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« Última mensagem por 2low em Junho 22, 2026, 22:48:03, 22:48 »
Agradeço a resposta. Realmente a parte da “complexidade” serve para justificar a demora do tempo. Após auscultação de um assessor jurídico o resultado será um de três: mota reparada; caso não haja viabilidade de reparação, entrega de uma unidade novo ou resolução do contrato, em que estarei dependente do valor proposto pelo concessionário. De qualquer forma é realmente penoso, após uma escolha de uma mota de uma marca considerada fiável estar a passar por isto. “Não acontece só aos outros…”
Um Amigo passou por uma situação parecida precisamente com uma Yamaha Fazer 800 (nova) e ao final de 15 dias já estava a dar os primeiros sinais do problema... O stand chegou a substituir a rampa de injecção mas o problema mantinha-se até que lá verificaram o problema, na montagem em fábrica a cablagem eléctrica principal ficou trilhada com a montagem de equipamento mecânico por cima... cablagem toda substituída e problema resolvido. Na altura julgo que demorou precisamente 2 a 3 meses todo o processo. A partir daí nunca mais deu problemas. Quanto às soluções apresentadas, eu diria para fugires da resolução de contrato porque acabar por perder dinheiro significativo correspondente a 1ano de desvalorização... Já passei por uma situação que resolvi dessa maneira e na prática foi devolver a moto ao stand a troco da melhor cotação que tinha tido para se alguém a quisesse comprar, ao final de 11 meses recebi 2000€ quando a moto tinha custado 3200€... Tive praticamente problemas desde 1ª semana de uso e cheguei a ir para o stand todos os dias ao final do dia de trabalho até que stand fechava à espera de resposta do representante... na altura já era lusomotos pelo que desde então tenho um ódio a esse representante! tento sempre fugir a eles... E só consegui a devolução da moto porque depois de falar com advogado aconselhou a escrever no livro de reclamações quando o stand vendia muita coisa sem factura...
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« Última mensagem por Aspes em Junho 22, 2026, 19:42:23, 19:42 »
Agradeço a resposta. Realmente a parte da “complexidade” serve para justificar a demora do tempo. Após auscultação de um assessor jurídico o resultado será um de três: mota reparada; caso não haja viabilidade de reparação, entrega de uma unidade novo ou resolução do contrato, em que estarei dependente do valor proposto pelo concessionário. De qualquer forma é realmente penoso, após uma escolha de uma mota de uma marca considerada fiável estar a passar por isto. “Não acontece só aos outros…”
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« Última mensagem por 2low em Junho 22, 2026, 16:54:45, 16:54 »
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« Última mensagem por Joao_Cruz em Junho 19, 2026, 21:57:36, 21:57 »
Tchi, uma Frescia Em primeiro olhar, pensei que fosse uma 851 da Ducati
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« Última mensagem por JustGil em Junho 19, 2026, 18:45:01, 18:45 »
Bem, já há algum tempo que não vinha aqui e no começo desta semana, aqui na Motoboxe, na Rua Camões do Porto encontrei a seguinte máquina, uma linda Cagiva Freccia 12R (1ªvez que vi uma pessoalmente) e peço desculpa pela qualidade das fotos.  
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« Última mensagem por 2low em Junho 14, 2026, 22:18:08, 22:18 »
Boa tarde, Comprei uma Tracer 9 GT Y-AMT em Out25. Tive problemas com a caixa de velocidades e levei à marca, uma vez que estando na garantia, a reparação deveria ser viável. Acontece que a mota se encontra na marca para reparação à perto de 2 meses sem que o problema esteja identificado, apesar dos testes realizados pela marca. Estou ciente da legislação em vigor. A minha pergunta é se alguém sabe por quanto tempo que esta situação se pode arrastar. Não me foi disponibilizado qualquer veículo de cortesia para compensar a privação do meu meio de deslocação. Obrigado
De acordo com o respectivo DL 84/2021 (que não recebeu alterações desde que foi promulgado): "Artigo 18.º Reparação ou substituição do bem 1 - Para efeitos de reparação ou substituição, o consumidor deve disponibilizar os bens, a expensas do profissional. 2 - A reparação ou a substituição do bem é efetuada: a) A título gratuito; b) Num prazo razoável a contar do momento em que o profissional tenha sido informado pelo consumidor da falta de conformidade; c) Sem grave inconveniente para o consumidor, tendo em conta a natureza dos bens e a finalidade a que o consumidor os destina. 3 - O prazo para a reparação ou substituição não deve exceder os 30 dias, salvo nas situações em que a natureza e complexidade dos bens, a gravidade da falta de conformidade e o esforço necessário para a conclusão da reparação ou substituição justifiquem um prazo superior. 