Autor Tópico: FogCity...mais uma solução para evitar o embaciamento da viseira  (Lida 2816 vezes)

Outubro 05, 2020, 09:40:34, 09:40
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Sapiens21

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FogCity...mais uma solução para evitar o embaciamento da viseira






Este tópico parece-me que pode despertar interesse, pois muita gante sofre com o embaciamento da viseira.

É certo que existe o pinlock no mercado, mas uma empresa desenvolveu um sistema aparentemente mais simples e...um pouco barato, sem perder a eficácia do resultado pretendido.

E já existe há bastante tempo no mercado...para quem não sabe. :)

Trata-se da FogCity (poderá haver outras empresas que depois se lhe seguiram com sistemas idênticos) e aquilo que desenvolveram foi um adesivo específico para viseiras e adequado para a esmagadora maioria dos capacetes no mercado.

Estes adesivos da FogCity são feitos de um material desenvolvido especificamente para absorver a humidade e evitar a formação de gotículas.
Ou seja, para manter a condução o mais tranquila possível quando as condições de temperatura ditariam um fácil embaciamento.

Além disso trata-se de uma aplicação fácil, já que tem autoadesivo na face interior, garantindo assim que a película adere à viseira.

Quanto a medidas e pelo que li, existem 4 diferentes, o que permite ser adequado à maioria dos capacetes.

Sobre os preços, andam na casa dos 20€, mais coisa menos coisa.
É pesquisar um pouco e encontram-se lojas online que vendem.  :nice:
« Última modificação: Outubro 05, 2020, 10:37:52, 10:37 por Sapiens21 »
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
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Dalai Lama

Outubro 05, 2020, 10:29:42, 10:29
Responder #1

PBarros

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Boa informação, agora que vem aí o inverno   :nice: :nice:
Vou pesquisar...

Cumprimentos ✌️
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Outubro 05, 2020, 10:36:46, 10:36
Responder #2

Sapiens21

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Existe video explicativo de como é aplicado...

Fica praticamente imperceptível visto a partir de certa distância.
Mal se nota que tem ali um adesivo na viseira com o propósito de evitar o embaciamento.  :nice:

Passo por passo na aplicação...


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Outubro 05, 2020, 10:49:28, 10:49
Responder #3

saraiva

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 :offtopic: mas pequeno.

Li este post e de seguida fui ao Facebook. Não é que me apareceu logo uma publicidade de uma concorrente. (Uma suposta película que até muda de cor conforme a claridade.

Impressionante, dado que não tive qualquer ação ativa, apenas li.

 :backup.to.topic:

Eu ainda não encontrei solução para o embaciamento / acumulação de gotas no capacete. Acabo sempre por andar com a viseira aberta no mínimo e pescoço húmido. (Eu ando mesmo com chuva a sério).
Há rosas cor-de-laranja mas não há laranjas cor-de-rosa. No entanto há laranjas verdes e rosas verdes não há.
Sym Jet14 0km --> 17147km | Keeway SuperLight 7041km --->10500km | UM Sport S 0km-->

Outubro 05, 2020, 13:15:20, 13:15
Responder #4

Rodrigues1

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Video bem explicadinho sim senhor... :nice:

É de facto uma boa solução, e parece que a fita aderente é removível sem deixar residuos de cola.

Será quase a mesma coisa que o pinlok mas adaptável a viseiras sem pernos de fixação apropriados.

« Última modificação: Outubro 05, 2020, 13:25:54, 13:25 por Rodrigues1 »

Outubro 06, 2020, 08:57:19, 08:57
Responder #5

Nuno YB

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:offtopic: mas pequeno.

Li este post e de seguida fui ao Facebook. Não é que me apareceu logo uma publicidade de uma concorrente. (Uma suposta película que até muda de cor conforme a claridade.

Impressionante, dado que não tive qualquer ação ativa, apenas li.

 :backup.to.topic:

Eu ainda não encontrei solução para o embaciamento / acumulação de gotas no capacete. Acabo sempre por andar com a viseira aberta no mínimo e pescoço húmido. (Eu ando mesmo com chuva a sério).

Na minha opinião, o Pinlock foi das melhores invenções da história dos capacetes. Sei que algumas pessoas não concordam, devido a certas condições particulares em termos de visão mas, para mim, dá um jeitaço.

Embora seja praticamente inutil de verão, no inverno já não me vejo a andar de moto sem isto. Seja por causa da chuva, ou simplesmente do frio, no inverno ando com a viseira quase sempre fechada. Sem o pinlock, isso seria impossivel.

Já tinha visto este novo sistema, mas confesso que tinha duvidas em relação á sua fucionalidade. Se for mesmo eficaz, é uma excelente opção para os capacetes que não vêm equipados com viseiras especificas para o uso de pinlock, e até mesmo para esses, se o preço o justificar.

