Autor Tópico: upgrade de 500cc para 650cc. Será significativo?  (Lida 12234 vezes)

Abril 30, 2018, 18:37:47, 18:37
Lida 12234 vezes

NunoMt

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Boa tarde a todos.

A pergunta pode parecer tola, mas gostava de saber se alguém fez um upgrade neste sentido em termos de cilindrada e se acharam significativo. O que devo esperar?

Neste momento tenho a minha CB500X que adoro, mas que me está a deixar doido com as vibrações no guiador, deixando-me as mãos dormentes ao fim de algum tempo.

Também quando vou com pendura, que também é peso pesado como eu noto que a mota se esforça mais, embora já tenha dado 140 com os dois lá em cima :)

As duas candidatas neste momento são a Versys 650 ou a V-Strom 650.

Abril 30, 2018, 19:39:49, 19:39
Responder #1

jmartins13

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A versys nunca guiei, mas já ouvi dizer que tem algumas vibrações que incomodam. Quanto à cb500x e a vstrom650, sim conheço as duas e é um upgrade bastante significativo. Há quem ache a vstrom 650 a melhor trail de média cilindrada no mercado, eu sou uma dessas pessoas :stuck_out_tongue_winking_eye:

Vai ao separador dos testdrves realizados pelos membros e tens lá as minhas impressões sobre a moto quando fiz o testdrive.
« Última modificação: Abril 30, 2018, 19:41:45, 19:41 por jmartins13 »

Abril 30, 2018, 20:22:43, 20:22
Responder #2

carlos-kb

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Se queres continuar nas "calça arregaçada", e nos 2 cilindros, mas o teu problema são as vibrações, esquece motores de concepção "convencional" (cambota a 180º), porque acabam a ser motores menos equilibrados, coisa que é responsável por essa vibração incomodativa e que tende a piorar, quanto mais aumentes na clindrada.

A Tracer 07 neste capítulo sai a ganhar, com o crossplane (cambota de planos cruzados a 270º), que alterando a ordem de explosões, disponibiliza bastante binário logo em baixas e faz com que o típico "bater" do motor seja enormemente atenuado.



Neste âmbito tens ainda as F700/800GS, que contemplam também um motor "não comum", com cambota a 360º, que aliado ao uso de uma terceira biela de compensação e um veio de equilíbrio, torna o motor muito linear, nem sequer "batendo" em baixas.
E com o surgimento das novas F850GS (com crossplane), as 800 são capazes de ficar a preços bem mais apetecíveis.



Sugiro-te que experimentes e sintas por ti mesmo.

Aqui o esquema de funcionamento entre um motor de combota a 180º (convencional), um crossplane (270º) e um de cambota a 360º


Abril 30, 2018, 21:34:46, 21:34
Responder #3

Sapiens21

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    Queira o bem. Faça o bem. O resto vem...
Vibrações na Versys 650?

Eu andei nesse modelo e uma das coisas que recordo era precisamente a quase ausência de vibrações.

Era uma unidade nova a que testei. Jmartins, não sei se os casos que ouviste dizer tinham outras razões que a tal conduzissem.

Nesse tocante, só posso falar naquilo em que andei. Nas outras mencionadas no tópico, desconheço como são em termos de vibrações.

Se interessar ou ajudar alguma coisa, NunoMt...

http://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=3014.msg37473#top
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Abril 30, 2018, 22:11:20, 22:11
Responder #4

2low

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Bem... mecânica não é a minha área mas... a minha Kawasaki já fez a sincronização dos cilindros, acho que é assim que se chama e:
[aquela coisa em que se liga uma maquina com um nome parecido com vaccummeter]

-quando ambos estavam a funcionar certinhos a moto não tinha nenhuma vibração mas na pratica aumentou os consumos e baixou a velocidade de ponta e afectou mesmo as acelerações e recuperações - ficou de tal forma má que disse ao mecânico para voltar a colocar como estava ou então já não pegava mais naquela porcaria, pois passou de bestial a besta e jamais gostaria de manter aquela "afinação"
-após varias afinações ficou finalmente melhor do que vinha de origem, gasta um pouco mais do que de origem mas com um pouco de vibração ou um pouco dessincronizados os cilindros e têm melhor desempenho.

Agora vêm os senhores doutores e dizem que isto é uma mentira e que os manuais dizem o oposto... pois bem... uma coisa é o que os outros escrevem... e outra são os factos e provas reais à nossa frente!

Abril 30, 2018, 22:17:10, 22:17
Responder #5

jmartins13

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Vibrações na Versys 650?

Eu andei nesse modelo e uma das coisas que recordo era precisamente a quase ausência de vibrações.

Era uma unidade nova a que testei. Jmartins, não sei se os casos que ouviste dizer tinham outras razões que a tal conduzissem.

Nesse tocante, só posso falar naquilo em que andei. Nas outras mencionadas no tópico, desconheço como são em termos de vibrações.

Se interessar ou ajudar alguma coisa, NunoMt...

http://www.clubeportuguesmotociclismo.pt/index.php?topic=3014.msg37473#top


Não sei Sapiens, foi como disse ....tenho ouvido dizer. Não falo no caso da versys com conhecimento de causa

Abril 30, 2018, 22:24:36, 22:24
Responder #6

NunoMt

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Se queres continuar nas "calça arregaçada", e nos 2 cilindros, mas o teu problema são as vibrações, esquece motores de concepção "convencional" (cambota a 180º), porque acabam a ser motores menos equilibrados, coisa que é responsável por essa vibração incomodativa e que tende a piorar, quanto mais aumentes na clindrada.

A Tracer 07 neste capítulo sai a ganhar, com o crossplane (cambota de planos cruzados a 270º), que alterando a ordem de explosões, disponibiliza bastante binário logo em baixas e faz com que o típico "bater" do motor seja enormemente atenuado.



Neste âmbito tens ainda as F700/800GS, que contemplam também um motor "não comum", com cambota a 360º, que aliado ao uso de uma terceira biela de compensação e um veio de equilíbrio, torna o motor muito linear, nem sequer "batendo" em baixas.
E com o surgimento das novas F850GS (com crossplane), as 800 são capazes de ficar a preços bem mais apetecíveis.



Sugiro-te que experimentes e sintas por ti mesmo.

Aqui o esquema de funcionamento entre um motor de combota a 180º (convencional), um crossplane (270º) e um de cambota a 360º


As vibrações a que me refiro sempre senti. Tem haver com as vibrações transmitidas pelo motor, sobretudo acima das 5000/6000rpm. Não no bater do motor a baixas rotações,  que nisso a cb500x é ajudar isenta.

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Abril 30, 2018, 23:18:43, 23:18
Responder #7

Luis Salgueiro

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Cá pr'a mim o título do tópico sofre de um 'defeito' de 'abordagem'. A avaliação para um 'upgrade' não se baseia na cilindrada mas sobretudo na potência/'cavalagem'. 
Uma passagem de uma 500 c.c. para uma 600 c.c. pode ser um upgrade .... ou nem tanto . Dou um exemplo pegando na marca Honda e na mota que agora tens (a CB500X) . Passar da CB500 X para a NC750 X não considero 'upgrade' que valha a pena mas se for para a Crossrunner (VFR 800X)  já o é !
A VFR 800 X é uma 'oitocentos' com  105cv [/b]enquanto que a NC 750 X (que para julgar pela cilindrada parece já muito mais que a CB 500 X e pouco menos que a VFR 800 X ) tem apenas 55 cv (praticamente o mesmo que a CB 500 X) .
« Última modificação: Abril 30, 2018, 23:22:27, 23:22 por Luis Salgueiro »

Maio 01, 2018, 08:38:54, 08:38
Responder #8

Cross

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Nos 2 cilindros o mais natural é ter algumas vibrações independente da solução de equilíbrio.
Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

http://www.motociclismo.pt/testes/comparativos/7578-honda-nc750x-kawasaki-versys-650-suzuki-v-strom-xt-abs


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Bom Senso e Senso Comum nunca fez mal a ninguém!

Maio 01, 2018, 11:05:59, 11:05
Responder #9

NunoMt

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Cá pr'a mim o título do tópico sofre de um 'defeito' de 'abordagem'. A avaliação para um 'upgrade' não se baseia na cilindrada mas sobretudo na potência/'cavalagem'. 
Uma passagem de uma 500 c.c. para uma 600 c.c. pode ser um upgrade .... ou nem tanto . Dou um exemplo pegando na marca Honda e na mota que agora tens (a CB500X) . Passar da CB500 X para a NC750 X não considero 'upgrade' que valha a pena mas se for para a Crossrunner (VFR 800X)  já o é !
A VFR 800 X é uma 'oitocentos' com  105cv [/b]enquanto que a NC 750 X (que para julgar pela cilindrada parece já muito mais que a CB 500 X e pouco menos que a VFR 800 X ) tem apenas 55 cv (praticamente o mesmo que a CB 500 X) .
Por acaso acho que uma 800 o género da Crossrunner seria um excelente compromisso. Mas nesta gama não há muitas motas com cilindradas nesta categoria. Às BMW não acho piada. Gosto da Honda e da triumph mas estão ambas fora do meu orçamento.

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Maio 01, 2018, 11:14:33, 11:14
Responder #10

NunoMt

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Nos 2 cilindros o mais natural é ter algumas vibrações independente da solução de equilíbrio.
Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

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A mota será para utilizar no dia a dia também para ir para o trabalho. Uma 1000cc provavelmente seria demasiado grande e menos manobra e l para o trânsito do dia a dia. Para além dos consumos.

Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Maio 01, 2018, 11:43:38, 11:43
Responder #11

jmartins13

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Partindo da cb500x acredita q é significativo, pois a sensação que transmite pela leveza na condução, parece uma moto de menor cilindrada.
O motor da vstrom é excelente, e a moto quase perfeita enquanto enquadrada no segmento. Tens uma condução calma e descontraída se quiseres, e podes por sal quando te apetecer, ela permite condução animada. Ciclisticamente assume-se como o que é, uma trail. Já a versys creio ter uma postura mais estradista. Consegues consumos bons também na vstrom, não é difícil andares em médias de 4litros/100km.

