uma vez que é aumentado o ciclo de vida das baterias...
A utilização para armazenamento de energia estacionário (com energia solar), está presentemente a ser uma das vias.
E com uma duração suplementar de vários anos dessas mesmas baterias...
Os artigos raramente falam nesse aspecto e iludem as pessoas!
A bateria é um componente que pode ir para lá da vida do veículo de onde saiu originalmente!
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Também o resto do carro pode ser reciclado, em grande parte e cada vez mais - para a tal 2ª vida.
O uso dessa bateria para outro fim que não aquele a que se destina, não pode ser contemplado neste tipo de análise directa, pois então teríamos de fazer o mesmo com um motor a Diesel, por exemplo para ser usado como gerador em situações onde a rede eléctrica não chega, ou para movimentar carrocéis, etc etc..
Nunca se poderá avaliar de forma estanque uma duração + reutilização de tudo o que vem num carro (a sumo de dinossauro ou a electrões) pois são tantas as possibilidades e as variáveis que o torna impracticável.
De bom e diferente aqui é que no caso dos a pilhas, se está já a arranjar uma 2ª e uma 3ª vida para as mesmas sem a necessidade de serem imediatamente desmanteladas após abate do carro.
Nos a fósseis não se coloca tal cenário.
continuo com a mesma opinião - transporte individual vai ser a excepção à regra. Isto para os 7 ou mais Biliões de gente que por aqui anda, e dos quais só uma minoria tem acesso a ter carro.
Imaginem se todos quisessem ou pudessem ter carro.
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A minha menção para a 2a vida da bateria tinha que ver concretamente com a análise dos artigos que referem o break-even, esquecendo a maioria deles que as baterias podem ser usadas (sem emissões) durante muito mais tempo.
Carregadas com painéis solares e servindo assim para energia estacionária.
E isso muda, de forma muito ampla, as 'contas da pegada' de emissões poluentes. :)
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Cada um debita o que lhe massajar o ego, depois há os factos: Grupo Energica (motas desde 2017) » baterias avariadas, raríssimo e todas por mau uso (deixar meses e meses a fio sem carga ou ter um acidente e encostar a mota meses a fio).
*NOTA: E são gozados forte e feio por isso :lolol:
A segunda vida da baterias é mais que conhecida e o preço elevado de baterias "cansadas" idem. Tanto que quem pensa num gridtie/hybrid anda meses na dúvida entre recauchutadas e novas LiFePO4 (os ~10.000 ciclos são engraçados).
Ninguém quer saber de motores diesel ou a gasolina para enfiar em casa. Mas podem perguntar a quem está no negócio de aquisição, reconversão, upgrade, reparação (ex: e-mobilidade) ou simplesmente colocarem-se no lugar de quem quer comprar baterias em segunda mão e olharem para os preços.
Garantidamente a bateria da minha mota irá (salvo avaria grave ou acidente) durar nas minhas mãos metade do que resta da minha esperança média de vida :bejeca:
NOTA2: Tenho a garantia da minha mota elétrica nula desde os 1200 e poucos km (bateria incluída).....mas já sei sou um fanático :D
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Já agora companheiro @ALCLCF e porque talvez saibas até melhor do que eu e muitos membros aqui do fórum...
A aquisição de baterias de veículos para conversão, destinado-se as mesmas a uma 2a vida útil (e que poderão ter sido retiradas de um automóvel por um sem número de motivos), estão muito pouco tempo no mercado, certo?
Pergunto isto sem saber a realidade nacional, mas já li que noutros países muitas baterias são destinadas como 2a vida útil - e longa ao que julgo saber - para unidades de armazenamento de energia domésticas.
Não tenho já a certeza qual era a empresa (Powervault?) mas praticamente não tinha stock, pois vendia-se tudo.
Tinha sistema modular que começava por 4kWh e à qual se acrescentava, querendo, mais capacidade...
Ligadas a um par de painéis solares, imagino que a poupança anual em electricidade fosse significativa, após a amortização do custo do próprio equipamento.
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Cada um debita o que lhe massajar o ego, depois há os factos: Grupo Energica (motas desde 2017) » baterias avariadas, raríssimo e todas por mau uso (deixar meses e meses a fio sem carga ou ter um acidente e encostar a mota meses a fio).
*NOTA: E são gozados forte e feio por isso :lolol:
A segunda vida da baterias é mais que conhecida e o preço elevado de baterias "cansadas" idem. Tanto que quem pensa num gridtie/hybrid anda meses na dúvida entre recauchutadas e novas LiFePO4 (os ~10.000 ciclos são engraçados).
Ninguém quer saber de motores diesel ou a gasolina para enfiar em casa. Mas podem perguntar a quem está no negócio de aquisição, reconversão, upgrade, reparação (ex: e-mobilidade) ou simplesmente colocarem-se no lugar de quem quer comprar baterias em segunda mão e olharem para os preços.
Garantidamente a bateria da minha mota irá (salvo avaria grave ou acidente) durar nas minhas mãos metade do que resta da minha esperança média de vida :bejeca:
NOTA2: Tenho a garantia da minha mota elétrica nula desde os 1200 e poucos km (bateria incluída).....mas já sei sou um fanático :D
Consegui há dias uma Nissan Leaf na Alemanha com 72% para um colega um pouco acima do budget que ele tinha estabelecido mas está contente, foi um leilão até ao ultimo minuto com o dono.
Não é o tipo de bateria que quereria para mim mas ele vai utiliza-la de forma pouco intensiva e num anexo.
Para estacionário pretendo mais tarde obter uma LFP com capacidade consequente, a que tenho está impecável mas é pequena para os painéis que tenho e penso vir a acrescentar, quase sem degradação perceptível em meses de uso intensivo com praticamente 2/3 de ciclo diariamente (20/90).
Estamos por agora e até meados de 2022 a chegar ao fim da propriedade intelectual desta química, as patentes estão a expirar e apesar de ter de esperar, (fazem de facto milhares de ciclos), pode ser que com a massificação comecem a aparecer de acidentados, os Tesla baixa e média performance já as estão a utilizar, até agora só nos 3 da fábrica Chinesa (os melhor conseguidos, melhor acabados e mais fiáveis) mas vão generalizar a partir deste ano.
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As LiFePO4? Em veículos só conheço o uso em autocarros fornecidas pela GWL (https://shop.gwl.eu/blog/About-GWL/Electric-busses-powered-by-GWL--2-000-000-passengers-on-free-rides.html) e pensava que seriam mais viradas para uso estacionário....
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As LiFePO4? Em veículos só conheço o uso em autocarros fornecidas pela GWL (https://shop.gwl.eu/blog/About-GWL/Electric-busses-powered-by-GWL--2-000-000-passengers-on-free-rides.html) e pensava que seriam mais viradas para uso estacionário....
Os Tesla fabricados na fábrica chinesa têm LFP.
Eu tenho já um sistema solar com 10kwh de baterias provenientes de um BMW acidentado. Confirmo, estes packs são muito procurados e atingem preços por vezes demasiado elevados. Ainda há quem diga que vão parar a aterros 
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https://www.must.jornaldenegocios.pt/prazeres/drive/detalhe/quanto-tempo-dura-a-bateria-de-um-carro-eletrico-as-opinioes-dos-especialistas?utm_source=priberam&utm_medium=referral&utm_campaign=dbi_cruzados&utm_term=det_outras_noticias_cofina&utm_content=cm&from_pub=CM (https://www.must.jornaldenegocios.pt/prazeres/drive/detalhe/quanto-tempo-dura-a-bateria-de-um-carro-eletrico-as-opinioes-dos-especialistas?utm_source=priberam&utm_medium=referral&utm_campaign=dbi_cruzados&utm_term=det_outras_noticias_cofina&utm_content=cm&from_pub=CM)
Carregamentos rápidos contínuos é um dos motivos da redução de durabilidade das baterias dos automóveis eléctricos enquanto o carregamento tradicional lento doméstico (wallbox) é o carregamento que menos danos provoca nas baterias...
"O carregamento rápido com carregadores CC (corrente contínua), no entanto, provoca efeitos consideráveis, com aquelas baterias sujeitas a repetidos a carregamentos CC mais de três vezes por mês a evidenciarem quase o dobro do nível de degradação. "Descobrimos que carregamento rápido com CC é o que produz o maior impacto em termos de degradação ao longo do tempo"
Lá se vai a ideia que podemos diminuir postos de carregamento para veículos eléctricos. :zangadoplus:
É melhor colocar um posto de carregamento a cada m2 de via publica - podem retirar os bancos de jardim e árvores que ninguém anda a pé, só de veiculo eléctrico.
Todas as vias com mais de duas faixas de rodagem, que se retire mais uma para criar zonas de estacionamento para os veículos poderem carregar calmamente sem danificar a bateria...
Desconhecia que um mitsubishi outlander phev tinha uma degradação tão acentuada da durabilidade da pequena bateria tal como um bmw i3 anterior a 2018 (de 2018 e 2019 a tecnologia de baterias deve ter sido alterada), já de um Tesla model S, pelos vistos o modelo de 2017 e 2018 é melhor que o de 2019...
https://www.geotab.com/fleet-management-solutions/ev-battery-degradation-tool/ (https://www.geotab.com/fleet-management-solutions/ev-battery-degradation-tool/)
A maior curiosidade para mim é a durabilidade de um A3 etron 2017 não ter quase nenhuma degradação com quase 3 anos de uso e o Ford Focus EV de 2014 ter uma durabilidade de bateria quase semelhante a um Tesla model S de 2015... :palmas:
Por outro lado proponho que seja alterado a designação do fórum para fórum dos automóveis eléctricos de portugal (acrescentando ainda ao slogan "e 4 rodas") pois é o assunto que pelos vistos mais move a malta por aqui.
