Autor Tópico: Deixe o carro, vá de mota e gaste metade  (Lida 3628 vezes)

Junho 29, 2017, 09:25:58, 09:25
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lmferreira

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A "lei das 125" deu um forte impulso às vendas dos veículos de duas rodas. Alguns foram comprados para puro lazer. Noutros casos, o objectivo foi o de evitar as longas filas de trânsito entre a casa e o trabalho . E, melhor, baixar o número de visitas ao posto de abastecimento. As "125" são baratas, gastam muito pouco e são o ideal para poupar em tempos de crise.
Os combustíveis estão caros. E não há sinais de que os preços voltem a descer, pelo menos de forma expressiva. Representam um custo elevado para quem não tem alternativa para as deslocações do dia-a-dia senão a de utilizar um transporte próprio. O automóvel é, quase sempre, o meio de eleição. Mas a mota pode ser a solução para diminuir o consumo e, assim, poupar alguns euros por mês. São várias centenas ao ano.

A "lei das 125", como ficou conhecida e que passou a permitir aos detentores de carta de automóvel a condução de veículos de duas rodas até 125 centímetros cúbicos, tornou a mota numa alternativa válida ao automóvel. Apesar dos vários contras face às quatro rodas, como a segurança e a falta de proteção contra as condições climatéricas, estas motas, de baixa cilindrada, têm vindo a ganhar adeptos.
As vendas dispararam, fruto do baixo preço de aquisição em resultado do surgimento de várias marcas neste nicho de mercado. Há cada vez mais novos motociclistas, especialmente nas grandes cidades. Utilizam as duas rodas para evitar as longas filas de trânsito mas, também, para poupar alguns euros com o combustível. Os consumos não se comparam aos dos carros.
É aqui que reside a principal vantagem das duas rodas. A mota mais vendida em Portugal, em 2010, e também em 2011, a Honda PCX 125, anuncia consumos de 2,2 litros a cada 100 quilómetros. Assumindo um percurso de casa para o trabalho, e regresso a casa, na ordem dos 40 quilómetros diários, no final de um mês, a despesa com combustível será de 30,56 euros.
Este valor, que tem por base o preço de venda de 1,579 euros por litro de gasolina de 95 octanas, compara positivamente com os de qualquer carro. Para termo de comparação, procurou-se o veículo de quatro rodas mais vendido no último ano e desde o início deste. O Opel Corsa 1.2 Enjoy, que anuncia um consumo urbano de 6,4 litros aos 100 quilómetros, custar-lhe-á 88,93 euros por mês, em combustível.

Há uma poupança mensal na ordem dos 58,35 euros, acreditando nos consumos anunciados pelas respectivas marcas. Ao final de um ano, este valor dispara para cerca de 700 euros, comparando os consumos com o automóvel a gasolina. Utilizando o mesmo modelo, mas a gasóleo (Corsa EcoFlex 1.3 CDTI), reduz a diferença, mas a continua ser expressiva: 280 euros por ano.

Seguros, mas caros
O menor consumo de combustível é, de longe, a principal vantagem dos veículos de duas rodas, para quem os procura como alternativa de transporte próprio. Mas, para aferir se esta solução é, ou não, a mais eficiente para a carteira, é preciso ter em conta outros factores. O mais relevante é o seguro. Comprar uma "protecção" para uma mota é muito mais caro.
São, ainda, poucas as seguradoras que apresentam nas sua ofertas de seguros para motas. E, nas que os disponibilizam, são raras as que permitem simular um prémio, tal como acontece com os carros. O Corsa a gasolina paga 164,55 euros ao ano, num seguro de responsabilidade civil, de acordo com a simulação feita, numa das maiores companhias "on-line".
A mota paga quase o dobro. Na mesma seguradora, mas numa simulação feita por telefone para um homem de 30 anos, casado, sem registo de acidentes nos últimos anos, o preço que nos apresentaram foi de 239 euros. Este valor, somado à despesa com combustível, eleva para 605,83 euros o custo de utilização da mota, menos de metade do que com o carro.
Comparativamente ao Corsa a gasolina, que apresenta um custo anual de 1.231 euros, há um aforro anual de 50,8%. A poupança baixa, face ao mesmo modelo, mas a gasóleo, passando de 625 para 216 euros. Se, com o primeiro, quatro anos chegam para amortizar o investimento na PCX 125 (que tem um preço de venda de 2.470 euros, mais despesas), no último, a mota só se "paga" a si própria após 11 anos.

