Autor Tópico: Quais "clientes"? Tansos!  (Lida 3670 vezes)

Junho 08, 2018, 11:58:11, 11:58
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karloxilva

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"Até há uns anos, os fabricantes definiam o preço das peças com base no custo de produção ou no preço a que as compravam a fornecedores externos. O programa Partneo substituiu essa filosofia pelo conceito de “valor percecionado”. Isso significa que o novo preço passou a ser baseado em quanto o cliente está psicologicamente disposto a pagar."

Artigo completo aqui: http://expresso.sapo.pt/internacional/2018-06-06-Como-alguns-dos-maiores-fabricantes-de-automoveis-aumentaram-artificialmente-o-preco-das-suas-pecas#gs.wJO_XfA (ligação para a página digital do jornal "Expresso")
« Última modificação: Junho 08, 2018, 12:01:17, 12:01 por karloxilva »
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." René Descartes

Junho 08, 2018, 12:09:36, 12:09
Responder #1

2low

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"Até há uns anos, os fabricantes definiam o preço das peças com base no custo de produção ou no preço a que as compravam a fornecedores externos. O programa Partneo substituiu essa filosofia pelo conceito de “valor percecionado”. Isso significa que o novo preço passou a ser baseado em quanto o cliente está psicologicamente disposto a pagar."

Artigo completo aqui: http://expresso.sapo.pt/internacional/2018-06-06-Como-alguns-dos-maiores-fabricantes-de-automoveis-aumentaram-artificialmente-o-preco-das-suas-pecas#gs.wJO_XfA (ligação para a página digital do jornal "Expresso")

Desde Outubro/Novembro de 2017 é ver os preços disparar e de que maneira…
Não sei realmente para onde isto caminha e quanto mais tempo a malta aguenta sem "arrebentar com este sistema".
É que se a malta não fizer nada… isto está a ficar insuportável!
Há peças que aumentaram mais de 100€ em apenas meia dúzia de meses e certamente que não foi por motivo os custos de produção - são uns gulosos!

Quanto ao artigo... isso não serve para nada.
Por quantas vezes chego a um sitio, dizem-me o preço e eu digo: "a esse preço não. isso é uma afronta. bom dia e adeus."
E dessas vezes quantas foram as que serviram para eles baixarem o preço? ZERO!

Enquanto não existirem movimentos civicos para boicotar esta vergonha...
« Última modificação: Junho 08, 2018, 12:11:42, 12:11 por 2low »

Junho 08, 2018, 12:37:16, 12:37
Responder #2

karloxilva

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Eles jogam com a credulidade das pessoas. Vais à marca porque o produto está na garantia ou porque entendes que te dá mais garantia, depois o representante da marca, obrigado a instalar "de origem", dá-te uma má novidade, mas a necessidade objectiva da peça aparece-te  como um "não há volta a dar", e dás o dinheiro. Podes ficar a pensar que o representante está a "meter a unha", até a confiança com ele te mostrar em quanto fica a peça para ele próprio. Não quer dizer que nas oficinas não haja quem abuse, há.
O novo da coisa é que são as próprias marcas a fazê-lo, traindo os clientes.
O que sobra da investigação jornalística é a obrigação das autoridades intervirem. Se não há lei, fabrica-se uma, é coisa da política.
Como os políticos no poder funcionam sempre a uma velocidade menor em relação aos problemas das pessoas que os da oposição, sobra a iniciativa dos cidadãos.
A iniciativa dos cidadãos começa por aquela que podes tomar em termos individuais, não comprares as marcas em causa e fizeres questão de divulgar por quê.
Há tempos andei a ajudar alguém a escolher um carro e ouvi: "Gostei do Pólo mas não consigo comprar um produto da VW depois da história dos motores a diesel".
[este texto foi editado]
« Última modificação: Junho 08, 2018, 14:13:37, 14:13 por karloxilva »
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." René Descartes

Junho 08, 2018, 13:08:10, 13:08
Responder #3

Sapiens21

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(....)
Há tempos andei a ajudar alguém a escolher um carro e ouvi dela, "Gostei do Pólo mas não consigo comprar um produto da VW depois da história dos motores da diesel".