A malta vibra!
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As LiFePO4? Em veículos só conheço o uso em autocarros fornecidas pela GWL (https://shop.gwl.eu/blog/About-GWL/Electric-busses-powered-by-GWL--2-000-000-passengers-on-free-rides.html) e pensava que seriam mais viradas para uso estacionário....
Na Europa e USA a tecnologia LFP, LiFePO4 está presente por todo o lado em todos os formatos desde as 18650 ás prismáticas e em todo o tipo de utilizações excepto em veículos que não sejam fabricados na China, aliás até agora todas as células LFP tinham de ser fabricadas na China ou sob licença.
Como os veículos eléctricos Chineses só há pouco começaram a chegar á Europa só agora começaremos a ter uma maior divulgação de VEs com LFP. Entretanto com o fim dos prazos de proteção das patentes as baterias LFP podem ser fabricadas por todos e vão ser generalizadas por todo o lado e por todas as marcas de todas as origens sobretudo em veículos onde a performance extrema deixa de ser o critério primeiro.
A BYD talvez o maior fabricante mundial de baterias e VEs, características que em simultâneo só a BYD e a Tesla possuem, fabrica veículos com baterias LFP e é fornecedora de baterias LFP a muitas marcas de VEs mundiais e detentora de, até agora, uma das baterias mais avançadas e utilizada sem milhões de veículos eléctricos , a Blade LFP battery. A CATL é outra grande marca de LFP mas enveredou pelas prismáticas apesar de ter outros formatos e fornecedora também de muitas marcas.
As LFP:
-Não precisam de níquel nem de cobalto.
-São muito seguras, não explodem e são auto-extinguíveis.
-Aceitam altas taxas de recarga.
-Sofrem menos o efeito tempo.
-Se bem tratadas e de qualidade fazem milhares de ciclos, algumas mais de cinco mil o que daria para milhões de quilómetros ou seja se estandardizadas facilmente passariam de um veículo em fim de vida com 500 000 quilómetros para um veículo novo ou serviriam ainda durante muitos anos em estacionário, mais de 10 anos a um ciclo por dia depois de terem atingido os 75% de capacidade máxima em relação á original num veículo onde já tivessem feito mais de 500 000 quilómetros.
-Requerem muito menos matérias raras.
-São totalmente recicláveis.
-São mais baratas que as outras Li-ion nas mais variadas tecnologias, NMC, NCA, LMO, LCO, LNMO, etc.
Por outro lado:
-Só agora as patentes caem.
-Ainda têm menos densidade apesar de já ter melhorado, cerca de menos 20 a 30% o que se traduz em maior peso para a mesma capacidade e daí não terem sido utilizadas nos recentes VEs em que houve uma corrida á potência e performance para justificar os preços altos e criar economia de escala conforme o Secret Tesla Motors Master Plan que já em 2006 definia que começando com VEs potentes e caros com maiores margens conseguiriam balanço para construir carros elétricos mais baratos para todos.
-Sofriam de problemas em recarga com temperaturas ambiente negativas mas as marcas atualmente condicionam termicamente as LFP para essas situações extremas.
-As curvas de carga e descarga são muito diferentes das outras tecnologias e exigem BMS específicos ou seja a capacidade da célula LFP está 75/85% numa tensão constante de 3.2V com minimo e máximo recomendável entre 2.9 e 3.5 V, uma amplitude de tensão com pouca variação de 0 a 100% de capacidade.
-São menos sensíveis ás cargas a 100%, aliás é recomendada uma carga total semanalmente ou periodicamente.
Para quem quer e pode e no caso dos fãs Tesla, há muitos deles que estão a trocar ou á espera de trocar o seu 3 ou Y por ... 3 ou Y mas chineses com LFP, europeus ou americanos só para o fim 2022 ou 2023.
Conheço a GWL. Não são fabricantes, importavam sobretudo prismáticas da china. Algumas prismáticas LFP que vendiam há quase dois anos quando estudei o assunto, custavam o dobro de umas EVE originais importadas diretamente com transporte, taxas e IVA e de categoria A, em relação a categoria B eram 4 vezes mais caras.
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As LiFePO4? Em veículos só conheço o uso em autocarros fornecidas pela GWL (https://shop.gwl.eu/blog/About-GWL/Electric-busses-powered-by-GWL--2-000-000-passengers-on-free-rides.html) e pensava que seriam mais viradas para uso estacionário....
Os Tesla fabricados na fábrica chinesa têm LFP.
Eu tenho já um sistema solar com 10kwh de baterias provenientes de um BMW acidentado. Confirmo, estes packs são muito procurados e atingem preços por vezes demasiado elevados. Ainda há quem diga que vão parar a aterros 
Quem diz isso dos aterros desconhece o que são baterias de EV, o que são EVs, a que é a mobilidade eléctrica e consciente ou inconscientemente está a comparar as baterias de Evs a baterias de telemóveis, brinquedos, vibradores, bicicletas (algumas), trotinetes (algumas), máquinas de barbear, power banks, escovas de dentes, lanternas, tablets, PCs portáteis, máquinas fotográficas, etc., que estão carregadas de metais e produtos altamente tóxicos, poluentes, que só servem uma vez, com vida util muito curta e ineficaz, e que na maioria das situações obrigam á substituição de todo o aparelho ou máquina acabando tudo no lixo, na água e napa freática e no ar e que os negacionistas ambientais e opositores da mobilidade eléctrica utilizam frequentemente como exemplo para atacar todas as iniciativas de transição energética.
As baterias de VEs usadas são demasiado valiosas, não há oferta e muita procura e são construídas para serem, no fim de uma segunda, terceira ou outras vidas e outras utilizações, completamente recicladas. Brevemente nem utilizarão estas baterias quaisquer tipo de terras raras ou metais caros porque já chega de dependência. Preocupem-se os negacionistas com por exemplo o fósforo ou a futura falta dele, que pode provocar fome em todo o Mundo.
Os packs de baterias EV que circulam hoje e todos os que forem fabricados nos próximos anos já estão reservados ;). Há neste momento uma tentativa de algumas marcas de veículos novos comprometerem os compradores a devolverem de forma contratual e remunerada a bateria no fim de vida veicular porque querem fazer negócio com empresas que lhas compram.
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(....)
Há neste momento uma tentativa de algumas marcas de veículos novos comprometerem os compradores a devolverem de forma contratual e remunerada a bateria no fim de vida veicular porque querem fazer negócio com empresas que lhas compram.
Verdade.
E até há marcas que vão mais longe...
Após o uso do VE ao longo de 'x' anos, a marca pretende adquirir de volta o veículo que inicialmente vendeu, recondicionando-o depois e...colocando novamente no mercado para mais uns anos de uso.
Em Sevilha e com a nova fábrica designada por Refactory (nome bem empregue, por sinal!), serão recondicionados 10.000 veículos/ano.
Nada se desperdiça...
Tudo (ou quase tudo) se aproveita. :)
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Por outro lado proponho que seja alterado a designação do fórum para fórum dos automóveis eléctricos de portugal (acrescentando ainda ao slogan "e 4 rodas") pois é o assunto que pelos vistos mais move a malta por aqui.
A malta vibra!
É normal discutir a massificação desmesurada da electrificação dos veiculos, em especial dos de 4 rodas porque antes de chegar às nossas motos passa por aí o investimento e linhas de decisão. Só assim saberemos donde vamos e que será a moto de/do futuro.
Por outro lado é um tema ligado à revolução que estamos a viver sem precedentes e talvez ao nível da primeira revolução industrial onde o carvão era Rei, e depois tivemos a grande depressão, a rivalidade dos petrol heads com os, environmentalist freeks, com negacionistas, aos agnósticos e os fanáticos do all cost green... tem muito assunto.
Todavia ainda estou para encontrar alguém que conheça que comprou eléctrico devido ao ambiente... sim começam por aí mas ao 5 minutos saí logo as razões reais...
O que está a passar nas cadeias da produção e logística é tambem algo nunca visto e é preocupante sem falar nas consequências no equilíbrio de poderes no mundo. Quem trabalha directa ou indiretamente na industria sabem a *Modere a sua linguagem* em que estamos metidos e o impacto que tem já, queremos trabalhar e não podemos. No final da cadeia está o Zé povinho, vejam o cabaz básico de consumo muito mais caro, os productos mais específicos sem stock, os direitos revogados no consumo.... tempos interessantes no mínimo.
Ája cobre e alumínio para este novo mundo eléctrico... porque já se sabe que não chega para o que se necessita.
Já agora as LFP, será do pior que existe para duas rodas, no que respeita ao maior peso versus capacidade, e na inflexibilidade relativa dos carregamentos muito sensíveis a intervalo de tensões que até torna complicado saber o simples estado da carga. No Alasca ou no deserto pois melhor pensar duas vezes 
Penso que li aqui que se deveria carregar 100%, não estou de acordo com isso, deveria-se ficar nos 3.4v se queremos os ciclos anunciados... mas isto é como as vacinas do covid deixa ver que dizem os anos e varias aplicações para saber se valem ou não... de qualquer modo é a química mais segura e mais adequada para a malta inventar com...