Estou a pensar em adquirir um ROOF Desmo e uma das razões que me levou a adiar a compra foi essa mesmo, não terem viseira preparada para Pinlock, pelo menos por agora. A verificar-se que este sistema é eficaz, fica esse "problema" resolvido.
Certas pessoas são como aquelas molas mágicas: não servem para quase nada, mas é sempre engraçado atirá-las pelas escadas abaixo...

Outubro 07, 2020, 10:24:15, 10:24
Responder #6

karloxilva

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Boas.

Ainda não tinha pensado nesta, qual é a composição química dos filtros que metemos junto ao nariz?
Eis algo que encontrei numa página da Califórnia de uma marca de capacetes:


⚠️ WARNING TO OUR CALIFORNIAN CONSUMERS:
This product can expose you to chemicals known to the State of California to cause cancer or birth defects and reproductive harm. For more information go to: https://www.p65warnings.ca.gov/


(a página é esta: https://www.agv.com/us/en/pinlock-lens/20KIT00102001.html]

Editado:
Devem ter detectado na composição da coisa a presença de um agente químico listado na tal lista "p65" (algo que eu não descortinei) e estão a precaver-se para futuros processos, "Não digas que não foste avisado".

O "Princípio da Precaução" diz que se é suspeito deve evitar-se usar até Estudo Independente em contrário... só que há outro, não um princípio mas um argumento: "Qual é a taxa de concentração vezes tempo de exposição?", algo como "Terias de viver dentro do capacete 18 horas para ter efeito", logo seguido de "Os níveis de concentração são desprezáveis"... diz-se frases destas que só podem ser confirmadas... por Estudos Independentes. Mas são mais simpáticas do que a versão "alarmista".
Para atrapalhar, vivemos numa época em que Verdade é relativa, é o que "um homem quiser", até a Científica! "A terra é redonda? Isso dizes tu!". A Ignorância passa por "Opinião", a crendice prolifera. A Ciência e o Estudo são algo que tendem a ser desvalorizados nesta Idade Média digital...
O que é facto é que Murphy propõe que se alguém ficar afectado por uma maleita que se possa imputar ao "pinlock", haverá processo... depois, o Estado da Califórnia tem uma população de advogados maior que a de surfistas e de tubarões brancos... juntas.
 
« Última modificação: Outubro 07, 2020, 11:49:08, 11:49 por karloxilva »
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." René Descartes

Outubro 08, 2020, 08:24:21, 08:24
Responder #7

Nuno YB

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Somos tugas, não temos que nos preocupar com isso... até porque o alerta só visa os clientes californianos...

Muito sinceramente, e tendo em conta que andamos dias inteiros na via publica, a levar com particulas cancerigenas dos fumos dos automoveis, churrasqueiras, fábricas, etc... este tipo de estudos deixa-me um bocadinho "de pé atrás".
É que essa teoria dos "estudos independentes" faz-me lembrar os testes feitos pela imprensa "especializada" a automoveis, motos, casacos, botas, frigideiras, preservativos e etc, etc, etc...

Certas pessoas são como aquelas molas mágicas: não servem para quase nada, mas é sempre engraçado atirá-las pelas escadas abaixo...

Outubro 08, 2020, 11:11:03, 11:11
Responder #8

Grandpa

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P65 (Proposition 65) é um ftalato (DEHP - Di(2-etilhexil) ftalato).
Por ter sido associado a um risco acrescido de cancro, de infertilidade masculina e de perturbações do crescimento in-útero tem vindo a ser descontinuado o seu uso a nível industrial. Consideram-se de risco concentrações superiores a 0,1%.
Este produto é usado para tornar os plásticos flexíveis e continua a estar presente nos mais variados objetos: caixas de conservação; cortinas de chuveiros; sapatos; isolamentos de cabos elétricos, termos e lancheiras, brinquedos, etc.  :toma:
Maioritariamente, tudo quanto é de PVC e de vinyl reciclado tem o DEHP. Até há pouco tempo estava presente (e vai continuar a estar) em múltiplos dispositivos médicos, tais como sistema para administração de soro, frascos para soro e bolsas para sangue; mascaras de oxigénio e luvas  :oops:
Em Portugal o seu uso está regulamentado pelo Decreto-lei nº 61/2017 (limite máximo de 0,1%)

Estamos expostos no dia-a-dia a tanta m.... que nos lixa a saúde. Esta é mais uma.

