Autor Tópico: Big Adventure Bikes... estará o tipo de comprador e utilização a mudar?  (Lida 7577 vezes)

Março 12, 2017, 02:29:45, 02:29
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Sapiens21

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Big Adventure Bikes... estará o tipo de comprador e utilização a mudar?






Vão-me perdoar por trazer este tipo de tópicos para o fórum, mas sou daqueles que acha que todo o tipo de temas no motociclismo pode aqui ter lugar - isto dentro da normalidade, claro.


E refiro-me no título às motos que estão dentro do conceito Adventure…por uma razão: Estão na moda e vendem-se bem! Muito bem!
 

As GS’s, as Africa Twin’s, as KTM Adventure, as Tiger, etc… são motos que podem permitir um tipo de incursões por diferentes tipos de piso, que não estão ao alcance da maioria dos motociclos existentes no mercado. Pelo menos não da mesma forma que elas o permitem fazer…
 

Mas a questão que se me levanta e curiosamente já me levou a algumas conversas de largos minutos é a de saber se….a maioria dos utilizadores/compradores das mesmas, terão mesmo a dita utilização variada que está ao alcance e pode ser proporcionada por uma Adventure Bike.
 

Claro…mas é claro que cada um compra o que quer, o que gosta, o que se adequa ao que pretende, o que está na moda ou o que o vizinho também tem.
Tudo podem ser razões para ter na garagem uma moto destas e que por norma - juntando os vários acessórios disponíveis - nunca se ficam por menos de €14.000-€15.000 como tecto mínimo.
 

Esta não é uma reflexão exclusiva de uma realidade existente apenas do nosso país, pois as boas vendas deste tipo de modelo são uma realidade em muitos outros países da Europa.
 

E nisto põe-se-me a dúvida – que porventura está no cerne da questão – ou seja, se aquilo que ocorre não estará a passar por na realidade se dar uma utilização maioritariamente de estrada a um tipo de modelo que tem vindo a tomar o lugar de uma boa, segura e confortável turística.
 

Fica então o tópico para vossa opinião sobre o tema, até porque gosto de ler outras reflexões sobre isto, coincidentes ou não…. :)
« Última modificação: Março 12, 2017, 10:04:46, 10:04 por Sapiens21 »
"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
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Março 12, 2017, 02:44:46, 02:44
Responder #1

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Antes que se questionem, eu ao referir "Adventure Bikes" estou mesmo a falar das grandes maxi-Trails do mercado.
Não me refiro portanto a outras mais pequenas adventures (em tamanho e cc's).

Imagens destas como a que deixo abaixo, apesar de as haver e não faltarem verdadeiros utilizadores do "fora de estrada", não sei até que ponto mão estarão mesmo em menor número face aos utilizadores de estrada quase em exclusivo.


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Março 12, 2017, 08:20:43, 08:20
Responder #2

Moto2cool

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Penso que todos os temas são pertinentes, não vejo é como separar as GS das Versys, VStrom ou NCX, por exemplo. A filosofia de design é a mesma, as próprias marcas apresentam-nas como adventures bikes.
Naturalmente não existem brancos e pretos no mercado das motas, senão quem quer andar na estrada compra uma naked, quem quer andar depressa uma desportiva, quem quer fazer grandes viagens uma touring e quem quer andar por todo o lado um adventure, mas é um bom debate saber o uso dado às motas, por exemplo qual a percentagem de transito alcatrão que se faz com uma adventure ou a percentagem de uso em autoestrada de uma naked, ou mesmo de uma touring no transito citadino diário.
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Março 12, 2017, 09:53:22, 09:53
Responder #3

Sapiens21

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Isto da compra de um motociclo tem sempre muito de emocional, sendo que a parte racional...existindo-a, acaba por estar - na minha opinião - numa percentagem distinta quanto maior (em cc's/preço) for o segmento pretendido.

Aqui a questão colocada acaba por estar então num prisma diferente, ou seja, não se questiona como tema de fundo onde cada um gasta o seu dinheiro, mas sim o tipo de utilização que lhe vai dar.

