Clube Português Motociclismo
GERAL => Assuntos Diversos => Tópico iniciado por: JoãoPVCarvalho em Dezembro 19, 2019, 17:13:46, 17:13
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Fonte Andardemota
https://www.andardemoto.pt/moto-news/46766-aumentou-o-iuc-para-as-motos-saiba-quanto-vai-pagar-de-iuc-em-2020/(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20191219/db6d8e25fe5e6535d5a421d60accb7d4.jpg)
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O que estava isento...mantém-se isento.
O restante leva o dito acr€scimo que tem sido tão badalado na comunicação social, ainda que noutras temáticas. Ou seja, 0.3%...
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Ora bem...
Estive a fazer as contas face ao ano passado e os aumentos são, como já se calculava, na ordem dos cêntimos.
O que está isento mantém-se.
Depois temos:
De 351cc a 500cc - Aumento de 6 cêntimos!
De 501cc a 750cc - Aumento de 18 cêntimos!
Mais de 750cc - Aumento de 38 cêntimos!
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Ora bem...
Estive a fazer as contas face ao ano passado e os aumentos são, como já se calculava, na ordem dos cêntimos.
O que está isento mantém-se.
Depois temos:
De 351cc a 500cc - Aumento de 6 cêntimos!
De 501cc a 750cc - Aumento de 18 cêntimos!
Mais de 750cc - Aumento de 38 cêntimos!
Como de costume, os que já pagam mais... têm um aumento maior.
Deveriam aplicar esta regra a TODOS os portugueses, penso eu...
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A percentagem de aumento, entre os que já pagavam, é igual. :)
Mas eu percebi a questão dos "todos". :nice:
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Este ano paguei 58.68€...
Para o ano (se a mantiver) serão 58,86€.
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E mesmo assim tendo em conta o aumento generalizado dos impostos podemos ficar contentes por serem apenas uns cêntimos!

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Amigo João:
Olha que uns cêntimos aqui, cêntimos nas autoestradas/portagens, ponte VG ou 25 abril, combustíveis e/ou oficinas de reparação (parece que vão aumentar dos restaurantes), eocvalores nos pneus ou na eliminação de óleo. Inspeções se nos "caírem" em cima...
Os cêntimos transformam-se em Euros para cada Português e multiplicado por milhares/milhões de viaturas em circulação. :pensador:
Abraço.
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Amigo João:
Olha que uns cêntimos aqui, cêntimos nas autoestradas/portagens, ponte VG ou 25 abril, combustíveis e/ou oficinas de reparação (parece que vão aumentar dos restaurantes), eocvalores nos pneus ou na eliminação de óleo. Inspeções se nos "caírem" em cima...
Os cêntimos transformam-se em Euros para cada Português e multiplicado por milhares/milhões de viaturas em circulação. :pensador:
Abraço.
Sem dúvida João.
Como referi "tendo em conta o aumento generalizado dos impostos" este não foi o que sofreu maior impacto!
Mas que cada vez pagamos mais, lá pagamos.
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A percentagem de aumento, entre os que já pagavam, é igual. :)
Mas eu percebi a questão dos "todos". :nice:
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Este ano paguei 58.68€...
Para o ano (se a mantiver) serão 58,86€.
:o :o :o
"Vai vir" novo avião?
Espero que não seja por motivos financeiros...
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Boas, alem de as motas ser considerado um veiculo de luxo e pagarem um imposto que é um absurdo,deve estar para breve as inspecções as motas visto que esta semana fui a centro de inspecção e ja tinham a sinalética da linha inspecção das motas...
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Agora venho cá eu, deixar os meus "dois cêntimos".
Sou a favor de imposto de circulação, mesmo passando de uma mota que pagava zero para uma que vai pagar quase 60€ - as motas têm motores de combustão, poluem, logo devem ser taxadas pela pegada carbónica. Assim como também concordo com a carga fiscal sobre os combustíveis fósseis.
Discordo da estupidez que é motas com 750cc pagarem o mesmo que uma mota de 1000 ou 1200cc (felizmente a minha não chega aos 750, senão estava quilhado). Devia existir um escalão intermédio e outro escalão para quem tem motas com mais de 1000cc.
Pegando num tema levantado pelo JViegas - as portagens. Discordo do modelo actual de cobrança de portagens, o IUC também deveria servir para pagar a utilização e manuntenção das vias, nomeadamente as AE. As concessionárias deviam ter acesso a esse valor, tal como as empresas de transportes públicos tem acesso a indemnizações compensatórias, dado que o valor dos passes não chega para cobrir custos operacionais - A exploração das auto-estradas é mais um campo em que as PPP nos estão a lixar a todos.
Já agora também concordava com uma classe exclusiva para motas, com desconto significativo em relação à classe 1. Os 30% da actual classe 5, para quem tem Via Verde, não são suficientes - devia existir uma classe exclusiva para motos em todas as portagens (nas pontes de Lisboa o desconto da Via Verde deixa de existir e nunca percebi porquê).
O tema da correcta aplicação dos nosso impostos, e das taxas e taxinhas, já está mais que gasto. Mas lá que deviam ser mais bem distribuídos e aplicados...
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Boa noite , ate consigo compreender que se tenha que pagar algum imposto mas nao posso esta de acordo de forma alguma quando se compara com outros paises da europa.Relativamente ao imposto dos combustiveis fosseis é mais um argumento para por areia nos olhos de quem nao quer ver, desde quando uma mota pode poluir tanto como um carro,isso nao é comparável ate porque por norma as motas passam menos tempo no para arranca e isso faz uma poupança de combustivel e por sua vez menos poluição .
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E mesmo assim tendo em conta o aumento generalizado dos impostos podemos ficar contentes por serem apenas uns cêntimos! 
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Todavia é um aumento superior à inflação esperada. Poderá ser menos sentida por cada um, mas significa na mesma um aumento real para as empresas.
O estado quer aumentar os funcionários públicos 0,3% mas aumenta a cobrança numa taxa superior. Cada vez o estado fica com mais dinheiro, o que poderia ser aceitável se fosse usado para beneficiar a vida da população, mas com o que vemos.....
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Não há dinheiro suficiente para o que é preciso fazer por parte do Estado:
Saúde, educação e justiça. Pilares que eu considero importantíssimos para uma sociedade falham em pontos tão essências como por exemplo na divida às farmacêuticas por parte dos hospitais, na incapacidade das escolas terem professores motivados na sua profissão e no acesso à justiça que é cada vez mais para os poderosos e mais mediático.
Com estas e outras carências é claro que o dinheiro tem que vir de algum lado... no bolso dos contribuintes.
Quanto a este IUC: concordo que deveria existir reclassificações na tabela, em que todos pagariam de acordo com o grau de poluição e não pela cilindrada. Porque é que, por exemplo, a minha 300cc está isenta? Não polui?
É claro que sabe bem não pagar, mas será justo para tantos outros companheiros que pagam e bem?
Reparem por exemplo: as motas já cumprem com o Euro 5, logo menos poluidoras do que motas mais antigas. Faz sentido os veículos mais modernos serem menos poluidores. Porque é que isso não é refletido no imposto.
Também não gostaria de ver motas clássicas ou mais antigas a pagar balúrdios como existe em determinadas situações.
Na minha opinião, a mota não deve ser encarada como um veículo de luxo.
Quando um motociclista opta por deixar o seu carro em casa para as suas deslocações diárias ou em viagens não estará a poluir menos de que um carro?
Não está a contribuir para o descongestionamento das cidades?
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(....)
Quanto a este IUC: concordo que deveria existir reclassificações na tabela, em que todos pagariam de acordo com o grau de poluição e não pela cilindrada. Porque é que, por exemplo, a minha 300cc está isenta? Não polui?
(....)
Seria algo que aceitaria como bem implementado.
Talvez mais justo do que aquilo que temos agora e prosseguindo assim um princípio generalizado de preocupação com o ambiente.
Não tenho dúvidas que existem motos de mais baixa cilindrada e que emitem tanta poluição ou mesmo superior, por comparação a outras com o triplo ou até + do quádruplo da cilindrada.
Quem tem uma moto recente e menos poluidora do que a minha, devia - nesse pressuposto - pagar menos do que eu pago da minha com 10 anos, 270kg de peso, norma Euro3 e que não foge muito dos 5-5,5L/100kms.
Sinceramente parece-me que seria mais justo do que propriamente a cilindrada, além de ser uma medida alicerçada às preocupações actuais.
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aproveitando o tópico, já alguém fez o "pagamento" do iuc das que são consideradas isentas? qual foi o procedimento?
eu sempre paguei presencialmente, agora com estas restrições, tenho de pagar mesmo ou sai automaticamente um comprovativo de isenção?
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aproveitando o tópico, já alguém fez o "pagamento" do iuc das que são consideradas isentas? qual foi o procedimento?
eu sempre paguei presencialmente, agora com estas restrições, tenho de pagar mesmo ou sai automaticamente um comprovativo de isenção?
Vais ao site e mandas emitir guia de pagamento.
Depois se não estás isento a guia vem com uma referência multibanco para efectuar o pagamento
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supostamente estou no escalão dos isentos (forza 300) daí estar a perguntar se é simples ou não...
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Agora venho cá eu, deixar os meus "dois cêntimos".
Sou a favor de imposto de circulação, mesmo passando de uma mota que pagava zero para uma que vai pagar quase 60€ - as motas têm motores de combustão, poluem, logo devem ser taxadas pela pegada carbónica. Assim como também concordo com a carga fiscal sobre os combustíveis fósseis.
Discordo da estupidez que é motas com 750cc pagarem o mesmo que uma mota de 1000 ou 1200cc (felizmente a minha não chega aos 750, senão estava quilhado). Devia existir um escalão intermédio e outro escalão para quem tem motas com mais de 1000cc.
Pegando num tema levantado pelo JViegas - as portagens. Discordo do modelo actual de cobrança de portagens, o IUC também deveria servir para pagar a utilização e manuntenção das vias, nomeadamente as AE. As concessionárias deviam ter acesso a esse valor, tal como as empresas de transportes públicos tem acesso a indemnizações compensatórias, dado que o valor dos passes não chega para cobrir custos operacionais - A exploração das auto-estradas é mais um campo em que as PPP nos estão a lixar a todos.
Já agora também concordava com uma classe exclusiva para motas, com desconto significativo em relação à classe 1. Os 30% da actual classe 5, para quem tem Via Verde, não são suficientes - devia existir uma classe exclusiva para motos em todas as portagens (nas pontes de Lisboa o desconto da Via Verde deixa de existir e nunca percebi porquê).
O tema da correcta aplicação dos nosso impostos, e das taxas e taxinhas, já está mais que gasto. Mas lá que deviam ser mais bem distribuídos e aplicados...
Não sou dessa opinião em relação ás portagens. Conheço o modelo de financiamento (e o respetivo estado das estruturas) dos diversos países onde as AEs são sem portagesn ou parcialmente.
