Autor Tópico: Honda Africa Twin CRF1100 (2020)  (Lida 1242 vezes)

Setembro 26, 2019, 23:41:24, 23:41
Responder #50

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    Queira o bem. Faça o bem. O resto vem...
A nova Africa Twin CRF 1100 também já tem preços no Reino Unido.

Inicia-se nas 13.049 Libras (ao câmbio actual são cerca de 14.700€).



Tanto em Portugal como em Espanha, ainda não existe preço oficial, mas deve iniciar-se também "na casa dos" 14.***€. A ser assim, será um aumento expectável...mas nada como aguardar e ter a certeza.
Vai depois subindo, consoante tem ou não caixa automática, assim como se é ou não a versão mais equipada Adventure Sports.

Quanto à que tem "ES" (elctronic suspension) será muito provavelmente dirigido a um público bem mais restrito que faça mesmo questão de ter todo o high-tech da última novidade da Showa ao nível do amortecimento.

De resto, o mais certo é a maioria das vendas recair nas outras versões.
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Setembro 27, 2019, 00:11:51, 00:11
Responder #51

jmartins13

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Posso estar errado, mas a Honda em.Portugal é capaz de estar a dar um valente tiro no pé a nível de vendas. Os valores aproximam-se muito de Triumph, ktm, bmw. Ainda antes do verão, uma tiger 800cc( que loucura de moto) custava com as 3 malas 14500 euros chave na mão. Até com bancos aquecidos vem ! A Bmw F850 gs também anda em valores semelhantes. No caso da nova Big tank já entra num patamar onde a KTM tem demasiados argumentos fortes para deixar alguém  indiferente tanto em potência como componentes e tecnologia. Deixa-a também muito perto de valores da referência do segmento, a Bmw 1250 Gs, e 9/10 compradores acredito que vão comprar a GS.
Ou então, não percebo nada disto e ainda roubam é vendas às outras . :cool::yeah:

Setembro 27, 2019, 00:36:41, 00:36
Responder #52

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Tiger 800 face a esta África Twin 1100? :pensador:

Se fosse a nova que estará para ser apresentada (a Tiger 900), ainda entendia.

Mas a actual Tiger 800, provavelmente com perto de 3 anos no mercado ou assim, julgo que propõe esse preço (que nem é baixo) para ver se escoa stock, parece-me.

A actual África Twin 1000 e que vai ser descontinuada, tem sido presentemente a segunda Big Adventure mais vendida na Europa, a seguir à GS.

Se a nova 1.100cc, totalmente renovada, custar mais umas quantas centenas, será que vai "perder o comboio?

Tenho dúvidas...mas nada que o tempo não venha esclarecer afinal como será. :nice:
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Dalai Lama

Setembro 27, 2019, 14:37:42, 14:37
Responder #53

jmartins13

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A Tiger 800 sofreu alterações este ano, bastante significativas, principalmente a nível de electrónica com ecrã tipo tablet e com os gadgets todos actuais de modos de condução, potência e afins.
Não me parece ter sido para escoar stock, mas sim de época do ano. E olha que descontos na hd e nas triumph, não é muito com eles....marcas premium.

Os 800cc da tiger e respectiva potência não ficam nada aquém da AT, pelo menos da 1000, antes pelo contrário, pois a ciclística é excelente, o conjunto tem o peso e distribuição muitíssimo bem estudados, e fazes estrada a bons ritmos com muito conforto bem como parece que foi feita para a cidade. Ergonomia de topo, e depois há aquele 3cilindros que é qualquer coisa, qual triple da yamaha qual quê. Aquele sim é um triple, com bom binário em baixas, e um gritar quando puxas por ele de faxer subir o sangue.
Depois tem argumentos de equipamento como Brembo, WP, que não deixa ninguém indiferente.
Consumos muito baixos também.
Confesso que fui experimentar a tiger mais para dar uma opinião a um rapaz que andava a pensar comprá-la, e saí de lá espantado com a moto.
Nada como fazer um test drive Sapiens, também acredito que te caia i queixo. É uma moto que costuma passar despercebida, mas é das melhores propostas que aí anda .
Só o preço da manutenção é que.....ouch. premium :curtocircuito:

Outubro 02, 2019, 11:42:23, 11:42
Responder #54

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A Honda Portugal mudou aquilo de que tinha obtido conhecimento recente em termos de preços e, sobretudo, na própria gama do modelo.
O que sabia era que haveria uma quase colagem aos preços em França, mas houve mudanças relevantes...

De tal forma assim foi que, se antes tinham até  inclusivamente no site da Honda Portugal a Adventure Sports com e também sem suspensão electrónica, agora decidiram demarcar claramente a versão normal da Adventure Sports, a qual só contará de série com a suspensão electrónica da SHOWA.