Mencionas as NC e as Versys, mas creio que é diferente nesses casos (e segmento), pois essas são mesmo estradistas por natureza.

Aquilo que acaba por levar à pergunta colocada no título deste tópico, é a de saber se existe cada vez mais um tipo de utilização diferente das reais capacidades, tecnologias e gadgets colocados ao dispor das grandes maxi trails.

Aquilo que indicas para os Kms realizados on-road VS off-road é pertinente e é esse o sentido de uma pergunta que acaba por ver certos modelos com um tipo de utilização que se enquadrava facilmente noutro tipo de moto.

As grandes maxi-trails poderão assim estar a "roubar" um espaço que teoricamente seria das turísticas??   :pensador:
As preferências do actual utilizador-comum para com as grandes maxi-trails pode estar, em muitos casos, a mudar??  :pensador:


EDIT: Adicionei a palavra "Big" no titulo do tópico para se perceber o sentido do tema.  :)
« Última modificação: Março 12, 2017, 10:04:20, 10:04 por Sapiens21 »
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Março 12, 2017, 10:01:19, 10:01
Responder #4

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Posso falar por mim: para além das scooters, que associo especialmente ao dia a dia, são as maxi-trail que me seduzem mais no panorama geral da motos!

Se há uma dezena ou duas de anos as maxi-trail estavam muito enraizadas no espírito DAKAR, actualmente estão muito mais polivalentes e permitem ser as tudo-em-um que servem não só para estrada e auto-estrada como também para os estragões de terra, indo a lugares que uma turística não o faria com a mesma facilidade. Dai que para muitos, estas tenham substituído  as PanEuropean e RTs...

Um dia terei uma...


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João Mestre / twin-pt
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Março 12, 2017, 10:09:09, 10:09
Responder #5

Sapiens21

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Sim, é esse mesmo o caminho que tenho notado nas opções de quem compra uma "Big Adventure Bike"...a procura da polivalência proporcionada!!

Sendo motos capazes de ir mais longe quando a opção ou vontade é "atalhar caminho", o que acaba por se verificar em muitos casos é o ser dado um uso que se fica pela competência deste tipo de motos em estrada.

Mas claro que ainda há quem lhes dê um uso mais variado... :)
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Março 12, 2017, 10:52:53, 10:52
Responder #6

Mepim

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Como é do conhecimento de alguns eu sou possuidor de uma Big Trail (gosto mais de Maxi Trail), uma BMW R1200GS. Acho este tema não só interessante como super pertinente, basta olhar para a tabela de vendas para ficar de queixo caído vendo uma mota de 20k no meio de scooters 125cc.

O que leva então alguém a decidir comprar uma Maxi Trail? A resposta em maioria dos casos é simples, moda!!

Agora passo a falar do meu caso e de muitos outros que acompanho diariamente nos grupos onde estou.

Como será também do conhecimento de alguns venho das scooters, tive uma X-Max 125cc, tirei a carta e comprei uma T-Max, depois uma F800GS e agora uma R1200GS, isto tudo em cerca de 1 ano e meio, e então porquê esta "evolução"??

Primeiro que tudo, faço cerca de 100kms por dia durante a semana e mais uns tantos aos fins de semana em passeios, a 125 era claramente insuficiente, a T-Max ideal para a semana, certa para maior parte dos passeios de fim de semana mas com manutenção muito cara para os kms que eu faço, limitada nas viagens que pretendo fazer. A 800 veio colmatar essas limitações mas como poderão ler num comparativo que por aqui anda rapidamente a troquei pela 1200.

Porquê que optei pela GS e não por uma RT, se cerca de 90% da minha utilização é estrada?? Resposta simples, polivalencia!

Gosto muito de fora de estrada (não confundir com off Road), e por isso uma estradista pura a mim não me entusiasma, FJR, as K da BMW, a RT da BMW, as Super Duke, são todas excelentes motas mas que não me entusiasmam, talvez daqui por uns anos possa olhar para elas de outra forma, por enquanto ainda não. A utilização que dou à GS está muito aquém dos seus limites, mas tenho a certeza que também está muito para lá do que grande parte dos seus utilizadores dá.

