Deixa ver como será efectivamente o sistema e como actua em concreto no dia-a-dia.No fundo aquilo que um comprador pretende saber é se lhe trás vantagens, pois de outro modo não o compra em detrimento da versão unicamente com motor de combustão. É tão simples quanto isto!!Penso que os engenheiros da marca o saberão perfeitamente e acho que vai assentar no consumo ridiculamente baixo e numa autonomia maior, com a possibilidade (quiçá) de carregamento das baterias desta híbrida numa tomada normalíssima como as que temos em casa. E isto sem prejuízo de sistemas de recuperação de energia em desaceleração ou travagem que a mesma já tenha.Estou curioso confesso, se bem que nestas coisas, quem dá o 1º passo pode andar sempre um bocado a "testar"...o que pode ser o caso da Honda.