A versão normal da nova 1100 tem assim um preço perfeitamente ajustado e que sobe o que é expectável face à 1000 que agora vai sair de cena.

Já a Adventure Sports 1100 terá um posicionamento acima.

Uma mudança de "táctica" da marca para o nosso mercado e que também se verifica em mais alguns na Europa.









Só disponível com a suspensão electrónica, no caso da Adventure Sports!




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Outubro 02, 2019, 11:48:44, 11:48
Responder #55

JViegas

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Fogo... a versão da Adventure Sports custa quase 20 mil na versão DCT... bolas !!!!  :hushed:

Com os packs e extras não ficará barata...  :pensador:

Tem que se gostar muito deste modelo.  :love0001:




Outubro 02, 2019, 11:55:13, 11:55
Responder #56

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    Queira o bem. Faça o bem. O resto vem...
Foi uma opção que não se verifica por exemplo em França, onde é dada a possibilidade de adquirir a Adventure Sports sem suspensões electrónicas.
Por cá só dá para a adquirir com as mesmas...de série.

Quanto à versão normal, aí o preço é o expectável perante todas as mudanças operadas, tecnologia e novo motor.  :nice:
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Outubro 02, 2019, 11:58:39, 11:58
Responder #57

jmartins13

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A esses valores é subtrair mais ou menos 450 euros e deve ser o preço chave na mão com os descontos comerciais aplicados.
É muito dinheiro para uma AT...

Outubro 02, 2019, 12:08:19, 12:08
Responder #58

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    Queira o bem. Faça o bem. O resto vem...
Porquê?  :pensador:
O novo modelo pode perfeitamente justificar...
É por não ter outro símbolo??


A versão normal o aumento parece-me perfeitamente aceitável.

Já a outra é um pulo grande.
Não sei como lhes corre a estratégia de diferenciá-las claramente em termos de preço (e tecnologias...).

Veremos como reage o mercado.
Até agora tem sido a 2ª big trail mais vendida... :read.calm:
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Outubro 02, 2019, 12:09:38, 12:09
Responder #59

JViegas

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Acredito que é um produto de qualidade.

Já conduzi a versão DCT e é pena não ter o "guito" para uma e as condições/utilização necessária para usufruir da mesma na sua plenitude.

É um produto caro? Sim senhor (para mim é). Não esquecer a carga fiscal que cria grandes disparidades entre diversos países da comunidade europeia.

Mas no final, penso que, com esta atualização, a AT coloca-se ombro a ombro (e o tempo aí ditará alguma coisa) com outros modelos "concorrentes".

Será um canivete suíço? Mota para todo o serviço?
Claro que não. Aliás a marca faz aqui a distinção necessária criando duas AT's destintas. Mais clientes?



 




Outubro 02, 2019, 12:12:14, 12:12
Responder #60

Megamustaine

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A Tiger 800 sofreu alterações este ano, bastante significativas, principalmente a nível de electrónica com ecrã tipo tablet e com os gadgets todos actuais de modos de condução, potência e afins.
Não me parece ter sido para escoar stock, mas sim de época do ano. E olha que descontos na hd e nas triumph, não é muito com eles....marcas premium.

Os 800cc da tiger e respectiva potência não ficam nada aquém da AT, pelo menos da 1000, antes pelo contrário, pois a ciclística é excelente, o conjunto tem o peso e distribuição muitíssimo bem estudados, e fazes estrada a bons ritmos com muito conforto bem como parece que foi feita para a cidade. Ergonomia de topo, e depois há aquele 3cilindros que é qualquer coisa, qual triple da yamaha qual quê. Aquele sim é um triple, com bom binário em baixas, e um gritar quando puxas por ele de faxer subir o sangue.
Depois tem argumentos de equipamento como Brembo, WP, que não deixa ninguém indiferente.
Consumos muito baixos também.
Confesso que fui experimentar a tiger mais para dar uma opinião a um rapaz que andava a pensar comprá-la, e saí de lá espantado com a moto.
Nada como fazer um test drive Sapiens, também acredito que te caia i queixo. É uma moto que costuma passar despercebida, mas é das melhores propostas que aí anda .
Só o preço da manutenção é que.....ouch. premium :curtocircuito:

Não sendo o tema do tópico, não queria deixar de fazer uma menção relativamente à última frase.

Um amigo foi a semana passada fazer a revisão dos 20.000km´s da Tiger 800xRx e pagou.........436€!!

A mota não fez nada a mais do que o preconizado e não levou nem pastilhas nem nada de extraordinário........
I can´t get any younger, time has brutal hunger.....

