Marca nacional e, do pouco que já li sobre elas, bastante competentes (estou a falar dos modelos em geral) para andar fora de estrada.Na Baja Portalegre aparecem bastantes lá metidas ao barulho.Como não é uma marca mainstream... fica-se a olhar de lado.
Isto podia ter ficado no separador da AJP. (não era necessário nos "Assuntos Diversos"). Já agora JPalma, o objectivo (ou interesse numa possível aquisição) será exclusivamente para o fora de estrada? Ou com ideia de ser usada para o que for...?
O Mneves fez um test-ride a essa...Procura aí no separador dos test-rides. Pode ajudar a elucidar o valor da mesma.
Citação de: pjmartinho em Janeiro 14, 2019, 18:52:26, 18:52Marca nacional e, do pouco que já li sobre elas, bastante competentes (estou a falar dos modelos em geral) para andar fora de estrada.Na Baja Portalegre aparecem bastantes lá metidas ao barulho.Como não é uma marca mainstream... fica-se a olhar de lado.Eu acho que esta mota era mesmo aquilo que eu queria. É como se fosse a "escolha do coração", mas com este dinheiro consigo comprar uma coisa com provas mais que dadas, fiável e no fim se a quiser vender é mais fácil e não perco tanto dinheiro.Nunca vi nenhuma ao vivo, não devem ter assim vendas massivas
Citação de: JPalma em Janeiro 14, 2019, 19:35:04, 19:35Citação de: pjmartinho em Janeiro 14, 2019, 18:52:26, 18:52Marca nacional e, do pouco que já li sobre elas, bastante competentes (estou a falar dos modelos em geral) para andar fora de estrada.Na Baja Portalegre aparecem bastantes lá metidas ao barulho.Como não é uma marca mainstream... fica-se a olhar de lado.Eu acho que esta mota era mesmo aquilo que eu queria. É como se fosse a "escolha do coração", mas com este dinheiro consigo comprar uma coisa com provas mais que dadas, fiável e no fim se a quiser vender é mais fácil e não perco tanto dinheiro.Nunca vi nenhuma ao vivo, não devem ter assim vendas massivasVêm-se muitas à venda no OLX.
Deixo o link quanto à história da empresa que convém destacar ser Portuguesa:https://www.ajpmotos.com/pt/quem-somos/Destaco o seguinte:Elogiada pela imprensa especializada em todo o mundo, a PR5 abriu novos mercados para a AJP, incluindo o Japão e o Brasil. O que melhor diferencia a AJP é o facto do seu fundador, António Pinto, verificar pessoalmente cada moto que sai da fábrica. A AJP projecta motas para enduro e todo-terreno que podem ser igualmente utilizadas no quotidiano. Quanto à moto:Tirando os piscas que podiam ser LED, e apesar de não ser o meu "estilo" agrada-me.Do que vejo: manómetro digital, suspensão para andar a "lavrar" e regulável, proteção de punhos, 6 velocidades, proteção de motor, etc. Será máquina para custar quanto? Não encontrei o preço.
No ano passado em Portalegre assisti à entrega de uma AJP nova, enquanto estava num stand/oficina, mas não era a PR7.A qualidade actual das AJP (pelo menos daquela que eu vi) é impressionante, acabamento, fundição, componentes...É claro que são caras, têm de ser. Comparo-as às japonesas/europeias, não às chinesas.Se são ou não uma boa compra em termos de valor de retoma, aí o tema pode ser diferente...
Fogo... dar 10 mil para andar no campo a "lavrar" ou em terra batida, não seria para mim (infelizmente).
Comparando com o caso da XT660 Tenere, hoje há motas destas à venda, em segunda mão, quase pelo preço que elas custaram em novas.
Citação de: JPalma em Janeiro 15, 2019, 21:01:40, 21:01Comparando com o caso da XT660 Tenere, hoje há motas destas à venda, em segunda mão, quase pelo preço que elas custaram em novas. Diga-se de passagem que é um exagero para uma XT travestida de aventureira... Esta AJP é de longe uma moto melhor equipada e bem mais vocacionada para offroad.O problema mesmo é além de feia, ser produzida pelo único construtor português no activo, e que por sinal usa um logo e slogans plagiados da Nike...