Mantendo as prestações, seria interessante do ponto de vista dos consumos.
Ainda assim, e com todas as restrições impostas ( e que ainda vão impor ) aos fabricantes, deverá ficar só mesmo para usos miltares.
( Curioso, com tanta imposição e proibição em termos ecologicos que "prejudicam e limitam" os consumidores civis, os gigantes militares estão completamente á margem de tudo isso. Não há consumo de combustivel que trave a inovação militar, tal como toda a investigação para melhorar a tecnologia assassina. Enquanto for assim e não se gastarem as verbas necessárias para erradicar a fome, as doenças e a pobreza, não vamos a lado nenhum... ou vamos, mas para um lado que me assusta... )