Não serão as correntes o ponto mais "barato" da equação?
Será que não existirá um acompanhamento do fabricante (de motas) relativamente ao desenvolvimento de correntes mais "capazes" por motivos puramente financeiros com o objetivo de reduzir custos e assim tornar o seu modelo mais concorrencial?
Não será igualmente importante durante a compra de um veículo em 2ª mão saber igualmente quando é que a corrente foi trocada (ou o seu conjunto) e saber igualmente como identificar desgastes prematuros?
De qualquer forma pinhão, corrente e cremalheira são componentes de desgaste que trabalham em conjunto. E que naturalmente se gastam também em conjunto. O que significa que passam por uma fase em que naturalmente "acamam" entre si.Por essa razão quando troco é o kit completo.Pois estar a colocar uma corrente nova que irá sofrer tensões brutais contra dentes cujo formato já sofreu alterações (mesmo que ligeiras) poderá contribuir para reduzir o tempo de vida da corrente.
Vendo por essa perspectiva afinal o sugestão do sujeito não é assim tão boa, aliás: o efeito será precisamente o inverso, pois terá que trocar o kit mais cedo que o necessário...