Outubro 02, 2019, 17:02:43, 17:02
Responder #61

dfelix

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Um amigo foi a semana passada fazer a revisão dos 20.000km´s da Tiger 800xRx e pagou.........436€!!

A mota não fez nada a mais do que o preconizado e não levou nem pastilhas nem nada de extraordinário........

Quanto ao "preconizado" atenção: A checklist não costuma ser a mesma para cada revisão. Seja em que marca for!
Além dos procedimentos "habituais" existem determinadas intervenções que costumam ser realizadas a cada 2 ou 3 revisões.
Daí que muita gente vulgarmente chamar a algumas revisões de "pequenas" e outras de "grandes".

No caso da Tiger para a revisão dos 20K não me ocorre muito mais do que eventualmente velas novas.  :pensador:

Mas para se perceber o que levou de extraordinário, só mesmo consultando a factura.
Lá estará discriminado o que levou. Tal como o custo da mão-de-obra.
E se neste custo a mão-de-obra tiver maior peso que o habitual, terá de haver uma justificação para isso.

E tudo o que sejam custos é algo muito relativo.
Há quem pague 120 para montar uns punhos da Oxford, que facilmente se arranjam por 50 euros e instala-se em casa.
 ;)

Outubro 02, 2019, 17:35:39, 17:35
Responder #62

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Só disponível com a suspensão electrónica, no caso da Adventure Sports!






Não me parece mal a distinção entre as versões, nem toda a gente quer (e quer pagar) toda a electrónica e upgrades, preferindo uma versão mais minimalista.
Quanto ao custo... quanto custam as versões da GS equivalentes...? esse deve ser o target da Honda, presumo.

Outubro 02, 2019, 17:59:22, 17:59
Responder #63

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Também não estranho este posicionamento distinto entre as novas África Twin 1100 normal e a Adventure Sports.

A estratégia que tinham até ontem para a Adventure Sports (e apenas esta) é que passou mesmo por uma mudança.
Não sei o porquê mas tomaram uma decisão diferente.

Basta ver que anunciavam há vários dias no site da marca a Adventure Sports nas 4 opções:

- Africa Twin 1100 Adventure Sports caixa manual;
- Africa Twin 1100 Adventure Sports caixa manual c/suspensão electrónica;
- Africa Twin 1100 Adventure Sports cx DCT;
- Africa Twin 1100 Adventure Sports caixa DCT c/suspensão electrónica.

E hoje sabemos que serão apenas duas.
Resultou assim uma mudança no curso do que a Honda Portugal decidiu inicialmente para o nosso mercado, reduzindo de quatro para duas opções na Adventure Sports.

Ou seja, só é proposta com suspensão electrónica da Showa, fazendo com que o preço entre a versão normal e esta seja claramente de um posicionamento distinto.

Já se olharmos para o preço desta nova Africa Twin na versão standard, o aumento face à anterior 1.000 não é significativo.

Veremos como reage o mercado perante uma das "Big Adventure Bikes" que melhor prestação comercial tem na Europa.

E se querem que vos diga...com excepção se calhar de Portugal, noutros mercados serão as mais caras Adventure Sports que serão vendidas, ao invés da versão standard.

Como me disse o Twin-Pt em tempos e que não está errado... "Noutros países o que é caro vende-se" . Algo deste género. :)
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Outubro 02, 2019, 19:02:31, 19:02
Responder #64

Megamustaine

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Começando pelo fim, 50€ só se for em segunda mão. Não compras por menos de 85/90€. Montar em casa é um facto...... para quem o souber fazer... que não é o caso.
Em relação à revisão, seja uma grande ou uma pequena, uma vez que só existe 1 concessionário triumph em Lisboa e por isso não há concorrência, logo aos 20.000 kms "largar" uma pequena fortuna não me parece que leve alguém a achar esse valor como normal. Se fosse aos 60k ou 80k poderíamos incluir algumas verificações que iriam aumentar bastante a M. O e onerar o valor final agora, com esta quilometragem dói!
Tanto assim é que já pôs a mota à venda.

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Outubro 02, 2019, 19:06:29, 19:06
Responder #65

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Eu a ser comprador de uma Africa Twin seria sempre da Adventure Sports DCT, e mesmo assim estamos a falar de 19k base, ao que se sumariam malas, luzes LED e Akrapovič ou SC-Project...

21 a 22k não escapavam, e pessoalmente, esforço por esforço, não sei se iria para uma R1250GS e cumpria um sonho, não desfazendo da provavelmente (grande) qualidade do produto da Honda..