As Maxi Trails evoluíram muito, são neste momento motas muito polivalentes e que permitem uma utilização diária descontraída e super confortável, o meu dia a dia de GS não é, nem pouco mais ou menos, mais "complicado" do que era de T-Max, conduzo com a mesma facilidade, e com um conforto/performance "diferente". Isto durante a semana, depois vem o fim de semana e aqui é que se começa a sentir todo o potencial destas máquinas, passeios de 600kms num dia e chegar a casa inteiro, passeios em que o alcatrão acaba e nós continuamos, inclusive com pendura e pneus de estrada, programar um passeio a Mértola com passagem nas Minas e escolher as estradas mais recônditas que possam existir para lá chegar, ir dar um passeio e aproveitar o estradão que está ali ao lado para ir ver o pôr do sol, estas são para mim as razões de ter uma GS.

Chegava lá com uma RT por exemplo, claro que sim, o fora de estrada que faço não é nada de radical, mas o conforto/preocupação não seriam concerteza os mesmos.

Esta é sem duvida a grande mais valia das Maxi Trails, consegue-se ter um conforto muito acima da média em estrada e se for necessário meter fora de estrada haja kit de unhas que elas vão a todo o lado. Acho que é aqui que reside o sucesso destes modelos.

Como nota final falar só do mito de que estas motas são pesadas, olhar para os números da balança e ver uma GS com 240kg pode assustar, pudemos até pensar que é impraticável andar com uma mota destas no dia a dia, a única coisa que vos digo é experimentem, sentem-se numa 1200GS e comecem a andar com ela, a baixas velocidades se quiserem e rapidamente vão perceber a "magia" que foi feita no centro de gravidade destas motas que assim que começamos a andar com elas parece que já as conduzimos à anos. O cúmulo disto que estou a dizer é a K1600GT, uma mota de mais de 300kg e que quando começamos a andar com ela parece uma pena.

A oferta neste segmento está a crescer a olhos vistos, a KTM saiu agora com um conjunto de modelos super interessantes, a Ducati com a sua Multistrada tem uma mota de pista disfarçada de Maxi Trail, a BMW com as GS e com a XR outra mota de pista disfarçada de Maxi Trail, deixam uma diversidade de escolha para todos os gostos.

Para animar a coisa ficam algumas fotos dos passeios que tenho feito por aí.






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Março 12, 2017, 11:00:38, 11:00
Responder #7

Moto2cool

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Obrigado pelo post mepim, nada como ouvir o testemunho na primeira pessoa  :nice:

De facto tenho a ideia de ser uma moda, não se duradoura, o crossover nos carros também era para ser um nicho no mercado e cada vez se afirma mais, não existindo actualmente nenhuma marca que não tenha oferta nesse segmento.
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Março 12, 2017, 11:12:35, 11:12
Responder #8

Mepim

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'Big Adventure Bike' é um conceito que, de facto, está a ter bastante aceitação hoje em dia.

Pela polivalência para alguns...pelo status para outros...

Era também um pouco aqui que queria chegar.

Uma pura estradista não é uma' big adventure bike', uma pura estradista é uma VFR, uma xj6 diversion, uma kawa 1400, , uma BMW K, uma fjr...na verdade toda esta gama de 'trail estradista' é diferente em conceito das 'big adventure bikes' e como disseste e bem Sapiens, uma NC, uma Tracer, uma Versys são 'trails mas estradistas ou mais citadinas', motas que de origem não teem capacidade de fazer um estradão de off road ou virar uma serra, mas desenganem-se que muitas Big Adventure Bikes também não o fazem... :)


Velasquez nunca duvidem da capacidade de uma Maxi Trail, é preciso é kit de unhas :) :)






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Março 12, 2017, 11:38:07, 11:38
Responder #9

jofra

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As Big Adventures vieram para substituir as sport touring, são bem mais confortáveis, a nível de potencia também não se ficam nada atrás e como já disseram aqui, são bastante polivalentes.

Março 12, 2017, 12:08:58, 12:08
Responder #10

twin-pt

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Vejam este vídeo de um teste às novas GS...