O exemplo citado, dos transportes, é precisamente mais elucidativo; temos o Sr. Manuel e a Sra. Maria (milhares deles) de uma aldeia dos arredores de Bragança ou de uma serra Algarvia que nunca sentaram o traseiro num veículo da CARRIS ou STCP, Transtejo ou Fertagus, metro do Porto, de Lisboa ou da margem Sul e por aí adiante, se calhar nunca saíram do respetivo concelho durante toda a vida e injustamente toda a vida pagam impostos para financiar os passes sociais dos citadinos, quando pagam o seu IRS, bebem um copo de tinto na taberna ou compram velas para iluminar a casa porque nem a eletricidade ainda lá chegou ou quando compram água engarrafada ou quando fazem manutenção do furo porque rede de abastecimento de água e saneamento é algo que nunca vão ter toda vida. Quando teem de ir ao médico ou Hospital, vão de táxi porque não teem transportes.
Queremos esta injustiça para financiar as autoestradas? Há milhões de Portugueses que apesar de pagarem IUC nunca utilizam uma autoestrada num ano inteiro e outros tantos que o fazem 2 ou 3 vezes por ano e ainda quem só utilize alguns fins de semana, há estatísticas, enquanto outros, pessoas físicas ou jurídicas, fazem milhares de quilómetros por semana. Subimos o IUC a todos para pagar as autoestradas?
Nestas matérias sou a favor do utilizador/pagador sendo que ressalvo matérias de importância social, onde o estado deve servir para agregar solidariedade, como a saúde, educação, forças de segurança, justiça, etc.
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E o lixo do sr Manuel e a D Maria... quem é paga os impostos que pagam a recolha e o tratamento?
E quando o Manelito, o filho deles foi para a escola? quem é que pagou os estudos???? nao foi a totalidade da populacao portuguesa?
E quando um dos 2 vai ao hospital? com que dinheiro é que foi contruido o hospital??? e com quem dinheiro é que sao pagos os medicos, enfermeiros, etc?? nao é da totalidade da populacao portuguesa???
E quando a Policia os vai visitar para ver se esta tudo bem? é o Sr Manel ou a D Maria que lhes paga o dia de ordenado, o combustivel e o veiculo??? nao... é a totalidade da populacao portuguesa.
Portanto a argumentacao de que o "Sr Manel e a D Maria" nao tem nada de pagar a infraestrutura que o "Paulo e a Paula" que vivem em Almada é uma perfeita falacia!
A partir do momento em que o Governo assume ser a entidade prestadora de serviços sociais e assume um contrato com o cidadao em que o dinheiro dos seus impostos é usado em prol da sociedade e desenvolvimento do pais e empregado na construção e manutenção de todo o tipo de infraestruturas e no fornecimento dos servicos indispensaveis à sociedade em geral, "somos todos, unos e solidarios" a pagar.
Se fossemos aplicar essa argumentação, entao quem vive na serra algarvia apenas poderia ter na sua zona e usufruir das infraestruturas que fossem possível criar e manter com o dinheiro que fosse coletados nas suas zonas.
O Sr Manel e a D Maria, se nao tem carro, é por opção propria. Porque certamente que o Estado tem e mantem uma rede de estradas que ligam a sua casa ao resto do mundo. E indirectamente usufruem dessa infraestrutura, porque muitos bens e servicos que usam provavelmente deslocam-se por essa via até a sua zona de residencia
E aquele aeroporto que vao fazer algures na margem sul? o Sr Manel e a D Maria nunca o irao usar, pois nao???? mas vao ter que o pagar, nao é?
E o buraco do BES??? mesmo provavelmente nao tendo conta bancaria tambem vao ter que o pagar como todos nos, nao é?
Portanto, vamos ver se percebi bem... o Sr Manel e a D Maria vao ter que pagar e contribuir em todas as areas, contudo para as estradas ou auto-estradas é uma injustica.
Nao posso estar de acordo!
O único motivo pelo qual temos pesadas portagens é porque Portugal, nao é por qualquer injustiça geográfica, ate porque o pagamento das mesmas fornecendo lucros as operadoras influi muito negativamente no preços a que chegam o produtos aos consumidores, na fixacao de emprego e residencia do interior do pais e numa serie de outros factores que tiram competitividade a Portugal.
O unico e real motivo é porque vivemos num país de governos corruptos, onde os interesses políticos estao sempre de mao dada com os interesses de uma certa oligarquia instalada na vida empresarial.... temos isto nas auto estradas, nas energéticas, na distribuicao, nos sector financeiro... em todo o lado... o polvo tem mil e um tentaculos :D todos eles a terminarem no bolso do português pagador de impostos.
Portugal e qualquer outro pais tem toda o interesse em ter vias de comunicação rapidas, seguras e baratas, apenas nao temos para que meia duzia de multi-milionarios fiquem ainda mais ricos ao segurarem um negocio de recurso garantido (ate porque se as AE nao tiverem transito o governo tem de as compensar - rico negocio - capilismo para os pobres e socialismo para os ricos :D), e por isso temos das AE mais caras da Europa.
Ao mesmo tempo que os politicos reclamam que temos altos indices de sinistralidade... o cumulo da hipocrisia e do cinismo... :zangadoregras:
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Não posso estar mais de acordo com o companheiro TMaxer, pois essa história de "eu não uso, por isso não tenho nada que pagar", não funciona dessa maneira linear...
( Faz-me lembrar á uns anos atrás num prédio onde morei, uma vizinha do R/C achava que não tinha que pagar a limpeza das escadas porque só sujava ali logo á entrada... :napodeser: :napodeser:)
Cumprimentos ✌️
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Misturar cuidados de saúde, educação no ensino obrigatório, segurança prestada por forças de ordem pública, estradas municipais e nacionais, como no post anterior, (ao que eu acrescento a justiça como mencionei na ressalva do meu post anterior) com obrigatoriedade de pagamento de portagens de autoestradas mesmo que delas nunca usufrua ou com transportes urbanos de que igualmente nunca vai usufruir nem tem á disposição é de uma enorme injustiça social. Fazer pagar todos algo que alguns nunca vão usufruir e que não é necessidade básica nem abrangente.
Um liberalismo feroz em que a lei do mais forte se quer impor de forma oportunista pagando menos, abaixo do custo real, á custa de todos para uso de alguns.
A saúde, a educação, a justiça, a segurança (como mencionei no meu post anterior) e outros, devem ser financiados com os impostos de todos na medida dos seus rendimentos ou consumo.
As portagens de autoestradas devem ser pagas por quem as utiliza. Colocar o financiamento deste item ao nível de cuidados hospitalares ou da escola é ridículo ou liberalite aguda.
Os transportes urbanos devem ser pagos por quem os utiliza ou pela carga fiscal das respetivas autarquias; mais ainda quando muitos não os podem sequer utilizar, mesmo que queiram, estando estes completamente desprovidos de rede de transportes.
Edito para colocar três questões aos que propõem acabar com as portagens financiando estas com o IUC através de transferências do estado para as concessionárias:
-Imaginam quanto ou conseguem sequer calcular o valor para que passariam os montantes das tabelas de IUC?
-Imaginam quanto as concessionárias iriam exigir em função do aumento de trafego nas AEs a partir do momento em que não houvesse portagens?
-Acreditam ou confiam num sistrema transparente de transferências de verbas compensatórias do estado para as concessionárias como proposto acima?
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Só um pózinho,..
Não acho justo que as motas de 125 até 350 cc estejam isentas de IUC pela simples razão que também usam as AE e algumas pesam quase tanto como as 500 ou até 650.
Se é para incentivarem a comprar baixas cilindradas por causa da poluição estão muito enganados, as motas mais fortes têm outro sistema de injeção e catalizadores melhorados que visam a economia logo poluem menos ( a não ser que os tirem )
O justo seria o IUC distribuido por todos em vez de motas acima de 750 pagarem uns absurdos cento e vinte e tal euros tanto como uma Goldwing 1800.
Há coisas que não se compreendem
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Não domino o assunto mas segundo percebi não estão isentas mas sendo o valor baixo alguém terá concluído que a liquidação seria pouco ou nada compensatória; será?
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Não domino o assunto mas segundo percebi não estão isentas mas sendo o valor baixo alguém terá concluído que a liquidação seria pouco ou nada compensatória; será?
Não estavam, passaram a estar e todos os outros foram aumentados assim como a minha 500
(https://uploads.tapatalk-cdn.com/20191219/db6d8e25fe5e6535d5a421d60accb7d4.jpg)
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Misturar cuidados de saúde, educação no ensino obrigatório, segurança prestada por forças de ordem pública, estradas municipais e nacionais, como no post anterior, (ao que eu acrescento a justiça como mencionei na ressalva do meu post anterior) com obrigatoriedade de pagamento de portagens de autoestradas mesmo que delas nunca usufrua ou com transportes urbanos de que igualmente nunca vai usufruir nem tem á disposição é de uma enorme injustiça social. Fazer pagar todos algo que alguns nunca vão usufruir e que não é necessidade básica nem abrangente.
Um liberalismo feroz em que a lei do mais forte se quer impor de forma oportunista pagando menos, abaixo do custo real, á custa de todos para uso de alguns.
A saúde, a educação, a justiça, a segurança (como mencionei no meu post anterior) e outros, devem ser financiados com os impostos de todos na medida dos seus rendimentos ou consumo.
As portagens de autoestradas devem ser pagas por quem as utiliza. Colocar o financiamento deste item ao nível de cuidados hospitalares ou da escola é ridículo ou liberalite aguda.
Os transportes urbanos devem ser pagos por quem os utiliza ou pela carga fiscal das respetivas autarquias; mais ainda quando muitos não os podem sequer utilizar, mesmo que queiram, estando estes completamente desprovidos de rede de transportes.
Edito para colocar três questões aos que propõem acabar com as portagens financiando estas com o IUC através de transferências do estado para as concessionárias:
-Imaginam quanto ou conseguem sequer calcular o valor para que passariam os montantes das tabelas de IUC?
-Imaginam quanto as concessionárias iriam exigir em função do aumento de tráfego nas AEs a partir do momento em que não houvesse portagens?
-Acreditam ou confiam num sistrema transparente de transferências de verbas compensatórias do estado para as concessionárias como proposto acima?
pois... nao posso estar mais em desacordo.
Uma rede de estrada e autoestradas e tao prioritário como saúde, justiça, seguranca ou educação.
Nao defendi liberarismo nem neo-liberalismo, ate porque a filosofia que defendo e acredito é libertaria e nada tem a ver com neo-liberalismos que so defendem as grandes corporacoes e os monopolios, em suma, aquilo a que chamo "oligarquias" mas tambem podemos chamar capitalismo clientelista.
Nao defendo operadoras de AE. Defendo servico de estrada e autoestrada construido, financiado e operado pelo estado.
Pelo dinheiro que nos levam em impostos nos combustiveis, impostos derivados da compra de veiculos é algo da mais elementar justiça!
Na Alemanha, Suiça ou Áustria é assim que funciona o modelo: vias de comunicação gratuitas ou subsidiadas através do pagamento de uma anuidade.