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Outubro 02, 2019, 19:28:26, 19:28
Responder #66

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Já a outra é um pulo grande.
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Veremos como reage o mercado.
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Lol, não é pelo símbolo, é que o dinheiro que tenho não chega :oops: :yeah:
Quem desdenha quer comprar  :cool:

« Última modificação: Outubro 02, 2019, 19:30:51, 19:30 por jmartins13 »

Outubro 02, 2019, 19:53:37, 19:53
Responder #67

Moto2cool

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Faz lembrar um pouco a estratégia da Kawa na versys
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Outubro 02, 2019, 20:53:58, 20:53
Responder #68

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Não sendo o tema do tópico, não queria deixar de fazer uma menção relativamente à última frase.

Um amigo foi a semana passada fazer a revisão dos 20.000km´s da Tiger 800xRx e pagou.........436€!!

A mota não fez nada a mais do que o preconizado e não levou nem pastilhas nem nada de extraordinário........


A Triumph perdeu o mes passado uma venda de uma TIger porque os valores que projectaram para ass revisoes era elevados (na ordem de grandeza que falas)


Se eventualmente a revisao teve afinacao de valvulas, penso que o valor possa ser aceitavel... se foi so uma mudanca de fluidos e checks entao  :???:

Mas na BMW, so para citar o exemplo que conheco melhor, tambem nao é muito dificil em algumas concessoes uma revisao simples chegar aos 300 € porque insistem em debitar 150€ pelo oleo que se pode adquirir numa loja por 40 €  :toma:

Sao valores que depois da garantia terminada acabam por nao justificar o regresso a oficina oficial  ou entao a "fuga" para fora da zona de Lisboa para outras zonas onde o valor dos fluidos nao é tao exorbitante  :(
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Outubro 02, 2019, 21:08:02, 21:08
Responder #69

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A revisão teve efetivamente a afinação das válvulas o que poderá justificar o custo total mas nesse caso a opção de alguém pode ser simples... a compra de uma mota que não tenha a afinação de válvulas aos 20k...

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Outubro 02, 2019, 21:12:12, 21:12
Responder #70

dfelix

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Começando pelo fim, 50€ só se for em segunda mão. Não compras por menos de 85/90€.

https://www.motorraiz.com/oxford-premium-sport



Em relação à revisão, seja uma grande ou uma pequena, uma vez que só existe 1 concessionário triumph em Lisboa e por isso não há concorrência, logo aos 20.000 kms "largar" uma pequena fortuna não me parece que leve alguém a achar esse valor como normal.

A minha experiência no presente com ducati (que também só tem um concessionário na zona de Lisboa) é de que a manutenção é mais mais cara que quando tive triumph há uns anos atrás.

Ainda assim, revisões que paguei dentro desses valores implicaram o desmo service e portanto consumíveis + mão de obra  acrescida que já é de praxe nestes motores.

Muito honestamente não vejo o que possa elevar o custo dessa revisão. Mas certamente estará descrito na factura. Nem que seja um valor de mão de obra muito elevado que terá razão de ser.

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Outubro 02, 2019, 21:46:29, 21:46
Responder #71

TMaxer

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A revisão teve efetivamente a afinação das válvulas o que poderá justificar o custo total mas nesse caso a opção de alguém pode ser simples... a compra de uma mota que não tenha a afinação de válvulas aos 20k...


Se nao é aos 20 é os 30... so optando por uma electrica  :nice: :D
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Outubro 03, 2019, 00:36:41, 00:36
Responder #72

jmartins13

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Bem, mas está visto que a Honda definiu bem os seues objectivos.
Na versão Standart nota-se bem a intenção de a vocacionar mais para a vertente off-road, com a redução de peso, para-brisas, manter os pneus com câmara de Ar e outros pormenores que ainda não os ví à lupa.
Já a AS, toma notórioamente mais a versão Touring da AT....assento mais baixo, pneu Tubeless, suspensão electróniaca e outros pózinhos.
Claro que a nível de gadgets, o preço vai-se ressentir, está patente nos novos valores.
Na AT normal, acho que vai haver muita gente a olhar para KTM 790/1090; Yamaha T700; Tiger 800, uma vez que sendo vocacionada mais para off-road, olharão concerteza também para os argumentos/pesos/ versatilidade, nas vertentes que se propõem.