Mas não há nada como testá-las!

Maio 01, 2018, 12:41:16, 12:41
Responder #12

2low

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A mota será para utilizar no dia a dia também para ir para o trabalho. Uma 1000cc provavelmente seria demasiado grande e menos manobra e l para o trânsito do dia a dia. Para além dos consumos.

Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Eu era defensor com unhas e dentes que a minha ER6F (mesmo motor da versys650 mas com mais alma) era um excelente compromisso até... andar com a actual Triumph Sprint ST 1050...
O truque é não experimentares uma moto de cilindrada superior porque vais sempre notar as diferenças.
Portanto... se pensares em poupar custos nas subidas de cilindrada...olha... vai logo para a goldwing f6b ou f6c que não tendo os mega-caixotes atrás têm o peso bastante rasteirinho e não sentes de maneira nenhuma o peso em estradas planas e pouco inclinadas.
[resta dizer que em termos de velocidade de ponta e recuperações a goldwing é muito idêntica à minha ER6F só que para uma moto de quase 420kg e com um motor de 1800cc torna-a bombastica...]

Se não tens problemas com as motos altas e tiveres pernas compridas... parece-me que ficas bem servido com a Triumph Tiger 1050 mas as Triumph apesar de terem a sua qualidade não são "os mercedes das motos": gostam de estar mantidas e as manutençoes/mininhos não feitos tornam depois as manutenções forçadas bastante mais caras que a concorrência tanto que as peças apesar de terem qualidade, são caras. MAS se tiveres cuidado e fores dando os miminhos que ela gosta, tens uma moto que gostarás e que ao final do mês é só mais uns tostoes que as restantes da concorrencia e da moda.


Maio 01, 2018, 13:31:11, 13:31
Responder #13

Luis Salgueiro

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Qual é a condicionante? Ter ar de calça arregaçada?
Para quê??

Essa da 'calça arregaçada' tende a ser um termo pejorativo mas no fundo apenas significa algo que considero positivo  : posição de condução mais confortável para viagens mais extensas.

Maio 01, 2018, 14:03:49, 14:03
Responder #14

Cross

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Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

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Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Pois mas nesse aspecto dar para tudo não existe milagres ou melhor existe mas... adiante.

Só mesmo ter duas :)

Subindo para uma meia cilindrada faz de conta turing ficaria curta igualmente. Mas isso sou eu que tenho os meus standards. Também tive duas.

Sobre o milagre claro que é a NC. Para o trabalho todos dias tens o consumo, met-in manutenção DCT na cidade etc... e toda via tens boa distância entre eixos para auto-estrada e binário suficiente para não teres nenhum problema em subidas ou qualquer outra situação etc... Só dá 170 e depois dos 140 custa a lá chegar pois é mesmo assim nao e defeito é feitio mas para 90% da utilização é o que faz falta. Eu tenho 130 kg e 1.96m e olha que binário nunca faltou só ou a 2.

Parece me que preferes comprar nova e que não te interessa muito andar nos 170 muitas vezes portanto...

Sobre a concorrência a tracer 700 é das únicas que anda por lá em termos de binário mas depois tudo o resto é diferente e não chega na mesma. Não permite erros como a NC permite porque é muito nervosa. Deves experimentar para ver a diferença.

Vale a pena passar da 500x para a NC 750X claro que não este é apenas um exemplo de que se em vez de 500x tivesses a NC sentias menos a necessidade de mudar.

Por isso para recém encartados sempre aconselho a NC porque é para isso mesmo aprender e subir ou ficar com uma polivalência que não existe em nenhuma outra. Começar numa mota mais nervosa as vezes como todos sabemos corre mal.

Vai dar umas voltas nas tuas escolha e depois como já foi dito numas de segmento superior e tiras facilmente as conclusões...

Boas curvas

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Maio 01, 2018, 14:32:43, 14:32
Responder #15

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Experimenta também uma máquina do segmento da África Twin, verás diferenças significativas face às NC e à CB, pois estás claramente a subir de categoria/escalão.

A CB e a NC são motos simultaneamente semelhantes e díspares! Ambas têm na mira os principiantes encartados, apreciadores de Trails, com motos simples e eficazes, mas que privilegiam aspectos diferentes: facilidade e economia nas NC, mais desportividade e dinâmica nas CB!

Já uma Triumph 800 XC/XR, uma BMW F850GS(que substitui a F800GS) ou uma Honda África Twin são pesos médios (?) na classe Trail, e considerados por muitos como as mais versáteis do mercado. Potência nos 90/100cv, suspensões e travões mais eficazes, conforto e tecnologia superior...

As grandes MaxiTrail (Multistrada, 1200 GS ou as KTM 1090/1290 Adv) já são demasiado grandes e potentes para o dia a dia (mas ainda assim possíveis de serem utilizadas nesse cenário). E claro, com valores muito mais elevados!

Hoje, provavelmente, se andasse a pensar em mudar estaria comprador de uma CRF1000L AT, ou o horror, a tragédia, de uma 1200 GS...

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« Última modificação: Maio 01, 2018, 14:48:25, 14:48 por twin-pt »
João Mestre / twin-pt
Espirito Scootard, uma maneira de estar e viver as duas rodas.
X-ADV 750 (RC95):
PCX125 -- X-MAX 125 ABS (link consumos)

Maio 01, 2018, 15:48:27, 15:48
Responder #16

2low

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(…)
Só mesmo ter duas :)
(…)

E depois vai depender das duas...

Por exemplo, eu proprio agora tenho vontade/desejo de ter uma ainda melhor que a Sprint e voltar a ter uma 125cc para uso dia a dia, que era tao divertido...sempre a fundo mas sem andar grande coisa... ahahahah


Maio 01, 2018, 18:42:29, 18:42
Responder #17

NunoMt

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Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

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Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Pois mas nesse aspecto dar para tudo não existe milagres ou melhor existe mas... adiante.

Só mesmo ter duas :)

Subindo para uma meia cilindrada faz de conta turing ficaria curta igualmente. Mas isso sou eu que tenho os meus standards. Também tive duas.

Sobre o milagre claro que é a NC. Para o trabalho todos dias tens o consumo, met-in manutenção DCT na cidade etc... e toda via tens boa distância entre eixos para auto-estrada e binário suficiente para não teres nenhum problema em subidas ou qualquer outra situação etc... Só dá 170 e depois dos 140 custa a lá chegar pois é mesmo assim nao e defeito é feitio mas para 90% da utilização é o que faz falta. Eu tenho 130 kg e 1.96m e olha que binário nunca faltou só ou a 2.

Parece me que preferes comprar nova e que não te interessa muito andar nos 170 muitas vezes portanto...

Sobre a concorrência a tracer 700 é das únicas que anda por lá em termos de binário mas depois tudo o resto é diferente e não chega na mesma. Não permite erros como a NC permite porque é muito nervosa. Deves experimentar para ver a diferença.

Vale a pena passar da 500x para a NC 750X claro que não este é apenas um exemplo de que se em vez de 500x tivesses a NC sentias menos a necessidade de mudar.

Por isso para recém encartados sempre aconselho a NC porque é para isso mesmo aprender e subir ou ficar com uma polivalência que não existe em nenhuma outra. Começar numa mota mais nervosa as vezes como todos sabemos corre mal.

Vai dar umas voltas nas tuas escolha e depois como já foi dito numas de segmento superior e tiras facilmente as conclusões...

Boas curvas

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O homem quer fazer um upgrade em potência, ausência de vibrações de bicilindrico, 70cvs poderá ser pouco...

E propões uma NC ó Cross?

Não limitem o homem pá... :D

A NC poderá ser um upgrade em muitos aspectos mas em motor é ela por ela com uma CB500x (binário, andamento e consumos semelhantes...)

Eu até diria que os 70cvs vai ser upgrade durante 5/6 meses...depois já pensa na próxima, mais vale dar logo o salto...

Acho que é um bocado óbvio, acho....

Mas cada um sabe dos seus tostões...
Velásquez não é nada que não tenha pensado. Há ano e meio achava que a cb500x era mais do que eu precisava...

Mas o orçamento é escasso...

Se comprassem em segunda mão considerariam uma mota usada com até quantos anos? Estive a ver por exemplo uma crossrunner de 2011 mas acho que já será um pouco antiga. Embora possa estar em excelentes condições.

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Maio 01, 2018, 18:56:43, 18:56
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Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

http://www.motociclismo.pt/testes/comparativos/7578-honda-nc750x-kawasaki-versys-650-suzuki-v-strom-xt-abs


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A mota será para utilizar no dia a dia também para ir para o trabalho. Uma 1000cc provavelmente seria demasiado grande e menos manobra e l para o trânsito do dia a dia. Para além dos consumos.

Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Pois mas nesse aspecto dar para tudo não existe milagres ou melhor existe mas... adiante.

Só mesmo ter duas :)

Subindo para uma meia cilindrada faz de conta turing ficaria curta igualmente. Mas isso sou eu que tenho os meus standards. Também tive duas.

Sobre o milagre claro que é a NC. Para o trabalho todos dias tens o consumo, met-in manutenção DCT na cidade etc... e toda via tens boa distância entre eixos para auto-estrada e binário suficiente para não teres nenhum problema em subidas ou qualquer outra situação etc... Só dá 170 e depois dos 140 custa a lá chegar pois é mesmo assim nao e defeito é feitio mas para 90% da utilização é o que faz falta. Eu tenho 130 kg e 1.96m e olha que binário nunca faltou só ou a 2.

Parece me que preferes comprar nova e que não te interessa muito andar nos 170 muitas vezes portanto...

Sobre a concorrência a tracer 700 é das únicas que anda por lá em termos de binário mas depois tudo o resto é diferente e não chega na mesma. Não permite erros como a NC permite porque é muito nervosa. Deves experimentar para ver a diferença.

