O Japão sempre foi muito estranho no que diz respeito a medidas para limitar o número de pessoas a circular.Licenças de condução com diversos escalonamentos de forma a obrigar os condutores a escolher veículos mais pequenos e limitados, renovadas sempre em períodos muito curtos e seguros absurdamente altos.(Ainda assim, foram arranjado sempre forma de dar a volta a à situação. Mas isso é outro assunto.)
Medidas desta natureza provocam sempre acesas discussões, especialmente se a implementação for genérica - como aparenta na noticia, mas também não aprofundam.Pessoalmente já assisti a certas situações na via que me deixam perplexo como ainda não há mais limites desses em vigor.Na minha modesta opinião, para mim não se trata apenas da faixa etária em si mas igualmente o grau de diminuição (ou não) das capacidades físicas e cognitivas do condutor em questão.Se essa parte não entra na equação, algo está mal.Há por aí muito velhote de 70 e poucos anos com um grau avançado de incapacidade no que toca a destreza e capacidade de percepção da realidade, que (infelizmente) ainda conduz.Tal como os há com 70 e muitos sem qualquer sinal de degradação dessas capacidades.Impôr limites e/ou restrições ou proibições dentro de certa faixa etária sim, contando que seja obrigatória uma avaliação à séria das capacidades de cada condutor.E nem estou a contabilizar a questão da percepção própria: tentem confrontar um desses condutores de idade avançada com a triste - e muito perigosa - figura que anda a fazer na estrada... E logo se apercebem que estão absolutamente convencidos que ainda estão perfeitamente capazes - e ninguém os convence do contrário
Eliminar habilitação a conduzir pela idade não é diferente do que restringir pela raça, sexo ou orientação sexual.(...)Uma solução válida implicaria sempre uma validação das capacidades.E os exames médicos que habitualmente são exigidos tanto a um jovem de 18 anos como na revalidação (penso que agora aos ) valem o que vale... Porém, é tão fácil criar um exercício prático para avaliar isto...
Na Europa e mais propriamente em Portugal, a situação é tão diferente que não vejo qualquer tipo de espécie de comparação. Acho que estamos salvos : p
É mais uma area que precisava de uma reforma à séria - se existisse realmente interesse em formar condutores e actuar do lado da prevenção.