Já existem outras "baterias" com melhor potencial mas há que dar tempo que os lobbies funcionem... quando o mercado estiver inundado de LFP's e mais baratas já vai aparecer outras de sódio e etc...
A pseuda teoria da conspiração ou negócio da china na energia é mesmo esse, controlar a distribuição, acabar com produção fóssil e criar dependência das renováveis nos painéis (mais fácil) na produção (no dia) e no armazenamento para depois vender a preço mais caro quando for necessário (à noite). Long live to the nuke já dizem alguns.
Continuarei a consumir os meus 8-9lts/100km com um som espetacular
até quando puder e farei a transição quando achar que for a melhor altura para o fazer.
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Todavia ainda estou para encontrar alguém que conheça que comprou eléctrico devido ao ambiente... sim começam por aí mas ao 5 minutos saí logo as razões reais...
Subjetivo e circunstancial ;) Diz-me com quem andas digo-te quem és, no limite do preconceito este popularismo mas acredita, há muito quem tenha aderido á mobilidade elétrica desde há mais de dez anos e no presente com motivação principal baseada no ambiente mesmo pagando mais e com custos superiores sobretudo no início.
Assim como há quem escolha construir uma casa mais cara em isolamentos e arquitetura para poluir menos posteriormente, quem não tenha esperado a proibição das incandescentes para colocar LEDs, quem separe lixos criteriosamente a pensar no ambiente, quem recuse lareiras e salamandras porque mesmo sendo mais barato e com abundancia de lenha própria prefira outros modos de aquecimento sem fumo, quem tenha deixado de fumar em casa, no carro ou de todo não só por si mas pelos filhos e família, quem compre eletrodomésticos mais caros mas com melhor eficácia mesmo sabendo que nem sempre compensa financeiramente, quem dimensione a sua instalação fotovoltaica com mais um ou dois painéis sabendo que vai injetar energia de borla na rede e sabendo que não vale a pena contrato de venda mas sim por questão de consciência para compensar um pouco a sua própria pegada ecológica, etc., podia dar centenas de exemplos mas estes são alguns dos que me são caros a mim pessoalmente e estou rodeado de centenas de pessoas que conheço profissionalmente e pessoalmente que são ainda regra geral mais disciplinados na matéria que eu e que se preocupam com o ar que respiram e com o futuro mas que sobretudo sabem que é insustentável continuar como tem sido e mais ainda: respeitam o ambiente e a natureza.
Á anos uma pessoa com quem partilhava transporte abiu a janela e enviou a embalagem do iogurte líquido para os eucaliptos numa estrada nacional, fiz parar o veículo e fui apanhar o plástico e disse ao senhor que não o devia fazer obtendo como resposta que "toda a gente o faz, o que é que eu ia fazer com a embalagem?"; expliquei que deve respeitar a natureza, o ambiente e o senhor disse-me que então não conhece ninguém que respeite e eu acreditei mas sei que uma parte respeita ele é que não conhece essa parte.
Já agora as LFP, será do pior que existe para duas rodas, no que respeita ao maior peso versus capacidade, e na inflexibilidade relativa dos carregamentos muito sensíveis a intervalo de tensões que até torna complicado saber o simples estado da carga. No Alasca ou no deserto pois melhor pensar duas vezes 
Complicado porquê? Em veículos ou estacionário é tão simples saber o estado de carga (eu até sei que é mais simples mas iriamos para detalhes técnicos) em baterias LFP como em outras baterias, excepto no antigo chumbo que é apesar de impreciso mais fácil de verificar seguindo e observando a tensão.
A sensibilidade á amplitude de tensões é perfeitamente dominada, aliás podes aumentar e diagnosticar a capacidade da baterias de quase 10% a quase 90% com precisão mesmo que a tensão nas células se mantenha nos 3.2 V o que é uma vantagem, o que não se pode fazer é deixar descer abaixo de 2.9/2.8V ou passar os 3.6/3.65V mas o BMS não deixa chegar a esses valores mantendo conforme os casos entre 2.9/3 e 3.4/3.45 que são os valores que por exemplo o fabricante das minhas células prismáticas aconselha.
A minha scooter tem uma bateria LFP de 5.4 kWh amovível e tenho uma segunda que alterna. estas baterias fazem segundo exemplos de frotas que as utilizam, cerca de 125 000 quilómetros cada uma antes de começarem a reduzir substancialmente a capacidade, ou seja salvo algum precalço vai-se a scooter e ficam as baterias para uma nova scooter (são amovíveis as baterias e tem conversor integrado e carregador externo) ou passam para estacionário em paralelo desfazado. Em conversa com um dos engenheiros da marca disse-me que com outra tecnologia Li-ion com que realizaram testes o máximo de quilometragem atingida era de 45 000 e venderam algumas.
Porque dizes que são do pior? Pelo único aspeto em que perdiam, (ainda perdem mas reduziram a perda e espera que vão superar essa perda com ligeiras mas complicadas mudanças tecnológicas) que é a densidade? Pois são mais baratas, envelhecem 4 vezes menos, fazem pelo menos 4 x mais ciclos, não explodem ou incendeiam em caso de acidente o que penso tem a sua importância nas duas rodas, não utilizam níquel nem cobalto e sabemos o que este dois elemento significam, etc..
O pior para mim em duas rodas (como em quatro) são algumas marcas ou modelos que vêm com baterias que pela capacidade ou pela química, ou por todo o sistema BMS e condicionamento térmico, não vão passar dos 50 a 60 000 quilómetros no melhor dos casos e sendo bem tratadas. Há já vários modelos de duas rodas nestas condições e imensos carros elétricos cuja esperança de vida não irá alem dos 150 000 quilómetros suportando os 75% de capacidade inicial mas é o mercado a funcionar e as pessoas até comprarem preocupam-se em criticar e só depois de comprar percebem que compraram o tipo de veículo que não se adequa á sua realidade e sem entender ou procurar perceber as diferenças seguindo os exemplos dos construtores que já deram provas, recorrendo ao ultimo modelo e marca a aparecer na mobilidade elétrica que por vezes está a colocar no mercado o seu primeiro EV quando outros já têm vários modelos de veículos que fizeram centenas de milhar ou milhões de quilómetros.
Penso que li aqui que se deveria carregar 100%, não estou de acordo com isso, deveria-se ficar nos 3.4v se queremos os ciclos anunciados... mas isto é como as vacinas do covid deixa ver que dizem os anos e varias aplicações para saber se valem ou não... de qualquer modo é a química mais segura e mais adequada para a malta inventar com...
Talvez tenhas lido que uma vez por semana ou periodicamente as LFP devem ser carregadas a 100% e apesar de não concordares é mesmo assim ou pelo menos é assim recomendado pelas marcas e para quem conhece o modo de funcionamento das LFP e das outras tecnologias Li-ion percebe porquê as diferenças.
Uma vez por semana para quem circula diariamente e faz por exemplo 3 ciclos por semana, mais espaçado se faz 3 ciclos num mês.
E sim carregar a 100% da capacidade o que nada tem a ver diretamente com os 3.4V de cada célula que referes porque como os BMS estão regulados para detetar e parar a carga a 3.4/3.45V nas células, nesse ponto estão atingidos os 100% de carga. Se alguma vez te deparares com uma bateria LFP que não tenhas sido tu a construir e verificares que nas células a a carga a 100% faz as faz ultrapassar os 3.45 ou 3.50V pára imediatamente a carga e devolve a bateria. As minhas células só as fiz passar os 3.55V quando as balancei em cima em paralelo e por cada série, depois disso a carga pára a 3.35 com balanceamento passivo e são balanceadas ativamente e manualmente a 3.45 periodicamente.
Esse raciocínio é valido para o chumbo e para outras tecnologias Li-ion como por exemplo algumas delas possuem nominal de 3.7 e podemos carregar até 4.2 embora aguentem mais mas a curva de carga é quase constante até quase aos 4.2V e os 100% correspondem em teoria a 4.2, na pratica as marcas colocam um buffer que pode ser de 5, 10 ou mais %.
Células LFP nominal é 3.2 podem mas não devem ir até 3.65 e estão reguladas em baterias para não passarem dos 3.4, 3.45 em função da respetiva curva de carga que é exponencial.
Já existem outras "baterias" com melhor potencial mas há que dar tempo que os lobbies funcionem... quando o mercado estiver inundado de LFP's e mais baratas já vai aparecer outras de sódio e etc...
Existirem em laboratório e experimentalmente é uma realidade que pode não ser, existirem aprovadas e comercializadas é outra realidade e é com esta que o mercado avança e não sei se existem lobbies nas tecnologias das baterias, há muita concorrência muita pressa de patentear mas será um dos domínios onde não há espaço para lobbies ao contrário por exemplo dos carregamentos de veículos eléctricos na rede pública em Portugal onde aí sim estamos entregues a um vergonhoso lóbi.
A pseuda teoria da conspiração ou negócio da china na energia é mesmo esse, controlar a distribuição, acabar com produção fóssil e criar dependência das renováveis nos painéis (mais fácil) na produção (no dia) e no armazenamento para depois vender a preço mais caro quando for necessário (à noite). Long live to the nuke já dizem alguns.
