Autor Tópico: As melhores (e piores) cidades para conduzir: Lisboa é uma delas  (Lida 2659 vezes)

Setembro 27, 2017, 22:28:27, 22:28
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As melhores (e piores) cidades para conduzir: Lisboa é uma delas






Notícia obtida integralmente em Autoportal.iol.pt  LINK



"O site alemão kfzteile24 fez um estudo para descobrir as melhores (e as piores) cidades para conduzir, num ranking de 100, com o objetivo de contribuir para o debate sobre a mobilidade moderna e encorajar as cidades a partilhar experiências no que à dinâmica urbana e à legislação diz respeito.

O estudo teve em conta vários factores: nível de congestionamento, alternativas nos transportes públicos, custo médio de estacionamento, preço de combustíveis (gasolina e gasóleo), velocidades médias, níveis de poluição do ar, acidentes, qualidade das estradas e a irritabilidade dos condutores. Os atrasos e congestionamentos devido a obras não foram tidos em conta nesta análise.

Düsseldorf é a melhor cidade para se conduzir, num top 100 em que há três cidades alemãs nas 10 primeiras posições. No fundo da tabela está Kolkata, na Índia. Lisboa é a única cidade portuguesa neste ranking e surge em 58.º lugar.

A nível de congestionamento, a capital portuguesa surge em 63.º lugar; em termos de combustíveis, Lisboa tem dos preços mais altos: 91.º lugar na gasolina e 79.º no gasóleo. No que a alternativas de transportes públicos diz respeito, Lisboa aparece na 62.ª posição.

Quanto à poluição do ar, a capital está em 90.º lugar; no capítulo dos acidentes, Lisboa fica em 41.º; e tem das piores estradas das cidades analisadas: 89.º lugar.

O panorama começa a melhorar quando olhamos para a distância entre o aeroporto e o centro da cidade: Lisboa partilha o primeiro lugar com Mumbai, na Índia. No custo do preço do estacionamento: a capital consegue classificar-se em 28.º lugar; e na irritabilidade, os automobilistas em Lisboa conseguem classificar-se em 35.º lugar.

"O carro é um importante acessório da vida moderna e o meio que muitos utilizam para ir do ponto A ao ponto B. No entanto, o fraco planeamento urbano e a falta de educação cívica podem tornar a condução numa das experiências mais stressantes do dia-a-dia", comentou Thomas Kloubert, presidente-executivo do kfzteile24.

"Esperamos que este estudo possa servir de ponto de partida para que as cidades nos lugares mais baixos invistam em estradas mais seguras, limpas e eficientes e que avaliem como os métodos adotados pelas melhores cidades podem ser adotados nas suas próprias cidades".


Veja aqui a tabela completa

Posição Cidade País
1 Düsseldorf Alemanha
2 Dubai Emirados Árabes Unidos
3 Zurique Suíça
4 Tóquio Japão
5 Basileia Suíça
6 Singapura Singapura
7 Dortmund Alemanha
8 Viena Áustria
9 Munique Alemanha
10 Calgary Canadá
18 Amesterdão Países Baixos
21 Madrid Espanha
26 Estocolmo Suécia
31 Berlim Alemanha
37 Oslo Noruega
46 Londres Reino Unido
51 Paris França
58 Lisboa Portugal
63 Copenhaga Dinamarca
69 Dublin Irlanda
72 Bruxelas Bélgica
73 Atenas Grécia
79 Roma Itália
81 Sófia Bulgária
83 Varsóvia Polónia
84 Moscovo Rússia
88 Bucareste Roménia
100 Kolkata Índia"
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Janeiro 29, 2020, 21:26:50, 21:26
Responder #1

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Não pude deixar de me lembrar deste tópico criado em 2017, quando li esta notícia.

Julgo que será daqueles "galardões" que nenhuma cidade se deve orgulhar de ter...  :-X


https://automonitor.sapo.pt/2020/01/29/novidades/noticias/lisboa-e-das-cidades-com-pior-transito-da-peninsula-iberica/

"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Janeiro 30, 2020, 02:38:57, 02:38
Responder #2

2low

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Bem...