Vale a pena passar da 500x para a NC 750X claro que não este é apenas um exemplo de que se em vez de 500x tivesses a NC sentias menos a necessidade de mudar.

Por isso para recém encartados sempre aconselho a NC porque é para isso mesmo aprender e subir ou ficar com uma polivalência que não existe em nenhuma outra. Começar numa mota mais nervosa as vezes como todos sabemos corre mal.

Vai dar umas voltas nas tuas escolha e depois como já foi dito numas de segmento superior e tiras facilmente as conclusões...

Boas curvas

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O homem quer fazer um upgrade em potência, ausência de vibrações de bicilindrico, 70cvs poderá ser pouco...

E propões uma NC ó Cross?

Não limitem o homem pá... :D

A NC poderá ser um upgrade em muitos aspectos mas em motor é ela por ela com uma CB500x (binário, andamento e consumos semelhantes...)

Eu até diria que os 70cvs vai ser upgrade durante 5/6 meses...depois já pensa na próxima, mais vale dar logo o salto...

Acho que é um bocado óbvio, acho....

Mas cada um sabe dos seus tostões...


Por acaso o motor da CB500 é bem mais divertido de conduzir que o da Nc :cool:


Uma crossrunner de 2011, desde q não tenha muitos kns, e esteja bem tratada, não é mau negócio. Motor muito vivo, não sei é se os consumos também são bastante vivos, lolol. Uma coisa é certa, os 800cc fazem-na entrar no topo da tabela do IUC, ou seja paga o escalão máximo. Ouch!...e valores de seguro?... :confused:

Maio 01, 2018, 18:57:40, 18:57
Responder #19

2low

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NunoMt a idade de uma moto é muito relativa.

Podes ter azar e comprar uma moto recente e cheia de problemas e podes ter a sorte de comprar uma moto mais antiga e sem problemas.

Se gostas dessa de 2011 deve ser um excelente compra, e não deves ter problemas com peças.
Se fores para motos mais antigas, só tens de ter cuidado com as mais exóticas porque as peças começam a ficar escacas e difíceis de se comprar (em caso de queda).
Mecanicamente e para manutenção não deverás ter problemas em encontrar peças para qualquer moto que venhas a comprar.


exemplo do que disse:
-comprei em novembro 2010 uma moto 125cc nova e foram todos os problemas e mais alguns - não pegou fogo nem perdeu o motor, mas quase…
-comprei em dezembro 2011 uma moto 650cc usada (matricula 2009) biciclindrica com apenas 5000km e ainda com 3anos e meio de garantia da marca/stand - não tive problemas
-comprei agora em outubro 2017 uma moto 1050cc usada (matricula 2006) tricilindrica com 35500km e fora as manutençoes que o anterior proprietario nao fez e que fiz eu, so tive um "problema" que é "normal" neste modelo - ter de substituir o rectificador de corrente que queimou


Maio 01, 2018, 19:32:44, 19:32
Responder #20

Cross

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Nos 2 cilindros o mais natural é ter algumas vibrações independente da solução de equilíbrio.
Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

http://www.motociclismo.pt/testes/comparativos/7578-honda-nc750x-kawasaki-versys-650-suzuki-v-strom-xt-abs


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A mota será para utilizar no dia a dia também para ir para o trabalho. Uma 1000cc provavelmente seria demasiado grande e menos manobra e l para o trânsito do dia a dia. Para além dos consumos.

Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Pois mas nesse aspecto dar para tudo não existe milagres ou melhor existe mas... adiante.

Só mesmo ter duas :)

Subindo para uma meia cilindrada faz de conta turing ficaria curta igualmente. Mas isso sou eu que tenho os meus standards. Também tive duas.

Sobre o milagre claro que é a NC. Para o trabalho todos dias tens o consumo, met-in manutenção DCT na cidade etc... e toda via tens boa distância entre eixos para auto-estrada e binário suficiente para não teres nenhum problema em subidas ou qualquer outra situação etc... Só dá 170 e depois dos 140 custa a lá chegar pois é mesmo assim nao e defeito é feitio mas para 90% da utilização é o que faz falta. Eu tenho 130 kg e 1.96m e olha que binário nunca faltou só ou a 2.

Parece me que preferes comprar nova e que não te interessa muito andar nos 170 muitas vezes portanto...

Sobre a concorrência a tracer 700 é das únicas que anda por lá em termos de binário mas depois tudo o resto é diferente e não chega na mesma. Não permite erros como a NC permite porque é muito nervosa. Deves experimentar para ver a diferença.

Vale a pena passar da 500x para a NC 750X claro que não este é apenas um exemplo de que se em vez de 500x tivesses a NC sentias menos a necessidade de mudar.

Por isso para recém encartados sempre aconselho a NC porque é para isso mesmo aprender e subir ou ficar com uma polivalência que não existe em nenhuma outra. Começar numa mota mais nervosa as vezes como todos sabemos corre mal.

Vai dar umas voltas nas tuas escolha e depois como já foi dito numas de segmento superior e tiras facilmente as conclusões...

Boas curvas

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O homem quer fazer um upgrade em potência, ausência de vibrações de bicilindrico, 70cvs poderá ser pouco...

E propões uma NC ó Cross?

Não limitem o homem pá... :D

A NC poderá ser um upgrade em muitos aspectos mas em motor é ela por ela com uma CB500x (binário, andamento e consumos semelhantes...)

Eu até diria que os 70cvs vai ser upgrade durante 5/6 meses...depois já pensa na próxima, mais vale dar logo o salto...

Acho que é um bocado óbvio, acho....

Mas cada um sabe dos seus tostões...
Acho que disse especificamente que não vale a pena trocar a 500x pela NC.

O que disse é que se tivesse a NC em vez da 500x tinha menos necessidade de trocar pelo binario para andar a dois.
E que versys ou vstrom ficava praticamente na mesma pela mesma razão. Só lá chega a tracer 700 ao torque da NC mas a gritar mais alto.

Nao estou a limitar ninguém portanto agora para fazer omeletes é necessario ovos.

Tenho uma crossrunner e se o consumo é importante não é a melhor escolha porque bebe o dobro da NC ( será muito parecido) no mesmo percurso garantido.


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Bom Senso e Senso Comum nunca fez mal a ninguém!

Maio 01, 2018, 22:28:23, 22:28
Responder #21

Sapiens21

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    Queira o bem. Faça o bem. O resto vem...
NunoMt,

A minha sugestão é bastante mais simples do que todas as que aqui foram deixadas (e todas elas, de certa maneira, correctas).

Aquilo que sugiro é o seguinte: Como andas com a tua cara metade e se calhar de forma algo regular, vai testar dois dos modelos que mais te dizem algo...que mais tens em vista, e ouve o que ela tem para dizer também.

Vão ambos confortáveis?
A posição de condução e postura é o que se procura?
A disponibilidade mecânica da moto mostra-se suficientemente e acima do que têm agora...e sw sim, sentes que é o bastante?
O look da moto agrada aos dois (sim, o aspecto visual também conta)?
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Maio 02, 2018, 10:02:19, 10:02
Responder #22

Cross

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Nos 2 cilindros o mais natural é ter algumas vibrações independente da solução de equilíbrio.
Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

http://www.motociclismo.pt/testes/comparativos/7578-honda-nc750x-kawasaki-versys-650-suzuki-v-strom-xt-abs


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A mota será para utilizar no dia a dia também para ir para o trabalho. Uma 1000cc provavelmente seria demasiado grande e menos manobra e l para o trânsito do dia a dia. Para além dos consumos.

Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Pois mas nesse aspecto dar para tudo não existe milagres ou melhor existe mas... adiante.

Só mesmo ter duas :)

Subindo para uma meia cilindrada faz de conta turing ficaria curta igualmente. Mas isso sou eu que tenho os meus standards. Também tive duas.

Sobre o milagre claro que é a NC. Para o trabalho todos dias tens o consumo, met-in manutenção DCT na cidade etc... e toda via tens boa distância entre eixos para auto-estrada e binário suficiente para não teres nenhum problema em subidas ou qualquer outra situação etc... Só dá 170 e depois dos 140 custa a lá chegar pois é mesmo assim nao e defeito é feitio mas para 90% da utilização é o que faz falta. Eu tenho 130 kg e 1.96m e olha que binário nunca faltou só ou a 2.

Parece me que preferes comprar nova e que não te interessa muito andar nos 170 muitas vezes portanto...

Sobre a concorrência a tracer 700 é das únicas que anda por lá em termos de binário mas depois tudo o resto é diferente e não chega na mesma. Não permite erros como a NC permite porque é muito nervosa. Deves experimentar para ver a diferença.

Vale a pena passar da 500x para a NC 750X claro que não este é apenas um exemplo de que se em vez de 500x tivesses a NC sentias menos a necessidade de mudar.

Por isso para recém encartados sempre aconselho a NC porque é para isso mesmo aprender e subir ou ficar com uma polivalência que não existe em nenhuma outra. Começar numa mota mais nervosa as vezes como todos sabemos corre mal.

Vai dar umas voltas nas tuas escolha e depois como já foi dito numas de segmento superior e tiras facilmente as conclusões...

Boas curvas

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O homem quer fazer um upgrade em potência, ausência de vibrações de bicilindrico, 70cvs poderá ser pouco...

E propões uma NC ó Cross?

Não limitem o homem pá... :D

A NC poderá ser um upgrade em muitos aspectos mas em motor é ela por ela com uma CB500x (binário, andamento e consumos semelhantes...)

Eu até diria que os 70cvs vai ser upgrade durante 5/6 meses...depois já pensa na próxima, mais vale dar logo o salto...

Acho que é um bocado óbvio, acho....

Mas cada um sabe dos seus tostões...
Acho que disse especificamente que não vale a pena trocar a 500x pela NC.

