Clube Português Motociclismo
GERAL => Quando tudo é novidade... As Primeiras Dicas! => Tópico iniciado por: Lourenço em Abril 02, 2020, 12:46:27, 12:46
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Provavelmente existirão tópicos com este tema e eventualmente este vídeo que já tem quase dois anos.
Que vos parecem as conclusões a que se chega? Racionais em excesso? Lógicas? Descabidas? Sensatas?
1000cc vs 600cc vs 300cc! Which Motorcycle Is Best For You?
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Bom vídeo! Não posso falar muito porque para já só andei na minha 125cc e numa 600cc onde tirei a categoria A.
Ainda assim, cheguei a comentar, quando acabava as aulas e voltava para a minha ficava contente com a leveza da minha, com a suavidade com que conseguia meter mudanças, sem sentir aquele calor do motor entre as pernas (apesar da minha ser refrigerada a ar e a 600cc ser por líquido).
Mais, por ser mais barata e de mecânica mais simples, acabo por me aventurar a fazer manutenções que se tivesse uma mota mais cara, provavelmente não me atreveria a mexer.
Como nem tudo são vantagens... É claro que sinto falta de mais força nas subidas quando levo pendura e de mais estabilidade quando vou a 100.
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Já tive varias motas, com diversos motores e diversas filosofias.
Por muito que alguém nos possa aconselhar, por vezes temos que viver as situações , e só depois mudamos de opinião.
Lembro-me bem de dar umas voltas em RD350, TZR250 ou RGV250, e acreditem que aquelas coisas metiam medo.
Da mesma forma que também sempre houve motores >750cc potentes, porém dóceis na sua utilização.
Como diz no filme, há um mínimo a garantir. Circular em certas vias a velocidades muito abaixo do fluxo de transito pode tornar-se perigoso. assim a minha escolha seria sempre algo que consiga no mínimo rolar 120/130 sem estar a torrar a rotação disponível, tendo em conta uma utilização que não se restrinja somente a percursos citadinos.
De resto é sempre uma escolha em que a parte emocional tem quase sempre um peso superior á razão. Acho que o mesmo se aplica a carros, ou não se veriam por aí tantos SUV/Crossover, quando um mero utilitário serviria perfeitamente o uso que a maioria lhes dá.
O conceito de segurança é sempre interessante no que respeita ás motos.
Na realidade o verdadeiro perigo é quem as monta, e não me excluo do grupo, pois também já passei por algumas situações complicadas, e de todas elas o principal responsável fui sempre eu, mesmo naquelas em que o código da estrada afirmava o contrário.
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Eu já tive varias CC, e aos 45 anos (já tenho mais) e com carta Mota desde os 18 e depois de ter tido umas quantas motas (9) desde uma ZX-7r a uma Dr 350 entre outras, cheguei a conclusão que para mim uma 650 CC era o que melhor me servia!
Mas porque também tenho uma :scooter: 125 para andar na cidade, e as viagens que faço são para moto turismo!!
Para o nosso país, para as nossas vias, não preciso mais!!
Mas sou eu, respeito quem acha que menos chega, e quem acha que mais é pouco!
Vão existir mil opiniões diferentes, e todas serão validas!
Nada como usufruir, e sentir bem connosco!
:convivio: :convivio:
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É isso...
Existem opiniões diferentes e parece-me que serão todas elas válidas. E não é descabido isso acontecer...
O que é para um suficiente, para outro é motivo para troca ao fim de pouco tempo. É normal...
Existe quem fique mais do que satisfeito com o desempenho de uma 300cc, outros satisfas-lhes um "meio termo" com 500cc-600cc-700cc e outros não abdicam de uma cilindrada mais elevada.
Depois no meio disto tudo ainda existe o tipo de motociclo.
Maxiscooter ou moto...naked ou carenada....clássica ou scrambler, etc...