Na versão Rallye verão o que estas poderão fazer nas mãos de alguém com alguma experiência...


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« Última modificação: Março 12, 2017, 14:39:19, 14:39 por twin-pt »
João Mestre / twin-pt
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Março 12, 2017, 21:14:11, 21:14
Responder #11

Cmiguelq

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A ultima foto do Mepim é perfeitamente explicativa da facilidade da GS por exemplo no transito..pernas e pes totalmente no chão e até ligeiramente arqueadas o que dá uma boa base de sustentação quicá no trânsito ;)

Atenção, eu não duvido que esse género de big trails com pneus mistos não façam estradões de terra e alguma lama, mas para o puro off road estão fora de questão e penso que voces sabem o porquê...

Ps: mas fazer uns milhares de kms numa GS ou uma K, fjr...só estrada de alcatrão...há diferenças :)
Mas aqui a questão é o que é o puro off road para ti? É q já andei com várias amigos que tem motas destas e garanto te q vão a locais muito remotos e como é óbvio por percursos muito acidentados mm, é claro que uma mota de Cross chegava lá primeiro, mas os amigos das GS tb lá chegaram e depois o caminho até casa foram por alcatrão e com um conforto de excelência...
Pra ser sincero acho este tipo de motas excelente, é preciso é teres uns pneus adequados à percentagem de alcatrão /terra q fazes...

Março 12, 2017, 22:41:16, 22:41
Responder #12

Mepim

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Velasquez, agora pega na CRF e faz 400km num dia em alcatrão.

Não há dúvida que as CRF no monte se mexem que é um espectáculo, mas depois perdem e muito fora dele.

As Maxi Trail procuram precisamente esse espaço, imaginem que são do Porto e têm uma prova/passeio no Algarve como foi este ano "O Nosso Dakar", para quem não conhece é uma prova praticamente toda em fora de estrada pensada para Maxi Trails, digam lá que mota levavam, uma GS ou uma CRF?!? :)



Agora quando falas em GS a passear na marginal e a ir ao café ao domingo é o que não falta para aí, mas isso o modelo em si não tem culpa :)


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Março 12, 2017, 22:53:48, 22:53
Responder #13

Mepim

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Nem mais, é isso mesmo, não são cabras de mato mas desenrascam fora de estrada, não são rainhas do asfalto mas papam kms com um conforto super, esta é a definição das Maxi Trail, e estamos totalmente de acordo. :)


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Março 12, 2017, 23:08:23, 23:08
Responder #14

Sapiens21

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Gostei particularmente de ler o primeiro post do Mepim neste tópico.
Algo longo na explicação, mas em linha com o que penso...

E a sua opinião ganha outra força se olharmos ao facto de que é proprietário de uma maxi-trail.

E os pontos em que se toca esta ideia (que partilho por inteiro) e dei a entender logo desde o início deste tópico, é a de que este tipo de modelos passou a ser moda!!
Aliás, a referência do Mepim a isto - reconhecendo haver esta tendência na compra das mesmas - demonstra olhar para isto de forma sincera e desapegada, o que é bom.

Na verdade há muitas maxi-trails que têm uma utilização por parte dos seus proprietários, que fica muito aquém das suas capacidades (reconhecido inclusivamente pelos próprios), voltando-se o seu uso para um "território" onde as turísticas, curiosamente, parecem estar a ser preteridas por estas.

A polivalência parece ganhar a melhor de há uns tempos para cá...e as tabelas de vendas neste tipo de motos (Big Adventure VS Touring Bike) ajuda um pouco a essa leitura.  :)
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Março 13, 2017, 15:36:16, 15:36
Responder #15

jacare

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Não querendo de modo algum ser critico em relação aos gostos ou opções de cada um, até porque tambem ando curioso por experimentar a GS e só não o fiz ainda porque tenho medo de gostar e me meter em despesas, mas a GS - e falo na GS porque quer se goste ou não é a referencia neste tipo de motos - vende muito por duas razões: é moda e os vários sistemas de financiamento da BMW que são tão versateis que facilitam a compra.