O que disse é que se tivesse a NC em vez da 500x tinha menos necessidade de trocar pelo binario para andar a dois.
E que versys ou vstrom ficava praticamente na mesma pela mesma razão. Só lá chega a tracer 700 ao torque da NC mas a gritar mais alto.

Nao estou a limitar ninguém portanto agora para fazer omeletes é necessario ovos.

Tenho uma crossrunner e se o consumo é importante não é a melhor escolha porque bebe o dobro da NC ( será muito parecido) no mesmo percurso garantido.


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Disseste que talvez não valeria a pena, depois de teres feito uma descrição detalhada do milagre da NC em 20 linhas.

Acerca de uma mota nervosa?.passar de 50 para 70 cvs pouco nervosismo se vai sentir...quer seja crossplane ou outro motor qq.
Se o Nuno andasse de mota há dois dias...não me parece o caso...

Por isso Não percebi se estavas a propor ou não...
Fez-me lembrar aquele sketch dos gato fedorento: "é proibido, mas pode-se fazer! Mas é proibido, e o que o acontece a quem o faz? Nada!"   ::P:

Por momentos pensei que o milagre seria algo a 4 cilindros, 200 cavalos, a gastar 4, com ausência de vibrações e aspecto de calça arregaçada e a custar 5000€... :D
É mais ou menos isso. Quis realçar a NC na resposta por isso escrevi mais para soportar a argumentação que fiz.
Sabendo que como tu sabes existe muitos críticos com muita experiência de milhares de kilometros em ambiente de mato citadino diario e  que a usam como principal meio de transporte... que dizem muita coisa mas...
Walk the talk!

A sobre o milagre e para dar um exemplo para mim a NC é tão importante na historia do motociclismo quanto o motor big bang da nsr500 quando apareceu . Ou o motor boxer da BMW arrefecido a ar ainda andar por ai... ah este já não rendeu-se as evidencias e à electronica.

Ah espera lá deixa me dizer que "crossplane" é um coisa muita antiga e não é chavão para dizer que granda avião a fazer vous cruzados e que é  maravilha e serve para tudo porque não serve.

Mas isto sou eu que na percebo nada disto pá... apenas tenho uma opiniao diferente :)


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Bom Senso e Senso Comum nunca fez mal a ninguém!

Maio 02, 2018, 11:49:58, 11:49
Responder #23

JViegas

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NunoMt

Acompanhei a tua transição para a CB500X e a alegria que a mesma te proporcionou. Aliás era um modelo que eu também consideraria um dia que mudasse de estilo ou cilindrada.

É com alguma tristeza que reparo que não estás satisfeito com a máquina. E pelos vistos a vibração (comum neste modelo ou tipologia de motor) não é possível de suprimir.

A transição para uma 650 e para os modelos que referes é para mim significativa.

Sou talvez a pessoa que menos percebe disto tudo mas tento trazer-te a minha opinião que será tão racional quanto possível.

Sabes tento racionar o uso de um veículo de duas rodas (aliás é como o uso), pois infelizmente não tenho a possibilidade financeira ou familiar para poder usufruir de tal como veiculo de viagens. Mas conheço as limitações de peso (a dois) e de potência (300cc).

Se não existissem limitações de dinheiro, tempo e familiar. Certamente que a escolha seria facílima.

Agora dadas as limitações, terás que optar por uma cilindrada maior, em 2ª mão com o bom e o mau que daí advém. Não é demérito nenhum, aliás boas compras se fazem em 2ª mão.

Dos modelos que referes, pessoalmente escolheria a VStorm. A versys é igualmente uma boa escolha, ou seja, ficas sempre a ganhar com a escolha que faças, mas...

... mas vale a pena? Ganhar mais uns pós? Melhor disponibilidade em baixas rotações, um pouco mais em velocidade máxima? E depois a dois? Conforto? (será melhor do que a CB500 acredito).

As vibrações é algo que não consegues mesmo reduzir? Ou é algo que já se evidência claramente e que já não suportas?

Então vende. Vende já. E depois tens duas opções: novo ou 2ª mão. Cilindrada maior que os 650cc? Com os custos adicionais que isso importa? IUC, seguro, manutenções, etc. etc.

Tudo depende do que estás desposto a comprometer ou a dispender.

Se calhar, feitas as contas as vibrações provavelmente serão fáceis de suportar atendendo que tens uma mota que veio nova para as tuas mãos (desculpa, falo sem qualquer experiência, o que para ti pode ser notável, para mim poderá ser suportável. Cada um é como cada qual).

A minha maquina por volta das 4 mil rpm também vibra. Inicialmente pesava que era problema mas é feitio, logo não ando nessas rotações.

Se estivesse na tua situação e se a troca fosse inevitável, então tentaria ir mais longe do que os 650cc. aliás se a máquina fosse de uso para 80% cidade então o DCT faria parte da minha opção. Fosse a NC ou a Integra e a mais cara X-ADV ou a AT... aliás não foste tu que já tiveste uma Integra?

Caso fosse fazer mais viagens, passeios, a dois (e não desfazendo nos modelos que indico), tentaria passar dos 650 da VStorm ou da Versys, para os 700 da Tracer (só porque gosto muito do modelo e certamente as vibrações não existiriam da forma como a sentes na CB500X).

Boa sorte e boa escolha, que será sempre um salto em qualidade de pilotagem.



Maio 02, 2018, 12:55:02, 12:55
Responder #24

Rui Jorge

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Boas,
tenho uma Vstrom 650 e ela correspondeu a -segundo a ideia que apresentas- um downgrade, visto que a minha mota anterior era uma Triumph Trophy 1200, mas posso dizer-te que foi dos melhores upgrades que fiz em termos de motas ( e já tive algumas). É fácil de conduzir, aguenta-se bem a dois sem sentir perda significativa de resposta, é muito equilibrada e divertida, permite ir dar umas voltas fora de estrada, parece mais leve do que de facto é, razoavelmente económica, quando é preciso uma maior velocidade de ponta ela está lá (cerca de 170 km/h), não noto muitas vibrações. Únicas questões no que a mim dizem respeito - a posição de condução não é tão direita como deveria, o que resolvi com uns avanços do guiador e o banco é um pouco estreito no condutor o que origina algum desconforto em viagens mais longas (o que estou a pensar resolver com recurso à top sellerie). O modelo da minha é de 2010, depois disso a Suzuki já fez dois upgrades que não sei como se comportam, mas admito que não sejam muito diferentes. A minha mulher que na Triumph se queixava de algum desconforto (dor de costas) ao fim de uns quilómetros, dá-se melhor com esta. De qualquer forma, como já foi dito, a melhor coisa a fazer é levares a tua companheira a experimentar uma e outra e tomarem a decisão a dois.

Abraço e boas curvas.

Maio 02, 2018, 14:43:46, 14:43
Responder #25

NunoMt

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NunoMt

Acompanhei a tua transição para a CB500X e a alegria que a mesma te proporcionou. Aliás era um modelo que eu também consideraria um dia que mudasse de estilo ou cilindrada.

É com alguma tristeza que reparo que não estás satisfeito com a máquina. E pelos vistos a vibração (comum neste modelo ou tipologia de motor) não é possível de suprimir.

A transição para uma 650 e para os modelos que referes é para mim significativa.

Sou talvez a pessoa que menos percebe disto tudo mas tento trazer-te a minha opinião que será tão racional quanto possível.

Sabes tento racionar o uso de um veículo de duas rodas (aliás é como o uso), pois infelizmente não tenho a possibilidade financeira ou familiar para poder usufruir de tal como veiculo de viagens. Mas conheço as limitações de peso (a dois) e de potência (300cc).

Se não existissem limitações de dinheiro, tempo e familiar. Certamente que a escolha seria facílima.

Agora dadas as limitações, terás que optar por uma cilindrada maior, em 2ª mão com o bom e o mau que daí advém. Não é demérito nenhum, aliás boas compras se fazem em 2ª mão.

Dos modelos que referes, pessoalmente escolheria a VStorm. A versys é igualmente uma boa escolha, ou seja, ficas sempre a ganhar com a escolha que faças, mas...

... mas vale a pena? Ganhar mais uns pós? Melhor disponibilidade em baixas rotações, um pouco mais em velocidade máxima? E depois a dois? Conforto? (será melhor do que a CB500 acredito).

As vibrações é algo que não consegues mesmo reduzir? Ou é algo que já se evidência claramente e que já não suportas?

Então vende. Vende já. E depois tens duas opções: novo ou 2ª mão. Cilindrada maior que os 650cc? Com os custos adicionais que isso importa? IUC, seguro, manutenções, etc. etc.

Tudo depende do que estás desposto a comprometer ou a dispender.

Se calhar, feitas as contas as vibrações provavelmente serão fáceis de suportar atendendo que tens uma mota que veio nova para as tuas mãos (desculpa, falo sem qualquer experiência, o que para ti pode ser notável, para mim poderá ser suportável. Cada um é como cada qual).

A minha maquina por volta das 4 mil rpm também vibra. Inicialmente pesava que era problema mas é feitio, logo não ando nessas rotações.

Se estivesse na tua situação e se a troca fosse inevitável, então tentaria ir mais longe do que os 650cc. aliás se a máquina fosse de uso para 80% cidade então o DCT faria parte da minha opção. Fosse a NC ou a Integra e a mais cara X-ADV ou a AT... aliás não foste tu que já tiveste uma Integra?

Caso fosse fazer mais viagens, passeios, a dois (e não desfazendo nos modelos que indico), tentaria passar dos 650 da VStorm ou da Versys, para os 700 da Tracer (só porque gosto muito do modelo e certamente as vibrações não existiriam da forma como a sentes na CB500X).

Boa sorte e boa escolha, que será sempre um salto em qualidade de pilotagem.
Como tu a mota para mim tem um racional por de trás. Neste momento é o meu transporte diário, uma opção quer por economia quer por prazer, mas muito por economia.