Conspiração ou pseudo conspiração ou teoria? Creio que referes a produção, armazenamento e distribuição de eletricidade em comparação á "produção fóssil" mas pensa bem: Podes produzir petróleo em tua casa? Podes refinar, transformar e armazenar petróleo em tua casa? Podes utilizar petróleo em tua casa? Pois, eletricidade podes, tudo isto e ainda a podes levar para fora de casa, no smartphone, na power bank, no veículo elétrico e com alguns até já podes chegar a outra casa e alimentá-la ou ligar o teu VE a outro para o "abastecer", há alguma energia que seja menos dependente a nível pessoal e nacional?
Continuarei a consumir os meus 8-9lts/100km com um som espetacular
até quando puder e farei a transição quando achar que for a melhor altura para o fazer.
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Exatamente, é esse o caminho a seguir, aliás seria completamente absurdo demolir ou antecipar o fim de vida de veículos a combustão só para os substituir por veículos elétricos excepto talvez para os que poluem mesmo em excesso, com mais de 20/25/30 anos e muitos completamente á margem da lei com modificações ou sem os dispositivos anti poluição originais.
Apenas com a substituição dos veículos a combustão em fim de vida a serem substituídos por elétricos o mercado estaria todo elétrico em 25 anos a contar de 2015 o que eu não acredito mas é mais ou menos o que a Europa decidiu em relação a esta matéria. Eu aderi á mobilidade elétrica no momento que julguei oportuno mas os meus veículos a combustão não foram demolidos estão a servir e muito bem outros proprietários e também porque gosto de acompanhar as novas tecnologias, defeito profissional, e porque me preocupo com o ambiente e porque quero e posso ;) .
Espero ter conseguido ser explícito. :nice:
Edição. Acabei de ver um vídeo do nosso amigo Will Prowse a propósito dos racks LFP, sistema completo, plug and play, escalonável, BMS de qualidade, 5.12 kWh, avaliadas para mais de dez anos mesmo 20 e 4000 ciclos sem perda, por menos de $2,000.
Algumas noções importantes sobre as prismáticas LFP.
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Eu comprei mota elétrica por várias razões e ecologia está lá no fundinho. No topo da lista: dedo do meio aos chulos do estado; prefiro 109cv numa mota do que num carro; dá jeito no dia a dia de trabalho onde tiro o maior rendimento-poupança/km anuais; para o tamanho do nosso país atingiu para mim o "ponto".
Mantenho o ICE que fazia ~15mil ano e passou a 1000-2000km ano.
Eu continuo a discutir estas coisas porque ainda ontem fiz Viseu-Maia-Viseu de mota elétrica....só para averiguar se ficava eletrocutado, a degradação de autonomia com temperaturas próximas ou inferiores a zero (igual ao litro...135km+14% CC a 110km/h) e porque entre desconto VV para 2 rodas e ~7€ de electrões são umas coroas que ficam no bolso.
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Eu comprei mota elétrica por várias razões e ecologia está lá no fundinho. No topo da lista: dedo do meio aos chulos do estado; prefiro 109cv numa mota do que num carro; dá jeito no dia a dia de trabalho onde tiro o maior rendimento-poupança/km anuais; para o tamanho do nosso país atingiu para mim o "ponto".
Mantenho o ICE que fazia ~15mil ano e passou a 1000-2000km ano.
Eu continuo a discutir estas coisas porque ainda ontem fiz Viseu-Maia-Viseu de mota elétrica....só para averiguar se ficava eletrocutado, a degradação de autonomia com temperaturas próximas ou inferiores a zero (igual ao litro...135km+14% CC a 110km/h) e porque entre desconto VV para 2 rodas e ~7€ de electrões são umas coroas que ficam no bolso.
:D Pois, por aqui, "lá no fundinho" mas sempre presente, o dedo do meio foi e é mais para aqueles de quem dependemos há décadas nos fósseis o que nos tem colocado nas mãos de um cartel mundial formado por países e estados pelos quais, com algumas pouca excepções, não tenho simpatia, manipuladores mundiais, quase todos ditaduras, quase todos sem respeito pelas mulheres e pelos direitos Humanos, boa parte deles por de trás das piores atrocidades terroristas mundiais e o gozo que dá quando penso que no meu consumo direto de energia em casa, na locomoção e em boa parte na empresa já não dependo deles, por mim podiam colocar betão nos poços. :D Claro que ainda não, a economia ocidental ainda depende demais dos fósseis para funcionar mas já dependeu mais ;)
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A realidade é que teremos de queimar combustíveis de origem fóssil por mais alguns anos.
Não há outra forma. É a mais pura e nua realidade!!
E usei a palavra 'teremos' de forma propositada, pois uma interrupção abrupta ou massiva do consumo de petróleo (mesmo que acontecesse em 3 ou 4 anos), seria catastrófica.
Aliás, numa entrevista que o CEO da Tesla deu há uns anos e com uma plateia de altos cargos ligados ao petróleo, ele explicou-o...
E fê-lo também num podcast muito conhecido com o Joe Rogan.
Ficou particularmente conhecido esse podcast por ter sido fumada um pouco de marijuana :stuck_out_tongue_winking_eye: mas o homem estava ciente...bem ciente do que dizia e olhava para o futuro da transição sem 'diabolizar' os combustíveis fósseis...
Foi isto que disse o Elon Musk (e vou-me furtar aqui à tradução) :
"I’m not in favor of demonizing the oil and gas industry. Because like we can’t stop instantaneously and not have oil and gas. You know, like, we’ll likely die of starvation basically. We’re going to need to burn fossil fuels for a long time—the question is just at what rate do we move to a sustainable energy future. So, I think we should probably move there faster than slower."
Mas é necessária essa mudança. Para o bem do que resta e para a saúde dos que por cá andam neste Mundo, assim como para os que estão para nascer...
O ritmo de mudança e a forma como é feita , sem deixar o Mundo 'às escuras', serão a chave.
E sim...é desejável que as tecnologias em uso (que não necessariamente só uma!), possam fazer a substituição com uma muito menor pegada ambiental e de riscos para a saúde humana.
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As LiFePO4? Em veículos só conheço o uso em autocarros fornecidas pela GWL (https://shop.gwl.eu/blog/About-GWL/Electric-busses-powered-by-GWL--2-000-000-passengers-on-free-rides.html) e pensava que seriam mais viradas para uso estacionário....
Os Tesla fabricados na fábrica chinesa têm LFP.
Eu tenho já um sistema solar com 10kwh de baterias provenientes de um BMW acidentado. Confirmo, estes packs são muito procurados e atingem preços por vezes demasiado elevados. Ainda há quem diga que vão parar a aterros 
Quem diz isso dos aterros desconhece o que são baterias de EV, o que são EVs, a que é a mobilidade eléctrica e consciente ou inconscientemente está a comparar as baterias de Evs a baterias de telemóveis, brinquedos, vibradores, bicicletas (algumas), trotinetes (algumas), máquinas de barbear, power banks, escovas de dentes, lanternas, tablets, PCs portáteis, máquinas fotográficas, etc., que estão carregadas de metais e produtos altamente tóxicos, poluentes, que só servem uma vez, com vida util muito curta e ineficaz, e que na maioria das situações obrigam á substituição de todo o aparelho ou máquina acabando tudo no lixo, na água e napa freática e no ar e que os negacionistas ambientais e opositores da mobilidade eléctrica utilizam frequentemente como exemplo para atacar todas as iniciativas de transição energética.
As baterias de VEs usadas são demasiado valiosas, não há oferta e muita procura e são construídas para serem, no fim de uma segunda, terceira ou outras vidas e outras utilizações, completamente recicladas. Brevemente nem utilizarão estas baterias quaisquer tipo de terras raras ou metais caros porque já chega de dependência. Preocupem-se os negacionistas com por exemplo o fósforo ou a futura falta dele, que pode provocar fome em todo o Mundo.
Os packs de baterias EV que circulam hoje e todos os que forem fabricados nos próximos anos já estão reservados ;). Há neste momento uma tentativa de algumas marcas de veículos novos comprometerem os compradores a devolverem de forma contratual e remunerada a bateria no fim de vida veicular porque querem fazer negócio com empresas que lhas compram.
Ainda a propósito da diferença entre baterias de todo tipo, das quais cada um de nós tem várias unidades em casa e que amiúde acabam no lixo indiferenciado com o próprio aparelho de que fazem parte, ao contrário das baterias de veículos elétricos que serão sempre reutilizadas noutras funções ou recicladas, pode ser que seja desta que a UE estabeleça a obrigatoriedade de bateria amovíveis (depois da saga com os carregadores de smartphones):
Baterias impossíveis de substituir aumentam desperdício e gastos
A maioria das baterias da eletrónica de consumo ou das bicicletas elétricas são impossíveis de substituir ou reparar, o que aumenta o desperdício e as despesas, alerta um relatório divulgado esta segunda-feira.
O relatório foi divulgado hoje pelo Gabinete Europeu do Ambiente (EEB na sigla original), uma federação europeia de organizações não governamentais de ambiente, que faz questão de lembrar no início do documento que a Europa se afirma como líder em matéria de clima e de sustentabilidade.
É nessa Europa que a maioria das baterias recarregáveis de iões de lítio dos materiais eletrónicos ('smartphones', computadores portáteis ou 'tablets', bicicletas ou 'scooters' elétricos) ou não são substituíveis ou não são reparáveis.
