Concordam? Mandem lá os vossos bitaites.
E as Europeias?Uma BMW terá essa "soul"?? Ou não passará - pergunto - de puro rigor germânico" destituído de tal coisa?Ou por outro lado será algo unicamente "reservado" a motos italianas?De uma maneira um pouco humorística mais abaixo..será que essa "soul" suplanta a eficácia de uma Japonesa, ou antes traduz-se num carácter da mecânica de que tem de se ser mesmo apreciador?Dependerá (ou não) de algo vivido de condutor para condutor...ou seja, naquilo que cada um procura?
Acho que é a tal separação de segmentos e tipologias de motor.
É por isso que motas como a nova V4 da Ducati ou as novas R1 se destacam mais para o user comum.
São algo novo, fora do comum, que mesmo em baixas têm algo que as difere da norma, o tal caracter, que por vezes parece que estamos a conduzir motas de 2 cilindros, nem que seja pelo som distinto.
Gostava de experimentar uma S1000RR para ver como se porta, mas se não a puxar para altas rpm creio que vou ficar decepcionado.
Não vejo porque razão uma zx10r ou uma s1000rr possa ser menos entusiasmante.
São motas com 200cv+ de potência. Seja qual for a marca, tenho para mim que o comum mortal que não é piloto profissional pouca diferença sentirá de umas para as outras já que em prestações de aceleração e top speed a diferença entre elas não chegará a 1 segundo.
Simplesmente que com esta potência, não é como se possa dizer que umas têm mais "alma" e outras menos já que são todas autênticos animais.
No utilizador final, acabará por ser uma questão de gosto pessoal seja pela estética, barulho do escape...
Separação de segmentos?Não são todas elas superdesportivas/superbikes e salvo uma ou outra excepção concebidas para respeitar os regulamentos que permite competirem entre si nos campeonatos de produção?
Portanto, desde a 1299 retrocedendo até ao tempo das 916 e incluindo pelo meio Hondas VTR, Suzukis TL, etc... são algo "velho" e sem uma sonoridade distinta?
Pessoalmente acho que a S1000RR à semelhança da generalidade dos produtos da BMW é bastante competente mas meio sensaborona do ponto de vista de sensações.Mas se previligiares a ideia de que sempre que olhas para o velocímetro vais bem mais depressa do que julgavas ir...não ficarás decepcionado.
(....)Citação de: Africandruglord em Setembro 25, 2018, 09:05:31, 09:05É por isso que motas como a nova V4 da Ducati ou as novas R1 se destacam mais para o user comum.O que queres dizer com "user comum"?Tens a certeza que o cliente Panigale V4 se enquadra no "user comum"?(....)
Diferentes segmentos de motas, como quem diz nakeds, supersports, cruisers etc.
User comum, ou seja, nós. Acho perfeitamente plausível o user comum adaptar-se bem a uma Panigale V4, as motas estão cada vez mais fáceis de conduzir.
Como assim?
Estava mais propriamente a referir-me a modelos supersport actuais, a própria V4 em todo o seu regime, em questões de som, é muito similar ás Panigale bi-cilíndricas.
É precisamente essa a linearidade de que falo, e que senti quando conduzi uma K5. São motas tão suaves que vamos a 200 e nem notamos. Eu pessoalmente não gosto.
O comprador de uma Panigale em que difere (enquanto "user") daquele que compra p.ex. uma S1000RR?Não se enquadra como "user comum"?
Estará a questão de "mãos dadas" com as skills desses mesmos users?
Não será essa mesma "onda de preconceito" que te leva a afirmar que alguém que dá mais €5.000 por uma moto, é de alguma forma resultado de um cliente que se filtra dos demais pelo seu poder financeiro??
Não percebo ao certo onde pretendes chegar.Não fiz nem faço juízos de valor acerca das escolhas dos outros.Tal como acho perfeitamente legítimo que qualquer pessoa compre aquilo que mais deseja e faça com o que é seu o que bem entender.E estou-me completamente borrifando para o facto de terem liquidez para isso, ou recorram ao crédito.Não deixo por isso de considerar que um price tag na casa dos 23.500 EUR seja logo à partida dissuasor para o que considero o "user comum".(....)
(....)A minha mota custou 13000€. Pela tua lógica, eu tinha que ter 1 milhão e 300 mil euros para a poder comprar? (....)