Se calhar nao ha é dinheiro para andar a sustentar os parasitas de concessionarios cujos accionistas sao os bem conhecidos grupos empresariais Portugueses "do costume" e tambem haveria menos politicos afiliados a partidos do arco de governacao com fortunas de dificil explicacao e cargos de chefia em empresas que tutelavam na sua passagem pelo governo...
Como digo... nao posso discordar mais!
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Se calhar nao ha é dinheiro para andar a sustentar os parasitas de concessionarios
Verdade. Mas se recorres a eles para investir na construção para não rebentar o défice ainda mais (as famosas PPP) nada a fazer.
E tens toda a razão, as PPP - quer de estradas e pontes quer de hospitais - são sempre más para o Estado, que fica com os prejuízos se os houver, e são sempre boas para o privado - que fica com o lucro se os houver.
E o pagamento da celebração deste contratos maravilha parece ser uma meia dúzia de tachos e contrações de serviços a familiares.
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Só um pózinho,..
Não acho justo que as motas de 125 até 350 cc estejam isentas de IUC pela simples razão que também usam as AE e algumas pesam quase tanto como as 500 ou até 650.
Se é para incentivarem a comprar baixas cilindradas por causa da poluição estão muito enganados, as motas mais fortes têm outro sistema de injeção e catalizadores melhorados que visam a economia logo poluem menos ( a não ser que os tirem )
O justo seria o IUC distribuido por todos em vez de motas acima de 750 pagarem uns absurdos cento e vinte e tal euros tanto como uma Goldwing 1800.
Há coisas que não se compreendem
:nice: nem mais!!
Aliás porque é que a tabela de IUC não é escalonada de 100 em 100cc's ?? Era mais justo, conforme a cilindrada ia subindo, ia -se pagando um pouco mais de IUC.... :pensador: :pensador:
Cumprimentos ✌️
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supostamente estou no escalão dos isentos (forza 300) daí estar a perguntar se é simples ou não...
Voltando ao que fez reaparecer o tópico. Sim é muito fácil.
Vais ao site da AT e escolher Pagar o IUC desse veículo. Ao emitires a guia de pagamento, sai a guia com pagamento 0.00Euros é só isso.
Depois ficas com o seguinte documento:
(https://i.imgur.com/neq7Bip.png)
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pois... nao posso estar mais em desacordo.
Uma rede de estrada e autoestradas e tao prioritário como saúde, justiça, seguranca ou educação.
Nao defendi liberarismo nem neo-liberalismo, ate porque a filosofia que defendo e acredito é libertaria e nada tem a ver com neo-liberalismos que so defendem as grandes corporacoes e os monopolios, em suma, aquilo a que chamo "oligarquias" mas tambem podemos chamar capitalismo clientelista.
Nao defendo operadoras de AE. Defendo servico de estrada e autoestrada construido, financiado e operado pelo estado.
Pelo dinheiro que nos levam em impostos nos combustiveis, impostos derivados da compra de veiculos é algo da mais elementar justiça!
Na Alemanha, Suiça ou Áustria é assim que funciona o modelo: vias de comunicação gratuitas ou subsidiadas através do pagamento de uma anuidade.
Se calhar nao ha é dinheiro para andar a sustentar os parasitas de concessionarios cujos accionistas sao os bem conhecidos grupos empresariais Portugueses "do costume" e tambem haveria menos politicos afiliados a partidos do arco de governacao com fortunas de dificil explicacao e cargos de chefia em empresas que tutelavam na sua passagem pelo governo...
Como digo... nao posso discordar mais!
Uma rede de estradas é fundamental, e existe, melhor ou pior, em Portugal não nos podemos queixar em relação a outros países europeus, podia ser melhor. São de uso livre e "gratuito" para o utilizador independentemente do numero de km feitos por cada um. São pagas por todos e de uso universal.
Uma rede de AEs nos moldes em que existem e com a realidade Portuguesa que é comum á grande maioria dos países, deve ser paga por quem as utiliza que é quem quer e pode, sendo que o Estado que somos todos nós (esquecemos frequentemente) não tem capacidade para financiar e manter, é uma questão de prioridades. É justo que quem utiliza pague e que esse pagamento seja proporcional ao uso. É caro sim, mas veja-se o que se passou com as SCUTS quando se verificou que era impossível o orçamento aguentar tal custo sem retirar da saúde, educação ou de outras prioridades.
Uma rede de autoestradas não é de necessidade de todos e não é tão prioritário como saúde, justiça, seguranca ou educação., como afirmado, não posso estar de acordo e sobretudo deve ser pago por quem quer utilizar e não de pagamento obrigatório por todos.
Sem concessionárias (*parasitas e acionistas como referido) não existiriam simplesmente AEs, não teríamos capacidade para as construir. Cabe aos eleitos regulamentar e fiscalizar e a nós elegermos quem o faça.
Não deixo de referir as questões que coloquei e perguntar se quem defende o pagamento das portagens com IUC faz ideia de quanto isso custa ou custaria porque o movimento em AEs aumentaria ainda exponencialmente. Ou com outro imposto.
Na Suíça as AEs não são gratuitas, alguém as paga e não é pouco, colocassem portagens e eu pessoalmente ou a nivel empresarial teria pago muito menos impostos durante décadas. Não existe um sistema de saúde público, há particularidades que não são comparáveis.
Os CHF40 (€) pagos anualmente por quem quer utilizar e compra o selo não servem sequer para 1/1 000 000 parte do custo, são apenas uma forma de fazer pagar quem os visita e quer circular alguns km, pagar tanto como quem usa todo o ano e cuja tarifa não poderia ser diferenciada para nacionais e estrangeiros.
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Eu já tive uma 125cc mas não cheguei a fazer o tempo para "pagar" o IUC. Mas também me informei e a única coisa que era preciso era emitir o pagamento no site das finanças.
Eu agora tenho o débito directo activo, acho que fica associado a todos os veículos que estiverem em teu nome, deve funcionar com as isentas também e assim não tens de te chatear muito. A não ser que não sejas apologista de débito directos claro.
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XXiiii a volta que a pergunta deu cum caneco....
obrigado a quem me respondeu à pergunta, já vou experimentar fazer...
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Se calhar nao ha é dinheiro para andar a sustentar os parasitas de concessionarios
Verdade. Mas se recorres a eles para investir na construção para não rebentar o défice ainda mais (as famosas PPP) nada a fazer.
E tens toda a razão, as PPP - quer de estradas e pontes quer de hospitais - são sempre más para o Estado, que fica com os prejuízos se os houver, e são sempre boas para o privado - que fica com o lucro se os houver.
E o pagamento da celebração deste contratos maravilha parece ser uma meia dúzia de tachos e contrações de serviços a familiares.
O problema nao é tanto os bancos mas os banqueiros :D
Mas sim, desde a 2 revolucao industrial que o surgimento da banca como a conhecemos hoje tem permitido a criacao de riqueza e melhoria de condicoes de vida atraves do financiamento e do tornar em realidade projectos que apenas poderiam ser executados a longo prazo e que a pequena e fragmentada banca da altura nao dava resposta.
Alias, foi esse o capitalismo que venceu "o capitalismo financeiro" que nada tem a ver com
Mas, tambem é a facilidade com o dinheiro e criado e emprestado é que foi o responsável pela grande recessao… e por uma serie de crises, a pior delas a de 2008 da qual ainda nao recuperamos.
Por algum motivo aquando da negociacao do "New Deal" que tirou os Estados Unidos da grande depressão qualquer tipo de ser humano podia estar presente menos uma "raça": "os banqueiros" :D
Esta banca pela dimensão que tem, tem a capacidade de perverter negócios, influenciar decisões politicas, patrocinar campanhas eleitorais e nem preciso continuar porque todos conhecemos o filme :D
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pois... nao posso estar mais em desacordo.
Uma rede de estrada e autoestradas e tao prioritário como saúde, justiça, seguranca ou educação.
Nao defendi liberarismo nem neo-liberalismo, ate porque a filosofia que defendo e acredito é libertaria e nada tem a ver com neo-liberalismos que so defendem as grandes corporacoes e os monopolios, em suma, aquilo a que chamo "oligarquias" mas tambem podemos chamar capitalismo clientelista.
Nao defendo operadoras de AE. Defendo servico de estrada e autoestrada construido, financiado e operado pelo estado.
Pelo dinheiro que nos levam em impostos nos combustiveis, impostos derivados da compra de veiculos é algo da mais elementar justiça!
Na Alemanha, Suiça ou Áustria é assim que funciona o modelo: vias de comunicação gratuitas ou subsidiadas através do pagamento de uma anuidade.
Se calhar nao ha é dinheiro para andar a sustentar os parasitas de concessionarios cujos accionistas sao os bem conhecidos grupos empresariais Portugueses "do costume" e tambem haveria menos politicos afiliados a partidos do arco de governacao com fortunas de dificil explicacao e cargos de chefia em empresas que tutelavam na sua passagem pelo governo...
Como digo... nao posso discordar mais!
Uma rede de estradas é fundamental, e existe, melhor ou pior, em Portugal não nos podemos queixar em relação a outros países europeus, podia ser melhor. São de uso livre e "gratuito" para o utilizador independentemente do numero de km feitos por cada um. São pagas por todos e de uso universal.
Uma rede de AEs nos moldes em que existem e com a realidade Portuguesa que é comum á grande maioria dos países, deve ser paga por quem as utiliza que é quem quer e pode, sendo que o Estado que somos todos nós (esquecemos frequentemente) não tem capacidade para financiar e manter, é uma questão de prioridades. É justo que quem utiliza pague e que esse pagamento seja proporcional ao uso. É caro sim, mas veja-se o que se passou com as SCUTS quando se verificou que era impossível o orçamento aguentar tal custo sem retirar da saúde, educação ou de outras prioridades.
Uma rede de autoestradas não é de necessidade de todos e não é tão prioritário como saúde, justiça, seguranca ou educação., como afirmado, não posso estar de acordo e sobretudo deve ser pago por quem quer utilizar e não de pagamento obrigatório por todos.
Pensei que estaríamos em desacordo apenas num ponto afinal sao em 2.
A qualidade das nossas estradas nacionais... depende para onde olharmos... se me disser que para chegar ao Algarve temos uma boa alternativa à A2, estamos de acordo.
Se me disser que para chegarmos ao Porto temos uma boa alternativa à A1, entao estamos em total desacordo.
Se me disser que para chegarmos à Guarda vindo do Porto ou de Lisboa temos uma alternativa sequer a pagar portagens... pois, nao temos.
E poderia continuar com exemplos :nice:
Sem concessionárias (*parasitas e acionistas como referido) não existiriam simplesmente AEs, não teríamos capacidade para as construir. Cabe aos eleitos regulamentar e fiscalizar e a nós elegermos quem o faça.
Num mundo perfeito, o estado devia conseguir financiar, fazer e manter a estrada tao bem e mais barato do que um privado. Porque qualquer empresa privada visa o LUCRO e no estado o lucro é de todos nos. O problema é que o estado é mau gestor, é corrupto e é incompetente.
Concordo que precisamos de concessionarias para alguns projectos. Mas muitos deles so sao executados pela necessidade dos politicos apresetarem "obra", porque a "obra" da de comer a muita gente dentro do partido :D.