Março 13, 2017, 17:52:18, 17:52
Responder #16

rodrigues

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Também andei com ideia das Big Adventure pois as ideias eram outras mas depois o bom senso ganhou em luta direta com as despesas e vida que levo contentei-me com a mini-Adventure.


Março 13, 2017, 18:46:13, 18:46
Responder #17

Moto2cool

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Confesso que numa adventure simulada mais depressa ia para tracer 09, eventualmente a triumph, acho a 1200GS um verdadeiro mamute ( mesmo que gostasse não ia gastar aquele dinheiro todo :) )
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Março 13, 2017, 20:36:04, 20:36
Responder #18

pjmartinho

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Ainda que mal comparado, esta moda das Big Adventure Bikes, parece-me um pouco a moda dos jipes que aconteceu nos anos 90 do século passado... eram moda e quem não tinha um passava por alguém que não era bem sucedido na vida.

Na realidade, a grande maioria desses jipes nunca saiu do alcatrão. Aliás, o unico todo-terreno que faziam era subir passeios nas grandes cidades, sujar os pneus de lama nos canteiros das árvores que tendem a crescer no meio dos lugares de estacionamento (em Lisboa) e passar a abrir pelas poças de água que se criam depois das chuvadas.

Dos poucos jipes que sairam do alcatrão, uma boa fatia andava por estradões de terra batida, mais ou menos esburacada, e já está. A minoria desses jipes foram usados como máquinas de todo-terreno, quer fosse em estradões de terra batida, quer fosse em lamaçais, travessias de ribeiros, caminhos de cabras, etc etc.

Estou em crer que o mesmo acontece com estas motas, ou seja, a grande maioria delas o unico pó que vai apanhar é aquele que anda no ar nas grandes cidades até porque, niguém quer deixar cair ao chão uma mota de 20.000€ e, fazendo todo-terreno "puro e duro" isso vai acontecer, por mais cuidado que se tenha. De qualquer maneira, como ninguém nasce ensinado, pode-se aprender a conduzir fora de estrada por intermedio de amigos e/ou cursos de condução "off-road" e, a partir daí, todo um mundo de perspectivas diferentes se abre pois consegue ir a locais onde não é possivel ir de carro/mota "normal" e assim ver as coisas de perspectivas completamente diferentes.

Depois de 30 anos de carta de condução e depois de 4 jipes, sei do que falo no que diz respeito à utilização em todo terreno de veiculos.

Março 13, 2017, 21:00:43, 21:00
Responder #19

JPA

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Eu pela parte que me toca, não poderia estar mais satisfeito com a escolha que fiz há uns 3 anos para cá.

Não obstante ter passado um tempo com as scooters, mas as big trails sempre tiveram um apelo e um carinho especial, sobretudo pelo enorme conforto que proporcionam nos mais diversos tipos de asfalto que como todos sabem não é dos melhores.

Uma  moto com umas suspensões de longo curso, cuja afinação é facílima de ajustar proporcionando desde logo uma maior confiança quer num passeio a solo ou a dois, foi aquilo que procurei. Por melhor que sejam as scooters ou as R's, acho que nada se aproxima do global  ao "elan" que uma big trail pode proporcionar.

Não é fácil em baixas velocidades algumas manobras, mas mal se começa a andar, a sintonia com a máquina é qualquer coisa de simbiótica....aliás tudo exige algum treino e mentalização de que somos capazes de dominar umas bestas pesadas, mas a realidade é que é mais fácil do que se imagina.

Por experiencia qualquer máquina que tenha mais de 70 cv é já bastante satisfatória possibilitando uma rápida e franca aceleração, o que  contribui desde logo para uma maior segurança quando se tem de ultrapassar enlatados ou camiões.

A minha Strom tem 98 cv, e raramente me atrevo a puxar pela máquina, pois não são os + de 200 km/h que ela atinge com uma grande facilidade o ponto forte, mas sim o conforto e a enorme aerodinâmica proposta pela frente, que me possibilita fazer centenas de KM sem grande fadiga e com poucas vibrações sentidas pelo V Twin...

