Olha, a Yamaha Cygnus X!
Foi a minha primeira scooter, na sua segunda versão que, acho, inaugurou a injecção no modelo.
Bons plásticos, muito bem montada. Mas nada de ABS e uns pneus de origem manhosa que, aliados a uma expectativa superior à real daquilo que eu conseguia fazer numa scooter, custaram-me duas quedas, as únicas que dei até hoje - o meu amor próprio ficou mais machucado que a máquina...
Comprada para ir para o trabalho mas rapidamente comecei a percorrer as estradas da Arrábida e redondezas. A pequena desenvencilhava-se mas era limitada, afinal era uma 125 com menos potência do que hoje é usual ver por aí. Foi através dessa experiência que me fartei de levar tangentes de carros e me decidi a tirar a carta de mota.
Troquei-a por uma Burgman também 125 - mas esta era de outro campeonato.
Passados seis anos encontrei-a num concessionário Suzuki. Dias depois já não estava lá... podia ser fraquinha mas, parafraseando uma frase batida "Yamaha é Yamaha".