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Foi mesmo por causa desse video que comecei a analisar a minha situação. Ok sou um gajo alto, mas preciso mesmo de andar em motas do de 1000cc para cima? O que é que aproveito dessas motas que não aproveito de uma 650/700/750, ou mesmo de uma 300 ou 400?
Bom acho que no caso das 300 e 400, como gosto de andar com pendura, acaba por ser um pouco limitado, então em viagem, provavelmente seria como na minha antiga 125, em que ia sempre a 100% com o punho puxado.. mas acho que a partir das 500cc, qualquer mota já consegue atingir níveis satisfatórios em todos os campos. Agora vejo que ter uma 1300 para uso diário é quase comparável a ter um SUV gigante para o transito diário e para ir às compras.. simplesmente não é o elemento do bicho.
A meu ver é o seguinte:
- para 80% viagens longas maioritariamente em auto estradas e 20% passeios mais curtos ao fim de semana (nacionais/serras): uma 1000cc ou mais é o recomendável ( + conforto, + autonomia, - agilidade
- 80% cidade e 20% passeios curtos ao fim de semana: epá, acho que uma africa twin não é o melhor :D talvez algo a rondar os 500cc, no máximo diria uma 750cc e o minimo uma 125cc, porque não? (+- conforto, - autonomia. + agilidade)
- 70% cidade, 20% passeios curtos, 10% viagens até uns 700kms por dia): acho que aqui reina um pouco a paixão que se tem à mota, e o compromisso que se terá de fazer.. mais autonomia e mais conforto para os 30% ou mais agilidade para os 70%? a falta de agilidade é capaz de não dar tanta dor de rabo e costas como se calhar o conforto de um banco de sofá resolve, mas depois quanto mais conforto, menos se sente que se está na estrada com uma mota, menos se sente a aventura, diria.
eu identifico-me facilmente com este ultimo ponto, e sim, a minha mota actual permite-me com jeitinho a ir de Lisboa até Madrid só com uma paragem no meio e chegar com depósito para mais, mas indo pela AE vou ter o mesmo prazer que se for por estradas secundárias? conhecer alcatrão e kms rectos é mt giro, para quem só gosta de andar em frente, mas acho que tem outra beleza ir pelo interior e ir conhecendo povos mais pequenos e isolados, mesmo que demore o dobro do tempo.
No sentido do video, está-se claramente só a meter motas desportivas e nakeds ao barulho, mas julgo que este video elabora melhor o que eu quero dizer:
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Sempre fui adepto das 500 porque é uma cilindrada que me marcou muito.
Sou do tempo da prova rainha 500 cc a 2 tempos e convivi de perto com elas por ajudar a arranjar as carenagens incluindo pintar as marcas nas oficinas do Autódromo do Estoril.
Se neste momento preciso de mais ? creio que não, o uso descontraido que dou á minha cb500x chega bem para me sentir feliz até porque não aprecio velocidades.
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Tenho alguma dificuldade em categorizar cilindradas exactas, pois diferentes geometrias e configurações de motor com a mesma capacidade podem resultar em experiências de utilização distintas.
Há motorizações para todos os gostos.
Mas acredito que há um "sweet spot" que consegue ser dócil o suficiente para não assustar principiantes, versátil para diferentes tipos de andamento e sem ser aborrecido para condutores mais experientes.
Os twins entre os 650 a 900cc na minha opinião cumprem esta expectativa.
Habitualmente com binários muito competentes acima e entregas de potências lineares até à casa dos 70 a 90cv.
O que não quer dizer que seja o "melhor para mim".
Idealmente teria várias opções conforme o estado de espírito.
:)
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Durante muito tempo tive uma 500 a Aprilia scarabeo, excelente estadista e muito boa em cidade, contudo para viagens acima de 400kms tornava-se limitada mas mesmo assim fez muitas. pouco a usava em autoestradas pois em estrada mantinha bons andamentos.
Considerava eu que era a cilindrada ideal.