Estacionamento
Gratuito para as motas, caro para os automóveis
Não há dúvidas. A mota é um meio de transporte mais eficiente, em comparação com o carro, quer este seja a gasolina ou a gasóleo. Paga mais de seguro, mas consome menos combustível e há que ter em conta, também, o facto de os veículos de duas rodas não pagarem estacionamento, ao contrário dos veículos de quatro rodas que vêem, cada vez mais, onerada a sua presença nas grandes cidades.
Além do desafio diário de encontrar um lugar de estacionamento, os carros têm sempre que ficar acompanhados de um "ticket" que valida o direito à utilização do espaço, por um período determinado de tempo. Caso se conside um preço médio de 1,20 euros por hora, durante oito horas e 264 dias úteis num ano, utilizar o carro implica um investimento anual de cerca de 2.500 euros.
Somando o estacionamento ao seguro e à despesa com o combustível, a utilização do carro para as deslocações de casa para o trabalho, e vice-versa, apresenta um custo médio anual de 3.766 euros. A diferença para a mota, que não paga parquímetro, dispara para mais de 3.000 euros. Este valor permite "pagar" o investimento inicial no veículo de duas rodas em menos de um ano.

Junho 29, 2017, 09:42:46, 09:42
Responder #1

rodrigues

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Por incrível que pareça quanto mais velhos formos menos pagamos no seguro da Mota, por isso aguardem uns anos antes de segurarem a vossa mota  :lolol: :lolol:

A marca também conta, quando comprei a CB500X e alterei o seguro da anterior Sym gts que ficava em 164 € baixou para 120 € apenas por ser Honda e cilindrada mais segura  :pensador:

Responsabilidade civil é à parte, mas isso já eu tinha antes de ter mota e abrange acidentes de todo o tipo incluindo de mota e bicicleta e fica em 65 € anuais.

Quero que fique de borla quando comprar uma GoldWing  :lolol:

Junho 29, 2017, 10:02:27, 10:02
Responder #2

JViegas

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Quando me iniciei nesta lide das duas rodas, o objetivo principal era a autonomia face ao único veículo da família que servia para as deslocações diárias em Lisboa (casa-empregos (meu e dela) e escola da mais pequena).

Ora essa limitação prejudicava-nos atendendo aos horários desacertados de ambos os adultos: eu por exemplo saía às 17:30 e a minha mulher às 19:00, com a filha a sair às 16:00.

O horário de entrada era igualmente desajustado.

Face a isto estávamos sujeitos a tempos de espera (da minha parte) aliados ao horário "nobre" das filas de trânsito na 2ª circular que nos prejudicavam seriamente a qualidade da nossa mobilidade (atendendo que os horários dos transportes coletivos são absurdos aliados aos preços praticados em passes combinados).

Após cerca de 10 anos nisto, fartei-me:
Comprei uma maxi scooter (nunca pensei conduzir um "secador", pois sempre fui homem de motas) em detrimento de um 2º carro.

O que poupei?
Em tempo de deslocações e uma maior autonomia. e as FILAS DE TRÂNSITO !!!!  :megafeliz:

Em combustível poupei?
A margem é muito pequena (carro e mota) comparando a apenas uma viatura, mas poupei alguma coisa.

A moto (maxi) é para mim 90% "ferramenta de trabalho" e 10% de prazer de condução.

Atenção, gosto de a conduzir, gosto da poupança em manutenções (anuais ou de 12 mil em 12 mil kms), tem os seus bons e maus atributos, mas o que retiro dela é o uso como maquina de deslocações do que máquina para passeios.

Daí que as minhas escolhas em termos de duas rodas sejam sempre acompanhadas da racionalidade necessária para o uso diário. Sei que isso me limita nas escolhas que eventualmente faria na compra de um outro tipo de montada, mas é assim que tenho crescido neste mundo das duas rodas.

A "abertura" a mais utilizadores de duas rodas que a lei permitiu acredito que aumentou grandemente a qualidade na mobilidade de muita gente, principalmente nos grandes centros urbanos com graves problemas de mobilidade.

Os custos associados aos seguros são irrisórios irreais. No meu caso andam há volta dos 120 € anuais, mas quando quis fazer um seguro contra roubos (apenas) não existia essa modalidade mas sim contra todos? os riscos pela módica quantia de 542€.

« Última modificação: Junho 29, 2017, 19:40:24, 19:40 por JViegas »

Junho 29, 2017, 16:42:39, 16:42
Responder #3

dfelix

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O "menor consumo" é relativo.
Aplica-se a scooters de baixa cilindrada e algumas utilitárias como as NC...
Fora isso, os consumos aproxima-me ou até mesmo superam os pequenos carros utilitários a gasolina.
Tal como podem ficar aquém de muitos equivalentes a diesel.

