Faz todo o sentido que à noite não se buzine.
Mas quando os olhos do outro condutor estão no telemóvel há o risco de não ver as luzes.

Porém, as buzinadelas que mais me aborrecem são as que parecem recorrentes entre os "novos" motociclistas das 125.
Malta que certamente já era selvagem de carro, e agora que passou a andar de moto continua a ter um comportamento igualmente selvagem. E naturalmente consideram que circular entre faixas é um direito e não um privilégio.
Ainda hoje passei por uma situação, que infelizmente há uns anos para cá se tornou recorrente. E que considero bastante desconfortável:
A Av. Infante D. Henrique iniciou esta semana obras, em algumas zonas as faixas foram subtraídas e naturalmente o transito tornou-se caótico.
Está tudo mais estreito e torna-se mais difícil circular entre faixas.
Como a minha moto tem escape e faz algum barulho, os condutores habitualmente ouvem e ao detectar a presença tendem a facilitar.
E quando não facilitam, espero. Ninguém é obrigado a fazer.
Hoje apareceu um indivíduo atrás de mim a apitar que nem um louco.
E nas situações que eu ficava encravado... continuava a apitar! E isto foi constrangedor, pois foi fiquei com a sensação que alguns condutores achavam que seria eu a apitar.
Quando finalmente o transito desimpedia, seguia viagem... mas continuava a ouvir ao longe a apitar.
Até novamente ficar encravado e continuar a ouvir aquele teatro atrás de mim.
Isto aconteceu várias vezes ao longo da avenida.
A vontade era mesmo de parar a moto e ir perguntar porque raio era aquilo.
Não fosse sexta-feira, estar bem disposto e pouco virado para confusões... certamente o teria feito.