Não me vejo a levar para Lisboa para o trânsito uma 1000cc todos os dias. Nem faria sentido do ponto de vista económico. A não ser que a minha situação mudasse e deixasse de precisar da mota para uso diário.

Em relação às vibrações creio serem algo normal, mas que me estão a deixar algo desgostoso. Continuo a adorar a cb500x mas ficar com as mãos dormentes ao fim de 15min de autoestrada é desanimador.


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Maio 02, 2018, 15:03:16, 15:03
Responder #26

Paulo Fradinho

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Acompanhei a tua transição para a CB500X e a alegria que a mesma te proporcionou. Aliás era um modelo que eu também consideraria um dia que mudasse de estilo ou cilindrada.

É com alguma tristeza que reparo que não estás satisfeito com a máquina. E pelos vistos a vibração (comum neste modelo ou tipologia de motor) não é possível de suprimir.

A transição para uma 650 e para os modelos que referes é para mim significativa.

Sou talvez a pessoa que menos percebe disto tudo mas tento trazer-te a minha opinião que será tão racional quanto possível.

Sabes tento racionar o uso de um veículo de duas rodas (aliás é como o uso), pois infelizmente não tenho a possibilidade financeira ou familiar para poder usufruir de tal como veiculo de viagens. Mas conheço as limitações de peso (a dois) e de potência (300cc).

Se não existissem limitações de dinheiro, tempo e familiar. Certamente que a escolha seria facílima.

Agora dadas as limitações, terás que optar por uma cilindrada maior, em 2ª mão com o bom e o mau que daí advém. Não é demérito nenhum, aliás boas compras se fazem em 2ª mão.

Dos modelos que referes, pessoalmente escolheria a VStorm. A versys é igualmente uma boa escolha, ou seja, ficas sempre a ganhar com a escolha que faças, mas...

... mas vale a pena? Ganhar mais uns pós? Melhor disponibilidade em baixas rotações, um pouco mais em velocidade máxima? E depois a dois? Conforto? (será melhor do que a CB500 acredito).

As vibrações é algo que não consegues mesmo reduzir? Ou é algo que já se evidência claramente e que já não suportas?

Então vende. Vende já. E depois tens duas opções: novo ou 2ª mão. Cilindrada maior que os 650cc? Com os custos adicionais que isso importa? IUC, seguro, manutenções, etc. etc.

Tudo depende do que estás desposto a comprometer ou a dispender.

Se calhar, feitas as contas as vibrações provavelmente serão fáceis de suportar atendendo que tens uma mota que veio nova para as tuas mãos (desculpa, falo sem qualquer experiência, o que para ti pode ser notável, para mim poderá ser suportável. Cada um é como cada qual).

A minha maquina por volta das 4 mil rpm também vibra. Inicialmente pesava que era problema mas é feitio, logo não ando nessas rotações.

Se estivesse na tua situação e se a troca fosse inevitável, então tentaria ir mais longe do que os 650cc. aliás se a máquina fosse de uso para 80% cidade então o DCT faria parte da minha opção. Fosse a NC ou a Integra e a mais cara X-ADV ou a AT... aliás não foste tu que já tiveste uma Integra?

Caso fosse fazer mais viagens, passeios, a dois (e não desfazendo nos modelos que indico), tentaria passar dos 650 da VStorm ou da Versys, para os 700 da Tracer (só porque gosto muito do modelo e certamente as vibrações não existiriam da forma como a sentes na CB500X).

Boa sorte e boa escolha, que será sempre um salto em qualidade de pilotagem.
Como tu a mota para mim tem um racional por de trás. Neste momento é o meu transporte diário, uma opção quer por economia quer por prazer, mas muito por economia.

Não me vejo a levar para Lisboa para o trânsito uma 1000cc todos os dias. Nem faria sentido do ponto de vista económico. A não ser que a minha situação mudasse e deixasse de precisar da mota para uso diário.

Em relação às vibrações creio serem algo normal, mas que me estão a deixar algo desgostoso. Continuo a adorar a cb500x mas ficar com as mãos dormentes ao fim de 15min de autoestrada é desanimador.


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Nunomt acho estranho ficares com as mãos dormentes ao final de pouco tempo a conduzires.... eu na minha as vibrações são quase nulas.... mas claro nada comparado a uma 4 cilindros, algo que aí não sentes tais vibrações..... não poderá ser a posição de condução, manetes......
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Responder #27

TMXR

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Mete uns pesos de chumbo colados  dentros extremos do guiador e compra também uns extremos do guiador mais pesados... e verifica o equilíbrio das rodas


Isso dos 4 cilindros não fazerem vibrações tem muito que se lhe diga... A S 1000 XR vibra e bem
Yamaha Tmax 500/530 * BMW C Evo/R1200GS/1250 GS/1200 GSA/1200 RT * KTM 1290 SAS *  Trimph Tiger 800 XRT / Street Triple RS * Ducati Multistrada 950S/1200S/1260S/Enduro *  Kawazaki Z900  * MV Agusta Turismo Veloce Lusso * Honda Crf300l

Maio 02, 2018, 15:33:55, 15:33
Responder #28

Cross

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Nos 2 cilindros o mais natural é ter algumas vibrações independente da solução de equilíbrio.
Portanto as opções que indicas não vai ser muito diferente.

Pelo que dizes o upgrade que pensas fazer será devido ao andar a dois, ter algum conforto e performance em recuperações qb equivalente ao andares a solo.

Tens que olhar a binário e não tanto a cilindradas ou potências.
Nas Trail é mais dificil. Diria que para valer a pena tinhas que ir para o nível seguinte 900/1000.

http://www.motociclismo.pt/testes/comparativos/7578-honda-nc750x-kawasaki-versys-650-suzuki-v-strom-xt-abs


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A mota será para utilizar no dia a dia também para ir para o trabalho. Uma 1000cc provavelmente seria demasiado grande e menos manobra e l para o trânsito do dia a dia. Para além dos consumos.

Se €€€ ao fossem problema nem fosse para utilização diária iria para a Triumph Tiger Sport 1050.

Acho uma 650cc com cerca de 70cv e toque razoável um bom compromisso para o dia a dia e para algumas viagens... Mas tenho medo de não sentir que estou a fazer um upgrade significativo.

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Pois mas nesse aspecto dar para tudo não existe milagres ou melhor existe mas... adiante.

Só mesmo ter duas :)

Subindo para uma meia cilindrada faz de conta turing ficaria curta igualmente. Mas isso sou eu que tenho os meus standards. Também tive duas.

Sobre o milagre claro que é a NC. Para o trabalho todos dias tens o consumo, met-in manutenção DCT na cidade etc... e toda via tens boa distância entre eixos para auto-estrada e binário suficiente para não teres nenhum problema em subidas ou qualquer outra situação etc... Só dá 170 e depois dos 140 custa a lá chegar pois é mesmo assim nao e defeito é feitio mas para 90% da utilização é o que faz falta. Eu tenho 130 kg e 1.96m e olha que binário nunca faltou só ou a 2.

Parece me que preferes comprar nova e que não te interessa muito andar nos 170 muitas vezes portanto...

Sobre a concorrência a tracer 700 é das únicas que anda por lá em termos de binário mas depois tudo o resto é diferente e não chega na mesma. Não permite erros como a NC permite porque é muito nervosa. Deves experimentar para ver a diferença.

Vale a pena passar da 500x para a NC 750X claro que não este é apenas um exemplo de que se em vez de 500x tivesses a NC sentias menos a necessidade de mudar.

Por isso para recém encartados sempre aconselho a NC porque é para isso mesmo aprender e subir ou ficar com uma polivalência que não existe em nenhuma outra. Começar numa mota mais nervosa as vezes como todos sabemos corre mal.

Vai dar umas voltas nas tuas escolha e depois como já foi dito numas de segmento superior e tiras facilmente as conclusões...

Boas curvas

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O homem quer fazer um upgrade em potência, ausência de vibrações de bicilindrico, 70cvs poderá ser pouco...

E propões uma NC ó Cross?

Não limitem o homem pá... :D

A NC poderá ser um upgrade em muitos aspectos mas em motor é ela por ela com uma CB500x (binário, andamento e consumos semelhantes...)

Eu até diria que os 70cvs vai ser upgrade durante 5/6 meses...depois já pensa na próxima, mais vale dar logo o salto...

Acho que é um bocado óbvio, acho....

Mas cada um sabe dos seus tostões...
Acho que disse especificamente que não vale a pena trocar a 500x pela NC.

O que disse é que se tivesse a NC em vez da 500x tinha menos necessidade de trocar pelo binario para andar a dois.
E que versys ou vstrom ficava praticamente na mesma pela mesma razão. Só lá chega a tracer 700 ao torque da NC mas a gritar mais alto.

Nao estou a limitar ninguém portanto agora para fazer omeletes é necessario ovos.

Tenho uma crossrunner e se o consumo é importante não é a melhor escolha porque bebe o dobro da NC ( será muito parecido) no mesmo percurso garantido.


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Disseste que talvez não valeria a pena, depois de teres feito uma descrição detalhada do milagre da NC em 20 linhas.

Acerca de uma mota nervosa?.passar de 50 para 70 cvs pouco nervosismo se vai sentir...quer seja crossplane ou outro motor qq.
Se o Nuno andasse de mota há dois dias...não me parece o caso...

Por isso Não percebi se estavas a propor ou não...
Fez-me lembrar aquele sketch dos gato fedorento: "é proibido, mas pode-se fazer! Mas é proibido, e o que o acontece a quem o faz? Nada!"   ::P:

Por momentos pensei que o milagre seria algo a 4 cilindros, 200 cavalos, a gastar 4, com ausência de vibrações e aspecto de calça arregaçada e a custar 5000€... :D
É mais ou menos isso. Quis realçar a NC na resposta por isso escrevi mais para soportar a argumentação que fiz.
Sabendo que como tu sabes existe muitos críticos com muita experiência de milhares de kilometros em ambiente de mato citadino diario e  que a usam como principal meio de transporte... que dizem muita coisa mas...
Walk the talk!