É bem notório o elevado binário proporcionado pelos motores de alta cilindrada numa trail, pois proporcionam uma boa gestão do equlibrio e "punho" em baixas rotações, o que é ótimo para controlar as baixas velocidades ou mesmo num para arranca quotidiano.

6 a 7 litros de média para um motor de 1 litro a despachar KM pelas nacionais e autoestradas... o que quero melhor?

A minha moto está mais que preparada para um utilização mista e  um tanto off road, bastaria colocar uns pneus mais cardados, calibrar as suspensões, e siga... mas tenho a noção que existem coisa bem melhores para off road com todo o tipo de ajudas eletrónicas e sensores para tudo...talvez por vezes haja um exagero na tecnologia, o que enfoca mais a condução/ mecânica do que o condutor.

( a nova KTM 1290 Super Adv. S com apenas 215Kg  a seco e com resmas de eletrónica para dominar 160 CV, é um exemplo de uma "montra" quase levado ao extremo do que há de mais evoluído a este nível... acho um exagero!)

Há um aspeto que considero idem importante na escolha de uma trail, que é ergonomia da máquina x estatura do condutor.

Haja pernas e braços!!

Recomendo as trails pela enorme polivalência,  muito conforto, e pela facilidade de adaptação de um condutor com muita ou pouca experiência em 2 rodas...

Março 13, 2017, 22:45:04, 22:45
Responder #20

dfelix

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... estará o tipo de comprador e utilização a mudar?

Pegando nesta questão lançada...

Penso que as modas são cíclicas.
E a moda das "Adventure Bikes" já existiu nos tempos da primeira Africa Twin, em que a utilização acabava por ser também ela predominantemente de estrada.
Curiosamente na altura já existia GS. E muito bem equipada pois já tinha por exemplo, ABS de série.
Mas... passou completamente ao lado do mercado, por muito que alguns recentes artigos tente justificar o contrário.

E nisto põe-se-me a dúvida – que porventura está no cerne da questão – ou seja, se aquilo que ocorre não estará a passar por na realidade se dar uma utilização maioritariamente de estrada a um tipo de modelo que tem vindo a tomar o lugar de uma boa, segura e confortável turística.

Na realidade estas grandes "Adventure Bikes"  são seguras e confortáveis turísticas...
Um bocadinho mais versáteis. E por muito que lhes enfiem caixotes de alumínio, continuam a ser mais fáceis de utilizar.

Este segmento acabou por condenar nas sport-touring por algumas razões:

A posição oferece um maior conforto para condutor+passageiro.
Algo que nas sport-touring acabava por ser um compromisso com a performance, muitas vezes acabando pelo passageiro sair prejudicado.

Transportar bagagem passou a ser "fixe"!
Por muitas opções interessantes que possam ter surgido de malas e bagagem para as sport-touring, nada é tão consensual como as latas de alumínio destas motos.
Com a vantagem de que oferecem mais espaço. E mais segurança para o conteúdo.

E... uma Adventure Bike anda mais do que o suficiente sem seduzir o condutor a entrar em excessos.
Ou seja, algumas das sport-touring por terem motores tão sport acabam por assediar o condutor a andar depressa. Por vezes muito depressa.


E sim... fiz a comparação com sport-touring porque foi efectivamente o segmento que mais perdeu clientela nos últimos tempos.
Existem alguns modelos que estão a ser bem sucedidos (como as z1000sx) mas sobretudo devido à falta de opções capazes de corresponder à expectativa.

Não faz sentido comparar com turísticas... porque esse segmento sempre teve um público alvo também bastante específico.
Actualmente diria que está em extinção. Embora acredito que o cliente da maxiscooter no presente poderá revitalizar as vendas no futuro.


... eram moda e quem não tinha um passava por alguém que não era bem sucedido na vida.

Depois de 30 anos de carta de condução e depois de 4 jipes, sei do que falo no que diz respeito à utilização em todo terreno de veiculos.

Podes te considerar quadruplamente bem sucedido na vida!  :D

A minha Strom tem 98 cv, e raramente me atrevo a puxar pela máquina, pois não são os + de 200 km/h que ela atinge com uma grande facilidade o ponto forte, mas sim o conforto e a enorme aerodinâmica proposta pela frente, que me possibilita fazer centenas de KM sem grande fadiga e com poucas vibrações sentidas pelo V Twin...