A meu ver sempre achei um disparate todas as alterações que o ex e o actual presidente da CML procederam à rede de Semáforos, alterações de sentidos de determinadas vias e outras que entretanto ficaram apenas com um sentido, e a todas as obras à Simcity que executaram e ainda pensam executar além de ser notório que as politicas do apenas "vamos lixar a vida aos automóveis" tem tudo para dar mal e começam agora os resultados a sobressair! (*)
Se pretendiam melhorar também as questões ambientais acabou por ser uma aberração (e contraditório) o que fizeram tendo como resultado a redução da velocidade média de circulação na cidade e acumulação de excesso de tráfego, resultando maior nível de poluição derivado dos gases de escapes de veículos parados demasiado tempo em semáforos e pela acumulação propositada de tráfego...

Antes da crise os números não eram assim tão diferentes em termos de quantidade de veículos a circular na cidade de Lisboa mas a velocidade média de circulação era superior, os semáforos funcionavam substancialmente melhor, tanto para veículos como para peões, mas obviamente os veículos eram mais poluidores derivado da sua tecnologia e mecânica à época.
Mas nessa altura rara era também o aglomerado familiar que não tivesse quase um veiculo por pessoa encartada desse núcleo familiar - excesso de veículos a circular apenas com uma pessoa ou excesso de veículos parados à frente e perto de cada habitação.

Lisboa sempre teve uma deficiente rede de transportes públicos e será esse o maior problema que nunca ninguém conseguiu resolver convenientemente.

A Carris até pode estar melhor mas com a especulação imobiliária que aconteceu e está a acontecer desde que a crise se foi...está a levar os cidadãos a terem de procurar habitações com rendas mais acessíveis nas periferias onde... os transportes públicos sempre foram um cancro!

Se existem apoios municipais e estatais à Carris (com as correspondentes fiscalizações à sua gestão para manter esses apoios) porque razão não existe um mínimo de preocupação para obrigar os agentes (privados) que exploram esses transportes públicos nas periferias a manter ou alargar as correspondentes redes de transportes e melhorar os horários dos mesmos e mantendo-os com características semelhantes à Carris (veículos modernos, confortáveis, com ar condicionado ou com aquecimento...) ???
Nas periferias o que acontece é: redução de carreiras e redução de horários e frotas cada vez mais envelhecidas (facto).
É assim que pretendem "obrigar" as pessoas a andar de transportes públicos?!

Por isso sempre achei a tal medida do passe com preço reduzido uma autentica demagogia!
Durou pouco mais de um mês para começarem os problemas - redução de cadeiras nos comboios/autocarros, redução de carreiras, greves de motoristas, falta de transportes públicos para tanta "nova" gente, etc...

Sempre fui da opinião contraditória àquela que foi tomada, e que seria manter os preços dos passes ou apenas com ligeira redução, criar linha de apoio com credito "bonificado" às empresas de transportes públicos para estas conseguirem renovar as frotas e por questões de segurança reduzir o numero de pessoas em pé para facilitar a circulação no interior do transporte para inclusive cadeiras de rodas,etc... com o correspondente aumento de transportes públicos a circular e com horários mais apelativos para os que os procurem e necessitem.

A titulo de curiosidade, a rede de autocarros da TST (margem sul) cada vez é menor e quase todos chegam a circular mais de 18/20h diários... e sem haver mínimo tempo para manutenção (falta de veículos na frota) acabam por aparecer nas noticias do género "autocarro da TST arde..."... recentemente eu já vi dois a arder!

Ali dos barcos é a vergonha que se sabe... redução de horários e com muitas greves...

Quando uma pessoa vai ao estrangeiro percebe facilmente o que é uma boa rede de transportes públicos apesar de maus vícios de "circular de forma solitária no seu veiculo particular" não ser uma causa exclusiva de Portugal...  também se vê lá por fora...
Mas nisso sou da opinião que todos têm direito à sua liberdade de escolha, não se deve apontar dedos ou proibir, sem no entanto não deixar de tentar incentivar à utilização dos transportes públicos como meio de transporte mais rápido e mais económico e oferendo um conforto adequado na duração da viagem.
Pessoalmente já fiz muitas contas e na maioria sempre foi mais adequado a utilização do comboio Fertagus do que sequer levar a moto para Lisboa... a diferença de preço eram cêntimos mas tempo, conforto e redução da preocupação onde encontrar lugar adequado sem ser bloqueado pela EMEL ou em risco de roubo, pendeu quase sempre para o transporte publico...
Noutras alturas as contas pendem para o veiculo próprio...

E vasculhando o que já disse noutras alturas, sem querer ferir susceptibilidades, depois do peão o rei na cidade deverá ser o transporte publico - excluo taxis e ubros - e dessa forma a faixa BUS deveria ser exclusiva para "Beiculos de Utilização Social"  :lolol: tipo Carris/RL/Vimeca/TST e excluindo Autocarros de turismo, minibus ao serviço de hoteis que muitas das vezes estacionam em plena faixa bus.