A sobre o milagre e para dar um exemplo para mim a NC é tão importante na historia do motociclismo quanto o motor big bang da nsr500 quando apareceu . Ou o motor boxer da BMW arrefecido a ar ainda andar por ai... ah este já não rendeu-se as evidencias e à electronica.

Ah espera lá deixa me dizer que "crossplane" é um coisa muita antiga e não é chavão para dizer que granda avião a fazer vous cruzados e que é  maravilha e serve para tudo porque não serve.

Mas isto sou eu que na percebo nada disto pá... apenas tenho uma opiniao diferente :)


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Espera lá...

Não ponhas palavras na minha boca que eu não disse.

Eu simplesmente propus:
Cbf600
Diversion600
Bandit 650

Porquê?
Porque se o inconveniente do Nuno é vibrações, num 4 cilindros macio e redondo isso acaba.


a única pessoa que falou de uma tracer700 e do crossplane (com outro intuito...que não percebi o porquê) foste tu.

Aproveitares isso para Contra argumentar o "defeito" do crossplane em deterimento do milagre da NC é contigo. São palavras tuas

Se não gostas de marca A ou B ou se gostas apenas de Honda é contigo. Poupa-me é ler parvoíces sff  :)

Epá estas a levar isso para outro lado e não era minha intenção mas pode ser das minhas palavras por isso na boa.

Posso clarificar para que não fique no ar. Gosto mais da Honda do que as outras marcas. Mas não é por isso que deixo de recolhecer a qualidade das outras. Tenho especial aversão à BMW por varias razões e especial atenção à Yamaha em comparação a Honda pela concorrência directa que faz, para dizer algo sobre algumas marcas. Acho que não tem mal nenhum e nunca o escondi dizendo o varias vezes.

Fui eu que disse o crossplane sim ou o carlos kb tb acho, mas isso não quer dizer que estou a dizer mal da Yamaha alias acho que pelo contrário a solução low cost, tri, crossplane adoptada foi uma excelente resposta vencedora. Não é defeito é feitio.

Também acho que as 4 em linha que indicas são a solucao mais racional mas não é trail e peca nos consumos.

A questão aqui para mim continua a não valer a pena trocar só pelos nomes... é experimentar e mais nada.


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Bom Senso e Senso Comum nunca fez mal a ninguém!

Maio 02, 2018, 18:17:18, 18:17
Responder #29

2low

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Pelo que entretanto li… a escolha é lógica e quanto ao consumo para fazer percursos casa-trabalho e alguns passeios: porque não foste logo para a NC700/NC750X?
Provavelmente não estarias agora a reclamar das vibrações, terias uma moto que fazia o mesmo mas um pouco mais confortável e quanto aos consumos, o que se sabe: irritar toda a malta das outras motos que gastam quase o dobro  :lolol:

Quanto a essa "treta" que uma 125cc é só por gasolina e andar é mentira e gastam por vezes tanto ou mais em manutenção: idas à oficina de 1000/2000km em vez dos 6000/8000/10000km das mais crescidas
As 125cc acabam por poupar no custo dos pneus, porque por um lado quase não se gasta pneu e por outro são bem mais baratos que as irmãs crescidas...

Quanto ao IUC, é deveras irritante alguém ter uma 750cc e pagar quase 125€ quando se tivesse 749cc pagaria "apenas" 56€.
Portanto...se for para pagar os 125€ de IUC então que a moto escolhida possa valer esse custo.  [mas estamos a falar de "apenas" ~125€ por ano, com uma diferença para o patamar abaixo no valor de ~69€]
Já agora e a titulo de curiosidade... as NC750X pagam que valor? e as F700/750/800GS?

Para finalizar, à medida que vamos subindo de cilindrada, vamos ganhando experiencia e podemos até chegar a um ponto em que sentimos mais confortaveis um patamar abaixo.
É isso que seria logico fazermos - irmos subindo e procurarmos aquele patamar/moto com que nos sentimos bem e que serve para aquilo que queremos fazer dela.

E para "pica-miolo": é errado o que a malta faz em ir a correr atrás de modas, é só uma questão de tempo para aparecer moda nova.  ::P:  e a proxima moda é uma FAMEL electrica, aposto!  :lolol:
« Última modificação: Maio 02, 2018, 18:18:48, 18:18 por 2low »

Maio 02, 2018, 22:17:57, 22:17
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NunoMt

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Pelo que entretanto li… a escolha é lógica e quanto ao consumo para fazer percursos casa-trabalho e alguns passeios: porque não foste logo para a NC700/NC750X?
Provavelmente não estarias agora a reclamar das vibrações, terias uma moto que fazia o mesmo mas um pouco mais confortável e quanto aos consumos, o que se sabe: irritar toda a malta das outras motos que gastam quase o dobro  :lolol:

Quanto a essa "treta" que uma 125cc é só por gasolina e andar é mentira e gastam por vezes tanto ou mais em manutenção: idas à oficina de 1000/2000km em vez dos 6000/8000/10000km das mais crescidas
As 125cc acabam por poupar no custo dos pneus, porque por um lado quase não se gasta pneu e por outro são bem mais baratos que as irmãs crescidas...

Quanto ao IUC, é deveras irritante alguém ter uma 750cc e pagar quase 125€ quando se tivesse 749cc pagaria "apenas" 56€.
Portanto...se for para pagar os 125€ de IUC então que a moto escolhida possa valer esse custo.  [mas estamos a falar de "apenas" ~125€ por ano, com uma diferença para o patamar abaixo no valor de ~69€]
Já agora e a titulo de curiosidade... as NC750X pagam que valor? e as F700/750/800GS?

Para finalizar, à medida que vamos subindo de cilindrada, vamos ganhando experiencia e podemos até chegar a um ponto em que sentimos mais confortaveis um patamar abaixo.
É isso que seria logico fazermos - irmos subindo e procurarmos aquele patamar/moto com que nos sentimos bem e que serve para aquilo que queremos fazer dela.

E para "pica-miolo": é errado o que a malta faz em ir a correr atrás de modas, é só uma questão de tempo para aparecer moda nova.  ::P:  e a proxima moda é uma FAMEL electrica, aposto!  :lolol:

Não sou fã da família NC nem a considero um upgrade em relação à CB500X. Aliás podia ter ficado com uma de serviço quando comprei a 500x nova practicamente pelo mesmo valor. Mas não gostei do motor.  Em termos de consumos é quase ela por ela com a 500X.


Maio 02, 2018, 22:21:59, 22:21
Responder #31

NunoMt

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Em relação às Trail/ADV a escolha recai por querer uma posição de condução direita. Embora esteticamente goste muito do segmento das Sport Touring. Vi por exemplo com um preço interessante uma BMW F800 GT. Ainda vou tentar experimentar para perceber se a posição de condução não é muito pendurada para a frente, pois acho que as minhas constas não aguentavam. Pelo que li tem um motor 800cc muito interessante em termos dinâmicos e com consumos comedidos (na ordem dos 5l).

Maio 02, 2018, 22:43:29, 22:43
Responder #32

2low

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Pelo que entretanto li… a escolha é lógica e quanto ao consumo para fazer percursos casa-trabalho e alguns passeios: porque não foste logo para a NC700/NC750X?
Provavelmente não estarias agora a reclamar das vibrações, terias uma moto que fazia o mesmo mas um pouco mais confortável e quanto aos consumos, o que se sabe: irritar toda a malta das outras motos que gastam quase o dobro  :lolol:

Quanto a essa "treta" que uma 125cc é só por gasolina e andar é mentira e gastam por vezes tanto ou mais em manutenção: idas à oficina de 1000/2000km em vez dos 6000/8000/10000km das mais crescidas
As 125cc acabam por poupar no custo dos pneus, porque por um lado quase não se gasta pneu e por outro são bem mais baratos que as irmãs crescidas...

Quanto ao IUC, é deveras irritante alguém ter uma 750cc e pagar quase 125€ quando se tivesse 749cc pagaria "apenas" 56€.
Portanto...se for para pagar os 125€ de IUC então que a moto escolhida possa valer esse custo.  [mas estamos a falar de "apenas" ~125€ por ano, com uma diferença para o patamar abaixo no valor de ~69€]
Já agora e a titulo de curiosidade... as NC750X pagam que valor? e as F700/750/800GS?

Para finalizar, à medida que vamos subindo de cilindrada, vamos ganhando experiencia e podemos até chegar a um ponto em que sentimos mais confortaveis um patamar abaixo.
É isso que seria logico fazermos - irmos subindo e procurarmos aquele patamar/moto com que nos sentimos bem e que serve para aquilo que queremos fazer dela.

E para "pica-miolo": é errado o que a malta faz em ir a correr atrás de modas, é só uma questão de tempo para aparecer moda nova.  ::P:  e a proxima moda é uma FAMEL electrica, aposto!  :lolol:

Não sou fã da família NC nem a considero um upgrade em relação à CB500X. Aliás podia ter ficado com uma de serviço quando comprei a 500x nova practicamente pelo mesmo valor. Mas não gostei do motor.  Em termos de consumos é quase ela por ela com a 500X.

É como dizes… em consumos é ela por ela…

A 500cc é nervosinha e gasta um pouco mais e a 700/750 é calminha rapidinha e gasta um pouco menos (e bastante menos esforçada).

Mas em termos de comportamento do motor, não há nada igual às NC's no mercado - só mesmo 4 rodas turbo diesel - coisa que já disseste que não gostas.

Vai para uma VFR800i 2001 https://www.motorcyclenews.com/bike-reviews/honda/vfr800/1998/
E podes ver que anda bem (video mesmo Portugues):




Maio 02, 2018, 23:13:53, 23:13
Responder #33

carlos-kb

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Em relação às Trail/ADV a escolha recai por querer uma posição de condução direita. Embora esteticamente goste muito do segmento das Sport Touring. Vi por exemplo com um preço interessante uma BMW F800 GT. Ainda vou tentar experimentar para perceber se a posição de condução não é muito pendurada para a frente, pois acho que as minhas constas não aguentavam. Pelo que li tem um motor 800cc muito interessante em termos dinâmicos e com consumos comedidos (na ordem dos 5l).