Depois tive uma interrupção de alguns meses e comprei uma ybr250 boa de conduzir na cidade mas nao era aquilo, troquei por uma Skygo 400, tipo Virago 535, um espectáculo para passeios tranquilos, continua comigo. Segue a Mp3 400, a Benelli Bn 300 e finalmente a mana 850 que pretendo manter pois consigo fazer auto estrada a uma velocidade decente que me permita tirar partido da mesma. Em estrada também muito boa e na cidade quando lhe dou uma gazada.....
Também tive uma 50 que fui a Portimão, a Badajoz, e muitas voltinhas nos arredores de Lisboa demorava era mais tempo e tinha menos 40 anos.
Eu penso que a melhor mota é a que gostamos, pois faz-nos crer que nos acompanha onde queremos ir, independentemente da cilindrada.
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Comecei nas 50cc aos 14 anos, aos 16 tirei a licença ,tive várias e aliás foi numa 50 que mais km fiz num ano até hoje,30000km.
Ja Andei em muita mota, a que mais cc tive foi a 500 ,agora desci ás 300 ,acho que a virtude está a meio,de nada serve ter uma 1000 ou mais se nao se dá uso,nao não se têm mãos para elas,como tal, acho um absurdo ter uma r para passar até a roca no domingo ,sem fazer rodagens, sem se estimar, depois a marca gasta óleo, por culpa de quem as tem só querer os 299,consumismo puro,mas cada um sabe o que quer, o que precisa e o que pode ou não ter.
Boas festas 
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Eu não tenho muita experiência apesar de tudo, mas acho que acertei na minha cbr600.
Leve, confortável (considerando que é uma R), potência mais do que suficiente para mim (e para os limites da legalidade obviamente...). Não deixo de ter aquela curiosidade mórbida de experimentar uma 1000 mas acho que é completamente overkill para o uso que lhe dou.
Por falar nisso, aproveito também para ajudar a desmistificar a ideia de que desportivas de 600cc são morte instantânea. Não são. São motas bastante suaves no arranque até e mesmo para trânsito congestionado, não é preciso estar com grandes cerimónias para controlar a embraiagem.
Diria que o único problema das desportivas é que deixam uma pessoa demasiado eufórica e euforia em excesso pode trazer o ego e excesso de confiança ao de cima. Com estes dois factores presentes, é muito fácil julgar mal a velocidade necessária para a entrada numa curva em segurança. De resto, estamos a falar de máquinas com suspensões, travões e muitas vezes electrónica de topo, que não se encontrará em muitas outras motas mais utilitárias.
Se formos a ver apenas pela mota, uma R1 Crossplane é mais segura que uma NC750 : p
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(...)Diria que o único problema das desportivas é que deixam uma pessoa demasiado eufórica e euforia em excesso pode trazer o ego e excesso de confiança ao de cima. Com estes dois factores presentes, é muito fácil julgar mal a velocidade necessária para a entrada numa curva em segurança. De resto, estamos a falar de máquinas com suspensões, travões e muitas vezes electrónica de topo, que não se encontrará em muitas outras motas mais utilitárias.
(...)
Tendo a concordar. As desportivas (ou motos com muita performance) despertam sempre o "hooligan" dentro de nós. E isso, na estrada, normalmente não é bom. Quer dizer, sabe bem quando corre bem e quando nos auto-controlamos.
Depende muito do quanto nos conhecemos a nós mesmos (e dos nossos limites aceitáveis) e do quanto estamos dispostos a arriscar para extrair um pouco do potencial delas.
Uma coisa que aprendi com o tempo é que é possível ter motos muito divertidas com uma dúzia de cavalos, e um número de cc quase ridículo. Depende muito do que cada um valoriza e aprecia.
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Eu vou um bocado contra-corrente - adoro altas cilindradas!!!!
Conduzi várias motos e de vários tipos ao longo da vida, e das que mais me marcaram foram a minha CBR 1100 XX e a minha KTM 1290 SAS.