Tal resulta, diz a EEB, "em períodos de vida mais curtos do produto, aumento do desperdício eletrónico, perda de materiais raros e despesas desnecessárias para os consumidores".
E as estimativas, alerta também, "mostram que a procura continuará a crescer na próxima década: até 60% para baterias na eletrónica de consumo e 15% para bicicletas e scooters elétricas, até 2030".
No relatório, a federação de organizações ambientais europeias diz que a falha de baterias é um dos problemas mais comuns em muitos produtos eletrónicos, sendo também frequentemente o primeiro componente a falhar em bicicletas e 'scooters'.
Segundo o relatório, 42% das reparações de 'smartphones' e 27% das reparações de computadores portáteis estão relacionadas com a substituição de baterias.
"No entanto, entre o design para dificultar a acessibilidade, a utilização de colas, bloqueios de software, falta de peças de substituição, ferramentas e informação sobre reparações, muitas baterias estão destinadas a nunca serem substituídas, reparadas ou recicladas", escreve o EEB.
BATERIAS REMOVÍVEIS E SUBSTITUÍVEIS
Nas contas da organização, se em 2030 todos os novos telefones e 'tablets' vendidos na União Europeia tiverem baterias facilmente removíveis e substituíveis as emissões anuais destes dispositivos podem cair 30%, será menor a perda de matérias-primas críticas como o cobalto e índio, e os consumidores europeus poupam 19,8 mil milhões de euros.
Além do relatório, uma coligação de reparadores de equipamentos eletrónicos e de baterias, a indústria da reciclagem e organização não governamentais ligadas ao ambiente, representando pelo menos 500 organizações, publicou hoje uma declaração apelando à Comissão Europeia para que tome medidas no sentido de mais baterias amovíveis, substituíveis e reparáveis no próximo regulamento sobre baterias.
Jean-Pierre Schweitzer, do EEB, diz citado no documento que ainda que haja muitas empresas a trabalhar para substituir, reparar e reciclar baterias, a má conceção dos produtos e software estão a tornar a tarefa difícil, se não impossível.
"Os fabricantes estão a desperdiçar recursos preciosos e a forçar os consumidores a substituir os aparelhos antes de precisarem de o fazer. O Conselho Europeu e o Parlamento Europeu estão agora a negociar o Regulamento Europeu de Baterias e têm o poder de negociar todas estas questões".
A Comissão Europeia propôs um Regulamento sobre Baterias que visa abordar todo o seu ciclo de vida, desde a cadeia de abastecimento até à eliminação. O documento está atualmente nas mãos do Parlamento Europeu e do Conselho.
https://sicnoticias.pt/mundo/2021-12-06-Baterias-impossiveis-de-substituir-aumentam-desperdicio-e-gastos-d577fc64 (https://sicnoticias.pt/mundo/2021-12-06-Baterias-impossiveis-de-substituir-aumentam-desperdicio-e-gastos-d577fc64)
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É pena que os jornalistas da especialidade se foquem apenas num determinado tipo de veiculo quando é uma situação que abrange todos os tipos de veículos...
Mas dando o devido "desconto" e aproveitando o que escrevem e pensarmos que também se estejam a referir aos motociclos, felizmente têm aparecido mais soluções para a transição para uma mobilidade mais "amiga do ambiente" sem ter que ser apenas pela via dos veículos elétricos, e como esses se tratassem da única solução e que realmente fosse a mais amiga do ambiente...
"Muitas pessoas ainda relutam em desistir dos veículos com motores a combustão, uns por falta de soluções no que toca ao carregamento, outros porque simplesmente, não gostam dos carros eléctricos."
Mais info: https://www.motorspot.pt/2021/02/23/combustiveis-sinteticos-sao-tao-limpos-quanto-os-carros-electricos/?fbclid=IwAR2OOEIQHUyeDCdVll69fX3kbI40wb-4PQqc62NzMRhlXJczIlXw0oB5Fhk
(https://www.motorspot.pt/2021/02/23/combustiveis-sinteticos-sao-tao-limpos-quanto-os-carros-electricos/?fbclid=IwAR2OOEIQHUyeDCdVll69fX3kbI40wb-4PQqc62NzMRhlXJczIlXw0oB5Fhk)
O combustível sintético poderá ser uma boa solução até pela sustentabilidade de não se ter que perder tantos materiais aplicados nos actuais veículos de combustão a circular, quando estes chegarem a um ponto onde os tradicionais combustíveis poderão deixar de ser comercializados ou com enormes restrições de circulação...
Sobre a questão das energias, antes da privatização da EDP, tive oportunidade de ter uma visita guiada à central termoelétrica de Setúbal e onde foi apresentado o paradigma da altura, onde a sustentabilidade parecia ser melhor aplicada, sendo ainda melhor gerido os dinheiros públicos na poupança de custos com produção e importação energética...
Agora com as recentes políticas socialistas, que se têm demonstrando totalmente contraproducentes, deveria-se regredir nessa acção gerida pelas modas da pseudo-sustentabilidade e realmente resolver as questões de fundo de poluição como por exemplo criação de legislação a penalizar fortemente as industrias que insistem em não fazer a transição na questão de extracção de fumos poluentes, proibição de circulação em águas nacionais de navios altamente poluentes, etc...
Em Lisboa, por ser-me próxima, continuo a achar que foi uma total parolice o que o Medina fez na cidade, e por muito que haja opiniões diferentes da minha, mas é certo que o problema da poluição não se resolve provocando o caos na circulação na cidade, isso é totalmente distinto.
Lisboa tinha um sistema de gestão de tráfego (semáforos) cada vez mais preciso...deveria ter sido mantido e não alterado - um veiculo parado ou andar devagar gera mais poluição quem em circulação.
Mas o Medina poderia ter optado por politicas que lhe poderiam sair caro nas eleições, como, proibição de circulação em determinadas vias de veículos anteriores a 2005 e na próxima alteração, para veículos anteriores a 2016...
Resumindo... em Lisboa, uma coisa são os veiculos poluentes e outra coisa distinta é a gestão de tráfego porque o tráfego inclui veiculos já mais modernos, hibridos ou electricos, e não é normal penalizar todos só para defender uma ideia romântica da mobilidade sustentável...
Mas venham lá mais opiniões...
Pelo menos será bom, através dos combustíveis sintéticos continuarmos a ter a oportunidade de circular com as nossas actuais motos... :cool:
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Numa perspectiva de veículo de trabalho não percebo onde está a penalização....especialmente em semanas como esta em que ando com média de 17kWh/100km
Como já disse inúmeras vezes. "C*guei" para a ecologia, eu saltei para veículo de trabalho elétrico (por acaso de 2 rodas, dava-me mais jeito) porque é muito dinheiro no final do mês.
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Andam por aí uns construtores de carros em parceria com uns de motos que puseram um V8 de um RC-F a trabalhar a Hidrogénio, com a queima disso em vez de gasosa.
Parece melhor opção que mais cenas sintéticas (leia-se combustíveis sintéticos que requerem matéria prima)..
Pode ser uma boa opção se não final, pelo menos complementar...
Eu gosto mais desta solução, apesar de ter raízes electrotécnicas.
https://www.autoevolution.com/news/yamaha-unveils-hydrogen-powered-toyota-v8-174970.html (https://www.autoevolution.com/news/yamaha-unveils-hydrogen-powered-toyota-v8-174970.html)
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Estamos numa época fascinante e decisiva para o futuro disto tudo...
Espero que se consiga levar o barco a bom porto, apesar de tudo o que se encontra pelo caminho!!!
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Estamos numa época fascinante e decisiva para o futuro disto tudo...
Espero que se consiga levar o barco a bom porto, apesar de tudo o que se encontra pelo caminho!!!
A Koeningsegg desenvolveu um motor eléctrico de apenas 30kg que garante qualquer coisa como ~340cv e 600NM e pelos vistos testou esse motor num motociclo...
Infelizmente estas inovações serão só boas para quem tem muito dinheiro... :D
https://news-cision-com.translate.goog/koenigsegg/r/quark-and-terrier--koenigsegg-s-first-in-house-e-motor-and-ev-drive-unit-with-pioneering--raxial-flu,c3495628?_x_tr_sl=auto&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=op (https://news-cision-com.translate.goog/koenigsegg/r/quark-and-terrier--koenigsegg-s-first-in-house-e-motor-and-ev-drive-unit-with-pioneering--raxial-flu,c3495628?_x_tr_sl=auto&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=op)
Já agora... desconhecia que os veículos eléctricos teriam também de ter um dístico próprio...
https://www.imt-ip.pt/sites/IMTT/Portugues/Veiculos/VeiculosEletricos/Paginas/VeiculosElectricos.aspx (https://www.imt-ip.pt/sites/IMTT/Portugues/Veiculos/VeiculosEletricos/Paginas/VeiculosElectricos.aspx)
:toma:
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Estamos numa época fascinante e decisiva para o futuro disto tudo...
Espero que se consiga levar o barco a bom porto, apesar de tudo o que se encontra pelo caminho!!!
A Koeningsegg desenvolveu um motor eléctrico de apenas 30kg que garante qualquer coisa como ~340cv e 600NM e pelos vistos testou esse motor num motociclo...