Quanto à Big Tank, embora encareça muito face à anterior, também me parece que queira ser a opção mais espartana das BiGADV, mantendo a sua raça mais Off-road ( Se é que alguém quer mesmo fazer além de uns estradões com um bicho daquele porte..mas..) Aí, vendo Bem , se calhar até acaba por ser a BIG ADV mais barata, e dar que pensar entre as 1290 da Ktm e a referência que é a GS.  A Big Tank anterior confesso que me apaixonou bastante, embora a minha escolha racional/económica na vertente que esta nova se propõem fosse sempre para a S10.
A Versys 1000, por exemplo só para Estrada, foi máquina que  me impressionou, apenas a travagem é que não. Tigers 1200, não opino que nunca conduzi e as 1290, a mim, falta-lhes qq coisa para estrada.
Vendo bem, Talvez a BIg tank até vá ser uma escolha apetecível, mas aquém da minha carteira...já a standart, nestes valores, descartava para já.
Vamos ver como o mercado mexe, também se fala numa AT800, que se calhar...seria uma boa escla da oferta da marca no segmento.....apenas AT800 e AT AS1100, seriam suficientes e uma boa jogada...digo eu.
 :cool:

Outubro 03, 2019, 00:52:20, 00:52
Responder #73

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Falou-se há uns mesitos nisso, de facto.

O assunto, nas publicações do sector, é que rapidamente parece ter ficado "em águas de bacalhau"...fazendo uma leitura como não vindo a ser mais do que uma mera possibilidade.

Essa suposta AT850 deve ser mais uma que fica na gaveta...esquecida indefinidamente como as novas gerações que se esperavam das Pan-European, Deauville, Transalp, Varadero...
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Outubro 03, 2019, 08:31:25, 08:31
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Calma Isaac, mais novidades haverá mais próximo da EICMA, ainda há tempo...


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Responder #75

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Não acredito que hajam versões menos "musculadas" da AT. Tanto mais com a entrada em vigor da EuroV o que acontecerá é mais construtores apostarem em grandes cilindradas.

Não se esqueçam, que a VFR800X /1200 (que já foi embora do catálogo da Honda) irão gradualmente desaparecer... "morrendo" lentamente...

A Honda "trabalha" a AT para abranger um grande leque de versões de outros construtores. A versão "simples" para Tenerés, 790 das KTM's e outras e a versão big tank para concorrer Versys, BMW, ou KTM (1290).

A AT continuará a ser um produto "premium" e para isso terá custos adequados a isso. Haja quem pague. E em Portugal não será diferente dos restantes países da Europa.

Outubro 03, 2019, 11:03:58, 11:03
Responder #76

Raminhos

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Não acredito que hajam versões menos "musculadas" da AT. Tanto mais com a entrada em vigor da EuroV o que acontecerá é mais construtores apostarem em grandes cilindradas.

Não se esqueçam, que a VFR800X /1200 (que já foi embora do catálogo da Honda) irão gradualmente desaparecer... "morrendo" lentamente...

A Honda "trabalha" a AT para abranger um grande leque de versões de outros construtores. A versão "simples" para Tenerés, 790 das KTM's e outras e a versão big tank para concorrer Versys, BMW, ou KTM (1290).

A AT continuará a ser um produto "premium" e para isso terá custos adequados a isso. Haja quem pague. E em Portugal não será diferente dos restantes países da Europa.
Subscrevo isto a 100%.

Outubro 03, 2019, 11:22:05, 11:22
Responder #77

dfelix

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Não se esqueçam, que a VFR800X /1200 (que já foi embora do catálogo da Honda) irão gradualmente desaparecer... "morrendo" lentamente...

As VFR*X foram uma solução que a Honda improvisou de forma a apresentar uma proposta para o segmento das ADV numa altura em que este mercado explodiu e não tinha ainda nada verdadeiramente adequado.
Permitiu-lhes ganhar algum tempo até aparecer com algo a sério.

A AT continuará a ser um produto "premium" e para isso terá custos adequados a isso.

A AT não é um produto "premium"!
Exceptuando talvez a Gold Wing que é um produto tão específico que praticamente concorre consigo próprio, a Honda por norma não fabrica produtos "premium".
O sucesso da Honda foi sempre com propostas de bons produtos que transmitem confiança ao cliente por um preço adequado.

As únicas ADV que se podem considerar "premium" são a GSA+packs e a MTS 1260 Enduro.  *
Mesmo a 1290SA dificilmente se equadra neste patamar. Pois a KTM produz motos bastante completas mas ausentes de determinado nível de detalhes que são perfeitamente dispensáveis para quem tem espirito "ready to race".

(*ser premium não as torna mais competentes para o fim a que se destinam)

Outubro 03, 2019, 11:33:01, 11:33
Responder #78

Megamustaine

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Bem, mas está visto que a Honda definiu bem os seues objectivos.
Na versão Standart nota-se bem a intenção de a vocacionar mais para a vertente off-road, com a redução de peso, para-brisas, manter os pneus com câmara de Ar e outros pormenores que ainda não os ví à lupa.
Já a AS, toma notórioamente mais a versão Touring da AT....assento mais baixo, pneu Tubeless, suspensão electróniaca e outros pózinhos.
Claro que a nível de gadgets, o preço vai-se ressentir, está patente nos novos valores.
Na AT normal, acho que vai haver muita gente a olhar para KTM 790/1090; Yamaha T700; Tiger 800, uma vez que sendo vocacionada mais para off-road, olharão concerteza também para os argumentos/pesos/ versatilidade, nas vertentes que se propõem.