É o que fica na memória nas pessoas de facto, quando a realidade é a de que são vários os construtores (Europeus) que também o fizeram. Aliás, um documentário recente na televisão portuguesa mostrou mesmo a tabela dos mais poluentes em contexto real (face ao que indicam os fabricantes) e é bem capaz de causar surpresas a quem anda "desviado" dos assuntos de automóveis. São tantas as marcas...  :zangadoregras:

Sobre as peças e esse software que leva a esse aumento "concertado de preços", estive a ler o artigo depois do que referiste e mencionam algo que antes mesmo de ter iniciado a leitura já imagina...violação das regras de concorrência! Isto para não falar da deslealdade para com os clientes, na minha opinião.

Já percebi que a coisa está em Tribunal (felizmente), pois levar a que o novo preço seja "(...)baseado em quanto o cliente está psicologicamente disposto a pagar(....)" pode trazer enormes injustiças e muito pouca clareza.

Isto para não falar nos ganhos absurdos que as marcas indicadas no artigo começariam a receber. Para despistar essa eventual percepção por parte dos clientes, aumentavam 70% de todas as peças (chegando mesmo a 25% de aumento)  :zangadoplus:, geralmente as mais vendidas, e depois diminuiam os preços de apenas 20% delas, mantendo os restantes 10% das peças inalteradas.

Sim senhor. Belo software para ir ao bolso... :nempenses:
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Junho 08, 2018, 16:13:39, 16:13
Responder #4

pjmartinho

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(....)
e mencionam algo que antes mesmo de ter iniciado a leitura já imagina...violação das regras de concorrência! Isto para não falar da deslealdade para com os clientes, na minha opinião.
(....)

Supostamente vivemos numa economia de mercado e isto não me espanta, nem levo a mal por parte dos vendedores (até porque andam a ganhar a vida deles). Cabe ao comprador/cliente procurar aquilo que é mais vantajoso para si, nem que seja comprar "lá fora".

O problema está na mentalidade das maioria dos portugas (clientes) que acham que se é caro, então é porque é bom... ou pior ainda, comprar caro para mostrar status.

Do lado dos vendedores/comerciantes, a postura é de que preferem fazer 1 negócio com grande margem, do que fazer 100 negócios com margem menor. Se conseguirem fazer o tal negócio com grande margem, então acham-se os "maiores" e se tiverem de fazer 100 negócios com menor margem... isso já dá muito trabalho.

Junho 08, 2018, 17:01:29, 17:01
Responder #5

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e mencionam algo que antes mesmo de ter iniciado a leitura já imagina...violação das regras de concorrência! Isto para não falar da deslealdade para com os clientes, na minha opinião.
(....)

Supostamente vivemos numa economia de mercado e isto não me espanta, nem levo a mal por parte dos vendedores (até porque andam a ganhar a vida deles).(....)


Vendedores? :)

Isto vai para lá dos vendedores...muito para lá.

Aquilo que é relatado é uma "fórmula informática" capaz de fazer a `multiplicação dos pães´, que é como quem diz, aumentar os lucros das marcas com as peças que têm em stock para os seus modelos, dissimulando a prática de forma engenhosa.
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Dalai Lama

Junho 08, 2018, 17:40:28, 17:40
Responder #6

pjmartinho

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Os vendedores aqui são os fabricantes e, o aumento de preço que causam reflecte-se exponencialmente ao longo da cadeia de distribuição até ao consumidor final.

Imagina que a situação se passava contigo... tens uma fabrica de qualquer coisa... aparece-te um empresa a dizer que consegue aumentar os teus lucros através do incremento de preço (porque a clientela não tem por onde "fugir")... qual a tua resposta?