Tive durante 8 anos uma F800ST (antecessora da GT), que vendi com quase 75 mil km no ano passado.

Dificilmente encontras moto mais interessante e polivalente, dentro da categoria. Extremamente bem equipada, confortável, com um brilhante motor e soluções exclusivas, recorrendo a soluções técnicas que a tornam incomum, seja no motor adoptado (motor de cambota a 360º com 3 bielas e veio de equilíbrio), seja na transmissão (por correia), seja na ciclistica (quadro em alumínio que usa o motor como elemento "portante" e com um dos mais bonitos monobraços oscilantes que podemos ver em motos), seja na peculiaridade da localização do depósito de combustível, etc...

É uma sport-turismo "light" de uma polivalência brutal, que tanto se dá a um uso diário e quotidiano (commuting), como para fazer as delícias das voltinhas de fim de semana, como ainda para pegar na "trouxa" e zarpar rumo ao infinito e mais além (ou quase). E fá-lo sempre com uma economia assinalável, um conforto sempre presente... e se quisermos despertar este ar dócil que ela tem, ela não se nega, seja em estradas mais sinuosas (aonde dá um gozo tremendo conduzi-la), seja em tiras infindáveis de alcatrão (aonde as suas prestações não a envergonham perante outras com mais cc's e mais pistões).

A minha era a versão full extras, que ao imenso equipamento que já trazia de serie e bem mais completo que qualquer outra rival (e ainda mais em 2007), ainda adicionava uma serie de gadgets e mariquices que ate acabavam a dar muito jeito.

Ao contrários dos velhos estigmas em relação à BMW, nestes 75 mil km, nunca me deu chatices nenhumas, fez apenas um recall, à anomalia dos rolamentos do cubo da roda traseira (problema de "juventude" comum nas S e ST entre 2007 e 2009) e tive de mudar o rectificador de corrente (170 euros). De resto, as normais revisões (de 10 em 10 mil), em que as ímpares são baratíssimas (100 euros) e as pares andam na casa dos 150 a 200 euros... sendo que só as revisões mais caras são as dos 40 mil km e 80 mil km (que é quando muda tudo, filtros, óleos, coolant e afina válvulas), e estas mandam para cerca de 250 a 300 euros.

A GT digamos que foi o refinamento da ST. Com poucas alterações mecânicas, caracteriza-se por ter mais 5 cv (90cv no total), uma mais envolvente carenagem e melhor protecção aerodinâmica, guiador mais largo e alto, novos comandos, ESA (opcional), ASC (controlo de tracção opcional), novas e mais espaçosas malas OEM, é um pouco mais baixa, mais confortável e com uma posição mais natural.
Por acaso conheço algum pessoal que inclusivé trocou a ST pela GT e dizem que apesar de não terem ganho muito no motor, em muitas outras coisas compensa, continuando a marcar uma economia de combustível e de manutenções assinalável.

Tem ainda a mais valia da transmissão secundária por correia, que dispensa a manutenção, e apenas requer nas revisões (de 10 em 10 mil Km)  a verificação da tensão e respectivo acerto (coisa que se faz em menos de 5 minutos). No meu caso, troquei a correia de origem aos 66 mil km, e não porque estivesse a precisar, mas mais pela idade. Comprada aftermarket, custa o mesmo que um kit de corrente normal (135 euros).

Se entretanto quiseres mais alguma informação... é só dizeres.






Maio 02, 2018, 23:35:09, 23:35
Responder #34

NunoMt

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Tive durante 8 anos uma F800ST (antecessora da GT), que vendi com quase 75 mil km no ano passado.

Dificilmente encontras moto mais interessante e polivalente, dentro da categoria. Extremamente bem equipada, confortável, com um brilhante motor e soluções exclusivas, recorrendo a soluções técnicas que a tornam incomum, seja no motor adoptado (motor de cambota a 360º com 3 bielas e veio de equilíbrio), seja na transmissão (por correia), seja na ciclistica (quadro em alumínio que usa o motor como elemento "portante" e com um dos mais bonitos monobraços oscilantes que podemos ver em motos), seja na peculiaridade da localização do depósito de combustível, etc...

É uma sport-turismo "light" de uma polivalência brutal, que tanto se dá a um uso diário e quotidiano (commuting), como para fazer as delícias das voltinhas de fim de semana, como ainda para pegar na "trouxa" e zarpar rumo ao infinito e mais além (ou quase). E fá-lo sempre com uma economia assinalável, um conforto sempre presente... e se quisermos despertar este ar dócil que ela tem, ela não se nega, seja em estradas mais sinuosas (aonde dá um gozo tremendo conduzi-la), seja em tiras infindáveis de alcatrão (aonde as suas prestações não a envergonham perante outras com mais cc's e mais pistões).

A minha era a versão full extras, que ao imenso equipamento que já trazia de serie e bem mais completo que qualquer outra rival (e ainda mais em 2007), ainda adicionava uma serie de gadgets e mariquices que ate acabavam a dar muito jeito.

Ao contrários dos velhos estigmas em relação à BMW, nestes 75 mil km, nunca me deu chatices nenhumas, fez apenas um recall, à anomalia dos rolamentos do cubo da roda traseira (problema de "juventude" comum nas S e ST entre 2007 e 2009) e tive de mudar o rectificador de corrente (170 euros). De resto, as normais revisões (de 10 em 10 mil), em que as ímpares são baratíssimas (100 euros) e as pares andam na casa dos 150 a 200 euros... sendo que só as revisões mais caras são as dos 40 mil km e 80 mil km (que é quando muda tudo, filtros, óleos, coolant e afina válvulas), e estas mandam para cerca de 250 a 300 euros.

A GT digamos que foi o refinamento da ST. Com poucas alterações mecânicas, caracteriza-se por ter mais 5 cv (90cv no total), uma mais envolvente carenagem e melhor protecção aerodinâmica, guiador mais largo e alto, novos comandos, ESA (opcional), ASC (controlo de tracção opcional), novas e mais espaçosas malas OEM, é um pouco mais baixa, mais confortável e com uma posição mais natural.
Por acaso conheço algum pessoal que inclusivé trocou a ST pela GT e dizem que apesar de não terem ganho muito no motor, em muitas outras coisas compensa, continuando a marcar uma economia de combustível e de manutenções assinalável.

Tem ainda a mais valia da transmissão secundária por correia, que dispensa a manutenção, e apenas requer nas revisões (de 10 em 10 mil Km)  a verificação da tensão e respectivo acerto (coisa que se faz em menos de 5 minutos). No meu caso, troquei a correia de origem aos 66 mil km, e não porque estivesse a precisar, mas mais pela idade. Comprada aftermarket, custa o mesmo que um kit de corrente normal (135 euros).

Se entretanto quiseres mais alguma informação... é só dizeres.




Muito obrigado pela informação. Estou de facto muito curioso com esta mota. Têm uma na Baviera motors de 2016 com 15 mil km. Vou ver se dá para testar.

Em termos de posição de condução como era? Mais para o direito ou mais para o desportivo?

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Maio 03, 2018, 12:04:14, 12:04
Responder #35

carlos-kb

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Em termos de posição de condução como era? Mais para o direito ou mais para o desportivo?

Dentro das F800, apenas as S, por terem avanços e amesa de direcção ser diferente, tinham uma posição mais "radical".



As ST são sport-tourers... mas com uma posição de condução até bastante natural e sem grande radicalismo.



De qualquer forma, há ainda quem opte por meter uns extensores de guiador para obter uma posição mais "direita".



Esta problemática foi depois melhorada na GT, que tem uma posição mais de turismo, em relação à ST. O guiador é algo mais largo e alto.


Mas nada como sentares ou mesmo testares.

Maio 03, 2018, 13:18:39, 13:18
Responder #36

pjmartinho

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Mas o orçamento é escasso...

Se comprassem em segunda mão considerariam uma mota usada com até quantos anos? Estive a ver por exemplo uma crossrunner de 2011 mas acho que já será um pouco antiga. Embora possa estar em excelentes condições.


Nuno, só posso falar pela minha experiência.

No ano passado, troquei uma T-Max (com 7/8 anos) por uma Pan European 1100 (com 25 anos, tem agora 26) e não me arrependo.

A Pan já desvalorizou tudo o que tinha para desvalorizar e, se a vender agora, pouco ou nenhum dinheiro perco nela... mas não tenho intenções de a vender, pelo menos, para já. Consegue-se comprar uma mota destas, em bom estado, entre os 3000 e 3500€ sendo que a quilometragem nestes motores não tem grande importância pois fazem bem mais de 400.000Kms sem problemas.

Sim... é pesada e pouco prática para fazer manobras à mão, mas uma pessoa habitua-se e depois deixa de notar. Em andamento não se nota o peso da mota e, sendo uma mota que não incita a conduções agressivas e mais desportivas, também não se nega caso seja essa a vontade do condutor.

Tem espaço suficiente em cada mala para se guardar um capacete + luvas + casaco + umas "merdices" que sejam necessárias. Quando a comprei, vinha com top case, coisa que nunca usei porque não sinto falta dela no meu dia a dia.

Conforto... 5* e vibrações não tem, sendo que os consumos só dependem da mão direita... já fiz consumos de 5,8L/100Kms como também já fiz de 7,5L/100Kms mas, de uma forma geral anda pelos 6,5 andando em autoestrada a velocidades de 140Kms (mais ou menos) e somando o para-arranca do transito citadino.

IUC... se for anterior a 1997 são 60 e picos € e, se for posterior a 97, são cento e tal.

ABS... a minha não tem, mas há modelos com ABS (se isso for importante para ti).