Infelizmente estas inovações serão só boas para quem tem muito dinheiro... :D
https://news-cision-com.translate.goog/koenigsegg/r/quark-and-terrier--koenigsegg-s-first-in-house-e-motor-and-ev-drive-unit-with-pioneering--raxial-flu,c3495628?_x_tr_sl=auto&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=op (https://news-cision-com.translate.goog/koenigsegg/r/quark-and-terrier--koenigsegg-s-first-in-house-e-motor-and-ev-drive-unit-with-pioneering--raxial-flu,c3495628?_x_tr_sl=auto&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=op)
Já agora... desconhecia que os veículos eléctricos teriam também de ter um dístico próprio...
https://www.imt-ip.pt/sites/IMTT/Portugues/Veiculos/VeiculosEletricos/Paginas/VeiculosElectricos.aspx (https://www.imt-ip.pt/sites/IMTT/Portugues/Veiculos/VeiculosEletricos/Paginas/VeiculosElectricos.aspx)
:toma:
Sim são obrigatorios para circular na via publica e os híbridos plug-in também, mas as autoridades a não ser que alguem se queixe não andam a activamente a procurar e autoar os infractores. Devia sair do stand já com o dístico, ou não?!?!
Se estiverem em um estacionamento reservado para veículos eléctricos e não terem o dístico é 300 Euros coima entendi.
Até agora nunca vi uma mota com dístico nem nenhum tesla por sinal mas deve existir claro.
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(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20220212/617136f4e0fccc24c015d002d50abd1e.jpg)
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Existem várias questões ligadas ao dístico azul, nomeadamente o estacionamento.
decreto-lei 90/2014 de 11 junho, formaliza o dístico identificativo, no nº 4 do artigo 3º:
“4 – Os veículos elétricos devem afixar, para efeitos de circulação nas vias públicas ou equiparadas, o dístico identificativo que consta do anexo I ao presente decreto-lei, que dele faz parte integrante, sendo este o elemento identificativo a nível nacional para efeitos de identificação e usufruto de mecanismos de discriminação positiva de veículos elétricos, designadamente para efeitos de estacionamento.”
É comum ver ainda alguns sem dístico, eu cheguei a circular algum tempo no meu primeiro VE sem dístico mesmo depois da publicação da lei, nunca fui multado na altura, mas conheço quem já tenha tido aborrecimentos por não o ter pedido neste caso num importado.
Não confundir com o dístico verde da EMEL e outros.
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Sendo este tópico quanto ao debate da transição energética, gostaria de aqui deixar este artigo sobre a forma de obtenção dessa mesma energia para depois ser utilizada.
O que está em causa é o uso da... fusão nuclear (não confundir com fissão nuclear!) e que poderá estar ao serviço dentro de poucas décadas.
Se este projecto que junta investigadores de 35 países (incluindo de Portugal) vier a funcionar como é expectável que aconteça, então teremos uma produção de energia limpa, sem emissões e sem resíduos radioactivos.
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/santo-graal-da-fusao-nuclear-pode-estar-acessivel-em-poucas-decadas-perceba-o-que-esta-em-causa
(https://i.postimg.cc/8zQdmxbq/IMG-20220327-123653.jpg)
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No Reino Unido, a escalada do preço da electricidade está já de tal forma, que se compara aos gastos com o abastecimento de um veículo a combustão.
Os utilizadores de veículos eléctricos no Reino Unido viram o custo no uso de um carregador público (rapid-charger) aumentar 42% desde Maio.
Um aumento que não tem paralelo - ou pelo menos não me recordo de outro país ter tido um aumento assim em tão poucos meses - na electricidade.
(https://i.postimg.cc/7YJHQfCB/IMG-20221007-200249.jpg)
https://www.cnbc.com/2022/09/27/ev-drivers-in-britain-see-jump-in-public-charging-cost-.html
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No tocante aos motociclos elétricos, eu vejo como uma alternativa interessante para as cidades e trajetos com deslocamentos curtos diários. Estou a falar como quem migrou da combustão para a eletricidade.
Ao meu ver, os prós:
-Carregamento barato quando é em casa (evite postos públicos pelos preços e pelos motoristas de carros zagarem-se com o tempo que a sua mota vai permanecer a carregar);
-Menos barulho (embora isso possa ser uma desvantagem às vezes);
-Menos emissões de gases (ou zero);
-Torque absurdo e instãntaneo (a depender do modelo e marca);
-Liberdade de escolher quando e onde carregar a bateria;
-Alguns modelos regeneram a carga enquanto trava ou em descidas.
-Ter duas rodas :D
Agora os contras:
- São poucas marcas de confiança a vender por um preço justo (Eu mesmo aconselho a silence, niu e super soco, desaconselhando completamente a MOTI ou EFUN) - cuidado ao comprar!
-Nem todas as motas tem bateria amovível, algo que pode limitar o carregamento a alguns lugares;
-o silêncio da mota pode ser perigoso em ultrapassagens ou para os peões;
-Não são indicadas para grandes deslocamentos.
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Actualmente já se pode aceitar a ideia de uma utilização satisfatória de veículos eléctricos em ambiente urbano, uso dia a dia MAS ainda estamos longe de aceitar a ideia que os veículos eléctricos vieram para substituir os veículos de combustão.
Isto porque os veículos eléctricos não têm capacidade para uma utilização normal fora do ambiente urbano e se se fizer uma viagem até à terrinha num qualquer dia a meio do ano até se pode ter a ideia que se consegue, só que quando existem grandes afluências ou quando a tendência para haver mais veículos eléctricos no nosso trajecto então podem surgir os problemas e constrangimentos...
(https://i.postimg.cc/SN83p1MN/1691911877124.jpg)
O posto carregamento rápido Tesla ali perto de alcácer do sal/marateca num destes dias de verão em direcção ao Algarve ou no regresso...
:lolol:
Pessoalmente vejo-me a possuir a médio prazo (quando tiver capacidade para adquirir) um veículo eléctrico de 2 e 4 rodas apenas para deslocações diárias locais, porque de resto é para manter ou mesmo substituir o actual veículo 4 rodas de combustão por outro de combustão mais eficiente e actual.
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Isso é fila para abastecer (carregar) um carro elétrico?
Os Tesla só carregam em postos de carregamento Tesla? Não sabia... :pensador:
Fogo que azar desse pessoal...
Quanto a mim num futuro provável, vejo-me mais proprietário de um carro hibrido do que de um totalmente elétrico pela impossibilidade de carregar em casa e da autonomia de um carro elétrico que não me custe "os olhos da cara".
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Não podem ter parado simplesmente para comer uma bifana?
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
Pois,isso e muitas outras coisas não sei responder,também não tenho um carro elétrico,mas o companheiro que é bem mais entendido poderá responder?
É que existem sempre muitas dúvidas e questões sobre o assunto...
Nas duas rodas ando a aprender em primeira pessoa e não a ir em críticas.
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
Pois,isso e muitas outras coisas não sei responder,também não tenho um carro elétrico,mas o companheiro que é bem mais entendido poderá responder?
É que existem sempre muitas dúvidas e questões sobre o assunto...
Nas duas rodas ando a aprender em primeira pessoa e não a ir em críticas.
mneves,
Como disse atrás, uma utilização urbana de dia a dia, não tiro razão inclusive aos fanáticos dos veículos eléctricos, realmente cada vez se tornam mais uma solução válida, tanto que aos poucos vão começando a ficarem mais baratos.
Mas em ambiente não urbano, uma viagem longa, são mais os cuidados que se têm que ter para garantir uma viagem sem se ter que parar e perder algum tempo em carregamentos do que se fosse com um veiculo tradicional de combustão, os de dimensão já de uso familiar, acabam por terem depósitos de combustível com uma autonomia que com os mesmos cuidados chegam a ultrapassar 1100km e sem cuidados pelo menos 700km fazem à vontade... e a uma velocidade que normalmente se vê nas autoestradas a rondar os 140/150kmh.
Faz isso com um eléctrico e depois conta como foi a experiência. :D
(um Tesla afinal em velocidades superiores se fizer 300km pelos vistos já é muito bom e não é preciso procurar muito na internet por essas noticias sobre autonomias reais de veículos eléctricos, ou seja, a relação autonomia/preço veiculo torna o mesmo numa má solução em determinados usos, porque os usos são muito subjectivos conforme cada proprietário/utilizador)
Não se trata de haverem fanáticos mais entendidos na matéria que nos possam debitar os seus estudos de doutoramento como se fossem totalmente verdadeiros, diariamente surgem sempre publicações ou noticias (por parte de jornalistas e especialistas na matéria) sobre o assunto e uma pessoa atenta acaba por se ir informando...
Estamos actualmente num tempo de transição mas acredita, os veículos tradicionais de combustão ainda vão ficar uns bons anos a circular nas estradas.
Já sobre o que se passam nos principais centros urbanos de vários países da UE, pode-se dizer que são exageros de tolinhos com a ideia que estão a resolver totalmente as questões ambientais do planeta quando na pratica se resolverem 5%... (estou a atirar este numero para o ar, dá o desconto)
E sobre os veículos eléctricos, como disse, para o panorama nacional ainda conta com pelo menos 5 a 7 anos para veres um parque automóvel mais preenchido de veículos eléctricos mas desconfio que ainda esteja longe de matar a circulação e venda de veículos tradicionais de combustão (híbridos), que neste caso talvez façam bem mais sentido que os puramente eléctricos, até pelo avanço de tecnologias de baterias que permitem maior autonomia em menos espaço físico...