Mas nem é esse o meu ponto: O privado faz a infraestrutura, mantem-a e cobra taxa pela utilizacao. Ao fim de 25 anos acaba-se o periodo de exploracao, o privado tem a obra paga e ainda teve o seu lucro. O custo de manter infraestura fica apenas a ser o da manutencao.
o que acontece? O privado mantem a concessao, mantem as taxas de ultilizacao que supostamente seriam para pagar a contrucao e manutencao. O Ze povinho paga e todos seguimos felizes.
Um exemplo daquilo que estou a dizer: quantas pontes 25 de abril é que ja pagamos??? quantas A2 de Lisboa ate Setubal ja pagamos??
No caso da ponte todos sabemos bem o que aconteceu: O ministro Mira Amaral negociou muito bem para os interesses dele. A Luso Ponte contruiu uma ponte e ficou com 2, o Ministro garantiu trabalho vitalicio que certamente lhe garantira riquesa por 2 geracoes, e os desgracados que vem de Sul todos os dias estao a pagar para entrar em Lisboa
Este exemplo nao é de autostrada, mas ja percebemos onde quero chegar.
Temos o caso por exemplo da CREL, uma via rapida indispensavel para a circulacao na grande lisboa que ja foi gratuita e que é paga
E temos o caso das SCUTs que ligam ao interior, infraestururas de interesse vital para o desenvolvimento do interior que ja foram gratuitas e que hoje foram concessionadas.
Ainda dentro deste ponto encaixaria, os muitos milhoes que vieram para Portugal atraves de fundos de coesao, alguns patrocinaram vias rapida que hoje sao a pagar. Fara algum sentido pagar-se portagem na via do Infante???
Não deixo de referir as questões que coloquei e perguntar se quem defende o pagamento das portagens com IUC faz ideia de quanto isso custa ou custaria porque o movimento em AEs aumentaria ainda exponencialmente. Ou com outro imposto.
Defendo o pagamento atraves de taxa anual ou outra.
Neste momento tenho 6 carros, acho que o IUC medio que pago sao 250€ ou seja cerca de metade de um OMN.
De IUC parece-me um valor perfeitamente justo para sustentar estradas e taxas ambientais
Na Suíça as AEs não são gratuitas, alguém as paga e não é pouco, colocassem portagens e eu pessoalmente ou a nivel empresarial teria pago muito menos impostos durante décadas. Não existe um sistema de saúde público, há particularidades que não são comparáveis.
Os CHF40 (€) pagos anualmente por quem quer utilizar e compra o selo não servem sequer para 1/1 000 000 parte do custo, são apenas uma forma de fazer pagar quem os visita e quer circular alguns km, pagar tanto como quem usa todo o ano e cuja tarifa não poderia ser diferenciada para nacionais e estrangeiros.
A Suica nao é exemplo porque é um pais de extremo economico, muito menos para nos Portugueses que estamos no extremo oposto :D Mas podemos ir por ai:
Em primeiro lugar porque a carga fiscal em Portugal tambem é gigante
Na Alemanha as AE sao gratuitas
Na Austria é usado o sistema de vinheta igual ao Suico
Em Espanha as "nacionais" tem o perfil de via rapida e as AE com portagem que estao a chegar ao final de concessao estao a ficar gratuitas
Estamos perfeitamente de acordo que a escolher um investimento num hospital ou numa AE nem se pensa 2 vezes em qual sera prioritario.
Mas, uma rede de estradas ou autoestradas tem a obrigatoriedade de ser gratuita porque as vantagens sao enormes: maior seguranca, maior rapidez, menor impacto ambiental, etc
E neste tema fico-me por aqui, o Lourenco tem a sua opiniao e eu tenho a minha e tenho todo o respeito pela mesma, mesmo nao sendo coincidente e pedindo desculpa pelo off topic a todos que ja reclamaram acima :nice:
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Recupero este tema, para referir que a Tabela de IUC para 2021 é a mesma do ano de 2020, isto é o IUC mantém-se inalterado.
A única alteração no Código do Imposto Único de Circulação foi a atribuição de isenção a veículos itenerantes de diversão e das artes do espetáculo.
(https://i.imgur.com/FmpvEVH.png)
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E com esta inalteração mantém-se a aberração dos anos de matricula.
Motos não isentas com 23 anos continuam a pagar o mesmo que novas.
E o escalão "aliviado" pela idade é de apenas 5 anos... ou seja motos com 24 a 28 anos.
:-X
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Uma vergonha estas taxas.
Este ano, pela primeira vez, vou pagar os 58,86€... :confused:
Tanta gasolina que eu "queimava" com este dinheiro.... :'(
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Este ano, pela primeira vez, vou pagar os 58,86€... :confused:
Tanta gasolina que eu "queimava" com este dinheiro.... :'(
Olha que ao preço que ela está não queimavas assim tanta... :-\
Ainda ontem abasteci 95 simples a 1.62...
Não consigo perceber o que se passa...
No primeiro confinamento os preços baixaram devido à queda do valor do barril, resultado do baixo consumo global.
Neste momento os preços estão semelhantes ao que custava quando o barril andava acima dos 100 dólares...
Mas o barril está a custar 60.
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Concordo que está caríssimo, como sempre, mas abasteci ontem numa Galp por 1.529€ antes dos descontos.
Imagino que possa depender da zona do país, mas estás a meter carote.
Quanto ao IUC prefiro não comentar, é muito cedo na semana para me estar a chatear. :)
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Na GALP, semana passada, meti 95 normal a 1,579€.
Fonix... fui fazer as contas e os 58 € davam apenas para 600 kms, considerando o que estou a fazer com ela diariamente. :diabolico:
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Eu mais do que caro ou barato, acho que a questão que o dfelix levantou é que não faz sentido.
Paga tudo o mesmo, e depois há ali um intervalo de cinco anos que paga com uma redução.
Em relação à isenção das motas de cilindrada mais pequena, acho que faz sentido na perspetiva de beneficiar o tipo de motas que mais vão para o centro das cidades.
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Eu mais do que caro ou barato, acho que a questão que o dfelix levantou é que não faz sentido.
Paga tudo o mesmo, e depois há ali um intervalo de cinco anos que paga com uma redução.
Em relação à isenção das motas de cilindrada mais pequena, acho que faz sentido na perspetiva de beneficiar o tipo de motas que mais vão para o centro das cidades.
Concordo. Andei muitos anos diariamente com uma mota que pagava 15€ (acho eu) e depois ficou isenta. Fiquei mal habituado.
Realmente é uma injustiça que quem tenha motas "mais antigas" esteja sujeito a esta carga de imposto.
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Mas ok, vamos lá ver:
Por que razão é que uma mota antiga deve pagar menos IUC? Deixa de poluir ou de desgastar as estradas com o passar do tempo?
Com o avançar da tecnologia e o apertar das regras de emissões, as motas modernas tendem a ser mais ecológicas. Assim sendo, por que é qe é suposto haver um incentivo à compra e manutenção de "tanques de guerra" que poluem mais do que as novas?
Nos carros é a mesma coisa. O carro do meu pai, antigo e bastante poluente paga creio que 20€ ou perto. O meu, moderno e ecológico, paga 103€.
Do outro lado do espectro, um mercedes 190d que consome 5 golfinhos aos 100 ou está isento ou a pagar um valor simbólico.
As pessoas tendencialmente não ficam mais pobres com o passar do tempo, se hoje comprei uma mota que paga 120€ de IUC, daqui a 10 anos o objetivo é que possa pagar os mesmos 120€. E daqui a 20 anos também.
Eu defendo que o IUC devia ser vitalício, no entanto acredito que a sua fórmula devesse ter em conta apenas peso, número de rodas, largura total de contacto com o chão e emissões de CO2.
O peso, quantidade de rodas e a largura total das rodas dita o desgaste aproximado que o veículo faz nas estradas.
As emissões de CO2 ditam a pegada ecológica do veículo.
Nos moldes de hoje, tendo em conta apenas a cc e havendo isenção total das baixas, é completamente injusto.
Por que é que uma 1000 tem que pagar 120€ e uma 125 não pode pagar sequer 5€? Se multiplicarmos 5€ pelas 125 do país, e multiplicarmos 120€ pelas 1000cc do país... Se calhar tínhamos uma surpresa.
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Concordo que está caríssimo, como sempre, mas abasteci ontem numa Galp por 1.529€ antes dos descontos.
Imagino que possa depender da zona do país, mas estás a meter carote.
Numa moto com depósito de 13L que gasta 6,5 e deve ter uma reserva de 0.5 e já me obrigou a empurrar diversas vezes... :D
Acabo por não me dar muito ao luxo de escolher os postos.
Pede a reserva... e paro no primeiro que encontro.
Porque o segundo pode ser tarde demais.
Meti numa BP nos arredores de Lisboa... que nem é propriamente grande ou fique numa via rapida ou algo que justifique custar mais.
E quando olhei para 1.6199 até olhei pra agulheta a ver senão me tinha enganado e era uma "premium". :-X
Entretanto fui ver ao maisgasolina.com e no comparador ao 95 simples da BP aparece a €1.639 que é ainda mais do que paguei.
Embora na tabela de preço médio, esta esteja a 1.596.
Ou seja.... houve aumentos que se devem estar ainda a reflectir.
Claro que não se fala nisso porque só se fala em covid. :-X
Paga tudo o mesmo, e depois há ali um intervalo de cinco anos que paga com uma redução.
O problema é desde que o imposto municipal sobre veículos (aka "selo") passou a imposto único de circulação (aka IUC) os anos da matrícula só foram revistos uma única vez!
Em... 2019! :-X
Consultas uma tabela de 2007 (https://impostosobreveiculos.info/iuc/tabela-imposto-unico-circulacao-20072008/) quando o IUC foi introduzido e o ano que definia o escalão era 1996!
Porque considerava-se 10 anos para se considerar "velha" o suficiente para pagar menos.
A lógica natural seria este ano de matrícula ir progredindo naturalmente.
Mas não. Durante 13 anos colou nos fixou em 1996. E há 3 anos que está fixo em 1997!
Acho inconcebível que uma moto com 23 anos pague o mesmo que nova.
E podem vir com as tretas do "ah e tal... mas polui mais".
Como se a maiora das motos com 23 anos andassem aí no dia-a-dia. A maioria estão em casa para dar umas voltas.
E os donos guardam-nas porque gostam suficientemente delas e cumprem o suficiente as expectativas para não querer comprar novas.
Se me disserem que o número de motos >750 matriculadas em 1997 supera largamente os números de motos matriculadas em anos mais recentes...
Aí sim, faz sentido. O que significa que o imposto só não avança porque fazendo as contas isto garante-lhes muito mais receita.
É o que temos...
Concordo. Andei muitos anos diariamente com uma mota que pagava 15€ (acho eu) e depois ficou isenta. Fiquei mal habituado.
Eu tenho uma Cagiva 125 de 1996 que durante alguns 17/18 anos foi isenta... até que surgiu o IUC nas 125 e começou a pagar! :D
Não pagava muito é certo... mas pagava!