Quanto à Big Tank, embora encareça muito face à anterior, também me parece que queira ser a opção mais espartana das BiGADV, mantendo a sua raça mais Off-road ( Se é que alguém quer mesmo fazer além de uns estradões com um bicho daquele porte..mas..) Aí, vendo Bem , se calhar até acaba por ser a BIG ADV mais barata, e dar que pensar entre as 1290 da Ktm e a referência que é a GS.  A Big Tank anterior confesso que me apaixonou bastante, embora a minha escolha racional/económica na vertente que esta nova se propõem fosse sempre para a S10.
A Versys 1000, por exemplo só para Estrada, foi máquina que  me impressionou, apenas a travagem é que não. Tigers 1200, não opino que nunca conduzi e as 1290, a mim, falta-lhes qq coisa para estrada.
Vendo bem, Talvez a BIg tank até vá ser uma escolha apetecível, mas aquém da minha carteira...já a standart, nestes valores, descartava para já.
Vamos ver como o mercado mexe, também se fala numa AT800, que se calhar...seria uma boa escla da oferta da marca no segmento.....apenas AT800 e AT AS1100, seriam suficientes e uma boa jogada...digo eu.
 :cool:

Sem querer parecer "demasiado" que estou a defender a minha rainha, é engraçado que nunca se fala na V-Strom, seja a 650 ou a 1000. Na versão XA ( jantes raiadas ) a V-Strom apresenta uma oferta imbatível para quem queira uma mota com uma fiabilidade inquestionável, motores muito competentes, equipamento "aceitável" e um preço.......imbatível. Consegue-se ir buscar uma 1000 por um valor a rondar os 13000€, preço chave na mão. Face à concorrência neste segmento e fazendo uma análise de todas as variáveis acaba por ser uma pechincha.
I can´t get any younger, time has brutal hunger.....

Outubro 03, 2019, 12:15:36, 12:15
Responder #79

dfelix

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Sem querer parecer "demasiado" que estou a defender a minha rainha, é engraçado que nunca se fala na V-Strom, seja a 650 ou a 1000. (...)

Porque a V-Strom corresponde a um tipo de abordagem que não é exactamente aquilo que o mercado procura neste momento.

O que a Suzuki fez nestas últimas iterações foi pegar na sua "maxi-trail" e transformá-la em algo parecido a uma "adventure".
Não está em causa ser uma excelente moto ou ser capaz de superar as expectativas face ao que cliente realmente precisa.
Está em causa não corresponder ao que o cliente pode achar que precisa. E sobretudo com o que realmente quer!

A Honda teve um produto congénere à V-Strom que foi a Varadero.
Poderia ter evoluído no sentido de a tornar mais "adventure"? Certamente que sim.
Mas será que o resultado seria tão apelativo ao mercado quanto as CRF1*00L? Certamente que não.


Outubro 03, 2019, 12:43:17, 12:43
Responder #80

Sapiens21

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O apelo estético, pelo qual muitos consumidores se sentem atraídos e colocam como determinante para uma escolha, digamos que pode (em parte) ser também responsável por uma menor procura.

Independentemente da Suzuki V-Strom ser uma boa moto e isso não está em causa, a verdade é que o look frontal não é do agrado de toda a gente.
Seja na 650...seja naquela que falam: 1000cc.

Também poderá depender do ângulo, mas a verdade é que o segmento das ADV vive também muito do look.

"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

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Outubro 03, 2019, 13:15:27, 13:15
Responder #81

Raminhos

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Não querendo cascar na V-Strom até porque concordo com a opinião do Mega que é uma excelente proposta especialmente tendo em conta o seu preço mas..

Tendo em conta o mercado atual acho que está desatualizada.
O look frontal como o Sapiens disse acho 0% de apelativo, não tem luzes LED, não tem painel digital, suspensões eletrónicas (tem?) e mais uma panóplia de tralhas.
Basta comparar com as ofertas da KTM, Honda, Triumph, Ducati.

O consumidor atualmente procura motos mais sofisticadas (por assim dizer) e a V-Strom é um conceito mais simples/básico. O que no fundo até pode ser interessante basta olhar para o caso da nova Tenéré.