São mais confortáveis para grandes tiradas (falo em 8 horas por dia em cima da moto, e acima de 300 km's de cada vez, por estradas nacionais e municipais na esmagadora maioria).
Têm motor que chega em qualquer faixa do conta rotações, permitindo sempre boas retomadas e saídas de curva, tal como levar pendura e bagagem sem se sentir o motor em esforço.
E depois para curtir e enrolar o punho, é uma questão de carácter! 4 em linha, 2 boxer, 2 em L, V2, muda tudo!!!!
Pessoalmente sempre adorei motores com binário fortíssimo e com boas baixas/ médias, mais do que andar em altas, embora seja absolutamente viciante espremer um 4 em linha japonês!!!!!!!!
São gostos e felizmente, discutem-se!!! :festa:
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sempre preferi a gama das 300cc, de preferência 330 cc, abaixo disso gastam-se depressa, as 1.000 cc perdem a temperatura ideal :lolol:
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sempre preferi a gama das 300cc, de preferência 330 cc, abaixo disso gastam-se depressa, as 1.000 cc perdem a temperatura ideal :lolol:
:convivio:
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A minha escada foi:
50cc
125cc
600cc
1100cc
Sempre a subir e, na possibilidade de poder trocar, seria de novo para cima.
Sei que gastam mais, que pagam mais IUC e essas coisas todas, mas prefiro os motores maiores.
A minha moto actual tem um motor 1100cc. Não é moto de corrida, deve dar 200 a descer ( numa descida MUITO acentuada ). Não é moto para andar muito depressa durante grandes periodos de tempo, como qualquer naked. Mas, ainda assim, tem motor suficiente para dar um salto rápido dos 120 para os 160/170, sempre que seja necessário ultrapassar um automovel mais teimoso na estrada nacional.
Sendo as nacionais o meu "terreno de caça", não há assim tantos automoveis a praticar as velocidades que se costumam ver nas auto-estradas. É muito facil, num percurso de 50 klm, partir á mesma hora que um automovel e chegar ao destino com 10 minutos ou mais de vantagem, sem apertar muito com a moto. E, quanto mais transito apanhar, maior vai ser a vantagem.
Não só porque a moto é mais agil, tambem porque o tal "saltinho rápido" de velocidade facilita bastante nas ultrapassagens.
Sendo uma 600cc, esse saltinho é perfeitamente praticavel ( mais nas desportivas, mas a generalidade tambem o faz ). No caso de ser uma 1000cc, é ainda mais facil.
Não andei em nenhuma 300cc, haverá modelos muito diferentes de outros, sem duvida. Mas, e acreditando que as prestações são proporcionais á cilindrada, poderá faltar a tal "pontinha" para dar o tal "saltinho". Não digo que seja com todas, claro. As versões mais espigadas de algumas marcas conseguem atingir velocidades de ponta similares a algumas 600cc. Mas é, tal como digo, velocidade de ponta... que vai ser uma velocidade média/alta da tal 600cc e uma velocidade de cruzeiro de uma 1000cc.
É esta uma das razões, alem de gosto pessoal e de outras, que me fazem preferir as cilindradas maiores.
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Sei que gastam mais, ...
Nem sempre.
A minha 125 bebe mais que a minha 800.
A minha 800 bebe mais que a minha 1200.
:D
A configuração e arquitectura do motor tem na maior parte dos casos mais influencia que própria cilindrada.
É esta uma das razões, alem de gosto pessoal e de outras, que me fazem preferir as cilindradas maiores.
Binário! <3
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Sei que gastam mais, ...
Nem sempre.
A minha 125 bebe mais que a minha 800.
A minha 800 bebe mais que a minha 1200.
:D
A configuração e arquitectura do motor tem na maior parte dos casos mais influencia que própria cilindrada.
É esta uma das razões, alem de gosto pessoal e de outras, que me fazem preferir as cilindradas maiores.
Binário! <3
Ponto 1: Tambem...
Ponto 2: Exacto!