E não esquecer que na UE os grandes produtores de automóveis alemães, na sua maioria já estão a começar a atrasar o processo de se verem livres de motores de combustão...
Sobre as duas rodas, como disse, ambiente urbano dia a dia, acredito que já possamos ter uma utilização satisfatória de um motociclo eléctrico, até porque neste ambiente também não se espera que tenhamos ou possamos andar a 300kmh :D
Na prática, face às deslocações médias de 30/60km diários feitos, sem duvida que são já uma solução de mobilidade.
Mas mneves... por se usar um motociclo no dia a dia não se pode dizer que possa ser uma solução para se fazer passeios longos...
Aliás...consegue-se mas é fruto de muito cuidado, tempo perdido em logística de se preparar a viagem, perceber onde há carregamentos e alojamentos onde pernoitar com carregamentos...etc...
Já agora, que motociclo eléctrico tens tido a oportunidade de experimentar?
:convivio:
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
Pois,isso e muitas outras coisas não sei responder,também não tenho um carro elétrico,mas o companheiro que é bem mais entendido poderá responder?
É que existem sempre muitas dúvidas e questões sobre o assunto...
Nas duas rodas ando a aprender em primeira pessoa e não a ir em críticas.
mneves,
Como disse atrás, uma utilização urbana de dia a dia, não tiro razão inclusive aos fanáticos dos veículos eléctricos, realmente cada vez se tornam mais uma solução válida, tanto que aos poucos vão começando a ficarem mais baratos.
Mas em ambiente não urbano, uma viagem longa, são mais os cuidados que se têm que ter para garantir uma viagem sem se ter que parar e perder algum tempo em carregamentos do que se fosse com um veiculo tradicional de combustão, os de dimensão já de uso familiar, acabam por terem depósitos de combustível com uma autonomia que com os mesmos cuidados chegam a ultrapassar 1100km e sem cuidados pelo menos 700km fazem à vontade... e a uma velocidade que normalmente se vê nas autoestradas a rondar os 140/150kmh.
Faz isso com um eléctrico e depois conta como foi a experiência. :D
Não se trata de haverem fanáticos mais entendidos na matéria que nos possam debitar os seus estudos de doutoramento como se fossem totalmente verdadeiros, diariamente surgem sempre publicações ou noticias (por parte de jornalistas e especialistas na matéria) sobre o assunto e uma pessoa atenta acaba por se ir informando...
Estamos actualmente num tempo de transição mas acredita, os veículos tradicionais de combustão ainda vão ficar uns bons anos a circular nas estradas.
Já sobre o que se passam nos principais centros urbanos de vários países da UE, pode-se dizer que são exageros de tolinhos com a ideia que estão a resolver totalmente as questões ambientais do planeta quando na pratica se resolverem 5%... (estou a atirar este numero para o ar, dá o desconto)
E sobre os veículos eléctricos, como disse, para o panorama nacional ainda conta com pelo menos 5 a 7 anos para veres um parque automóvel mais preenchido de veículos eléctricos mas desconfio que ainda esteja longe de matar a circulação e venda de veículos tradicionais de combustão (híbridos), que neste caso talvez façam bem mais sentido que os puramente eléctricos, até pelo avanço de tecnologias de baterias que permitem maior autonomia em menos espaço físico...
E não esquecer que na UE os grandes produtores de automóveis alemães, na sua maioria já estão a começar a atrasar o processo de se verem livres de motores de combustão...
Sobre as duas rodas, como disse, ambiente urbano dia a dia, acredito que já possamos ter uma utilização satisfatória de um motociclo eléctrico, até porque neste ambiente também não se espera que tenhamos ou possamos andar a 300kmh :D
Na prática, face às deslocações médias de 30/60km diários feitos, sem duvida que são já uma solução de mobilidade.
Mas mneves... por se usar um motociclo no dia a dia não se pode dizer que possa ser uma solução para se fazer passeios longos...
Aliás...consegue-se mas é fruto de muito cuidado, tempo perdido em logística de se preparar a viagem, perceber onde há carregamentos e alojamentos onde pernoitar com carregamentos...etc...
Já agora, que motociclo eléctrico tens tido a oportunidade de experimentar?
:convivio:
Obrigado pelas informações 
Eu desde Maio tenho um motociclo elétrico equivalente a 125cc ,claro que é só para o meu uso diário o que fazia 90% dos km totais da xmax que está e estará comigo com cerca de 53000 km.
Cada viagem que faço é um teste,que já vai com 3000 km desde que saiu do representante no final de maio.
Há limitações,tem de existir outro tipo de condução, tem de existir um planejamento do uso da viatura,coisa que para mim dá e é fácil,tenho dias que posso passar dos 100 km mas o normal serão uns 60/70 km ,em que a carga dá e sobra,o resto está noutro sítio tudo explicado ao detalhe.
Também tenho muitas dúvidas, questões,mas vou testando e vendo,se correr bem ainda bem senão serei o primeiro a tornar isso público.
O modelo em questão é uma silence s01 que já personalizei entretanto,não é perfeita,tem muito a fazer mas no meu caso vou comunicando a marca.
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Só me esqueci de referir,que,para mim a mobilidade eléctrica não é nem será solução mas sim uma alternativa no ambiente urbano.
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
Pois,isso e muitas outras coisas não sei responder,também não tenho um carro elétrico,mas o companheiro que é bem mais entendido poderá responder?
É que existem sempre muitas dúvidas e questões sobre o assunto...
Nas duas rodas ando a aprender em primeira pessoa e não a ir em críticas.
Não lhe tiro o mérito da argumentação, apenas não pode partir do princípio que toda a gente dia de Lisboa ou que o vão fazer de bateria carregada
Cada um terá o seu ponto de partida e chegada e rumo a sul e óbvio que o percurso passara sempre pelo ic1 ou A2, logo serão ao longo destes que quem necessitar carregar o irá fazer
Há postos para todos nós dias de maior migração?
Não há ! Então tem de esperar. Não me escandaliza e acho que também não escandaliza ninguém.
O problema não é meu, por isso não tenho raiva, preconceito e nem desconhecimento pois já tive 2 veículos eléctricos. Hoje não tenho porque não porque não quero, não tenho nada contra o carro electrico, ou melhor nada contra o motor eléctrico apenas acho que as baterias são uma solução pouco ecológica e técnicamente não chegamos ainda ao ponto devido e que corremos o sério risco de que de repente surja uma solução melhor.
Penso pela própria cabeça e aquilo que vejo e que o carro eléctrico e uma imposição política
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Actualmente já se pode aceitar a ideia de uma utilização satisfatória de veículos eléctricos em ambiente urbano, uso dia a dia MAS ainda estamos longe de aceitar a ideia que os veículos eléctricos vieram para substituir os veículos de combustão.
Isto porque os veículos eléctricos não têm capacidade para uma utilização normal fora do ambiente urbano e se se fizer uma viagem até à terrinha num qualquer dia a meio do ano até se pode ter a ideia que se consegue, só que quando existem grandes afluências ou quando a tendência para haver mais veículos eléctricos no nosso trajecto então podem surgir os problemas e constrangimentos...
(https://i.postimg.cc/SN83p1MN/1691911877124.jpg)
O posto carregamento rápido Tesla ali perto de alcácer do sal/marateca num destes dias de verão em direcção ao Algarve ou no regresso...
:lolol:
Pessoalmente vejo-me a possuir a médio prazo (quando tiver capacidade para adquirir) um veículo eléctrico de 2 e 4 rodas apenas para deslocações diárias locais, porque de resto é para manter ou mesmo substituir o actual veículo 4 rodas de combustão por outro de combustão mais eficiente e actual.
Eu faço uma interpretação diferente dessa imagem.
Vejo uma estação de carga constituída por 10 postos a rebentar pelas costuras.
Vejo um posto de combustível às moscas.
Será que nem a própria Galp constata o óbvio?
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
De Aveiro um 3LR faz directo, mas não o faz a 150kmh…
Se vier do Porto, ou de outro local mais a norte, pode parar nos SC de Fatima.
A situação vai piorar muito nos próximos tempos porque o crescimento da rede não acompanha o crescimento das vendas.
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Eu faço uma interpretação diferente dessa imagem.
Vejo uma estação de carga constituída por 10 postos a rebentar pelas costuras.
Vejo um posto de combustível às moscas.
Será que nem a própria Galp constata o óbvio?
Eu faço uma interpretação mais diferente ainda, vejo um posto de abastecimento "Golpe" invadido por filas de carros em que para além do combustível ser demasiado caro, as próprias filas aparentes afastam quem passe na rua e lá pretenda ir abastecer.
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
De Aveiro um 3LR faz directo, mas não o faz a 150kmh…
Se vier do Porto, ou de outro local mais a norte, pode parar nos SC de Fatima.
A situação vai piorar muito nos próximos tempos porque o crescimento da rede não acompanha o crescimento das vendas.
Agora se entende o porquê do governo andar a colocar radares em todo o lado...
Dessa forma continua a ideia (por enquanto farsa) que os veículos eléctricos vieram para realmente substituir os veículos tradicionais de combustão.