E ainda pagou durante 2 ou 3 anos até que lá decidiram tornar os IUC abaixo de 10 euros isento.
Por que razão é que uma mota antiga deve pagar menos IUC? Deixa de poluir ou de desgastar as estradas com o passar do tempo?
Com o avançar da tecnologia e o apertar das regras de emissões, as motas modernas tendem a ser mais ecológicas. Assim sendo, por que é qe é suposto haver um incentivo à compra e manutenção de "tanques de guerra" que poluem mais do que as novas?
Percebo esse argumento.
Mas vejo como um incentivo ao consumismo.
Ainda há pouco tempo registou-se um membro neste fórum com uma XX de 98.
E que acabou de certa forma a ser gozado por só te 44.000km rodados.
Questiono-me porque é que alguém que tem uma moto antiga que vai cumprindo perfeitamente as expectativas tem de ser estimulado a trocar por uma nova supostamente menos poluente.
E digo supostamente porque tenho sérias dúvidas que o impacto ambiental causado por um "tanque de guerra" que faz uma media 2-3K anuais seja maior que todo o processo industrial de fabricar uma moto nova.
Mas lá está... o que é importante é manter a industria a produzir forte e feio produtos descartáveis em prol do bom ambiente.
Capitalismo verde.
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Por que razão é que uma mota antiga deve pagar menos IUC? Deixa de poluir ou de desgastar as estradas com o passar do tempo?
Com o avançar da tecnologia e o apertar das regras de emissões, as motas modernas tendem a ser mais ecológicas. Assim sendo, por que é qe é suposto haver um incentivo à compra e manutenção de "tanques de guerra" que poluem mais do que as novas?
Percebo esse argumento.
Mas vejo como um incentivo ao consumismo.
Ainda há pouco tempo registou-se um membro neste fórum com uma XX de 98.
E que acabou de certa forma a ser gozado por só te 44.000km rodados.
Questiono-me porque é que alguém que tem uma moto antiga que vai cumprindo perfeitamente as expectativas tem de ser estimulado a trocar por uma nova supostamente menos poluente.
E digo supostamente porque tenho sérias dúvidas que o impacto ambiental causado por um "tanque de guerra" que faz uma media 2-3K anuais seja maior que todo o processo industrial de fabricar uma moto nova.
Mas lá está... o que é importante é manter a industria a produzir forte e feio produtos descartáveis em prol do bom ambiente.
Capitalismo verde.
Concorde-se ou discorde-se o ThatsMe tem razão. (O argumento do verde so falha nas 125CC, uma vez que estas poluem menos, consomem e menos e tiram os super poluentes enlatados das cidades).
No antigo Imposto Municipal, que não estou a encontrar (seria incluso no Imposto do Selo?), o critério desse imposto em ricochete do 25 de abril era idêntico ao do IRS - quem mais rendimentos tinha, mais deveria pagar.
É daí que vem esta critério da antiguidade: Tens dinheiro para mota/carro novo? De maior cilindrada? Então podes pagar mais Imposto Municipal.
Quando foi lançado o IUC, o critério mudou na teoria mas não na prática.
O Artigo 1º do CIUC estabelece logo o motivo e regra da Lei:
Princípios e regras gerais
Artigo 1.º
Princípio da equivalência
O imposto sobre veículos obedece ao princípio da
equivalência, procurando onerar os contribuintes na
medida dos custos que estes provocam nos domínios
do ambiente, infra-estruturas viárias e sinistralidade
rodoviária, em concreretização de uma regra geral de
igualdade tributária.
Na verdade o que se passou é que politicamente nunca tiverem coragem de mudar este conceito, possamos nós deduzir para evitar mais uma coisa de perda de popularidade.
Estão a ver nas aldeias aquela malta de carros antigos, com pouca posses, começarem a ter de pagar IUC?
Em teoria temos um imposto ambientar e de cuidado da infraestrutura, na prática temos o Selo remodelado.
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Concorde-se ou discorde-se o ThatsMe tem razão. (O argumento do verde so falha nas 125CC, uma vez que estas poluem menos, consomem e menos e tiram os super poluentes enlatados das cidades).
Mas falha como?
As 125 estão isentas!
Aliás, as 125 sempre estiveram isentas.
Excepto num período de 2-3 anos que por goludice foi introduzido o imposto para facturarem ás custas da lei das 125.
Pegar na questão ambiental é uma valente treta!
Nem sequer as Finanças alguma vez usaram esse argumento para justificar os escalões!
E desafio-vos a encontrar motos com mais de 15 anos sujeitas a uso intensivo e regular.
Não sei quantos quilometros vocês fazem anualmente.
Mas se fizerem 15.000 por ano (que não é nada) ao fim de 10 anos fizeram 150 mil Ao fim de 20 fizeram 300 mil.
O mais certo é a moto ir para a sucata antes disso.
Se daqui a 20 anos ainda mantiverem uma das vossas actuais motos porque realmente vos marcou... o mais certo será terem a guardado para umas voltas de vez em quando.
E se mantiveram o uso regular, certamente compraram outra mais recente para o efeito.
Penalizar algo que anda menos por questões ambientais?
Daqui a 15 anos se cá estivermos voltamos a debater este tema! :D
Já agora um pormenor interessante:
O imposto municipal sobre veículos (aka "selo") só era exigido no contexto de circulação.
O imposto único de circulação (aka IUC) é exigido no contexto da propriedade.
Ou seja... o IUC é sempre pago ás finanças mesmo que não se tenha intenção de circular com o veículo.
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"...obedece ao princípio da equivalência, procurando onerar os contribuintes na medida dos custos que estes provocam nos domínios do ambiente, infra-estruturas viárias e sinistralidade rodoviária..."
Isto quer dizer que um dado modelo vendido entre 2005 e 2010, que não sofreu alterações pelo fabricante, continua a "estragar" mesmo nos domínios do ambiente e infra-estruturas viárias... portanto, a unica coisa que deve mudar é a sinistralidade rodoviária para um pagar 62.69 e o outro 127.82 :D
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Estão a ver nas aldeias aquela malta de carros antigos, com pouca posses, começarem a ter de pagar IUC?
Nunca isto poderia ter retroativos.
Simplesmente os veículos comprados a partir de x ano, digamos 2021, passariam a ser abrangidos pelas novas regras de IUC.
O objetivo não é colocar ninguém em dificuldades financeiras, o objetivo é simplesmente haver justiça.
Para mim, na minha humilde opinião, é completamente descabido que quem tem uma mota com cc superior a 750 pague os impostos que deviam ser repartidos (com justiça) por todas as motas.
Por que é que uma MT09, uma Versys 1000 e uma Harley Davidson Trike pagam o mesmo IUC?
A primeira pesa 191kg, a segunda pesa 258kg e a terceira pesa 560kg.
As primeiras têm duas rodas no chão, a terceira tem três.
A largura de contacto das duas rodas traseiras da trike dão para 4 ou 5 rodas da frente de qualquer uma das outras.
E ainda mais uma questão. Por que é que a minha mota paga mais do que o meu carro, que pesa 5x mais e tem mais 2 rodas no chão?
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Concordo que está caríssimo, como sempre, mas abasteci ontem numa Galp por 1.529€ antes dos descontos.
Imagino que possa depender da zona do país, mas estás a meter carote.
Numa moto com depósito de 13L que gasta 6,5 e deve ter uma reserva de 0.5 e já me obrigou a empurrar diversas vezes... :D
Acabo por não me dar muito ao luxo de escolher os postos.
Pede a reserva... e paro no primeiro que encontro.
Porque o segundo pode ser tarde demais.
Meti numa BP nos arredores de Lisboa... que nem é propriamente grande ou fique numa via rapida ou algo que justifique custar mais.
E quando olhei para 1.6199 até olhei pra agulheta a ver senão me tinha enganado e era uma "premium". :-X
Entretanto fui ver ao maisgasolina.com e no comparador ao 95 simples da BP aparece a €1.639 que é ainda mais do que paguei.
Embora na tabela de preço médio, esta esteja a 1.596.
Ou seja.... houve aumentos que se devem estar ainda a reflectir.
Claro que não se fala nisso porque só se fala em covid. :-X
Paga tudo o mesmo, e depois há ali um intervalo de cinco anos que paga com uma redução.
O problema é desde que o imposto municipal sobre veículos (aka "selo") passou a imposto único de circulação (aka IUC) os anos da matrícula só foram revistos uma única vez!
Em... 2019! :-X
Consultas uma tabela de 2007 (https://impostosobreveiculos.info/iuc/tabela-imposto-unico-circulacao-20072008/) quando o IUC foi introduzido e o ano que definia o escalão era 1996!
Porque considerava-se 10 anos para se considerar "velha" o suficiente para pagar menos.
A lógica natural seria este ano de matrícula ir progredindo naturalmente.
Mas não. Durante 13 anos colou nos fixou em 1996. E há 3 anos que está fixo em 1997!
Acho inconcebível que uma moto com 23 anos pague o mesmo que nova.
E podem vir com as tretas do "ah e tal... mas polui mais".
Como se a maiora das motos com 23 anos andassem aí no dia-a-dia. A maioria estão em casa para dar umas voltas.
E os donos guardam-nas porque gostam suficientemente delas e cumprem o suficiente as expectativas para não querer comprar novas.
Se me disserem que o número de motos >750 matriculadas em 1997 supera largamente os números de motos matriculadas em anos mais recentes...
Aí sim, faz sentido. O que significa que o imposto só não avança porque fazendo as contas isto garante-lhes muito mais receita.
É o que temos...
Concordo. Andei muitos anos diariamente com uma mota que pagava 15€ (acho eu) e depois ficou isenta. Fiquei mal habituado.
Eu tenho uma Cagiva 125 de 1996 que durante alguns 17/18 anos foi isenta... até que surgiu o IUC nas 125 e começou a pagar! :D
Não pagava muito é certo... mas pagava!
E ainda pagou durante 2 ou 3 anos até que lá decidiram tornar os IUC abaixo de 10 euros isento.
Por que razão é que uma mota antiga deve pagar menos IUC? Deixa de poluir ou de desgastar as estradas com o passar do tempo?
Com o avançar da tecnologia e o apertar das regras de emissões, as motas modernas tendem a ser mais ecológicas. Assim sendo, por que é qe é suposto haver um incentivo à compra e manutenção de "tanques de guerra" que poluem mais do que as novas?
Percebo esse argumento.
Mas vejo como um incentivo ao consumismo.
Ainda há pouco tempo registou-se um membro neste fórum com uma XX de 98.
E que acabou de certa forma a ser gozado por só te 44.000km rodados.
Questiono-me porque é que alguém que tem uma moto antiga que vai cumprindo perfeitamente as expectativas tem de ser estimulado a trocar por uma nova supostamente menos poluente.
E digo supostamente porque tenho sérias dúvidas que o impacto ambiental causado por um "tanque de guerra" que faz uma media 2-3K anuais seja maior que todo o processo industrial de fabricar uma moto nova.