Nota final: na altura de escolher preservativos vejam se não têm ftalatos  :lolol:

Outubro 08, 2020, 12:51:43, 12:51
Responder #9

karloxilva

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P65 (Proposition 65) é um ftalato (DEHP - Di(2-etilhexil) ftalato).
Por ter sido associado a um risco acrescido de cancro, de infertilidade masculina e de perturbações do crescimento in-útero tem vindo a ser descontinuado o seu uso a nível industrial. Consideram-se de risco concentrações superiores a 0,1%.
Este produto é usado para tornar os plásticos flexíveis e continua a estar presente nos mais variados objetos: caixas de conservação; cortinas de chuveiros; sapatos; isolamentos de cabos elétricos, termos e lancheiras, brinquedos, etc.  :toma:
Maioritariamente, tudo quanto é de PVC e de vinyl reciclado tem o DEHP. Até há pouco tempo estava presente (e vai continuar a estar) em múltiplos dispositivos médicos, tais como sistema para administração de soro, frascos para soro e bolsas para sangue; mascaras de oxigénio e luvas  :oops:
Em Portugal o seu uso está regulamentado pelo Decreto-lei nº 61/2017 (limite máximo de 0,1%)

Estamos expostos no dia-a-dia a tanta m.... que nos lixa a saúde. Esta é mais uma.

Nota final: na altura de escolher preservativos vejam se não têm ftalatos  :lolol:

Boa entrada, obrigado pelo esclarecimento precioso.
Quanto aos preservativos, o bom e velho latex mantém-se de confiança - cuidado é com os "óleos", não são todos iguais. Se der bronca, regressamos ao intestinos de carneiro como faziam os romanos.

Sobre o PVC, sei que a "Green Peace" anda há anos (dezenas) a tentar que ele seja banido. Tal como se bateu pelo fim do amianto - já lhe apontavam a perigosidade 30 anos antes dele ser banido. Pelo caminho, ouviram muitos desqualificativos, muitos de gente que hoje se reúne a gritar à frente de edifícios com telhas de fibrocimento.
Ainda sou do tempo de ver chumbo em canalizações (pelo menos junto aos contadores de água). No tempo dos Romanos o chumbo foi utilizado em tudo o que que era canalização. Hoje, os arqueólogos exumam ossadas e os testes testemunham graus elevados de contaminação e doenças atribuídas ao chumbo. Idem, para o tempo da conquista do faroeste norte-americano, por causa do uso indiscriminado do Estanho (à base chumbo). Então, quem conseguiria convencer as pessoas de que o mal estava num metal que não se desfazia a não ser pelo calor?
Até há poucos anos os tipógrafos morriam de "doença profissional"... era ao chumbo dos caracteres imprimíveis.

"[...] É que essa teoria dos "estudos independentes" faz-me lembrar os testes feitos pela imprensa "especializada" a automoveis, motos, casacos, botas, frigideiras, preservativos e etc, etc, etc... [...], Nuno YB dixit. Boa questão.

Os estudos independentes têm de vir de instituições independentes, algo que regra geral é atribuído às Academias - onde nasce o Conhecimento Científico. Aliás, o grau de  ID dos países é quantificado pela quantidade de artigos que os seus cientistas publicam nas revistas científicas internacionais (sujeitos à verificação/confirmação/contradição pelos pares). O Conhecimento Científico evolui de forma Dialéctica (tese, antítese... síntese). As revistas de motos são mais revistas de "sensações" do que de outra coisa... a "Playboy" pode ser considerada uma revista focada na "anatomia" mas está longe de ser considerada na bibliografia da Cadeira de Anatomia de um curso de Medicina.

A forma de nos salvaguardarmos de estudos independentes que não o são é saber onde foram publicados (com a devida possibilidade de serem contestados pelos pares)... E por quem foram financiados: Uma empresa norte-americana de alumínio não sabia o que havia de fazer com a matéria-prima e descobriu um estudo que apontava o Flúor com vantagem para os dentes. Procurou e encontrou cientistas que passaram da possibilidade ao facto e o Flúor invadiu tudo em quantidades que faziam mais mal que bem. Foi preciso anos para que o "estudo" fosse contestado e fosse colocado fim ao logro.

