Sim claro que experimentaria outros modos. Fiquei curioso em experimentar o modo "S" e os seus 3 níveis, mas para isso penso que será para as estradas abertas, curvas e contra curvas... outros espaços.Tentei ser o mais racional possível neste primeiro contacto, certamente encontraria mais coisas boas e outras más, que não se adequam ao meu gosto de duas rodas, entenda-se.Nunca senti falta de motor a conduzir com pendura, como o sinto na minha 300, naturalmente.Quis experimentar a XADV não para lhe descobrir os limites (se que alguma vez eu conseguisse isso num teste drive) mas sim até que ponto esta moto/maxiscooter se adequaria às minhas necessidades diárias: manobrabilidade, consumos, condução a dois, espaço e praticabilidade.Manobras a baixa velocidade que implique parar (pousar o pé) ou com a maquina desligada foi o que mais me deixou apreensivo devido à minha "pequena?" altura (estava de botas de montanha quando a conduzi).E este pequeno "grande" pormenor no dia-a-dia de utilização, para mim tem muita importância. Um coisa é eu pegar na moto/maxi o que for e seguir por estrada aberta, apanhar uma fila de 1 ou 2 kms de trânsito, outra é filtrar por entre filas enormes de trânsito.Não achei a XADV largueirona, nada disso, mas foi sim o peso durante a realização de manobras.Por exemplo, sentei-me na Africa Twin de testes da Motodiana e que tem o extra do banco rebaixado e apesar de ter mais moto "à frente" e mais larga no depósito, não me assustou apesar do seu maior peso.
(....)O Conceito é porreiro, mas quem realmente vai fazer estradas de terra que não faria com uma outra scooter de roda alta?A meu ver, uma scooter "elitista" para subir passeios na cidade e dizer ao colega que tem das scooters mais caras do momento, e como Adventure está agora na berra, cai bem socialmente.Daqui a 2-4 anos é vê-las à venda com 5000-10000km.
Sapiens: Olha que...olha que...faz e fa-lo bem mas nao te esqueças do kit de unhas...não é por o piloto fazer o que faz num circuito próprio (não te esqueças disso) que a mota passou a fazer tudo e mais qq coisa melhor que as outras (pseudo trails??) ->
Citação de: jmartins13 em Julho 04, 2017, 00:58:16, 00:58(....)O Conceito é porreiro, mas quem realmente vai fazer estradas de terra que não faria com uma outra scooter de roda alta?A meu ver, uma scooter "elitista" para subir passeios na cidade e dizer ao colega que tem das scooters mais caras do momento, e como Adventure está agora na berra, cai bem socialmente.Daqui a 2-4 anos é vê-las à venda com 5000-10000km.Aqui já estás a exagerar...Uma qualquer scooter de roda alta não faz o que esta faz.Olhar para o modelo e para as suas specs e compará-la a uma simples scooter de roda alta é no mínimo um exagero.E nem me vou deter muito a falar da preparação técnica e estrutural do modelo, pois basta ver um vídeo para o perceber...Uma normal scooter possivelmente desintegrava-se a fazer o mesmo...e muitas pseu-trails duvido que fizessem melhor que esta.
(....)Sapiens: Olha que...olha que...faz e fa-lo bem mas nao te esqueças do kit de unhas...não é por o piloto fazer o que faz num circuito próprio (não te esqueças disso) que a mota passou a fazer tudo e mais qq coisa melhor que as outras (pseudo trails??) ->