Assim também eu! Contudo se colocarem todos os veículos à mesma velocidade (inferior ao normal ainda praticado) a autonomia dos veículos tradicionais acaba por aumentar mas a autonomia dos veiculos eléctricos acaba por passar a falsa ideia que têm uma autonomia muito boa! ::P:
E depois vêm todos pomposos para a TV dizer que não estão a fazer caça à multa e que estão a salvar vidas...
São mentiras atrás de mentiras.
Vá... comprem lá mais um popó eléctrico que o costa agradece! E não se esqueçam de se fazerem coitadinhos e se candidatarem ao apoiozito...
Resta saber quem anda realmente a ganhar com esta farsa que nada vem resolver as questões ambientais estruturantes do mundo!
Fica entretanto o novo calendário de 2024 da Tesla:
(https://i.postimg.cc/PrFBHzRb/368014940-688403433314426-3580786580522184321-n.jpg)
(convém dizer que não é tão diferente dos mais recentes veículos de combustão com filtro de partículas)
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
De Aveiro um 3LR faz directo, mas não o faz a 150kmh…
Se vier do Porto, ou de outro local mais a norte, pode parar nos SC de Fatima.
A situação vai piorar muito nos próximos tempos porque o crescimento da rede não acompanha o crescimento das vendas.
Agora se entende o porquê do governo andar a colocar radares em todo o lado...
Dessa forma continua a ideia (por enquanto farsa) que os veículos eléctricos vieram para realmente substituir os veículos tradicionais de combustão.
Assim também eu! Contudo se colocarem todos os veículos à mesma velocidade (inferior ao normal ainda praticado) a autonomia dos veículos tradicionais acaba por aumentar mas a autonomia dos veiculos eléctricos acaba por passar a falsa ideia que têm uma autonomia muito boa! ::P:
E depois vêm todos pomposos para a TV dizer que não estão a fazer caça à multa e que estão a salvar vidas...
São mentiras atrás de mentiras.
Vá... comprem lá mais um popó eléctrico que o costa agradece! E não se esqueçam de se fazerem coitadinhos e se candidatarem ao apoiozito...
Resta saber quem anda realmente a ganhar com esta farsa que nada vem resolver as questões ambientais estruturantes do mundo!
Fica entretanto o novo calendário de 2024 da Tesla:
(https://i.postimg.cc/PrFBHzRb/368014940-688403433314426-3580786580522184321-n.jpg)
(convém dizer que não é tão diferente dos mais recentes veículos de combustão com filtro de partículas)
Pois...
Faltam as fotos dos veículos "normais" que arderam no IC 19 em junho,na A5 em julho ,etc,etc ,não são assim tão poucos...
Uns é caça a multa outros embirram com algo,outros são mesmo assim,outros mentem,assim se vê que não há pandemia,não há guerra que mude o ser humano que se mata a ele próprio por ganância.
Ah ,já me esquecia ,falta a notícia do Mercedes eléctrico que ardeu nos usa e queimou a casa junto....
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Como já aqui disseram, o futuro é hidrogénio.
Veiculos hibridos, elétricos etc são soluções de transição. A não ser que arrangem um forma de controlar um isótopo radioativo dentro de uma bateria, e aí a bateria dura o tempo do carro, da do dono, dos filhos, dos netos, dos bisnetos, é só ir passando de veiculo para veiculo :D é um pouco sci-fi porque no limite cada bateria seria um bomba nuclear em miniatura, mas li que há "gente" que anda a investigar essa possiblidade.
Veremos o que nos trás o futuro.
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
De Aveiro um 3LR faz directo, mas não o faz a 150kmh…
Se vier do Porto, ou de outro local mais a norte, pode parar nos SC de Fatima.
A situação vai piorar muito nos próximos tempos porque o crescimento da rede não acompanha o crescimento das vendas.
Agora se entende o porquê do governo andar a colocar radares em todo o lado...
Dessa forma continua a ideia (por enquanto farsa) que os veículos eléctricos vieram para realmente substituir os veículos tradicionais de combustão.
Assim também eu! Contudo se colocarem todos os veículos à mesma velocidade (inferior ao normal ainda praticado) a autonomia dos veículos tradicionais acaba por aumentar mas a autonomia dos veiculos eléctricos acaba por passar a falsa ideia que têm uma autonomia muito boa! ::P:
E depois vêm todos pomposos para a TV dizer que não estão a fazer caça à multa e que estão a salvar vidas...
São mentiras atrás de mentiras.
Vá... comprem lá mais um popó eléctrico que o costa agradece! E não se esqueçam de se fazerem coitadinhos e se candidatarem ao apoiozito...
Resta saber quem anda realmente a ganhar com esta farsa que nada vem resolver as questões ambientais estruturantes do mundo!
Fica entretanto o novo calendário de 2024 da Tesla:
(https://i.postimg.cc/PrFBHzRb/368014940-688403433314426-3580786580522184321-n.jpg)
(convém dizer que não é tão diferente dos mais recentes veículos de combustão com filtro de partículas)
Pois...
Faltam as fotos dos veículos "normais" que arderam no IC 19 em junho,na A5 em julho ,etc,etc ,não são assim tão poucos...
Uns é caça a multa outros embirram com algo,outros são mesmo assim,outros mentem,assim se vê que não há pandemia,não há guerra que mude o ser humano que se mata a ele próprio por ganância.
Ah ,já me esquecia ,falta a notícia do Mercedes eléctrico que ardeu nos usa e queimou a casa junto....
E preciso que ardam mesmo.
Porque com a diminuição da queima de petroleo, corremos o risco do planeta arrefecer :lolol: :lolol: :lolol: :D .Quem nasceu na decada de 70 como eu, sabe que na escola nos diziam que o planeta estava a arrefecer e que provavelmente teríamos uma era glaciar em breve e como sabem, os seres humanos sao uma espécie tropical. Pena conseguimos viver no frio por termos desenvolvido a capacidade de nos vestimos. :zangadoregras: acho que quem vai achar que nao porque viu uns Filandeses a correr nus pela neve para dentro de uma piscina no tiktok ::P:
E o CO2? se não tivermos CO2 as plantas vão morrer, porque a estamos a asfixiar. portanto, é sabido que a natureza funciona de uma forma em que todo e qualquer ecossistema se desenvolve sempre para o equilibrio :D :lolol: :D :lolol:
Portanto se a gasolina nao vair arder dentro do motor dos carros, terao de ser os carros a arder :D :D :D :lolol: :lolol: :lolol: :convivio:
E para o nosso bem! :D ;)
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Muitas fotos e informações não são reais , são sim fruto de uma chamada raiva, preconceito, desconhecimento sobre o assunto.
Falando com quem os tem com quem trabalha com eles consegue perceber mais do assunto.
Qualquer Tesla carregado faz Lisboa Porto ou Lisboa Algarve sem parar relembrando que um veículo elétrico não se pode conduzir com um a combustão,aqui o erro grave de muitos treinadores de bancada.
E se o Tesla vier de Coimbra ou do Porto?
Ou de Miranda do Corvo?
De Aveiro um 3LR faz directo, mas não o faz a 150kmh…
Se vier do Porto, ou de outro local mais a norte, pode parar nos SC de Fatima.
A situação vai piorar muito nos próximos tempos porque o crescimento da rede não acompanha o crescimento das vendas.
Agora se entende o porquê do governo andar a colocar radares em todo o lado...
Dessa forma continua a ideia (por enquanto farsa) que os veículos eléctricos vieram para realmente substituir os veículos tradicionais de combustão.
Assim também eu! Contudo se colocarem todos os veículos à mesma velocidade (inferior ao normal ainda praticado) a autonomia dos veículos tradicionais acaba por aumentar mas a autonomia dos veiculos eléctricos acaba por passar a falsa ideia que têm uma autonomia muito boa! ::P:
E depois vêm todos pomposos para a TV dizer que não estão a fazer caça à multa e que estão a salvar vidas...
São mentiras atrás de mentiras.
Vá... comprem lá mais um popó eléctrico que o costa agradece! E não se esqueçam de se fazerem coitadinhos e se candidatarem ao apoiozito...
Resta saber quem anda realmente a ganhar com esta farsa que nada vem resolver as questões ambientais estruturantes do mundo!
Fica entretanto o novo calendário de 2024 da Tesla:
(https://i.postimg.cc/PrFBHzRb/368014940-688403433314426-3580786580522184321-n.jpg)
(convém dizer que não é tão diferente dos mais recentes veículos de combustão com filtro de partículas)
Por enquanto o Costa não tem nada que me agradecer, está farto de perder receitas comigo 
2008, foi quando comecei a aventura com veículos elétricos com uma scooter equivalente a 50cc, em 2010 troquei por outra equivalente a 125cc. Até 2016 foram mais de 80 000km com custos irrisórios de manutenção e energia. Entre 5 a 10€ por mês…
Em 2014 vieram os carros. Actualmente tenho 2, ambos com mais de 150 000km.
Durante todos estes anos, paguei 0€ de IUC.
Entretanto passei a produzir mais de 90% da energia que consumo.
Um dia, os veículos elétricos vão pagar os mesmos impostos que os carros a combustão, mas enquanto esse dia não chega vamos aproveitando… ou não.
Sobre os incêndios nos carros elétricos, nem vale a pena entrar por aí.
Estou num grupo do FB de camionistas e todos os dias colocam fotos de carros a arder em Portugal.
As estatísticas das seguradoras nos Estados Unidos são avassaladoras…
(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20230817/f1c80576d208f6246e1301bc0b3e4c1b.jpg)