Com isto tudo entende-se o agravamento do trânsito mencionado na noticia.

(*) E voltando à demagogia do "passe barato" serviu ainda para piorar e envelhecer rapidamente TODAS as actuais frotas de transportes públicos a trabalhar na área metropolitana.
Com preços baratos caminhamos rapidamente para andarmos em Peugeots 505 ou Toyotas Hiaces feitas como que autocarros...
 :pensador: :pensador: :pensador:

notas finais:
- se do local A para o local B, se demora 25min de automóvel e o mesmo percurso feito de transportes públicos corresponder a 2h e 30min, acham mesmo que as pessoas pensem em usar cada vez mais os transportes públicos?!
- como a minha "assinatura" indica "peço desculpa se ofendi alguém mas estava só a expressar a minha opinião". e obviamente aceito na grande generalidade também as variadas opiniões devidamente justificadas.
« Última modificação: Janeiro 30, 2020, 03:04:27, 03:04 por 2low »

Janeiro 30, 2020, 03:28:24, 03:28
Responder #3

pjmartinho

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Concordo com quase tudo o que disseste à excepção de

...
A Carris até pode estar melhor mas com a especulação imobiliária que aconteceu e está a acontecer desde que a crise se foi...está a levar os cidadãos a terem de procurar habitações com rendas mais acessíveis nas periferias onde... os transportes públicos sempre foram um cancro!
...
pois a crise não se foi... ainda continua e mais agravada (porque ela não acaba por "decreto" do 1º ministro)... agora chamam-lhe "contas certas"  :lolol:

Andas distraido ou ainda não notaste que pagas mais impostos agora, do que pagavas nos tempos da troika?

Quanto à especulação imobiliária, isso não me incomoda nada pois o mercado regula-se a ele próprio... e enquanto houverem pessoas a pagar os preços que pedem pelas casas, eles vão continuar nos valores absurdos em que estão. Infelizmente as pessoas que têm capacidade para pagar esses preços são estrangeiros que encontraram em Portugal um país substancialmente mais barato do que o país de origem deles e com as mesmas comodidades pois, se não fossem eles, os preços das casas estavam ao nível das carteiras dos portugueses. Isto é o resultado das politicas de "importação" de pessoas onde estes não pagam impostos cá ou, caso trabalhem e tenham rendimentos, só pagam 20% de IRS (independentemente do que ganhem) enquanto nós temos aqueles escalões todos.

Janeiro 30, 2020, 08:35:24, 08:35
Responder #4

Nuno YB

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Não pude deixar de me lembrar deste tópico criado em 2017, quando li esta notícia.

Julgo que será daqueles "galardões" que nenhuma cidade se deve orgulhar de ter...  :-X


https://automonitor.sapo.pt/2020/01/29/novidades/noticias/lisboa-e-das-cidades-com-pior-transito-da-peninsula-iberica/



O titulo dessa noticia passada é "Lisboa é das cidades com mais transito na Peninsula Ibérica."

Segundo a noticia que ouvi ontem na rádio, não é das que tem mais transito, é mesmo A que tem mais transito da Peninsula Iberica, ultrapassando Madrid e Barcelona, as maiores cidades de Espanha. Entre as 18 e as 19 horas de sexta-feira, segundo eles,  Lisboa é o caos.

Isso deve-se ao maior numero de veiculos a circular? Claro que não, a causa são as obras e infraestruturas deficientes na capital portuguesa. E nem é preciso ir a Lisboa.

Évora, muito mais pequena, tem horas em que se demora meia hora a fazer 2 ou 3 kilometros, entre dois cruzamentos. Ficou muito melhor quando construiram uma parte da variante, que desvia uma parte do transito de veiculos pesados das principais avenidas, mas como ficou por construir a outra metade, eles continuam a ter que entrar na cidade para poderem passar para o outro lado.

Muito transito, grande parte das vezes, não é sinónimo de muito tráfego. Muitas vezes é provocado por deficiencias ao nivel das vias de circulação automovel e falhas na projeção das mesmas. De que serve fazer uma variante para tirar de dentro da cidade o transito que está só de passagem... quando só fazem metade e a outra metade não chega a passar de projecto? De que serve ter uma avenida com 2 faixas em cada sentido, se essa avenida desemboca em ruas estreitas?
Certas pessoas são como aquelas molas mágicas: não servem para quase nada, mas é sempre engraçado atirá-las pelas escadas abaixo...