Maio 03, 2018, 15:35:33, 15:35
Responder #37

NunoMt

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Bem pessoal,

Versys e V-Strom testadas. Falta ver a F800GT. Destas duas tive algumas surpresas, mas abrirei outro tópico para falar delas.

Abraço.

Maio 03, 2018, 16:42:53, 16:42
Responder #38

carlos-kb

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Bem pessoal,

Versys e V-Strom testadas. Falta ver a F800GT. Destas duas tive algumas surpresas, mas abrirei outro tópico para falar delas.

Abraço.

A F800GT joga noutro campeonato, face à Versys e V-Strom (pensando que falas das 650). Mas para estas e com o Rotax 804 "descafeinado", tens a F650/700GS.



Maio 03, 2018, 17:25:47, 17:25
Responder #39

2low

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Bem pessoal,

Versys e V-Strom testadas. Falta ver a F800GT. Destas duas tive algumas surpresas, mas abrirei outro tópico para falar delas.

Abraço.

A F800GT joga noutro campeonato, face à Versys e V-Strom (pensando que falas das 650). Mas para estas e com o Rotax 804 "descafeinado", tens a F650/700GS.



Carlos, porque largaste a BMW? era suficientemente lenta para ti? as manutenções como eram? [€€€]

Maio 03, 2018, 23:41:47, 23:41
Responder #40

NunoMt

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Bem pessoal,

Versys e V-Strom testadas. Falta ver a F800GT. Destas duas tive algumas surpresas, mas abrirei outro tópico para falar delas.

Abraço.

A F800GT joga noutro campeonato, face à Versys e V-Strom (pensando que falas das 650). Mas para estas e com o Rotax 804 "descafeinado", tens a F650/700GS.



Tenho que concordar como Carlos.

Experimenta a 800....é uma boa malha...
(Eu gostei do que vi nos espelhos ehehe  :diabolico: quando não era à minha frente... :corado: )

Esteticamente gosto bastante da F88GT. Deixa ver se consigo testar uma...

Maio 04, 2018, 00:01:55, 00:01
Responder #41

Luis Salgueiro

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Maio 04, 2018, 09:55:35, 09:55
Responder #42

2low

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Maio 04, 2018, 12:20:11, 12:20
Responder #43

carlos-kb

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Carlos, porque largaste a BMW? era suficientemente lenta para ti? as manutenções como eram? [€€€]

Porque deixei a BMW? Porque eu escolho e compro, a cada momento em que troco de moto, o modelo que mais se adequa (na medida do possível) às premissas que coloco, independentemente do logotipo estampado no depósito.

Escolho a moto pelo modelo em si e suas características adequadas ao que procuro. Obviamente que no geral, há marcas com que mais me identifico que outras... mas não sou fanático nem extremista de marcas. E em todas as marcas (mesmo que não o mostre, muitas vezes também por picardia), consigo ver segundo a minha perspectiva, os atributos e desvantagens de cada modelo do seu catálogo. Infelizmente não há muitas motos que satisfaçam no seu todo, o meu gosto e apetência pessoal.

Quando me "meti" na BMW, a moto encaixava-se nos parâmetros que defini, na altura (independentemente do que todos e quaisquer leigos dissessem acerca da marca)... volvido o tempo e experiência que tive com ela, não tenho qualquer espécie de arrependimento.

Vendida a BMW (e fi-lo por 2 motivos essenciais... a idade / quilometragem que já tinha vs valor de mercado ainda apetecível que possuía.... e ainda o querer algo mais "vitaminado"), havia que procurar a sua substituta. E novamente as premissas foram manter-me nas sport-tourer, sem transmissão por corrente, ter bom equipamento, ser confortável q.b., gostar esteticamente e poder montar malas OEM. Dentro destas até havia dois modelos bávaros que "encaixavam" (a K13S e a R12RS)... mas a VFR1200F (a qual já me enchia o olho desde que saiu para o mercado) mostrou-se como um melhor negócio... e voilá... cá está ela (até porque independentemente da marca, já é a 4ª Honda que passa pelas mãos... e para colmatar, lá em casa também existe Honda de 4 rodas, um Civic i-Dtec).

As manutenções da BMW, já referi acima como eram (ao contrário do "mito urbano" que a manutenção BMW é extremamente cara... até porque quem diz isso, por norma, nunca teve BMW)
Em questão de "consumiveis", as peças BMW são mais baratas que a generalidade das japonesas, nos mesmos segmentos:

Citação de: carlos-kb
Ao contrário dos velhos estigmas em relação à BMW, nestes 75 mil km, nunca me deu chatices nenhumas, fez apenas um recall, à anomalia dos rolamentos do cubo da roda traseira (problema de "juventude" comum nas S e ST entre 2007 e 2009) e tive de mudar o rectificador de corrente (170 euros). De resto, as normais revisões (de 10 em 10 mil), em que as ímpares são baratíssimas (100 euros) e as pares andam na casa dos 150 a 200 euros... sendo que só as revisões mais caras são as dos 40 mil km e 80 mil km (que é quando muda tudo, filtros, óleos, coolant e afina válvulas), e estas mandam-se para cerca de 250 a 300 euros.


Maio 04, 2018, 12:30:05, 12:30
Responder #44

2low

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(…)
Citação de: carlos-kb
(…) e tive de mudar o rectificador de corrente (170 euros). (…)

Afinal não é só a minha Triumph, deve ser um mal genérico propositado ou não pelas marcas…  :tornarseanjinho:

Carlos, não era preciso um testamento ;)

Maio 04, 2018, 12:59:57, 12:59
Responder #45

carlos-kb

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(…)
Citação de: carlos-kb
(…) e tive de mudar o rectificador de corrente (170 euros). (…)

Afinal não é só a minha Triumph, deve ser um mal genérico propositado ou não pelas marcas…  :tornarseanjinho:

Carlos, não era preciso um testamento ;)

Curiosamente as Honda é que têm "má fama" de dar raia com os rectificadores. Eu que o diga, que tive de trocar nas CB500 e CBR600F.
Na F800ST o rectificador "marou" à conta de uma bateria da trampa (chinoca)... o que me fez aprender desde aí a ter mais cuidado no acto da escolha da bateria. Porque depois foi o rectificador novo e igualmente uma bateria nova... e muitas vezes, pela diferença de 30 euros de uma bateria da treta, para uma Yuasa / Exide / Nitro, não vale a pena!

Maio 04, 2018, 14:33:41, 14:33
Responder #46

2low

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(…)
Citação de: carlos-kb
(…) e tive de mudar o rectificador de corrente (170 euros). (…)

Afinal não é só a minha Triumph, deve ser um mal genérico propositado ou não pelas marcas…  :tornarseanjinho:

Carlos, não era preciso um testamento ;)

Curiosamente as Honda é que têm "má fama" de dar raia com os rectificadores. Eu que o diga, que tive de trocar nas CB500 e CBR600F.
Na F800ST o rectificador "marou" à conta de uma bateria da trampa (chinoca)... o que me fez aprender desde aí a ter mais cuidado no acto da escolha da bateria. Porque depois foi o rectificador novo e igualmente uma bateria nova... e muitas vezes, pela diferença de 30 euros de uma bateria da treta, para uma Yuasa / Exide / Nitro, não vale a pena!

Eu é mais e apenas Yuasa.
Mas depois é preciso ter-se sorte em que não venha uma chinoca com autocolante da Yuasa...há por aí muito macaco...

Maio 04, 2018, 14:52:12, 14:52
Responder #47

carlos-kb

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Mas depois é preciso ter-se sorte em que não venha uma chinoca com autocolante da Yuasa...há por aí muito macaco...

Autocolante???!!!  :pensador: Não sei aonde nem a quem andas a comprar baterias??? Mas uma Yuasa com autocolante... então estás mesmo a pedir para seres enganado!
As Yuasa (bem como a maioria) trazem "estampado" a tinta, na face, todo o lettering e logotipo.



No entanto tens as Dynavolt, que são uma espécie de "linha branca" da Yuasa... um pouco mais baratas e segundo quem as vende, fabricadas da mesma forma e com exactamente (???)os mesmos componentes.

« Última modificação: Maio 04, 2018, 14:53:13, 14:53 por carlos-kb »

Maio 04, 2018, 14:59:08, 14:59
Responder #48

2low

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Mas depois é preciso ter-se sorte em que não venha uma chinoca com autocolante da Yuasa...há por aí muito macaco...

Autocolante???!!!  :pensador: Não sei aonde nem a quem andas a comprar baterias??? Mas uma Yuasa com autocolante... então estás mesmo a pedir para seres enganado!
As Yuasa (bem como a maioria) trazem "estampado" a tinta, na face, todo o lettering e logotipo.



No entanto tens as Dynavolt, que são uma espécie de "linha branca" da Yuasa... um pouco mais baratas e segundo quem as vende, fabricadas da mesma forma e com exactamente (???)os mesmos componentes.



Autocolante e/ou estampa, o que for… https://www.google.pt/search?q=yausa+fake+battery&ie=&oe=

Quanto a isso da Dynavolt ser linha branca... esquece lá isso... mitos de foruns... tambem caí nisso na altura...ainda em 2012...
(compra um Fiat, é uma linha branca da Ferrari... ahahahah)  :lolol: :tornarseanjinho:

Na Kawasaki, tive uma Dynavolt que custou 49€ na Motoclasse (Odivelas) que durou 1 ano e 2 meses.
Ainda na Kawasaki, tive uma Yuasa que custou 70€ através do mecânico que me durou quase 3 anos.
Voltei a colocar outra Yuasa e já passou os 2 anos e muito mal tratada...
« Última modificação: Maio 04, 2018, 15:01:55, 15:01 por 2low »

Maio 15, 2018, 13:33:51, 13:33
Responder #49

NunoMt

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Bem, tenho comprador para a minha mota, pelo que a compra da próxima está eminente... Espero ter novidades nas próximas semanas...

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