Mas lá está... o que é importante é manter a industria a produzir forte e feio produtos descartáveis em prol do bom ambiente.
Capitalismo verde.
Ninguém com uma mota antiga seria estimulado a comprar uma nova... Se compraste a mota sabias quanto ela paga de IUC. Se a queres manter por 30 anos, sabes que durante 30 anos vais pagar esse IUC.
O que é impensável é uma mota nova, recente e que cumpre com todas as novas normas de poluição, pague o dobro do que paga uma mota com 20 anos e muito mais poluente.
Se as antigas andam menos? Talvez ou talvez não... Quantas motas recentes não andam por aí com 1000 ou 2000km/ano. Basta ir ao OLX confirmar.
Mesmo motas de gama alta, como as R1200/1250GS. Vêem-se delas aos pontapés que mal fizeram a rodagem.
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Se as antigas andam menos? Talvez ou talvez não... Quantas motas recentes não andam por aí com 1000 ou 2000km/ano.
Muita gente compra depois não anda e vende... (a preço de novo, mas isso é outro tema)
O que não garante que o dono seguinte não lhe espete 10x isso logo no primeiro ano!
Estamos num forum de motociclismo...
Quantos participantes aqui têm uma moto com mais de 100.000km a circular?
Gostava de ter testemunhos válidos de casos que realmente representem o impacto que tem este mercado envelhecido numa utilização intensiva do dia-a-dia! :D
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Se as antigas andam menos? Talvez ou talvez não... Quantas motas recentes não andam por aí com 1000 ou 2000km/ano.
Muita gente compra depois não anda e vende... (a preço de novo, mas isso é outro tema)
O que não garante que o dono seguinte não lhe espete 10x isso logo no primeiro ano!
Estamos num forum de motociclismo...
Quantos participantes aqui têm uma moto com mais de 100.000km a circular?
Gostava de ter testemunhos válidos de casos que realmente representem o impacto que tem este mercado envelhecido numa utilização intensiva do dia-a-dia! :D
Em regra as antigas andam muito menos.
A Lambretta (55 anos em Março) se fizer 500 kms/ano é muito.
Quem tem clássicas tende a fazer uma utilização residual, muito moderada.
Há sempre excepções, um gajo ou outro com uma BMW com 40 anos e 500.000kms e que rola todos os dias. Mas como é um universo minúsculo de gente, acaba por ser uma migalha sem qualquer expressão na fotografia global.
Já há uns anos que não pagava IUC de motos, este ano de 2020 paguei pela pela Integra. As outras 3 estão isentas.
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Mas falha como?
As 125 estão isentas!
Eu sei, e na minha opinião devem continuar a ser. O que queria dizer, é que até concordo com o ThatsMe na questão do imposto ser proporcional ao desgaste que os veículos provovam nas estradas e nos ambientes.
No entanto, o ThatsME disse:
Nos moldes de hoje, tendo em conta apenas a cc e havendo isenção total das baixas, é completamente injusto.
Por que é que uma 1000 tem que pagar 120€ e uma 125 não pode pagar sequer 5€? Se multiplicarmos 5€ pelas 125 do país, e multiplicarmos 120€ pelas 1000cc do país... Se calhar tínhamos uma surpresa.
É isto que não concordo. Porque maioria da malta que anda de 125CC trocou o carro por esta, e o uso de 125CC tira carros da cidade, menos desgaste, menos combustível e menos emissões de CO2.
Como amante de motociclismo, eu não me importo de pagar os 5 ou 10 euros de IUC se as cilindradas maiores fossem aliviadas; mas na realidade eu pago 150 euros de IUC dum carro que está parado de segunda a sexta e mesmo alguns fins-de-semana.
Já agora um pormenor interessante:
O imposto municipal sobre veículos (aka "selo") só era exigido no contexto de circulação.
Ou seja... o IUC é sempre pago ás finanças mesmo que não se tenha intenção de circular com o veículo.
Nem me lembrava desse pormenor. Na altura o Ministro das Finanças era Teixeira dos Santos e estavamos a começar a ficar apertados de Orçamento do Estado.
O Governo ainda foi buscar uns bons trocos a carros que estavam na garagem e conheço mesmo muitos que até já estavam a servir de galinheiro ou já eram meia-dúzia de peças e continuaram a pagar IUC uma série de anos.
Eu na altura escrevi um post algures revoltadíssimo com isso.
Isto quer dizer que um dado modelo vendido entre 2005 e 2010, que não sofreu alterações pelo fabricante, continua a "estragar" mesmo nos domínios do ambiente e infra-estruturas viárias... portanto, a unica coisa que deve mudar é a sinistralidade rodoviária para um pagar 62.69 e o outro 127.82 :D
Verdade, lá está, a Lei não cumpre o seu enquadramento no artigo inicial. (No entanto é entre 1992 e 1996).
-
Sinceramente não entendo como se consegue arranjar critérios "justos" para um imposto de consumo.
Bens de procura rígida (ex. tabaco; álcool, energia, habitação) nem há discussão... é pagar e mais nada. Quando o estado precisa de aumentar receita, são os primeiros a levar a "marretada". Os outros bens em que o pessoal pode arranjar alternativas, é facil... taxa-se também estas...
Querem imposto mais injusto do que o IMI? Então um tipo tem de pagar só por deter um bem que é essencial, como a habitação permanante?
Depois ainda se ouve pessoal a bater palmas com a expressão :
- é bem feita, deixem de fumar!
- é bem feito, andem de transportes publicos!
- é bem feito... podem comprar casa, então podem pagar! como se já pagasse pouco quando se faz a escritura. :curtocircuito:
Pois é... já dizia o outro... "pimenta no c* do outro, para mim é refresco!" Esquecem é que todo o dinheiro que o estado retira da economia acaba por ser pago por todos nós directa ou indirectamente, pois é o consumo que faz rodar todo o conjunto.
Por isso é normal quem tenha uma moto antiga, achar que as novas deveriam pagar mais...
Quem tem uma moto nova, achará naturalmente o contrário, e assim se debatem argumentos que só servem para "encher pneus".
Na realidade quem define os impostos, irá tentar com o mínimo de "esforço" e impacto na popularidade (sim... impostos são impopulares por natureza) arrecadar o mais possível... é esse o critério real que sustenta o valor dos impostos. O estado precisa, o estado saca!
E isto não é algo que só aconteça por cá, mas para nós portugueses é mais fácil perceber onde é que o dinheiro dos nosso impostos NÃO é aplicado!
É obvio que se existirem mais motos (veículos) a circular até 10/15 anos de idade, do que as "poluentes" de 20/30... será muito fácil perceber quem irá pagar mais... :have.idea:
Não vale a pena complicar... :animated-smileys-angry-049:
Confesso que me faz uma certa confusão, ver pessoal a "aplaudir" criação/aplicação de impostos, só por comparação com o vizinho do lado, seja por que critério for.
O estado tenta retirar os "ovos" debaixo da galinha sem esta dar conta... e nada como colocar as galinhas a discutirem sobre uma mão cheia de nada para facilitar todo o processo...
Vá lá pessoal...não sejam franguinhos... :lolol:
:convivio:
PS: Percebo a necessidade de pagar impostos para financiar o regime em que vivemos e para partilhar com quem mais precisa, mas também já me lixam o suficiente todos os meses... não preciso de mais obrigado!
Vá lá... "mamem mas não abusem!"
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Em regra as antigas andam muito menos.
A Lambretta (55 anos em Março) se fizer 500 kms/ano é muito.
Quem tem clássicas tende a fazer uma utilização residual, muito moderada.
Há sempre excepções, um gajo ou outro com uma BMW com 40 anos e 500.000kms e que rola todos os dias. Mas como é um universo minúsculo de gente, acaba por ser uma migalha sem qualquer expressão na fotografia global.
Era aí que pretendia chegar... :nice:
É obvio que se existirem mais motos (veículos) a circular até 10/15 anos de idade, do que as "poluentes" de 20/30... será muito fácil perceber quem irá pagar mais...
Tenho imensas dúvidas...
Porque o mercado no final da década de 90 e inicios de 00's foi muito forte no que diz respeito a grandes cilindradas.
Acredito que esta seja uma razão para que isto tenha encravado nesse anos.
Se os anos avançam o número de motos a pagar escalão máximo vai cair estrondosamente.
E isto irás afectará substancialmente as receitas.
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Verdade, lá está, a Lei não cumpre o seu enquadramento no artigo inicial. (No entanto é entre 1992 e 1996).
Enganei-me nas datas... é a PDI a começar a dar sinais :)
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Tenho imensas dúvidas...
Porque o mercado no final da década de 90 e inicios de 00's foi muito forte no que diz respeito a grandes cilindradas.
Acredito que esta seja uma razão para que isto tenha encravado nesse anos.
Se os anos avançam o número de motos a pagar escalão máximo vai cair estrondosamente.
E isto irás afectará substancialmente as receitas.
Até 2019, o numero de matriculas emitidas para motociclos subiu em continuo desde 2013.
Não apanhei a evolução por cilindrada, mas se nos anos após crise as vendas de 125cc explodiram, uma parte desse pessoal evoluiu para cilindradas maiores, mesmo que sejam inferiores a 750cc.
(https://i.imgur.com/AzLAqtx.png)
Fonte:
https://www.pordata.pt/DB/Portugal/Ambiente+de+Consulta/Gr%C3%A1fico/5820203 (https://www.pordata.pt/DB/Portugal/Ambiente+de+Consulta/Gr%C3%A1fico/5820203)
De qualquer forma o grupo engordou em numero (mais gente a utilizar 2 rodas), assim se as receitas caírem, é só ajustar critérios.
Ideologias e politiquices á parte, não é de todo invulgar, a forma que o estado utiliza para ajustar a receita em proveito próprio, na sua relação com o cidadão comum. Porque quando se trata de outro tipo de interesses, não há problema em perdoar uns milhões.... Nem vou dar exemplos para não ferir "susceptibilidades".
Quando é para pagar, até te fazem desconto se for logo na altura... agora até prestações.
Quando é para te devolverem alguma coisa... bem podes esperar sentado... :lolol:
Era mais ou menos isso que queria dizer acima.
Mas ok, deixo a sugestão caso haja por aí algum representante da administração fiscal: :you.bet:
Parece-me muito justo baixar para metade o ISV e IUC ás motos de cor neutra (Preto, branco, cinza), e compensar com a subida para o dobro das restantes.
- A circulação a alta velocidade de objectos de cores vivas é prejudicial a certas espécies de aves raras...
- A passagem entre filas de transito de objectos de cores neutras não distrai os demais condutores permitindo-lhes manter um maior nível de concentração no FB ou Whatsapp enquanto conduzem.
- Um destes dias ainda virá a lume um estudo xpto a provar que uma moto de cor neutra provoca muito menos desgaste na via pública, e se o seu numero subisse para o dobro, os buracos e tampas de esgoto levantadas descia para menos de metade...
:yeah:
P.S.
As motos cá de casa são de cor preta, mas acreditem que nada tem a ver com a minha opinião.... :read.calm:
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Não apanhei a evolução por cilindrada, mas se nos anos após crise as vendas de 125cc explodiram, uma parte desse pessoal evoluiu para cilindradas maiores, mesmo que sejam inferiores a 750cc.