O problema é que isto só se aplica aos gastos com consumo.
Os custos de manutenção das motos na sua generalidade não são baratos. E os intervalos de manutenção são curtos.
E há o derradeiro problema da borracha!
Um par de pneus é caro. E dura muito pouco.

No que diz respeito a seguros, não me parece que exista pouca oferta.
Praticamente todas as seguradoras o fazem. E são na generalidade bastante baratos.
Existe é uma enorme agravante para quem tem pouco tempo de carta.

Escolher uma moto como opção de mobilidade com o objectivo de poupar dinheiro pode ser muito discutível.
A principal poupança será sempre ao nível de tempo.

Escolher uma moto a olhar pelos custos na maior parte dos casos remete para "transporte" que por acaso tem duas rodas.
Já a satisfação pode implicar fechar um pouco os olhos aos custos. E o complicado é encontrar uma solução de compromisso.


Junho 29, 2017, 17:29:00, 17:29
Responder #4

Moto2cool

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Se é verdade que o consumo pende para a mota, do nas baixas cilindradas ele é mais relevante. Não vejo no factor económico a justificação para a mota, supondo que será sempre preciso ter um carro e penso isso se aplica a quase todos os motociclistas, temos seguros a dobrar e o investimento não pode ser substitutivo, logo a poupança na mota deveria pagar o custo dela durante o tempo em que a usamos e depois de somar o valor de venda.  Na maioria dos casos tenho dúvidas que os custos totais da solução carro+mota seja mais baixo que só carro. Como disse, excepto nos casos de baixa cilindrada, com consumo e preços de compra baixos
Spritmonitor.de" border="0 Suzuki VStrom 650
"Viver a vida não é esperar que a tempestade passe, é aprender a andar à chuva"

Junho 29, 2017, 19:27:46, 19:27
Responder #5

rodrigues

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O deixar o carro para ir de mota só se justifica nas vadiagens a solo porque em família o carro será sempre mais económico.

Para as deslocações casa trabalho compensa apenas no ganho de tempo em deslocações o que nalgumas pessoas consegue atingir 40% do horário de trabalho.

Se o tempo que se ganha ao ir de mota permite estar mais tempo com a família então sim considero um ganho muito bom, mas tudo tem o seu custo.

« Última modificação: Junho 29, 2017, 19:29:25, 19:29 por rodrigues »

Junho 29, 2017, 19:42:54, 19:42
Responder #6

JViegas

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dfelix: acrescento que não tenho agravante no seguro pois tenho carta de moto há cerca de 20 anos, mas nunca tive oportunidade de comprar uma mota.

Junho 29, 2017, 20:45:00, 20:45
Responder #7

mneves

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Se o consumo depende da mota ,será obvio não se verem as desportivas e mais, no dia a dia .
Lá vão com elas as vezes...sendo mais por desporto do que para poupar.
Qualquer 125 ou mesmo 300 CC consegue se uma poupança bastante porreira em relação a certos carros,e digo isto pois o da minha além de ser uma vergonha para os diesel quase que faz o mesmo da minha 400 ,com medidas abaixo dos 5 LTpor depósito,da que pensar se gostamos mesmo e podemos fazer ou continuamos nas 4 rodas.
Depende sempre dos trajetos , carros etc,claro que não tenho um estradista  ou utilitário para isso,os consumos são feitos com o veículo ideal para os trajetos,sendo um citadino moderno.
As mecânicas estão cada vez mais eficientes( gasolina) e menos poluentes.
É preciso saber fazer contas a utilização que se dá para se ter uma percepção se vale a pena ou não e. que modelo
membro numero 16

Junho 29, 2017, 20:52:40, 20:52
Responder #8

pedroareias

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Acabei de fazer a viagem Torres Vedras-Évora no Golf VII BlueMotion 110 de 2015.

Gastei 3.8 litros aos 100km de gasóleo em média. Não me parece que uma moto razoável, no mesmo trajecto, consiga fazer menos.

Eu a poupar na minha faço 4.3-4.4 e a andar razoavelmente faço de 5-5.5.

Fica muito mais barato vir de carro.

