Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: tiagofo20 em Agosto 01, 2019, 12:59:06, 12:59
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Situado na região da Normandia, este troço de um quilómetro é formado por 2.800 metros quadrados de painéis fotovoltaicos e foi construído para servir de plataforma de teste a esta tecnologia. Mas se o objectivo era aproveitar as estradas para gerar energia, a verdade é que na realidade este pequeno "carril solar" não podia ter tido um resultado mais negativo.
Durante a sua inauguração, ficou a promessa de que esta estrada ia produzir 790 kWh por dia, energia suficiente para iluminar uma população de até 5 mil habitantes. Contudo, e no seu primeiro ano, a energia gerada ficou 50% aquém desta meta. Mais estranho ainda, é que no ano seguinte, o segundo desta estrada, a produção de energia foi ainda mais baixa, representado cerca de um quarto do que inicialmente tinha sido prometido.
Face aos números, é fácil admitir que o problema de eficiência desta estrada é enorme, mas está longe de ser o único. É que esta estrada, que custou 5 milhões de euros a construir, também apresenta um desgaste que ninguém conseguiu prever. Além da circulação de veículos, tudo o que rodeia a estrada está a afectar a sua conservação, incluíndo as folhas das árvores que caem e que depois são arrastadas para cima dos painéis.
Acha que esta "avaliação" da estrada não pode piorar? Está enganado. É que além disto tudo também o elevado ruído gerado se revelou um problema, ao ponto da velocidade máxima ter que ser reduzida para 70 km/h.
Contas feitas, esta estrada solar foi pensada e construída para aguentar muito mais tempo e para produzir muito mais energia. O balanço ao final de mais de dois anos não podia ser mais negativo e até Étienne Gaudin, chefe da Colas Wattway, empresa que produziu o troço, admite que "o sistema não está desenvolvido o suficiente para trânsito de larga distância"
https://www.aquelamaquina.pt/noticias/actualidade/AMP/estrada-solar-em-franca-foi-um-fracasso-total.html
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Realmente muita coisa falhou, nem a queda de folhas das árvores conseguiram prever.
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Nem sempre as novas tecnologias teem avante. não tinha conhecimento, tenho pena que falhou.
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Passos falhados não são um falhanço, são uma aproximação aos passos certos
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Se ninguém compra por não produzirem o que deviam e não conseguem extrair o potencial energetico, no fundo se não vendem, então não consigo perceber como não são um falhanço
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Não sei se acaso têm conhecimento, mas aqui há uns meses atrás a a Empresa de Electricidade da Madeira e a Renault estabeleceram também uma espécie de parceria para um projecto piloto. Não propriamente igual a este, mas com o meu objectivo de princípio ecológico...
Teve lugar mais propriamente no Porto Santo, com os veículos a serem carregados graças a estações de carregamento conectadas (smartcharging)...sendo a energia produzida em centrais solares e eólicas na ilha de Porto Santo. :nice:
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Realmente muita coisa falhou, nem a queda de folhas das árvores conseguiram prever.
Quem disse? Isso era facil de prever, eu não sou engenheiro e sei que as folhas caem das arvores.
Neste caso, vejo duas hipoteses:
1- projeção do trabalho entregue a uma criança de 3 anos.
2- projecto cofinanciado por verbas publicas/europeias.
Se a hipotese 1 não merece grande credito, já a 2 terá sido a mais provavel. E digo isto porquê? Porque, quando algum iluminado tem uma ideia ( por mais parva que seja ) que consegue convencer os orgãos responsaveis a desembolsar uns bons milhões de € ( e hoje em dia, em nome do ambiente, isso é facil... basta saber, segundo uma noticia de quarta-feira, que fizeram um estudo para saber em que locais de Portugal morrem mais animais atropelados e que, com base nesse estudo, vão criar e lançar uma aplicação de telemovel para avisar as pessoas desses "pontos negros zoológicos" ), o homem "pensa" e a "obra" nasce.
Basta haver fundos comunitários, algum aldrabão com conhecimentos nos locais certos e uns deputados e ministros com falta de guita para comprar o BMW do ultimo modelo.