Também tive uma DL1000 em 2006, durante 6 meses.
Gostei muito do motor. Mas odiei as suspensões.
Há uma curva no Carregado que tem lá uma figueira que plantei com ela...  :D

« Última modificação: Março 13, 2017, 23:01:57, 23:01 por dfelix »

Março 14, 2017, 11:28:01, 11:28
Responder #21

pjmartinho

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Podes te considerar quadruplamente bem sucedido na vida!  :D

No meu caso pessoal, foi mesmo por gosto pessoal de poder andar fora de estrada pois, qualquer um dos meus jipes quando foi vendido apresentava marcas da vida que tinha levado. Se fosse por uma questão de sucesso, teriam sido vendidos em estado "imaculado".

Março 14, 2017, 15:40:25, 15:40
Responder #22

TMXR

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Para alem do factor "moda" indicado pelo Rui, à qual apenas acrescentaria ou complementaria com o termos "marketing", adicionaria 1 outra:


Demografia.


Estamos a ficar mais velhos, trazendo esse aumento de idade media, maturidade e responsabilidade.


Uma boa trail, ainda tem um bom motor capaz de animar qualquer bom amantes das 2 rodas, assim como tem uma posição de condução perfeita para a malta ja nos "entas", pois com as costas direitas e bracos abertos sem tensao nos punhos é mais facil rodar muitos kms sem cansar e chegar ao destino ainda fresco.


Com o cerco a ser apertado cada vez mais a quem conduz na estrada é praticamente impossível poder usar a mesma sem ser trucidado, não pela sinistralidade, mas pela maquina de fiscalização do estado.


Outra questão ainda assente nas necessidades da 2 idade  :D é a polivalência e seguranca que estas maquinas tem... praticamente todos os melhores sistemas electrónicos de seguranca entram no mercado neste segmento, assim como os sistemas de assistencia à conducao como as suspensões activas, cruise control, etc  :nice:
Yamaha Tmax 500/530 * BMW C Evo/R1200GS/1250 GS/1200 GSA/1200 RT * KTM 1290 SAS *  Trimph Tiger 800 XRT / Street Triple RS * Ducati Multistrada 950S/1200S/1260S/Enduro *  Kawazaki Z900  * MV Agusta Turismo Veloce Lusso * Honda Crf300l

Março 14, 2017, 19:59:31, 19:59
Responder #23

Moto2cool

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Ora aí está um conceito revolucionário, as motas big trail são as motas preferidas dos"velhotes" ;) vou ter que comprar uma em breve

Edit: o corretor ortográfico do telefone escreveu voltar onde devia estar comprar :)
« Última modificação: Março 14, 2017, 21:26:15, 21:26 por Moto2cool »
Spritmonitor.de" border="0 Suzuki VStrom 650
"Viver a vida não é esperar que a tempestade passe, é aprender a andar à chuva"

Março 14, 2017, 20:38:28, 20:38
Responder #24

Luis Salgueiro

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Por várias vezes rolo com um conjunto de amigos que na estrada parecem uma filial da 'Motorrad' .É  um grupo do Moto Clube de Arruda dos Vinhos em que a esmagadora maioria dos membros activos possuem  GS ou GSA pois um deles tem fortes ligações com o stand BomCar . Cheguei a ser 'assediado' para comprar uma GSA a prestações, mas preferi comprar a Crossrunner 'a pronto' ,com o dinheiro que tinha disponível.
Um deles uma vez disse uma coisa que fixei : " Pessoal estas máquinas são boas para quem não sabe andar de mota ! Têm electrónica para limpar a m***a toda que eu possa fazer! "

Março 14, 2017, 21:43:14, 21:43
Responder #25

twin-pt

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Um deles uma vez disse uma coisa que fixei : " Pessoal estas máquinas são boas para quem não sabe andar de mota ! Têm electrónica para limpar a m***a toda que eu possa fazer! "

É mesmo disso que eu preciso!  :lolol:
João Mestre / twin-pt
Espirito Scootard, uma maneira de estar e viver as duas rodas.
X-ADV 750 (RC95):
PCX125 -- X-MAX 125 ABS (link consumos)

Março 14, 2017, 22:03:43, 22:03
Responder #26

pedroareias

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Pronto. Twin-Pt: a comprares convém que seja das novas Euro-4. Don't ask.