(....(ninguém deve colocar a sua estabilidade financeira em causa por uma mota(....)
Nada mais errado. O uso que dás à mota é que caracteriza o que ela é para ti. (....)
Nada mais errado. O uso que dás à mota é que caracteriza o que ela é para ti. Aqui a discussão foi que o Pedro disse que não devemos gastar mais de 1% do nosso rendimento num brinquedo. Eu comprei a Tracer 900 GT para ser um brinquedo. Para fazer viagens com ela, para me divertir nas curvas, para sair ao final do dia sem destino com o único objetivo de me divertir. Aqui até uso a Wikipédia para me ajudar:CitarBrinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer, e geralmente associada a crianças, também usada por vezes para descrever objetos com a mesma finalidade, voltada para adultos.Portanto sim, a Tracer 900 GT é o meu brinquedo. Isto não é discutível, é uma factualidade. Para utilização diária e para me levar do ponto A ao B já tenho outros meios de transporte bem mais económicos. Uma Benelli TNT125 não pode ser um brinquedo ou um veiculo de transporte dependente do uso?CitarSe eu der 100% de uso citadino a uma K1600GTL, passa a ser uma moto enuadrável como mero veículo de transorte urbano?Não, porque isso é só estupido. Ninguem usa um bisonte desses como uma citadina. Estás a confundir tipos de mota com o uso que se lhes dá que são coisas completamente diferentes. Ou há algum tipo especifico de mota que seja do tipo brinquedo?!
Brinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer, e geralmente associada a crianças, também usada por vezes para descrever objetos com a mesma finalidade, voltada para adultos.
Se eu der 100% de uso citadino a uma K1600GTL, passa a ser uma moto enuadrável como mero veículo de transorte urbano?
Tinha apagado o meu post provavelmente 1 hora ou 1h30 antes desta tua resposta, pois pensei para mim "não vale a pena".
Não me parece...e muito menos que o "filtro" se faça neste caso por aquilo que tem na carteira.
(....)Parece-me fútil direccionar o tema no âmbito de discutir algo tão abstracto como a capacidade financeira e as prioridades da vida de cada um.(....)
Mas não se estava a comparar desportivas com desportivas?
Será?Nunca experimentei a V4.A SBK mais recente que experimentei foi a 1199. Que não é propriamente algo vintage... E não achei que fosse propriamente fácil de se conduzir.
Indicaste a V4 da Ducati ou as novas R1 como algo "novo" e fora do comum" sugerindo que isso evidencia o carácter, blá blá...É verdade. Mas... isso não me parece que isso invalide toda uma série de máquinas anteriores sejam europeias ou japonesas.
Começa logo com o facto do comprador de uma Panigale ser alguém disposto a dar quase mais 5000 euros que o comprador da S1000RR.Isto considerando os modelos base. Parece-me mais do que óbvio que há logo aqui uma barreira que filtra o "user comum" pela "disponibilidade" financeira.Será logo à partida um cliente que procura a algo mais "exclusivo" e de certa forma diferenciado.
Não, isso tens razão 20k não dá para carro nenhum novo que seja aceitável.A Yamaha R1 está mesmo brutal em tudo. Consegues fazer viagens de 200 km sem desconforto? Dizem que algumas RR são bastante mais confortáveis do que se julga. Tens alguma opinião sobre as Suzuki GSX-S1000F? Não tem nada a ver com a R1 mas penso comprar uma.
Segundo sei as 1299 até baixaram de preço por causa da nova V4.
Mas como não sou uma mulher prefiro gastar 20k numa mota que num carro.
... se calhar a vertente física da pessoa também conta, é não costumo de abdicar do meu treinozito.
Quanto ao que foi dito mais acima, existe sempre a possibilidade de adoptar certas "técnicas" que ajudam a minimizar o impacto no traseiro, na condução por longos períodos numa superbike.
(....)Há pequenas coisas como o "descansar os joelhos" retirando ocasionalmente os pés das peseiras.. o "aliviar dos pulsos" e a escolha de um capacete adequado aquela posição das cervicais que faria talvez mais sentido.
O que indicas é algo que melhora o conforto ou minimiza o desgaste sentido na condução (membros), mas não tem relação exclusiva com superbikes.