Janeiro 30, 2020, 12:57:46, 12:57
Responder #5

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Será mesmo isso.
Essencialmente falha na projecção das vias por forma a serem capazes de criar um escoamento consentâneo com o volume de veículos que ali circulam.
Não sei se os estudos prévios têm isso em consideração, mas se há um azar de um toque ou uma avaria, rapidamente ficam kms de fila. Muito rapidamente...

As chamadas "horas de ponta" é algo que não se fica somente pelo nome. São um problema que leva a que muitos que estão num veículo acabem por perder horas e horas numa fila.
Aquilo tudo acumulado, depois de transformado em dias, torna-se assustador na perspectiva do tempo que uma pessoa, em determinadas cidades, pode perder dentro de um veículo parado no trânsito...  :toma:
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Janeiro 30, 2020, 13:04:23, 13:04
Responder #6

Moto2cool

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Não nos podemos iludir, não existem soluções para o trânsito nas grandes cidades que não passem por evitar que os carros entrem.
Nenhuma cidade tem capacidade para permitir uma circulação eficaz e um estacionamento suficientes para todos os carros, e se tivesse iriam chegar lá ainda mais carros :)
Soluções são transportes públicos e veículos de duas rodas (motas e bicicletas), e a lógica são veículos que ocupam muito espaço mas levam muita gente se veículos que levam pouca gente mas ocupam pouco espaço.
Todas as soluções de fazer estradas, alargar estradas, etc servem apenas para se chegar mais depressa à fila ou ter filas mais largas e menos longas.
As obras também dão para financiar construtoras que depois financiam.....
« Última modificação: Janeiro 30, 2020, 17:37:51, 17:37 por Moto2cool »
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"Viver a vida não é esperar que a tempestade passe, é aprender a andar à chuva"

Janeiro 30, 2020, 13:17:06, 13:17
Responder #7

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Existem métodos que noutros países se têm revelado muitos eficazes, pois existe uma fiscalização contínua.

Reporto-me exactamente aos casos em que os veículos automóveis que levem 2 ou mais pessoas no seu interior têm uma via de trânsito que lhes está destinada.

Todos os outros que vão sozinhos no veículo estão proibidos de o fazer.
Este tipo de medida leva a que, sempre que tal é possível, as pessoas optem por fazer uso de veículo partilhado e têm mesmo sites criados para o efeito.

Por cá não me parece que seja algo que tenha pegado assim muito, apesar de existir algo do género.
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Fevereiro 01, 2020, 19:51:36, 19:51
Responder #8

Lourenço

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As novas regras que a Câmara de Lisboa quer implementar para a Zona de Emissões Reduzidas Avenida prometem uma pequena revolução em matéria de transportes para aquela área da cidade. Pelas contas de Fernando Medina, serão retirados de lá qualquer coisa como 40 mil carros, o que corresponderá a menos 60 mil toneladas de CO2 por ano. O presidente da autarquia promete mão pesada para os incumpridores e garante que haverá controlo entre as 6:30 e a meia noite.

E quais os que poderão aceder à ZER?
Além dos residentes, poderão entrar:

Transporte público de passageiros;
Veículos das forças e serviços de segurança;
Carros de proteção civil e serviços em missão de urgência;
Veículos funerários em serviço;
Serviços públicos essenciais (EPAL, EDP) quando em serviço:
Transporte de menores a escolas (pré-escolar e 1º ciclo, sendo necessário requerer uma autorização);
Serviços regulares de transporte turístico proporcionado pelos autocarros especiais para o efeito e que apanham e deixam pessoas nas várias paragens (os grandes autocarros de turistas em serviço ocasional ficam excluídos);
Veículos ligeiros de estabelecimento com sede local, em operação de carga /descarga;
Veículos com lugares privativos na via pública;
Veículos para que transportam pessoas com mobilidade condicionada
Veículos partilhados (carsharing)
Proprietários ou locatários de lugar em garagem ou parque de estacionamento (não poderão estacionar na via pública)
Motociclos, ciclomotores e velocípedes;

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/afinal-quem-vai-poder-circular-na-baixa-de-lisboa

Fevereiro 02, 2020, 08:23:22, 08:23
Responder #9

Moto2cool

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Será esquecimento não terem falado de trotinetas :)
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