Se o consumo depende da mota ,será obvio não se verem as desportivas e mais, no dia a dia .
Lá vão com elas as vezes...sendo mais por desporto do que para poupar.
Qualquer 125 ou mesmo 300 CC consegue se uma poupança bastante porreira em relação a certos carros,e digo isto pois o da minha além de ser uma vergonha para os diesel quase que faz o mesmo da minha 400 ,com medidas abaixo dos 5 LTpor depósito,da que pensar se gostamos mesmo e podemos fazer ou continuamos nas 4 rodas.
Depende sempre dos trajetos , carros etc,claro que não tenho um estradista  ou utilitário para isso,os consumos são feitos com o veículo ideal para os trajetos,sendo um citadino moderno.
As mecânicas estão cada vez mais eficientes( gasolina) e menos poluentes.
É preciso saber fazer contas a utilização que se dá para se ter uma percepção se vale a pena ou não e. que modelo

Junho 29, 2017, 22:33:20, 22:33
Responder #9

lmferreira

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Acabei de fazer a viagem Torres Vedras-Évora no Golf VII BlueMotion 110 de 2015.

Gastei 3.8 litros aos 100km de gasóleo em média. Não me parece que uma moto razoável, no mesmo trajecto, consiga fazer menos.

Eu a poupar na minha faço 4.3-4.4 e a andar razoavelmente faço de 5-5.5.

Fica muito mais barato vir de carro.

Se o consumo depende da mota ,será obvio não se verem as desportivas e mais, no dia a dia .
Lá vão com elas as vezes...sendo mais por desporto do que para poupar.
Qualquer 125 ou mesmo 300 CC consegue se uma poupança bastante porreira em relação a certos carros,e digo isto pois o da minha além de ser uma vergonha para os diesel quase que faz o mesmo da minha 400 ,com medidas abaixo dos 5 LTpor depósito,da que pensar se gostamos mesmo e podemos fazer ou continuamos nas 4 rodas.
Depende sempre dos trajetos , carros etc,claro que não tenho um estradista  ou utilitário para isso,os consumos são feitos com o veículo ideal para os trajetos,sendo um citadino moderno.
As mecânicas estão cada vez mais eficientes( gasolina) e menos poluentes.
É preciso saber fazer contas a utilização que se dá para se ter uma percepção se vale a pena ou não e. que modelo

Depende do tipo de moto...posso fazer o mesmo trajeto numa PCX e gastar 2.1l/100 como numa 1000 e gastar 5.0l/100. Se comparar com um carro 3000 de cilindrada talvez gaste 10l/100. Ficar muito mais barato ir de carro depende das alternativas que temos e não são tão lineares

Junho 30, 2017, 01:04:00, 01:04
Responder #10

dfelix

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Depende do tipo de moto...posso fazer o mesmo trajeto numa PCX e gastar 2.1l/100 ...

Pode ficar barato... mas é penoso!

Isto é tudo muito giro mas só vejo falar em consumos de combustivel.
Juntem os pneus á festa. E vejam quantos milhares de euros se gasta em borracha numa moto até perfazer uma muda de poucas centenas de euros num carro.


Junho 30, 2017, 01:11:15, 01:11
Responder #11

Sapiens21

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Se juntássemos todas as contas e se quisesse ser suficientemente sério nos resultados (comparando automóvel médio familiar com motociclo de hipoteticamente 800cc, p.ex.), os resultados ditariam quase de certeza maior economia mensal e anual no automóvel.

A questão é que racionalizar isto e entrar num campo comparativo poderá, naturalmente dependendo do ponto de vista, fazer perder a piada toda.

"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los.
Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro."

Dalai Lama

Junho 30, 2017, 08:41:13, 08:41
Responder #12

Pianoman

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Não me parece que, com a utilização que a maioria de nós dá às motas, haja poupança em relação aos carros.

Com uma 125cc, sem comprar extras, sem passear, enfim...sem curtir, então talvez se poupe, sim.
Tudo o resto... esqueçam...isso da poupança é conversa que se dá à esposa para ela nos deixar comprar a mota!
Daelim S3 125: Ago11->Jul12(14k) ; Maxsym 400i: Jul12->Mai13(21k) ; Maxsym 400i ABS: Jun13->Mai14(18k) ; Maxsym 600i ABS:Mai14->Jan15(12k)
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Membro nº14

Junho 30, 2017, 12:42:10, 12:42
Responder #13

pedroareias

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Precisamente! Mas nem a minha mulher cai nessa, já fizémos viagens a 2 [antes de ter aparecido a melga que faz 3 anos para o mês que vem] e ela assistiu ao que se gastava.

Gostaria de ressalvar uma excepção: em Lisboa ou Porto poupa-se no tempo e custos de estacionamento.

Em viagens longas, o carro (Diesel 2000cc ou abaixo) fica mais em conta.

Não me parece que, com a utilização que a maioria de nós dá às motas, haja poupança em relação aos carros.

Com uma 125cc, sem comprar extras, sem passear, enfim...sem curtir, então talvez se poupe, sim.
Tudo o resto... esqueçam...isso da poupança é conversa que se dá à esposa para ela nos deixar comprar a mota!