Não vão fazer exames a próstata
Mas para isso já tens EMEL, IMTT, GNR E PSP :D
Vamos lá ver se depois ao passamos ao lado do radar do aeroporto ou debaixo duma linha de alta tensão não irá os sensores e sistemas passarem se com as interferências e sem falar no hacking destes sistemas igualmente.
Em vez de sistemas de segurança vamos falar de segurança de sistemas.
Já não faltará muito para os veículos fazerem exames à prostata....
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Então e as habilitações para tal?
Estamos num ponto de viragem (em curso...) em que a tecnologia a bordo impossibilita que qualquer um possa mexer num veículo sem conhecimentos muito específicos e com elevada formação para o efeito.
Estamos a falar de uma maioria de veículos novos com capacidades já muito próximas de estar em constante 'comunicação' com semáforos, com sinalização rodoviária e até mesmo a capacidade de comunicar com outros veículos nas proximidades para melhorar a gestão do tráfego.
Alguns até já têm estas tecnologias...
Optimização do trânsito, minimizar o consumo de energia, prevenir acidentes ou situações que possam levar a tal... e em certa medida (mesmo que colateral), até para servir de auxílio às autoridades numa certa manutenção da organização dos veículos em circulação...
E sim...caminhamos a passos largos para as capacidades autónomas.
Pode levar o seu tempo, mas chegará a altura em que o ser humano entrará num veículo apenas para ser conduzido do ponto A ao B. :read.calm:
Então e as habilitações para tal?
Estamos num ponto de viragem (em curso...) em que a tecnologia a bordo impossibilita que qualquer um possa mexer num veículo sem conhecimentos muito específicos e com elevada formação para o efeito.
Estamos a falar de uma maioria de veículos novos com capacidades já muito próximas de estar em constante 'comunicação' com semáforos, com sinalização rodoviária e até mesmo a capacidade de comunicar com outros veículos nas proximidades para melhorar a gestão do tráfego.
Alguns até já têm estas tecnologias...
Au contraire mon ami...
Os sistemas electronicos adicionais são sistemas que automatizam as funções que outrora eram(são) completamente manuais e dependentes do condutor. É eliminar o factor humano que é o mesmo que dizer o erro. Requerer mais formação era contraproducente para a sua aplicação e efectividade.
(....)
Ok não tinha apercebido que era nesse ângulo.Então e as habilitações para tal?
Estamos num ponto de viragem (em curso...) em que a tecnologia a bordo impossibilita que qualquer um possa mexer num veículo sem conhecimentos muito específicos e com elevada formação para o efeito.
Estamos a falar de uma maioria de veículos novos com capacidades já muito próximas de estar em constante 'comunicação' com semáforos, com sinalização rodoviária e até mesmo a capacidade de comunicar com outros veículos nas proximidades para melhorar a gestão do tráfego.
Alguns até já têm estas tecnologias...
Au contraire mon ami...
Os sistemas electronicos adicionais são sistemas que automatizam as funções que outrora eram(são) completamente manuais e dependentes do condutor. É eliminar o factor humano que é o mesmo que dizer o erro. Requerer mais formação era contraproducente para a sua aplicação e efectividade.
(....)
Acho que não te apercebeste que estava a dar resposta a ser algo feito (como controlo)...pela EMEL, GNR ou PSP.
Era a essa frase que eu dei essa resposta... :)


Isto (muito) provavelmente é apenas e só o princípio que conduzirá àquilo que dizia acima...
Passaremos a ser apenas e só passageiros do veículo, que toma todas as acções por nós.
Existem coisas realmente boas (presume-se uma redução drástica da sinistralidade) e outras que de facto não o são (retira por completo a emoção que é intrínseca à condução...existente mais nuns modelos que noutros).
No entanto, parece-me que é coisa que levará o seu tempo.
Umas décadas, por assim dizer. :)
Ao ritmo com estão a implementar as limitações sobre a circulação nas cidades, mais depressa as cilindradas "pequenas" subirão de preço, pois a procura será maior.
Acredito igualmente na subida de preço, por exemplo de uma 125cc, pois a tecnologia será sempre aplicada e será sempre mais evoluída. Vejam por exemplo o caso das smart keys ou os controlos de tração, etc. etc. implementados em alguns modelos de scooters/maxiscooters.
É claro que existindo um sistema que permita aceder a mais dados aquando do acidente com um motociclo será sempre uma mais valia no apuramento de responsabilidades, mas prevejo que isso seja sempre caro ao utilizador e um extra pago mensalmente se a comunidade europeia não obriga, e mesmo assim demorará anos.
A palavra chave atualmente na Europa chama-se "poupança": poupança no gás e restantes energias, poupança nos recursos e porque não nas movimentações. Será que se teme uma enorme hecatombe na sociedade europeia caso toda esta situação piore?