Outubro 03, 2019, 13:54:54, 13:54
Responder #82

SJP

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È tudo uma questão de gosto ou bom senso….. :pensador:

De repente as motas têm que ter tablets cheios de menus e configurações, com fruta cores, em vez de painéis informativos com um ponteiro no conta rotações que nos fazia vibrar quando entrava no Red Line…

Suspensões eletrónicas…...hummmmm...são muito boas para quem não sabe afinar uma suspensão convencional, o problema é quando desatam a afinar-se sozinhas….. :toma:

Modos de motor, de controlo de tração, radres etc....de repente para andarmos de mota temos de ser todos informáticos….. :megafeliz:

Conheço uma KTM 1290 que passa mais tempo na oficina a atualizar software do que a andar….. :animated-smileys-angry-049:
Com isto não quero minimizar a eletrónica nas motas...mas entendo que se está a exagerar….e isso paga-se tudo em fiabilidade e custos de manutenção…. :zangadoregras:

Alguém acredita que para ir para o deserto de Marrocos ou outro local do género com areia, e altas temperaturas, uma mota dependente da eletrónica seja mais fiável que outra com o básico?

Isto faz-me lembrar a fórmula 1, no passado ganhavam os melhores pilotos, hoje ganham os melhores carros….

Como isto anda, ainda vamos ter motas (como já acontece nos carros)que quando as montamos ( ::P:) nos vão dizer "querido estás muito quente, vamos dar uma volta"  :palmas:

Claro que estou a exagerar, mas cada vez estou mais old fashion….


Outubro 03, 2019, 14:20:07, 14:20
Responder #83

dfelix

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O "duckface" nas adventure é curiosamente algo muito associado à imagem da GS, e que vários construtores foram tentando replicar cada um à sua maneira.

O consumidor atualmente procura motos mais sofisticadas (por assim dizer) e a V-Strom é um conceito mais simples/básico. O que no fundo até pode ser interessante basta olhar para o caso da nova Tenéré.

Só que a nova Tenéré foi criada precisamente para ser simples e básica.
Uma espécie de regresso ás "dual sport" dos anos 90, mas com todo um conjunto de características do presente. Com tudo o que de bom e mau isso implica.
Algo que deixou de existir e o mercado de certa forma estava a pedir.

As V-Strom são motos com uma ergonomia predominantemente estradista, mais volumosas e pesadas.

Suspensões eletrónicas…...hummmmm...são muito boas para quem não sabe afinar uma suspensão convencional, o problema é quando desatam a afinar-se sozinhas….. :toma:

As que "desatam a afinar-se sozinhas" são as activas e fazem-se pagar caro por isso.
Já nas restantes, a diferença a uma convencional é que não precisas de andar com ferramenta atrás. Pois os clicks feitos "digitalmente" pelo dashboard seguem a mesma lógica da afinação manual. Com a vantagem ainda de que é possível guardar e alterar o setting sem ser num post-it na carteira.
Há casos de avarias nos mecanismo, sobretudo nas que equipavam a primeira geração da multistrada, que foram de certa forma as pioneiras.
Mas nunca ouvi qualquer caso delas começarem a regular sozinhas!

Com isto não quero minimizar a eletrónica nas motas...mas entendo que se está a exagerar….e isso paga-se tudo em fiabilidade e custos de manutenção…

Não sei será bem assim.
Já tive tive uma Yamaha que se começou a autodestruir com problemas eléctrónicos mal saiu do stand.
Mas fora isso, todas as que tive depois mesmo contando com uma ou outra avaria (quase sempre sensores que "gastaram" ou danificaram) foram motos que me deram substancialmente menos chatices que as básicas do passado.

Alguém acredita que para ir para o deserto de Marrocos ou outro local do género com areia, e altas temperaturas, uma mota dependente da eletrónica seja mais fiável que outra com o básico?

Dependerá muito da robustez da própria electrónica.
A parte chata é que se for necessário improvisar uma peça danificada, será complicado encontrar algo para substituir.
A parte boa é que no geral dão menos aborrecimentos.

Como isto anda, ainda vamos ter motas (como já acontece nos carros)que quando as montamos ( ::P:) nos vão dizer "querido estás muito quente, vamos dar uma volta" 



  :)

Outubro 03, 2019, 14:29:20, 14:29
Responder #84

jmartins13

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Quanto à Big Tank, embora encareça muito face à anterior, também me parece que queira ser a opção mais espartana das BiGADV, mantendo a sua raça mais Off-road ( Se é que alguém quer mesmo fazer além de uns estradões com um bicho daquele porte..mas..) Aí, vendo Bem , se calhar até acaba por ser a BIG ADV mais barata, e dar que pensar entre as 1290 da Ktm e a referência que é a GS.  A Big Tank anterior confesso que me apaixonou bastante, embora a minha escolha racional/económica na vertente que esta nova se propõem fosse sempre para a S10.
A Versys 1000, por exemplo só para Estrada, foi máquina que  me impressionou, apenas a travagem é que não. Tigers 1200, não opino que nunca conduzi e as 1290, a mim, falta-lhes qq coisa para estrada.
Vendo bem, Talvez a BIg tank até vá ser uma escolha apetecível, mas aquém da minha carteira...já a standart, nestes valores, descartava para já.
Vamos ver como o mercado mexe, também se fala numa AT800, que se calhar...seria uma boa escla da oferta da marca no segmento.....apenas AT800 e AT AS1100, seriam suficientes e uma boa jogada...digo eu.
 :cool:

Sem querer parecer "demasiado" que estou a defender a minha rainha, é engraçado que nunca se fala na V-Strom, seja a 650 ou a 1000. Na versão XA ( jantes raiadas ) a V-Strom apresenta uma oferta imbatível para quem queira uma mota com uma fiabilidade inquestionável, motores muito competentes, equipamento "aceitável" e um preço.......imbatível. Consegue-se ir buscar uma 1000 por um valor a rondar os 13000€, preço chave na mão. Face à concorrência neste segmento e fazendo uma análise de todas as variáveis acaba por ser uma pechincha.


Verdade!! Excelentes máquinas as V-strom. Das mais leves e equilibradas.
A 650 acho-a nelhor das médias cilindradas. A 1000 também é grande máquina e tem a electrónica que para mim faz sentido. Bastante emocionante de conduzir,  àgil, mas tb muito estável.
A mim a estética delas não me faz confusão, mas sei que é um handicap do modelo.
Não as mencionei pois estava mais orientado para o off road e acho-as mais orientadas para estrada :cool:

Outubro 03, 2019, 16:46:46, 16:46
Responder #85

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Concordando com ( praticamente ) tudo o que o jmartins13 refere, só discordo na questão do off-road na medida em que, quem souber guiar uma mota fora de estrada com um peso entre 215 a 230kgs, guia tanto uma AT, como uma V-Strom, como uma GS. Quem não souber andar de mota fora de estrada......não consegue guiar nenhuma delas.
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Outubro 04, 2019, 11:21:23, 11:21
Responder #86

dfelix

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...só discordo na questão do off-road na medida em que, quem souber guiar uma mota fora de estrada com um peso entre 215 a 230kgs, guia tanto uma AT, como uma V-Strom, como uma GS.

Sim, porque o longo curso de suspensão e a jante de 21' da AT é completamente irrelevante.
 ;)

Outubro 05, 2019, 13:37:11, 13:37
Responder #87

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Assim fica um tipo com 1.76m de altura e 77Kg de peso, em cima da nova África Twin 1100 Adventure Sports...

Pensei que fosse pior, em face da altura deste modelo. Ainda por cima estava descalço...

As suspensões provavelmente quando estão reguladas para menos firmeza, comprimem ali o suficiente que dá para alguém com aquela estatura tocar com ambos os pés no chão. :)







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Outubro 05, 2019, 13:52:49, 13:52
Responder #88

Raminhos

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De facto estou a achar a suspensão demasiado comprimida. Isso está com pouca distância ao solo.

Eu tenho 1,77cm e na minha chego com os pés no chão sem problema. Estava a contar que fosse pior com esta...
« Última modificação: Outubro 05, 2019, 13:59:24, 13:59 por Raminhos »

Outubro 05, 2019, 14:16:49, 14:16
Responder #89

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Trata-se da suspensão electrónica, como indicam as fotos no canto superior direito.
Possivelmente a amplitude de compressão permitida por estas suspensões da Showa (EERA) é bastante grande.

Ajuda nas "pernas curtas".  :)
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Outubro 05, 2019, 15:00:14, 15:00
Responder #90

TMaxer

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O ano passado vi uma demostracao dessas suspensao na Eicma e de facto isso permite uma enorme aplitude de compressao  :nice:
Ducati Multistrada 1200S

Outubro 09, 2019, 18:00:24, 18:00
Responder #91

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Parece que só começam a chegar ao mercado sensivelmente entre final de Novembro e início de Dezembro, mas algumas unidades já começaram a circular entre jornalistas do sector (como é habitual).

O título dos Alemães, que estão a testar tanto a versão standard como a Adventure Sports, é curioso...

"(....)Well-developed and, above all, pleasant travel enduro
This is more than an update. The new frame alone shows that the Honda Africa Twin CRF 1100 L is a new motorcycle. One that further enhances known strengths.(....)"
Link...


Ah...outra coisa.
As unidades que testaram, já vinham com os recentes Bridgestone AX41T (o nome completo é Battlax AdventureCross Tourer).  :)

Estes:




Mas a maioria deverá chegar (salvo se o cliente optar diferent€) com os Metzeler KAROO Street.
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