Ainda não tinha visto gráficos recentes de vendas.
E ainda bem que foste buscar isto. Porque vai de encontro ao que escrevi atrás.
O grande pico decorrido no passado foi em 1997. Precisamente onde estagnou o escalão máximo de IUC.
Fico também com a mesma dúvida relativamente à evolução das cilindradas.
Concordo que muita da malta das 125 evoluiu para cilindradas maiores.
Mas continuo a achar que a esmagadora maioria continue a ser as 125.
Acredito que até o fenómeno dos takeaway terá enorme peso nisso.
Recordo que a ubear eats começou em finais de 2017. E entretanto surgiram mais uns quantos concorrentes.
- Um destes dias ainda virá a lume um estudo xpto a provar que uma moto de cor neutra provoca muito menos desgaste na via pública, e se o seu numero subisse para o dobro, os buracos e tampas de esgoto levantadas descia para menos de metade...
Desgaste não digo...
Mas aposto que há muita gente a espumar pela boca para que entre a obrigatoridade de se circular com hi-viz.
As motos cá de casa são de cor preta, mas acreditem que nada tem a ver com a minha opinião....
#blackbikesmatter
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Essa tabela não bate certo nem com a realidade que assistimos após 2009 nem com outras que foram mostradas anteriormente até pelo deputado do PCP para a comprovação que a lei das 125cc veio "aumentar significativamente" a venda de motociclos em Portugal, já que se dizia que o mercado estar estagnado aos anos...
Pelo que... PORDATA pode significar a mesma credibilidade de gráficos que o CM possa mostrar sobre o covid..
Se não têm essa opinião, pelo menos eu tenho e não mudarei. (em offtopic, é a mesma credibildiade que a DXOmark tem actualmente em apenas exagerar pontuação de porcarias da china e só bater em produtos de marcas conceituadas que até usam os mesmos sensores fotográficos...)
Atendendo a termos de estar confinados, já deveria haver movimentação cívica para obrigarmos o governo a baixar o IUC para este ano, já que estamos impossibilitados de utilizarmos tanto as motos como os carros... não na totalidade mas em grande parte, pelo menos nas motos, já que são um veiculo de luxo e como é habito os passeios de domingo, onde nem sequer podemos sair do conselho...
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Essa tabela não bate certo nem com a realidade que assistimos após 2009 nem com outras que foram mostradas anteriormente até pelo deputado do PCP para a comprovação que a lei das 125cc veio "aumentar significativamente" a venda de motociclos em Portugal, já que se dizia que o mercado estar estagnado aos anos...
Pelo que... PORDATA pode significar a mesma credibilidade de gráficos que o CM possa mostrar sobre o covid..
Se não têm essa opinião, pelo menos eu tenho e não mudarei. (em offtopic, é a mesma credibildiade que a DXOmark tem actualmente em apenas exagerar pontuação de porcarias da china e só bater em produtos de marcas conceituadas que até usam os mesmos sensores fotográficos...)
Discordo... É claro que a qpinião é sempre um critério subjetivo, que devemos sempre respeitar, e é legitimo que cada um de nós tenha a sua.
Os factos são isso mesmo.... não são sujeitos a opiniões.
No mínimo contesta-se a credibilidade, não por comparações genéricas com o CM, mas com outros dados que o mereçam, até porque entre os media e as redes sociais, eu tendo a acreditar nos primeiros, mesmo que de quando em vez seja induzido em erro.
É a minha opinião.... baseada em factos de acesso livre.
Se o Pordata não satisfaz, pode-se confirmar aqui:
Relatório de Sinistralidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária 2019.
Pag. 80
(https://i.imgur.com/vqQd25F.png)
http://www.ansr.pt/Estatisticas/RelatoriosDeSinistralidade/Documents/2019/RelatorioAnualSegurancaRodoviaria2019.pdf (http://www.ansr.pt/Estatisticas/RelatoriosDeSinistralidade/Documents/2019/RelatorioAnualSegurancaRodoviaria2019.pdf)
Ao comparar o numero de veículos matriculados dos dados PORDATA, com o crescimento do parque de motociclos nos dados ANSR, não se encontram grandes discrepâncias.
Atendendo a termos de estar confinados, já deveria haver movimentação cívica para obrigarmos o governo a baixar o IUC para este ano, já que estamos impossibilitados de utilizarmos tanto as motos como os carros... não na totalidade mas em grande parte, pelo menos nas motos, já que são um veiculo de luxo e como é habito os passeios de domingo, onde nem sequer podemos sair do conselho...
Até era uma boa ideia, se de facto os impostos que pagamos associados ás motos atendessem a esse tipo de critérios... Na realidade falta dinheiro e é preciso sacar, de forma mais eficaz e com menos impacto nas sondagens, tal como disse atras. Para se perdoar "alegadamente" 100.000.000€ ás negociatas da moda da EDP, tem de se compensar com outras fontes..
Esta última parte é apenas uma opinião, ou se preferirem, uma "convicção".
P.S. Não te apoquentes, a cena da cor das motos Vs IUC/ISV era a brincar... :lolol: :lolol:
:cool:
:sportbike:
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Essa tabela não bate certo nem com a realidade que assistimos após 2009 nem com outras que foram mostradas anteriormente até pelo deputado do PCP para a comprovação que a lei das 125cc veio "aumentar significativamente" a venda de motociclos em Portugal, já que se dizia que o mercado estar estagnado aos anos...
Pelo que... PORDATA pode significar a mesma credibilidade de gráficos que o CM possa mostrar sobre o covid..
Se não têm essa opinião, pelo menos eu tenho e não mudarei. (em offtopic, é a mesma credibildiade que a DXOmark tem actualmente em apenas exagerar pontuação de porcarias da china e só bater em produtos de marcas conceituadas que até usam os mesmos sensores fotográficos...)
Discordo... É claro que a qpinião é sempre um critério subjetivo, que devemos sempre respeitar, e é legitimo que cada um de nós tenha a sua.
Os factos são isso mesmo.... não são sujeitos a opiniões.
No mínimo contesta-se a credibilidade, não por comparações genéricas com o CM, mas com outros dados que o mereçam, até porque entre os media e as redes sociais, eu tendo a acreditar nos primeiros, mesmo que de quando em vez seja induzido em erro.
É a minha opinião.... baseada em factos de acesso livre.
Se o Pordata não satisfaz, pode-se confirmar aqui:
Relatório de Sinistralidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária 2019.
Pag. 80 ( mais logo coloco imagem)
http://www.ansr.pt/Estatisticas/RelatoriosDeSinistralidade/Documents/2019/RelatorioAnualSegurancaRodoviaria2019.pdf (http://www.ansr.pt/Estatisticas/RelatoriosDeSinistralidade/Documents/2019/RelatorioAnualSegurancaRodoviaria2019.pdf)
Ao comparar o numero de veículos matriculados dos dados PORDATA, com o crescimento do parque de motociclos nos dados ANSR, não se encontram grandes discrepâncias.
Atendendo a termos de estar confinados, já deveria haver movimentação cívica para obrigarmos o governo a baixar o IUC para este ano, já que estamos impossibilitados de utilizarmos tanto as motos como os carros... não na totalidade mas em grande parte, pelo menos nas motos, já que são um veiculo de luxo e como é habito os passeios de domingo, onde nem sequer podemos sair do conselho...
Até era uma boa ideia, se de facto os impostos que pagamos associados ás motos atendessem a esse tipo de critérios... Na realidade falta dinheiro e é preciso sacar, de forma mais eficaz e com menos impacto nas sondagens, tal como disse atras. Para se perdoar "alegadamente" 100.000.000€ ás negociatas da moda da EDP, tem de se compensar com outras fontes..
Esta última parte é apenas uma opinião, ou se preferirem, uma "convicção".
P.S. Não te apoquentes, a cena da cor das motos Vs IUC/ISV era a brincar... :lolol: :lolol:
:cool:
:sportbike:
Muito bem...
Os dados não batem certo também com a propaganda dos tipos das inspecções em que quiseram recentemente provar que existe cada vez mais motos desde que apareceu a lei das 125cc, e pelos dados da PORDATA verifica-se o oposto... houve então uma clara baixa de venda de motociclos... que... suspeito que não tenha sido bem assim... até pela quantidade de chinesices que apareceram no mercado e até a NORAUTO vendia motociclos...
Em todo o caso, e se realmente for como a PORDATA tem indicado é uma clara "desconstrução" do que se tem sempre dito em toda a parte, inclusive em artigos de opinião de jornalistas da "especialidade".
E eu próprio fico espantado porque a minha realidade foi ver sempre cada vez mais motos desde que as 125cc apareceram e nunca o oposto... até pela cada vez mais dificuldade de se arranjar lugares de estacionamento em parques de motociclos...
MAS a realidade Lisboeta talvez não corresponda então à realidade nacional...
:pensador: :pensador: :pensador:
Sobre CREDIBILIDADE é um assunto bem actual onde é tudo colocado em causa e portanto não é assim tão estranho eu ter feito a comparação a um CM...
-
"2Low
Muito bem...
Os dados não batem certo também com a propaganda dos tipos das inspecções em que quiseram recentemente provar que existe cada vez mais motos desde que apareceu a lei das 125cc, e pelos dados da PORDATA verifica-se o oposto... houve então uma clara baixa de venda de motociclos... que... suspeito que não tenha sido bem assim... até pela quantidade de chinesices que apareceram no mercado e até a NORAUTO vendia motociclos...
Em todo o caso, e se realmente for como a PORDATA tem indicado é uma clara "desconstrução" do que se tem sempre dito em toda a parte, inclusive em artigos de opinião de jornalistas da "especialidade".
E eu próprio fico espantado porque a minha realidade foi ver sempre cada vez mais motos desde que as 125cc apareceram e nunca o oposto... até pela cada vez mais dificuldade de se arranjar lugares de estacionamento em parques de motociclos...
MAS a realidade Lisboeta talvez não corresponda então à realidade nacional...
:pensador: :pensador: :pensador:
Sobre CREDIBILIDADE é um assunto bem actual onde é tudo colocado em causa e portanto não é assim tão estranho eu ter feito a comparação a um CM...
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O Pordata é um site oficial dedicado aos registos estatísticos do nosso País.
Contudo, a sua vocação está mais dirigida a questões demográficas, sendo que no caso dos veículos apenas apresenta valores absolutos sem recorrer a estudos que demonstrem a sua distribuição geográfica. Peca também por não considerar as vendas de veículos usados que influenciam os valores de frota totais/anuais, e também não leva em consideração as cc por grupos, o que não permite perceber uma influencia evidente das 125cc.
Ainda assim, baseado numa breve análise do gráfico de registo de novas matriculas, podemos constatar que o mercado de motociclos viveu tempos dourados na ultima década do séc.XX e caiu significativamente na década seguinte. Este fenómeno pode ser explicado pela geração do Baby Bom Português que viveu a adolescência nessa década, que foi economicamente influenciada por uma maior disponibilidade financeira e uma maior abertura aos mercados estrangeiros fruto da adesão à UE.