Um deles uma vez disse uma coisa que fixei : " Pessoal estas máquinas são boas para quem não sabe andar de mota ! Têm electrónica para limpar a m***a toda que eu possa fazer! "

É mesmo disso que eu preciso!  :lolol:

Março 14, 2017, 22:44:09, 22:44
Responder #27

dfelix

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No meu caso pessoal, foi mesmo por gosto pessoal de poder andar fora de estrada pois, qualquer um dos meus jipes quando foi vendido apresentava marcas da vida que tinha levado.

Mesmo que nunca tivesse saído de estrada...
Gostando e havendo possibilidades, não vejo porque a malta não possa se sentir feliz tendo algo que deseja... mesmo que nunca chegue a tirar o total proveito.
Não há nada de condenável nisso...

Cheguei a ser 'assediado' para comprar uma GSA a prestações, mas preferi comprar a Crossrunner 'a pronto' ,com o dinheiro que tinha disponível.

Faria o mesmo!
Mas... pelo que percebi compraste a Crossrunner usada!
Não é muito justo comparar os encargos com o duma GS nova..   ;)

Um deles uma vez disse uma coisa que fixei : " Pessoal estas máquinas são boas para quem não sabe andar de mota ! Têm electrónica para limpar a m***a toda que eu possa fazer! "

Só não tem DCT!  :D



Pronto. Twin-Pt: a comprares convém que seja das novas Euro-4. Don't ask.

O Euro-4 pode reduzir emissões do motor... mas ainda não reduzi as emissões da m***a toda que o condutor  possa fazer!  :D

Março 14, 2017, 23:07:08, 23:07
Responder #28

Luis Salgueiro

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Cheguei a ser 'assediado' para comprar uma GSA a prestações, mas preferi comprar a Crossrunner 'a pronto' ,com o dinheiro que tinha disponível.

Faria o mesmo!
Mas... pelo que percebi compraste a Crossrunner usada!
Não é muito justo comparar os encargos com o duma GS nova..   ;)


Sim, na altura andei a auscultar o mercado das usadas, estive para comprar uma Transalp XL700 VA de 2011 com 14.000 kms por 8.000 euros , mas acabei por ir ao Stand Antero buscar a CrossRunner modelo de 2013 com 14.700 kms por 8.500 euros . A mota é fixe de conduzir (sente-se o motor) , a estética é discutível e proporciona um  uso 'multifacetado', mais virado para o turismo, com um 'cheirinho' a 'desportiva'.
« Última modificação: Março 14, 2017, 23:08:36, 23:08 por Luis Salgueiro »

Março 15, 2017, 08:08:48, 08:08
Responder #29

pedroareias

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DFelix: a não ser que eu, num desvario, pensasse que a versão Euro4 já tivesse os problemas de caixa de velocidades e motor da versão LC Euro3 resolvidos.

Claro que isso seria um disparate. Mas parece que não é. Resolveram mesmo os problemas.

A vontade de escrever por vezes impede-nos de pensarmos em todas as possibilidades.

Março 15, 2017, 11:17:08, 11:17
Responder #30

dfelix

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DFelix: a não ser que eu, num desvario, pensasse que a versão Euro4 já tivesse os problemas de caixa de velocidades e motor da versão LC Euro3 resolvidos.

Desconheço os problemas destes novos "waterheads".
Nunca investiguei. E a malta que conheço com este motor ainda não se queixou de nada.
Mas como qualquer produto, certamente que também já teve os seus problemas de juventude.
E BMW costuma ter muitos.

Quero acreditar que esta actual geração de boxer será bastante decente.
Só o facto de ser refrigerado a liquido, ter embraiagem em banho de óleo e o paralever no lado oposto é já por si o suficiente para resolver todo um leque de coisas menos boas das gerações anteriores.