São projectos que de facto levam o seu tempo.
Uma marca, por ter muita experiência em motos com motor de combustão, não significa (como sabemos) que o seja também nestas tecnologias dos V.E., em que estão dependentes também de fornecedores novos e com quem antes não mantinham negócio nem conhecimento da fiabilidade do produto final.
Mas existe (ou dá-me ideia que existe...), por parte de um grande número de marcas mais conhecidas, um certo travão no avançar com propostas reais nas eléctricas.
Por acaso contava já ver algo nesta EICMA e mais uma vez não aconteceu.
Enquanto isso, vão aparecendo várias outras marcas, algumas se calhar de que nunca se ouviu falar, a avançarem com propostas, sobretudo de âmbito citadino.
Mas a Royal Enfield está a fazer o que lhe compete, que é adaptar-se, ou neste caso preparar-se para o futuro e para as mudanças que já se sentem de forma muito evidente no sector dos automóveis.
Este sector irá atrás, mais tarde ou mais cedo..