A Ciência também escreve direito por linhas tortas. A indústria petrolífera norte-americana financiou um estudo sobre a Idade do Planeta (nos anos 40 do século passado), um tema então em voga e aparentemente pouco ameaçador. Neste, o cientista responsável (Clair Cameron Patterson) descobre uma grande quantidade de chumbo nas costas mais superficiais dos oceanos. Não fazia sentido, devia haver maior concentração no fundos oceânicos. Enfim, Chega à conclusão de que é chumbo produzido não é natural. Com a ajuda de modelos de deslocação de massas de ar, estabelece que é depósito, produto da combustão da gasolina nos países industrializados e mais motorizados; depois, relaciona outros dados entre si e estabelece uma relação entre as concentrações de chumbo e a percentagem de doenças derivadas da inalação desse metal. O cientista foi ridicularizado e desacreditado pelo próprios promotores do estudo. Até haver uma decisão Política para que se pegasse nos dados e se confirmasse (ninguém se atrevia a financiar essa confirmação). Hoje, a gasolina não tem chumbo.. e os números de doenças associadas ao chumbo desceram na América latina (ah, pois, o cientistas climáticos demonstraram que era para lá que ia o chumbo dos automóveis norte-americanos. [Editado: A história melhor contada da coisa está aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Clair_Patterson]
"Estudos há muitos", é verdade. É por isso que as academias não devem ser subfinanciadas pelos Estados. Se o deixarem ao critério empresarial e de rentabilidade a curto prazo... como isto está longo: se vos disser que há mias investigação nos laboratórios sobre medicamentos contra o envelhecimento do que sobre doenças que matam milhões de pessoas, acreditam?
« Última modificação: Outubro 08, 2020, 13:30:43, 13:30 por karloxilva »
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Outubro 08, 2020, 15:02:29, 15:02
Responder #10

dfelix

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A Fogcity chegou a ser bem mais popular que a Pinlock.
Talvez por falta de marketing ou parcerias com os fabricantes de capacetes foram ultrapassados e esquecidos.

Aliás, o próprio aspecto das embalagens parece ter estagnado nos anos 90.

Ser colado e portanto evitar furar caso o capacete não seja compatível é uma vantagem.
Mas também o risco de bolhas de ar na colagem é maior.

Já a desvantagem da deformação de imagem e os "flares" nocturnos é a mesma do pinlock..  :-X

Outubro 08, 2020, 16:57:15, 16:57
Responder #11

karloxilva

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A solução ideal seria ter uma viseira que funcionasse como as boas janelas de "vidro duplo" (com Vácuo entre as faces exterior e interior e, estruturalmente, sem ligação condutora entre a estrutura interna e externa), e ainda outra (viseira) com filtro solar.
Com a tecnologia existente não é impossível. No futuro, estará tudo numa só viseira.
Para mim, o "pinlock" apareceu como algo "extravagante" no Shoei, o primeiro capacete digno desse nome que pude comprar... até ver a diferença.
O filtro solar, pouco falado, também. E neste, tal como nuns óculos escuros, a qualidade do filtro não se pode resumir a um "plástico" mais escuro.
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Outubro 08, 2020, 18:31:12, 18:31
Responder #12

dfelix

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A solução ideal seria ter uma viseira que funcionasse como...

Nem é preciso tanto...
Basta um revestimento que impeça o embaciamento.

Já tive um capacete assim.
A viseira no interior tinha um revestimento que só era perceptível ao passar com os dedos.
Ou quando se tentava limpar com um pano pois... "agarrava" fibras.
Não embaciava. E não incomodava a visão sobretudo à noite como acontece com o pinlock e outros inserts.

Ao fim de valente uso essa película começou a descascar junto ás borrachas devido à fricção.
Mas a longevidade foi maior que habitualmente muita gente mantém a mesma viseira. Aliás, quando todo o capacete já estava a precisar de substituição.

No presente a mesma marca adoptou o Pinlock.

Nem acho que seja por ser uma solução "melhor". Mas pelo facto de para muita gente ter passado a ser um requisito.
O mercado não procura capacetes com viseira anti-embaciamento. O mercado procura capacetes com Pinlock.
E naturalmente os fabricantes produzem o que o mercado procura.
 :)

Outubro 08, 2020, 18:52:44, 18:52
Responder #13

Sapiens21

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Esse dito revestimento será que não se assemelhava em tudo a uma película?

Pergunto isto porque esta película da FogCity (que também passará quase despercebida a certa distância), já está no mercado há anos como expliquei no início do tópico . Se disser há uma década, talvez não esteja longe. :)

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Dalai Lama

Outubro 09, 2020, 11:20:54, 11:20
Responder #14

dfelix

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Estão no mercado há anos... e bem mais que uma década...
Comprei uma película destas prai em 1998.  :???:

Não se falava de pinlocks.
Discussoes sobre motociclismo na Internet resumia-se a newsgroups, mailing lists e canais de IRC.
Mas havia publicidade da FogCity nas revistas da especialidade.

O revestimento a que referi atrás é como que uma camada de outro material no lado interior da viseira. Até pode ser uma película, mas certamente colocada no processo de fabrico.
Pois não apresenta extremidades ou marcas de corte.
Apenas se sente uma textura diferente ao passar com os dedos. E agarrar fibras quando se passava com um pano.
E essa película/camada começou a "descascar" já numa fase avançada da vida do capacete.

Até lá era imperceptível.

Tenho pena que se tivesse abandonado isto... sempre achei a solução mais evoluída e mais prática que os inserts.