Junho 08, 2018, 17:53:03, 17:53
Responder #7

Moto2cool

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"Até há uns anos, os fabricantes definiam o preço das peças com base no custo de produção ou no preço a que as compravam a fornecedores externos"

 Provavelmente estará a falar em mais de um século :) a definição de preço não está indexada exclusivamente ao custo há muito, muito, muito tempo, se é que alguma vez esteve.
O custo é uma restrição
Mas a verdade é que cada marca faz questão de definir peças exclusivas e aí domina o mercado a jusante.
Faz todo sentido a intervenção dos reguladores, mas a tradição tem demonstrado que pouco fazem.
Spritmonitor.de" border="0 Suzuki VStrom 650
"Viver a vida não é esperar que a tempestade passe, é aprender a andar à chuva"

Junho 08, 2018, 18:41:28, 18:41
Responder #8

karloxilva

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Não se trata de "oferta e procura", de fazer cair na procura os custos de produção e de transporte, e obviamente as diversas mais-valias de quem produz, de quem transporta e de quem vende. Tampouco se trata de especulação, algo típico da economia de mercado - baixa-se a oferta para o preço subir, vemo-lo ciclicamente com o petróleo, ou como arma política, aqui na variante "açambarcamento", não se coloca os artigos de primeira-necessidade nas prateleiras para lançar o caos numa sociedade. Trata-se de uma forma deliberada e "científica" de produzir preços sempre em alta maximizando os lucros a valores absurdos tirando partido das necessidades dos clientes. Uma forma desonesta e manipuladora... do "mercado".

A economia de mercado não justifica esta prática mais perto da lei da selva (onde o predador com mais dentes e arcaboiço é quem manda), um comportamento destes desafia a própria lógica que os defensores deste tipo de modelo económico apregoam. Note-se, escrevi "lógica" e não "regras", o Capitalismo nunca as apreciou e agora na sua faceta mais selvagem, odeia-as. Não há regras mas uma lógica perceptível: submeter tudo à lógica do lucro.
A ânsia é tanta que se esquecem de que há um capital importante nas relações com os clientes: a Confiança. Perdes a confiança dos clientes, lixas-te.

Então, qual é a razão que justifica estes "tiros no pé"? Só encontro uma explicação:
Aqui, já não é o empresário que herdou/construiu um negócio e produz um produto do qual quer ter retorno, esse é o Capitalismo que já foi. Agora, falamos de accionistas que hoje estão aqui e amanhã acolá e exigem dos seus gestores o máximo de "resultados" em menor tempo possível, algo que estes se prestam a obter muitas vezes de formas pouco éticas - "Ética", eis mais uma palavra que não rima com "mercado" por mais que estiquem o seu significado.
Quando funciona, tudo bem, para tal há que não abusar. Só que a ambição desmedida também é a "desmedida" da economia real, e dar para o torto porque alguém investigou ou a concorrência descobriu é uma probabilidade. Foi o que ocorreu e manchará a imagem das marcas.
Preparemos-nos para umas operações de "marketing" e "promoções" para promover o olvido geral, principalmente o da imprensa corporativa que não desprezará a receita publicitária...
Se der para o torto de forma catastrófica, e a empresa/negócio/actividade for importante para a Economia, chamam a intervenção do Estado. No caso concreto da Renault, já foi nacionalizada e privatizada uma série de vezes. É aqui que vemos os detractores de qualquer intervenção ou regulação da Economia a chamarem pelo odiado Estado... é então que a factura nos surge no colo.

« Última modificação: Junho 08, 2018, 18:49:49, 18:49 por karloxilva »
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." René Descartes

Junho 08, 2018, 20:50:37, 20:50
Responder #9

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Sim, a confiança é lixada. Se uma marca "belisca" essa confiança com práticas como esta, então o mais certo é haver quem decida pela via mais fácil e eficiente: Mudar!

Se imaginarmos uma marca de motociclos (trazendo o tema para as 2 rodas) a fazer isto e levando a um aumento camuflado - e descarado - nas proporções que havia indicado mais acima, o mais certo seria essa marca sair lesada do enredo em que se colocou, mais não seja pelo voltar de costas de muitos dos seus clientes e que importam na ordem dos milhões em prejuízos.

Ou pelo menos temporariamente, já que...a bem dizer, o tempo também ajuda a esquecer.
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Dalai Lama

Junho 09, 2018, 08:42:35, 08:42
Responder #10

Pianoman

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Eu não estava psicologicamente disposto a pagar 42,81 euros por uma chave para a minha mota e lá tive que pagar...
Nota: é só a chave. Ainda por cortar e por codificar.
Daelim S3 125: Ago11->Jul12(14k) ; Maxsym 400i: Jul12->Mai13(21k) ; Maxsym 400i ABS: Jun13->Mai14(18k) ; Maxsym 600i ABS:Mai14->Jan15(12k)
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Junho 09, 2018, 10:15:34, 10:15
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Cross

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Junho 09, 2018, 11:50:47, 11:50
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2low

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 :nice:

Nesses links retirei ainda outros bons vídeos:





e...