4 - Em caso de reparação, o bem reparado beneficia de um prazo de garantia adicional de seis meses por cada reparação até ao limite de quatro reparações, devendo o profissional, aquando da entrega do bem reparado, transmitir ao consumidor essa informação. 5 - Quando a reparação exigir a remoção do bem que tenha sido instalado de uma forma compatível com a sua natureza e finalidade antes de a falta de conformidade se ter manifestado, a obrigação do profissional abrange a remoção do bem não conforme e a instalação de bem reparado ou substituto, a suas expensas. 6 - Havendo substituição do bem, o profissional é responsável por qualquer falta de conformidade que ocorra no bem sucedâneo, nos termos do disposto no artigo 12.º 7 - Em caso de substituição do bem, não pode ser cobrado ao consumidor qualquer custo inerente à normal utilização do bem substituído. ", em https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_busca_assunto_diploma.php?buscajur=repara%E7%E3o&artigo_id=&pagina=1&ficha=1&nid=3471&tabela=leis
Atribuir um veículo de cortesia não me parece ser obrigação imputada aos stands embora haja alguns que o façam por cortesia e para minimizar aborrecimentos aos seus clientes, deverá ser opcional apesar de ser uma daquelas coisas que dá boa imagem ao stand. A lei acaba por ser pouco esclarecedora quanto a "situações mais complexas" e que situações "mais complexas" podem ser essas.... pelo que deverás SEMPRE entrar em contacto com o stand através de email para ficares com registo, expões a situação por escrito e informas que tem sido uma situação que te está a trazer problemas por não poderes usufruir do bem que adquiriste e esse bem não estar a cumprir a função para que foi comprada. Se a tua moto custou até 15.000€ e já estiveres farto de esperar podes tentar a resolução do problema via "Julgados de Paz", tem um custo meramente administrtivo que no caso de te darem razão no final do processo esses custos serão imputados à outra parte, sendo devolvido os custos iniciais de processo. Seria talvez bom encontrares na tua lista de amigos algum que seja advogado ou que conheça e/ou tenha alguém advogado na família para te elucidar de forma informal sobre esta situação de "prazo legal para reparação" ou "prazo aceite com bom senso para a respectiva reparação" e se chegar a altura que possas ter a lei de teu lado sem te terem devolvido a moto reparada, poderás então nessa altura avançar para "resolução de contrato" ou exigires a substituição do bem por defeito de fabrico. Mas aconselho paciência para conseguires resolver a tua situação.
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« Última mensagem por Aspes em Junho 14, 2026, 17:28:19, 17:28 »
Boa tarde, Comprei uma Tracer 9 GT Y-AMT em Out25. Tive problemas com a caixa de velocidades e levei à marca, uma vez que estando na garantia, a reparação deveria ser viável. Acontece que a mota se encontra na marca para reparação à perto de 2 meses sem que o problema esteja identificado, apesar dos testes realizados pela marca. Estou ciente da legislação em vigor. A minha pergunta é se alguém sabe por quanto tempo que esta situação se pode arrastar. Não me foi disponibilizado qualquer veículo de cortesia para compensar a privação do meu meio de deslocação. Obrigado
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« Última mensagem por Cross em Junho 11, 2026, 17:44:00, 17:44 »
Para já só ligeiros de mercadorias... Tacógrafo chega aos ligeiros de mercadorias em julho https://www.razaoautomovel.com/noticias/tacografo-obrigatorio-ligeiros-mercadorias/Sent from my SM-S918B using Tapatalk
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« Última mensagem por Cross em Junho 11, 2026, 08:34:56, 08:34 »
É a tecnologia ao serviço do cidadão...facturar na hora, evitar o contraditório ao máximo... paga agora é mais barato... Isto de pôr um tacógrafo em cada veículo na estrada já esteve em discussão pelo que sei... e a proposta inicial era começar nas duas rodas porque o legislador queria acabar com aqueles barulhos à noite e ultrapassagens perigosas... etc, que aqueles bandidos motociclistas fazem.... enfim é uma questão de tempo mas valha-nos a protecção de dados  ... pelo menos até mudarem a lei ou pior a constituição. Sent from my SM-S918B using Tapatalk
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« Última mensagem por Markito em Junho 11, 2026, 00:34:03, 00:34 »
Caro IS... Eles não querem saber disso para absolutamente nada... Digo e repito até à exaustão... Apenas, exclusivamente e tão só, lhes interessa as multas e respectivo dinheirinho... É triste, mas é o que temos neste cantinho à beira mar plantado !
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