Esta geração atingiu a maioridade na recta final da década de 90 e começou a trocar as duas rodas pelas quatro, o que provocou impacto no mercado dos motociclos, que entrou em queda precisamente até 2009. Altura em que o mercado entrou em franca recuperação até ao resgate financeiro e o "absurdo aumento de impostos" que nos foi oferecido pelo Dr. Gaspar e seus "puppeteers" da TROIKA. Findo este período, a recuperação do mercado de motociclos é mais que evidente, tendo quase duplicado o numero de efectivos na ultima década.
Assim penso que é legitimo afirmar que a lei das 125cc veio democratizar o mundo das duas rodas porque permitiu a uma geração saudosista que deixou de ter mota no final da sua adolescência, vislumbrar aqui uma oportunidade de retomar uma paixão antiga.
www.pordata.pt/Portugal/Ve%c3%adculos+matriculados+total+e+por+tipo+de+ve%c3%adculo-3103 (http://www.pordata.pt/Portugal/Ve%c3%adculos+matriculados+total+e+por+tipo+de+ve%c3%adculo-3103)
(https://i.imgur.com/Vhwvcp1.jpg)(https://i.imgur.com/RCr84VL.jpg)
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Há outro assunto em paralelo que se tem de ter em conta sempre que se fala de venda de novos veículos, seja de automóveis ligeiros, seja de motociclos, que é a aquisição de frotas de empresas de aluguer e que está quase sempre relacionada com o menor ou maior investimento no turismo (ou neste caso o numero de turistas no país por ano).
E quando o turismo tem quebras significativas este mercado também imediatamente se reflecte em números de vendas bem inferiores.
A PORDATA deveria ter também em separado o que é o real mercado para o consumidor final privado e em separado o que representa a venda destinada a frotas de aluguer ou até as vendas destinadas a veiculo de serviço de determinada empresa/funcionário.
Ainda sobre as frotas, existe também o reflexo do que significou o aparecimento de UBERS/GLOVOS/semelhantes, pelo que a PORDATA também deveria constar um separador especifico para este caso.
Porque além de credibilidade há que haver rigor para se saber ao certo como é realmente o nosso mercado de vendas de novos motociclos porque juntar tudo no mesmo saco pode não representar realmente o que é o mercado, ou a parte do mercado que nos interessa, que é perceber a preferência dos consumidores finais (nós) quanto a comprar mais ou menos motociclos...
MAS voltando ao IUC, seria justo e correcto haver um esforço do ESTADO/GOVERNO em reduzir os valores do IUC uma vez que estamos quase sempre impossibilitados de utilizarmos os nossos veículos com a total liberdade, que o próprio governo decretou na assembleia da republica a limitação da nossa liberdade a bem da saúde...
MAS como já o SARrider disse ali acima, além da situação da EDP, foi ainda hoje confirmado que a injecção da tal bazooka europeia (muito dinheiro) vai 80% para a função publica e só 20% será injectado no privado, que representa à vontade mais de 60% do "tecido empresarial nacional" (e que emprega a grande maioria dos portugueses), está tudo dito!
Há um livro recente que o titulo resume bem a coisa:
(https://i.postimg.cc/Z50G93Ky/500x.jpg)
(como livros têm piada pelo titulo mas o conteúdo é tão fraquinho e enfadonho que é dinheiro mal gasto, pelo menos o outro primeiro era... lá está modas... nem sempre significam que realmente são o melhor produto! (outro assunto) )
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penso que é legitimo afirmar que a lei das 125cc veio democratizar o mundo das duas rodas porque permitiu a uma geração saudosista que deixou de ter mota no final da sua adolescência, vislumbrar aqui uma oportunidade de retomar uma paixão antiga.[/size]
Uma leitura possível do gráfico é a de que a lei das 125 não teve um efeito imediato muito significativo no início, porque quando a lei surge (2009) estávamos a cair a pique na crise 2008-13. A retoma só começa verdadeiramente em 2014/15, e esses são os anos em que se nota a inversão da tendência nos números de motociclos, que cresce sustentadamente a partir daí para números que antes nunca tínhamos tido. Para esse resultado contribuíram, aí sim, os "nascidos das 125" uma vez que o número de motociclistas cresceu exponencialmente na última década. Esses motociclistas é que deram escala ao mercado, primeiro ao comprar 125, depois ao comprar outras motos maiores. É uma fatia de mercado que muito simplesmente não existia antes.
Pode ser defeito de análise minha, mas eu não vejo muitos exemplos de gente que deixou de ter moto no final da sua adolescência e que retomou a tal paixão antiga por causa da lei das 125. Penso (posso estar enganado) que a esmagadora maioria desses já tinham carta, portanto as 125 não lhes aqueceu nem arrefeceu.
Provavelmente as condições económicas pós troika é que podem ter tido um papel em trazer esses motociclistas de volta.
Se tivesse que explicar o gráfico, era por aí que iria. ;)
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penso que é legitimo afirmar que a lei das 125cc veio democratizar o mundo das duas rodas porque permitiu a uma geração saudosista que deixou de ter mota no final da sua adolescência, vislumbrar aqui uma oportunidade de retomar uma paixão antiga.[/size]
Uma leitura possível do gráfico é a de que a lei das 125 não teve um efeito imediato muito significativo no início, porque quando a lei surge (2009) estávamos a cair a pique na crise 2008-13. A retoma só começa verdadeiramente em 2014/15, e esses são os anos em que se nota a inversão da tendência nos números de motociclos, que cresce sustentadamente a partir daí para números que antes nunca tínhamos tido. Para esse resultado contribuíram, aí sim, os "nascidos das 125" uma vez que o número de motociclistas cresceu exponencialmente na última década. Esses motociclistas é que deram escala ao mercado, primeiro ao comprar 125, depois ao comprar outras motos maiores. É uma fatia de mercado que muito simplesmente não existia antes.
Pode ser defeito de análise minha, mas eu não vejo muitos exemplos de gente que deixou de ter moto no final da sua adolescência e que retomou a tal paixão antiga por causa da lei das 125. Penso (posso estar enganado) que a esmagadora maioria desses já tinham carta, portanto as 125 não lhes aqueceu nem arrefeceu.
Provavelmente as condições económicas pós troika é que podem ter tido um papel em trazer esses motociclistas de volta.
Se tivesse que explicar o gráfico, era por aí que iria. ;)
Simplesmente não há dados que comprovem uma ou outra teoria! :convivio:
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A análise por cilindrada deve existir nos números de matrículas da ACAP (?) e é importante ver, por uma razão simples: exceptuando uma fase ali pelos anos 90, muito ligada à DTR125 (que foi durante anos a fio a moto mais vendida no país - muitas também para a GNR), o mercado das 125 praticamente não existia. Eram as DTR, as desportivas a 2T (NSR 125, as TZR, RG etc) e, nas 4 tempos, as CG125 para estafetas e carteiros. De resto, as 125 eram um deserto. Porque tinham uma diferença de preço pequena (em termos relativos) para as cilindradas maiores e quase ninguém comprava 125.
Os únicos que as compravam eram os que (podiam e) queriam fazer "escola" nas desportivas a 2 tempos mais pequenas para saltar para as 600 que comprariam a seguir, e não queriam passar das 50 directamente para as 600 (apesar de, nessa altura, isso ser legalmente permitido).
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A análise por cilindrada deve existir nos números de matrículas da ACAP (?)
Existe no seguinte site, que reflete a produção estatística da ACAP, acesso reservado para conteúdo em geral.
Reprodução naturalmente sujeita a regras. :(
http://www.autoinforma.pt/pt/home (http://www.autoinforma.pt/pt/home)
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Eu tenho a Pordata como uma fonte confiável, é inclusive usado em muitos estudos universitários, teses, dissertações, etc.
Pode ter os seus desvios por coisas que ultrapassam os meros números (como o exemplo dos rent a car/ubers) mas nada a ver com o CM, 2low.
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Eu tenho a Pordata como uma fonte confiável, é inclusive usado em muitos estudos universitários, teses, dissertações, etc.
Pode ter os seus desvios por coisas que ultrapassam os meros números (como o exemplo dos rent a car/ubers) mas nada a ver com o CM, 2low.
O que disse foi "Pelo que... PORDATA pode significar a mesma credibilidade de gráficos que o CM possa mostrar sobre o covid.. ", não disse que a PORDATA era como a CM...
Queria referir-me à exigência de maior rigor nos dados fornecidos.
Mostrar dados todos misturados é uma coisa bem menos rigorosa do que separar os valores por "capítulos temáticos"...
Ou com os dados todos misturados os dados podem ter menor utilização como também disse ali algures...
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O Pordata é muito útil, absolutamente fiável. Mas como já referi mais atrás, o Pordata é vocacionado para questões ligadas à problemática demografica.
O seu acervo de informação é recolhido segundo métodos qualitativos e quantitativos através de censos, inquéritos e registos. De modo que esse trabalho de campo só será realizado, quando der jeito ao governo.
Enviado do meu VOG-L29 através do Tapatalk
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O Pordata é muito útil, absolutamente fiável. Mas como já referi mais atrás, o Pordata é vocacionado para questões ligadas à problemática demografica.
O seu acervo de informação é recolhido segundo métodos qualitativos e quantitativos através de censos, inquéritos e registos. De modo que esse trabalho de campo só será realizado, quando der jeito ao governo.
Enviado do meu VOG-L29 através do Tapatalk
Confirmo. O Pordata é uma excelente ferramenta de trabalho e já me foi muito útil no passado profissional para fundamentar questões relacionadas amostragem de população em cálculos financeiros e financiamentos.
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Essa tabela não bate certo nem com a realidade que assistimos após 2009 nem com outras que foram mostradas anteriormente até pelo deputado do PCP para a comprovação que a lei das 125cc veio "aumentar significativamente" a venda de motociclos em Portugal, já que se dizia que o mercado estar estagnado aos anos...
O texto do Miguel Tiago que certamente te referes pode ser consultado aqui (https://motojornal.pt/o-outro-lado-das-mortes-do-expresso/).
O contexto foram as notícias recorrentes na comunicação social sugerindo um hipotético aumento da sinistralidade.
E o que ele fez foi correlacionar a dimensão do parque de motociclos com a estatística de sinistralidade.
O gráfico que o SARider colocou mostra o numero de novas matriculas por ano.
O que permite ter uma noção das vendas de motos novas.
Mas não do parque motociclistico, que corresponde a todas as que existem em circulação.
Se o Pordata não satisfaz, pode-se confirmar aqui:
Relatório de Sinistralidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária 2019.
Pag. 80
(...)
Ao comparar o numero de veículos matriculados dos dados PORDATA, com o crescimento do parque de motociclos nos dados ANSR, não se encontram grandes discrepâncias.
Esse relatório é muito interessante.
Algures pelo meio tem diversas correlações idênticas à que na altura se serviram para provar as fakenews.
Talvez por isso, a imposição das IPO tenha mudado de estratégia.