« Última modificação: Junho 09, 2018, 11:54:37, 11:54 por 2low »

Junho 09, 2018, 14:47:24, 14:47
Responder #13

Cross

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Por acaso enganei me no tópico. Era para ser no diario de bordo do Pianoman para ajudar a levantar a moral (há dias fubar) e ajudar esquecer essas coisa do karma is a bitch! Ou do Murphy! :)

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Junho 09, 2018, 21:54:22, 21:54
Responder #14

Cross

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Nuno, desejo-te paciência.

Como é a marca aqui do fórum ninguém acha estranho pagares 42€ por uma chave NÃO codificada. Mas eu sou do contra, eu acho estranho.

Mas olha, Honda é Honda!

O resto é paisagem   ;)

Oh Velasquez marca do forum?!
Queres ver que aqui não existem muitos em que a Yamaha é Yamaha e o resto paisagem! Que BMW é BMW e o resto é paisagem.
 
Para mim não é paisagem mas é conversa da treta.

Normalmente são 50 euros. Pelo que percebi o que aconteceu não houve tempo para fazer o trabalho porque é necessário ligar um cabo fisicamente e esta de difícil accesso.

Alias se perderes a chave vermelha numa Yamaha nunca mais codificas nenhuma é o mesmo que perderes todas as chaves de uma Honda hiss. Centralinas novas e canhão etc... tudo para cima de 1000 euros dependendo do sistema.

Nenhuma novidade nisto. Nos carros é exactamente a mesma história.

É caro em qualquer marca perder chaves. Mas não queremos que seja fácil e barato para os amigos do alheio o poderem fazer facilmente.





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Junho 10, 2018, 20:55:12, 20:55
Responder #15

Cross

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Nuno, desejo-te paciência.

Como é a marca aqui do fórum ninguém acha estranho pagares 42€ por uma chave NÃO codificada. Mas eu sou do contra, eu acho estranho.

Mas olha, Honda é Honda!

O resto é paisagem   ;)

Oh Velasquez marca do forum?!
Queres ver que aqui não existem muitos em que a Yamaha é Yamaha e o resto paisagem! Que BMW é BMW e o resto é paisagem.
 
Para mim não é paisagem mas é conversa da treta.

Normalmente são 50 euros. Pelo que percebi o que aconteceu não houve tempo para fazer o trabalho porque é necessário ligar um cabo fisicamente e esta de difícil accesso.

Alias se perderes a chave vermelha numa Yamaha nunca mais codificas nenhuma é o mesmo que perderes todas as chaves de uma Honda hiss. Centralinas novas e canhão etc... tudo para cima de 1000 euros dependendo do sistema.

Nenhuma novidade nisto. Nos carros é exactamente a mesma história.

É caro em qualquer marca perder chaves. Mas não queremos que seja fácil e barato para os amigos do alheio o poderem fazer facilmente.





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Ficaste chateado Cross? Boa! Ainda bem!

Eu também ficava, caso a carteira ficasse aliviada em 42€ por uma chave NÃO codificada  :)

Não fiquei chateado para responder a tua pergunta.
Mas ao dizeres Boa e Ainda bem! ... não sei se me estás a tentar para me chatear ou não!

Acho que tu é que parece que algo te incomodou... acredita que não vale a pena.

Next...










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Junho 10, 2018, 23:13:47, 23:13
Responder #16

2low

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Conheço os dois, uns tolinhos mas mais tolinho sou eu se pensar que estão mesmo a falar a serio…
 :lolol: :lolol: :lolol:

A coisa resolve-se: pegar na moto, andar, tirar fotos, beber umas jolas para uns, colas para outros e bebidas estranhas para outros…

Dia 30, vamos lá a ver se a companhia de seguros não me trama…