Uma medida que já levou milhares de motociclistas e automobilistas à rua. Para estes, a medida não se baseou num estudo sério das causas da mortalidade na estrada mas na percepção básica da associação da "velocidade" aos acidentes. Aliás, como cá: fala-se do aumento do número de acidentes mortais com veículos de duas rodas, associa-se, claro, "à velocidade," e não se apresenta dados sobre a culpabilidade dos acidentes; isto é, um acidente envolvendo um veículo de duas rodas passa para a estatística das "motas" sem se verificar a culpabilidade...
Retomando, neste momento os motociclistas, e não só, exigem um comité independente que estude o impacto positivo ou negativo da medida de redução do limite de velocidade.
Está tudo aqui:
http://www.lerepairedesmotards.com/actualites/2018/80-kmh-comite-evaluation-independant-mesure.phpQuando vejo aqueles programas de televisão sobre automóveis onde apresentadores entusiasmados falam das centenas de cavalos das "máquinas de sonho" que exibem, dá-me vontade de rir.
Faz-me lembrar uma rábula dos Monty Pythons, mas ao contrário: um anglicano vira-se para a mulher a quem não dá a devida "atenção", "Olha para os católicos, só podem "fazê-lo" para procriar; eu não, se quisesse ia agora à farmácia e comprava uma embalagem de preservativos...". O rosto da mulher ilumina-se... mas nada. Podia ir, lá isso podia, mas não vai.