Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: LoneRider em Agosto 23, 2016, 17:01:10, 17:01
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Aquel momento em que vais de mota e o mundo se vira contra ti.
A situação hilariante ou aquele momento surrealista que te faz acreditar na existência dos gambusinos!
Conta, faz-nos rir ou morrer de medo!
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Descansadinho na fila da direita (fila da esquerda parada) e quando dou por mim estou quase sentado dentro de um veículo de 4 rodas... um marmanjo lembrou-se de abrir a porta do ocupante para trocar com o condutor :nice:
Se fosse só abrir a porta era tranquilo... Agora, sair do veículo e passear-se na outra faixa para trocar com o condutor??? :irritado:
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A última vez que cumprimentei um companheiro com o típico "V" parti os dois dedos da mão esquerda.
Não convém fazer esse gesto acima dos 240.... :viufantasma:
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Descansado na minha vida a conduzir na via, uma pedra, não sei de onde veio bater no banco (entre as pernas) da maxi.
Como aconteceu nem sei. Apenas ouvi o barulho, a marca ficou e eu :confetti:
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O mais engraçado é que o homem ainda se ficou a rir :palmas:
Daquelas situações que servirão de exemplo para o futuro.
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Chego a um Stop e paro mais quietinho que um aluno de escola de condução num exame.... e fico à espera que um carro passe.
A coisa vista de trás, de outra scooter, com comentário da piloto:
"Nunca vi um tipo de mota chegar a um Stop, parar... e esquecer-se de pôr um pé no chão para segurar a mota".
Estava tão bem sentado, ainda deslumbrado com uma montada com apenas dois dias de uso, que me esqueci que estava sobre uma scooter....
Quando a Lei da Gravidade se chateou com a minha provocação, e a mota começou a inclinar-se, só tive tempo de permitir uma queda controlada da scooter (é preferível isso a tentar segurar um peso enorme e um tipo aleijar-se), e depois levantá-la sem que, felizmente, ela tivesse algum arranhão.
Como levantei 220 quilos? Não imaginam a força que a raiva é capaz de dar a um gajo...
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Ai imagino imagino! :irritado:
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Certo dia a ZZR tombou parada para um dos lados.
Como deitou gasolina fora (provavelmente pelos respiros dos carburadores) optei por não a por a trabalhar e chamar o reboque para a levar a oficina para um checkup.
Chegou o reboque e o tipo só trazia duas correias para a prender. Prendeu-a o melhor que pôde e com aquele ar de pode ser que dê, disse que estava segura. Eu não disse nada, para não ter responsabilidades no que pudesse acontecer na viagem.
3 curvas depois, pimba - caiu para o outro lado em cima do reboque (felizmente não caiu do reboque abaixo).
Resultado: carenagens arranhadas dos dois lados, avanço do guiador partido em cima do reboque.
O tipo do reboque assumiu à frente do mecânico onde a levei, e disse: isso é pouca coisa, nem vale a pena participar ao seguro!
Olhei para o mecânico e ele para mim com aquele ar de "este tipo não está bom", mas pronto se ele quer assim.
Quando recebeu o orçamento, pediu-me que levasse a mota a uma oficina onde trabalhava porque pelo valor da pintura de uma parte da carenagem, pintava a mota toda! :lolol:
Obviamente, eu disse-lhe que não. Que a mota ia ser reparada no concessionário oficial, que era para onde eu já a ia levar.
Após alguns telefonemas não correspondidos, enviei-lhe um sms a perguntar se resolvia aquilo com ele ou com a seguradora.
Ele no dia seguinte tranferiu-me 75% do valor do orçamento e enviou-me um sms a dizer que "já era muito bem pago". :)
Liguei para o patrão dele que não sabia de nada, e perguntei se ele queria resolver a situação ou eu tinha de participar ao seguro.
Aprontou-se a pagar o restante (que transferiu no próprio dia) e pronto fiquei quase 4 meses à espera de um autocolante lateral que estava esgotado e teve de ser pedido ao Japão, etc, etc. Feliz mente foram os 4 meses de Novembro a Feveiro em que ela geralmente hiberna!
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Tinha eu 17 anos e participava na minha primeira concentração.
Deu-me na cabeça de fazer a inscrição e montar a tenda no recinto da defunta Concentração dos Leitoes, organizado pelo tambem defunto MC da Bairrada e pernoitar dentro da tenda (em pleno Março) tendo a minha casa a 6km dd distancia.
Na altura tinha uma Macal M83, de nome Jamaica, que entre outras particularidades tinha montado um escape MetraKit ja sem lã de vidro no silenciador e que tinha um som algo estridente.
A noite foi fria, gelada e eram 7h da manhã ja o menino se tinha vestido para ir ao tasco tomar o pequeno almoço.
Estava muito frio e para que a mota arrancasse tive que fechar o ar. Quando o motor ganhou vida ouviasse um murmulho de dentro das tendasntendas, murmulho de descontamento diga-se de passagem.
De um momento para o outro sai de dentro uma tenda um companheiro que no seu assento alentejano grita:
"QUEM FOI O MAGANO QUE POS A MOTOSSERRA A TRABALHAR!?"